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Seg, Nov

Com a participação de Gabhu, ex-Banda Raça Negra, mostramos três dicas culturais para você curtir à vontade e de graça!

Música, cinema e dança. Sem botar a mão no bolso. Bora?

Gabhu foi responsável por várias composições do pagode dos anos 90 (Foto: Ivo Lindbergh)

Fora dos Trilhos

“Não deixe o tempo acabar com o nosso amor”. Esta frase, da música “Cigana”, embala muitos fãs do grupo Raça Negra desde 1992 e também define a relação de João Carlos da Silva, ou simplesmente Gabhu (o “h” foi acrescentado por causa da numerologia), com a música.

Ex-integrante da banda de pagode que estourou nos 90, o músico compôs grandes sucessos como a própria canção “Cigana”, “Desejo de Amar”, “Jeito Felino”, entre outros.

Em entrevista ao Metrô News, Gabhu, de 61 anos, relembrou o início da carreira, a saída do Raça Negra em 1997, o seu afastamento do vocalista Luiz Carlos e comentou também sobre o atual cenário musical. Mesmo após 21 anos longe da banda, ele continua na ativa em carreira solo.

Questionado sobre como vê “o retorno” do pagode dos anos 90 por meio das redes sociais e em eventos, Gabhu afirmou que é um movimento que o agrada e fez algumas ressalvas em relação às canções de hoje.

“Vejo com bons olhos a volta do pagode dos anos 90. Era uma música simples, com sentimento e história. Hoje nem tem tanta letra e os vocalistas cantam como se fosse ópera. Não pode complicar no samba. A dona de casa não canta ópera. No sertanejo, ninguém complica. Nem antes e nem agora”, avaliou.

Para o músico, as canções precisam ter harmonia, melodia, sentimento e alegria, mesmo quando a história contada é triste. “É o olho chorando e o pé mexendo. Isto é o que dá o molho do samba”, afirmou Gabhu, que revelou como compôs a música “Cigana”.

“A letra é o reflexo da vida da pessoa que vai ao barzinho. Você vai atrás de um amor, na outra semana já está nos braços de outro, mas ainda chora pelo amor passado. É comum nós falarmos que fizemos tudo por quem amamos, mas quem faz o impossível? É quando chegamos ao fundo do poço por alguém. Se não canto ‘Cigana”, é como se não houvesse show. Assim como a Eliana de Lima precisa cantar ‘Desejo de amar’ ”, explicou.

Sobre “Jeito Felino”, Gabhu disse que ninguém imagina a esposa beijando a boca de outra pessoa. Nem quando ela é atriz e beija um ator “O cara prefere nem ver a novela”, afirmou aos risos.

Luiz Carlos e saída do Raça Negra

Sem entrar muito em detalhes, Gabhu declarou que decidiu sair em 1997 do Raça Negra por questões burocráticas. “Eu não entendo nada disto. Meu negócio é fazer música”, pontuou.

Segundo Gabhu desde que deixou a banda, nunca mais teve contato com o vocalista Luiz Carlos, líder do grupo até hoje. “Ele foi para um caminho que não é o meu. Não tenho nada contra ele pessoalmente, mas não tinha mais como continuar no Raça Negra”, respondeu dando entender que houve divergências por questões financeiras. 

Atualmente, Gabhu continua se apresentando em algumas casas de show e faz lives no Facebook. Também é possível acompanhar seu trabalho no Instagram. “Nunca mais quero fazer parte de uma banda. Cada um tem uma vontade e isto complica”, concluiu.

 

 

Noite de celebração terá shows para entrega do troféu criado por Elifas Andreato aos 15 artistas contemplados de 2018 (Foto: Dah Passos/Divulgação)

Cidade

Neste sábado, 20, acontece a cerimônia de premiação da 5ª edição do Prêmio Grão de Música na sala Olido, no Centro de São Paulo. A entrada é gratuita e três dos artistas premiados (as) vão se apresentar: Arraial do Pavulagem, do Pará, a dupla mineira Celia e Celma e da Paraíba, Maria Juliana.

A noite marca a entrega da estatueta em bronze criada por Elifas Andreato para os artistas premiados.  Andreato também estará presente na premiação.

Os contemplados e contempladas selecionados pela curadoria do Prêmio Grão de Música são escolhidos sempre pelo conjunto da sua obra e trajetória artística. Os 15 artistas premiados neste ano representam doze dos estados brasileiros:


Arraial do Pavulagem (PA)
Caio Padilha (RN)
Carlos Badia (RS)
Carlos Zens (RN)
Celia e Celma (MG)
Chico Aafa (GO)
Clarisse Grova (RJ)
Karynna Spinelli (PE)
Lysia Condé (MG)
Maria Juliana (PB)
Oneide Bastos (AP)
Patricia Polayne (SE)
Sérgio Pererê (MG)
Solange Leal (PI)
Verônica Ferriani (SP)

Buscar e valorizar os compositores, compositoras e intérpretes, de diferentes gerações, destacando sobretudo a canção brasileira. Esta é a proposta essencial do Prêmio Grão de Música.

A cada edição, os 15 nomes premiados também são reunidos em um disco coletânea produzido pelo PGM, cada um deles participa com o registro de uma música. O CD é distribuído gratuitamente e disponibilizado no site em formato digital. (http://premiograodemusica.com.br)

O ilustrador Elifas Andreato assina toda a identidade visual do PGM: troféu, logotipo e capa do CD. Elifas tem uma história notável com a música brasileira, foi responsável por centenas de capas de discos icônicas e de grandes nomes como Elis Regina, Chico Buarque, Clementina de Jesus, Martinho da Vila e recentemente do Criolo.

Anualmente, o Prêmio Grão de Música vem se dedicando a buscar artista da música popular brasileira com o objetivo de valorizar e promover o gênero canção de todas as regiões do país. O foco principal desta procura, mas não exclusivo, é o interior do Brasil, na tentativa de "garimpar" e revelar talentos escondidos e fora dos circuitos habituais; os premiados e premiadas no geral são ainda pouco conhecidos pelo grande público. O PGM é idealizado pela cantora e compositora paraibana Socorro Lira, que nas primeiras edições mantinha a realização apenas com recursos próprios. Atualmente, o Prêmio conta com patrocínio da Metanoia - Propósito nos Negócios e Editora Palavra Acesa.

"O Grão é um espaço dedicado a destacar e revelar obras e trajetórias artísticas relevantes para o país e para a humanidade como um todo; sendo que boa parte não tem divulgação e nem sempre é vista pela crítica especializada, em muitos casos estão ainda fora dos circuitos culturais mais influentes. Penso que o Grão pode ajudar a dar luz a isto e dizer a estes e estas artistas: sua música pode ser para o país inteiro, para o mundo", compartilha Socorro Lira sobre a iniciativa.

De grão em grão, o Prêmio Grão de Música amplia o olhar para visualizar um mapa o mais real possível da música do país; e se compromete a um diferenciado e significativo garimpo sonoro.

SERVIÇO

Cerimônia de entrega do 5º Prêmio Grão de Música

Data: 20/10/2018 (Sábado)

Horário: 19h

Recepção ao público e artistas no foyer da Sala Olido: a partir das 18h

Local: Sala Olido (no Centro Cultural Olido)

Endereço: Av. São João, 473 - Centro/São Paulo

Classificação: Livre  

Capacidade: 293 lugares

Entrada Gratuita (com distribuição de ingressos 1h antes)

Presidenciável precisa entender que não pode falar o que quer (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR/Fotos Públicas)

Opinião

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir nesta terça-feira, 28, se Jair Bolsonaro se torna mais uma vez réu, agora sob a acusação de ter praticado o crime de racismo.

De uma só tacada, o presidenciável teria ofendido os negros habitantes de um quilombo, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs. Na prática, será apenas mais uma ação contra o polêmico deputado, que não se cansa de destilar seu veneno contra o bom senso, usando a seu favor o argumento de que está protegido pela imunidade parlamentar.

Ainda que o colegiado – formado pelos ministros Marco Aurélio (o relator do processo), Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso – entenda que há elementos para a abertura da ação penal, o candidato do PSL não corre o risco, ainda, de ficar fora da disputa eleitoral.

Mas, acertadamente, o fato deverá servir de munição aos seus concorrentes, que não perderão a chance de mostrar ao eleitorado indeciso a faceta vil e inaceitável de um potencial presidente da República. Afinal, não tem nenhuma graça, mesmo a partir de uma visão sociológica distorcida, dizer que os homens e mulheres que encontrou em um quilombo na cidade de Eldorado (SP) “não fazem nada” e que “nem para procriador eles servem mais.” Ainda assim, levou à gargalhada a sua plateia, reunida no tradicional Clube Hebraica do Rio de Janeiro, em abril do ano passado.


Mas as questões de Bolsonaro com o Judiciário não param por aí. Ele já responde a duas ações penais no STF por injúria e apologia ao estupro. O caso é de 2014, por ter disparado sua metralhadora verbal contra a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), a quem, já tinha chamado, 11 anos antes, de “vagabunda”. Tudo isso poderia até ser ignorado, segundo os valores morais do deputado.

Mas, no ano passado, o Supremo decidiu, conforme a Constituição, que réus não podem figurar na linha sucessória nem substituir o presidente. E foi com base nisso que um advogado de Mangaratiba (RJ) solicitou a impugnação da candidatura de Bolsonaro, cujo pedido deve ser analisado em setembro pelo TSE. Assim, o presidenciável vai aprendendo que, juridicamente, há limites para sua imunidade parlamentar e que, popularmente, o peixe morre pela boca.

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"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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Articulistas

Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

Opinião