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Seg, Nov

Música, cinema e dança. Sem botar a mão no bolso. Bora?

Evento celebra aniversário de sindicato e leva arte a locais públicos (Foto: Divulgação)

Copa 2018

Uma série de eventos comemora os 70 anos do Sindicato de Atletas de São Paulo. Entre eles, a entidade promove a exposição "Football Parade", na qual artistas desenvolvem seus trabalhos em 70 bolas gigantes.

O resultado pode ser visto a partir de 14 de junho até 15 de julho, período em que ocorre a Copa do Mundo na Rússia, em locais da Grande São Paulo, como o Aeroporto de Guarulhos, Avenida Faria Lima, Parque do Ibirapuera, entre outros.

As pessoas que passarem por estes lugares verão pinturas relacionadas ao futebol. Dribles, comemorações e todos os outros elementos, que tornam este esporte o mais popular do mundo, estarão expressos em painéis com o formato de uma bola.  

Algumas das 70 bolas ainda não estão prontas e o publico poderá acompanhar de perto a produção das obras restantes. Nesta terça-feira, 12, três artistas plásticos, Paulo Tatu, Bia Doria e Antonio Cabral, trabalharão em um ateliê no Shopping Light (Centro) até as 17h.

Além do Light, outros shoppings do Grupo Gazit participam da ação: Internacional Shopping de Guarulhos, Mais Shopping Santo Amaro e Morumbi Town. Em todos estes locais, os artistas vão interagir com as pessoas enquanto criam seus painéis.  

Tenista teve problemas após dar à luz (Foto: Reprodução/ Facebook)

Esporte

A tenista norte-americana Serena Williams escreveu uma coluna para o site da emissora CNN sobre as dificuldades que teve no pós-parto da sua filha Alexis Olympia, que nasceu em setembro de 2017. Segundo Serena, ela teve uma gravidez tranquila, mas quando estava em trabalho de parto teve que fazer uma cesárea de emergência quando os batimentos cardíacos da sua filha caíram drasticamente.

Ela conta que aí começaram as complicações. Cerca de 24 horas após o parto, Serena foi diagnosticada com embolia pulmonar, que é quando um coágulo de sangue se aloja no pulmão, problema que ela já havia enfrentado anteriormente. A tosse recorrente por causa da embolia fez com que os pontos da cesárea dela estourassem e, por isso, foi necessária uma nova cirurgia para fechar o corte. Ela então fez uma segunda cirurgia para prevenir a formação de novos coágulos pulmonares e teve de ficar seis semanas de repouso para evitar que seu sangue ficasse grosso.

A tenista aproveitou a coluna para falar que ela é uma afortunada porque teve direito aos melhores médicos e hospitais, mas que mulheres negras nos Estados Unidos têm três vezes mais chances de morrer por conta de complicações no parto do que outras mulheres. Também mostrou um dado da Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) que mostra que 2,6 milhões de recém-nascidos morrem anualmente no planeta logo após o parto, e 80% dessas mortes poderiam ser prevenidas.

Serena pediu para que as pessoas façam doações para entidades que protegem mães e recém-nascidos e pressionem os governos locais para que criem condições melhores para que mulheres possam dar à luz de forma digna, assegurando que os bebês não morram precocemente.

Negras e pobres são as maiores vítimas da desigualdade (Foto: Reprodução/Facebook)

Opinião

A Semana de Luta das Mulheres tem na agenda novos desafios que devem ser refletidos pela sociedade. Os debates sobre o combate à violência, assédio, opressão e ataques a direitos precisam ganhar dimensão e envolver todos que querem um Brasil mais justo.


Os avanços com as lutas feministas por melhores condições de vida, trabalho, direito ao voto, igualdade econômica, participação social e política, desde o século passado, sofrem hoje duros ataques. Os movimentos organizados devem denunciar e resistir contra o antidemocrático governo Temer.

A reforma Trabalhista já afetou mulheres grávidas e lactantes ao permitir trabalho em locais insalubres. Mais riscos são o aumento do tempo e da idade para se aposentar. Com dupla jornada, numa sociedade machista, sofrem ainda com extinção de programas de renda, combate à desigualdade, à violência e ao assédio sexual e moral.


As mulheres chefes de famílias são 29%, com 43% no Nordeste, segundo o IBGE. No mercado de trabalho chegam a 43%, porém com renda inferior a 30% a de homens. Ocupam apenas 37% dos postos de chefias e 10% dos cargos executivos. O desemprego, com 13 milhões, afeta 59% das mulheres.
O Brasil teve 135 estupros e 12 assassinatos de mulheres por dia em 2016. Foram 4.657 mortas e 533 casos classificados como feminicídios, com a lei que prevê este registro de mortes nas casas por violência doméstica e por ser mulher.


Negras e pobres são as principais vítimas, inclusive do racismo institucional. É preciso impedir a violência, física, moral, sexual e contra direitos. A sociedade e o Estado não podem silenciar. Um país patriarcal, dominado por conservadores, que nega o direito da mulher decidir, não avança com as desigualdades entre mulheres e homens.

*Edmilson Souza é professor de História, educador e vereador em Guarulhos

"Escombros" é uma peça que fala sobre perdas materiais e morais (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

O Metrô News  três dicas para os paulistanos curtirem o final de semana sem gastar nada. Há indicação de uma peça gratuita que será encenada ao lado do Metrô Bresser, sugestão de exposições e espetáculos relacionados ao Dia Internacional da Dança e uma opção alusiva ao Dia do Índio, celebrado nesta quinta-feira, 19. Confira no vídeo. 

Apresentação começa nesta quinta, 19, e vai até domingo, 22 (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

“Kuarup ou a Questão do Índio” teve sua estreia em 1977, num dos períodos mais obscuros da história política do Brasil e vai se apresentar gratuitamente nos dias 19, 20 , 21 e 22 de abril, no centro de São Paulo.

A obra é considerada um marco da dança por apontar uma política cultural para o país, rompendo amarras e limites entre arte, educação e consciência histórica. A coreografia foi apresentada em todo o território nacional, América Latina e Europa, que somam mais de 400 apresentações.

As questões das sociedades indígenas inseridas no contexto atual tiveram retrocessos mais que significativos, tanto nas demarcações das terras como no detrimento de suas identidades. As leis recuam ao invés de se legitimarem.

Serviço

"KUARUP ou a Questão do Índio".

Informações: Direção teatral de Márika Gidali/ Corografia de Décio Otero.

Data: De 19 a 22 de abril(de quinta a sábado às 20:00  e domingo às 19:00 horas).

Local: Galeria OLIDO - Sala Paissandú - Av. São João, 473 - centro

Valor: Gratuito e livre

Retirada dos ingressos uma hora antes das apresentações

Ingleses devem tocar músicas inéditas ao público brasileiro neste domingo no Allianz Parque (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

Nove anos depois do primeiro show que fez no Brasil, o Radiohead retorna para as terras tupiniquins e vai se apresentar, no próximo domingo, 22, no Soundhearts Festival, no Allianz Parque, na Barra Funda.

Radiohead é uma banda inglesa de rock alternativo formada em 1985, em Oxford. O conjunto ganhou notoriedade em 1993, com a música Creep, que em uma tradução literal significa arrepio, do álbum Pablo Honey, de 1992.

A banda, formada por Thom Yorke (vocal, guitarra, piano), Jonny Greenwood (guitarra, piano, ondas martenot), Ed O’Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo, sintetizador) e Phil Selway (bateria, percussão) tem uma discografia de nove títulos, sendo A Moon Shaped Pool o último lançamento.

Quando vieram ao Brasil pela primeira vez, os ingleses tinham apenas três álbuns, o que significa que os fãs que não saíram do País para ver a banda terão a oportunidade de ouvir diversos sucessos nunca interpretados por aqui. Em seu show na Argentina, no dia 15 deste mês, o Radiohead tocou 27 músicas, entre as quais, além de Creep, estavam Paranoid Android e There There.   

O line-up do festival conta ainda com o multi-instrumentista Flying Lotus, que mistura rap e eletrônica, o pop eletrônico e dançante do Aldo The Band e Junun, projeto do compositor israelita Ben Tzur e do guitarrista do Radiohead Greenwood, que tem um estilo alternativo com pegadas indianas.

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"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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Articulistas

Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

Opinião