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Seg, Nov

Filme revela o desafio de Armstrong ao virar astronauta (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

“Um pequeno passo para o homem... E um grande salto para a humanidade. ” Foi com essa frase que o astronauta Neil Armstrong, em 20 de julho de 1969, pisou na lua e escreveu seu nome na história. O filme O Primeiro Homem, que estreia nesta quinta-feira nos cinemas, conta não só a história de como o americano chegou a pisar no satélite, mas também dos dramas e desafios desta missão.

O ator Ryan Gosling assume o papel principal e volta a ser dirigido por Damien Chazelle. Os dois já tinham trabalhado juntos no premiado La La Land: Cantando Emoções. Mas desta vez, a dupla traz um lado mais político e sombrio.

O filme retrata os dramas pessoais e profissionais de Armstrong, como a transição de piloto para astronauta, a perda de colegas de trabalho e tira aquela imagem de uma Nasa de visões futuristas e humanas para uma companhia que sacrifica vidas em troca de seus objetivos.

Entre os momentos fortes do filme está a perda da filha de Armstrong, vítima de um câncer pouco antes da viagem espacial do pai, e as brigas entre o astronauta e sua esposa, Janet Armstrong (Claire Fox), que se destaca por trazer a discussão familiar nos momentos em que aparece. A atuação da dupla de atores foi bem vista pela crítica, que considera que Gosling pode concorrer ao oscar de melhor ator, enquanto Claire pode disputar a estatueta pelo título de melhor atriz coadjuvante.

Para contar a história, o roteirista Josh Singer se baseou na biografia de nome homônimo ao filme, escrita por James R. Hansen, livro que teve sua produção supervisionada pelo próprio biografado. Depois de Armstrong, outros 11 astronautas chegaram a ir à lua, mas atualmente estas viagens são feitas por sondas espaciais.

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Família Pêra vai se unir para lutar contra vilões milionários (Foto: Divulgação)

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Depois de 14 anos de expectativa para os fãs, a família Pêra promete agradar adultos e crianças em Os Incríveis 2. A nova trama, que estreia nesta quinta-feira, 29, nos cinemas brasileiros, traz uma reflexão sobre diversos assuntos do cotidiano, entre eles: trabalho, relação familiar, ansiedade e frustração, tudo de maneira divertidíssima.

Na continuidade do filme lançado em 2004, Beto, o Sr. Incrível, e Helena, a Mulher-Elástica, continuam a não exercer a função de super-heróis por conta de algumas leis. A história se desenrola quando o milionário Winston Deavor e sua irmã, Evelyn, a mente brilhante da dupla de vilões, procuram o casal com uma proposta financeiramente irrecusável.

A ideia do milionário é mostrar à população a necessidade dos super-heróis para manutenção da paz, quando na verdade há um plano totalmente maligno por trás. O problema é que a proposta é focada nas ações da Mulher-Elástica, sobrando para Beto a responsabilidade de cuidar dos três, o veloz Flecha, a adolescente Violeta, capaz de criar campos de força e ficar invisível, e do bebê Zezé.

O caçula promete ser o ponto alto da história. Os poderes destrutivos do bebê foram previamente revelados no final do primeiro longa e serão extremamente explorados na continuidade, tornando a missão do papai Beto, de cuidar da família, mais complexa do que derrotar vilões superpoderosos.

A dublagem brasileira ainda conta com as vozes do casal Flávia Alessandra e Otaviano Costa, como os irmãos Deavor, Raul Gil, como o malvado Esguicho, e Evaristo Costa, como o jornalista Chad. 

Talvez uma História de Amor: Virgílio vai atrás de Clara, que pode ser o amor de sua vida (Foto: Divulgação)

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No Dia dos Namorados, os apaixonados podem comemorar a data assistindo a filmes românticos, seja no cinema ou em casa. O Metrô News separou uma seleta lista com dez dicas para que os leitores não errem na hora de escolher uma película para apreciar com o “mozão”.


Eles vão dos clássicos, como Amor Além da Vida (1998), até os mais modernos, como Talvez Uma História de Amor (2018), que tem pré-estreia especial no Dia dos Namorados, em cinemas de todo o Brasil.


No primeiro caso, Chris Nielsen, interpretado por Robin Williams, e Annie (Annabella Sciorra) perdem os filhos em um acidente de carro. Quatro anos depois, o patriarca também morre e, no Paraíso, descobre que a mulher cometeu suicídio. Ele parte em uma jornada para encontrá-la, mesmo sabendo que Annie nunca o reconheceria se o visse novamente.


Já Talvez Uma História de Amor apresenta Virgílio (Mateus Solano), um personagem que recebe um recado em sua secretária eletrônica, de uma mulher chamada Clara, que está terminando com ele. O problema é que só ele não conhece essa mulher, já que até os amigos sabiam da relação. Ele parte em busca da “desconhecida” que pode ser o amor de sua vida.


Outro clássico é Titanic (1997), que conta a história de Jack (Leonardo DiCaprio) e Rose (Kate Winslet), a bordo do famoso transatlântico. Cidade dos Anjos (1997) e A Culpa é das Estrelas (2014) também têm força para levar qualquer um às lágrimas.

Veja a lista de dez filmes românticos

1 E o Vento Levou (1939)
2 Amor Além da Vida (1998)
3 Titanic (1997)
4 P.S. Eu Te Amo (2007)
5 Cidade dos Anjos (1997)
6 Meu Primeiro Amor (1991)
7 Casa Comigo? (2010)
8 Diário de uma Paixão (2004)
9 A Culpa é das Estrelas (2014)
10 Talvez Uma História de Amor (2018)

Novo filme com mulheres traz referências à famosa trilogia Onze Homens e um Segredo (Foto: Divulgação)

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Com um elenco recheado de grandes atrizes, Oito Mulheres e Um Segredo (Ocean’s 8) estreia na quinta-feira, 7, nos cinemas. As veteranas Sandra Bullock, Helena Bonham Carter e Anne Hathaway se juntam à cantora Rihanna, que interpreta uma hacker chamada Nine Ball, em um filme de tirar o fôlego dos telespectadores.

A atuação de Bullock na pele da protagonista Debbie Ocean, uma vigarista que pretende aplicar um golpe milionário e roubar uma joia valiosa em um jantar de gala, merece destaque. Como sempre, a atriz aparece nas telonas bastante segura de si e empresta sua elegância fora do comum para a personagem.

O filme é praticamente um spin-off da trilogia Onze Homens e Um Segredo (Ocean’s Eleven). Debbie é irmã de Danny Ocean, personagem principal da icônica sequência. E dá para notar semelhanças: ela sai da cadeia, assim como seu irmão, atualmente morto, e, em menos de 24 horas, está pondo em prática seu plano criminoso.

Com o enredo bastante semelhante ao do primeiro filme da trilogia, Debbie reúne especialistas que possam lhe ajudar no furto. Cate Blanchett vive sua parceira, Lou Miller, enquanto Mindy Kaling interpreta a joalheira Amita, Awkwafina dá vida à golpista Constante, Sarah Paulson faz a receptadora Tammy e Bonham Carter desempenha papel fundamental como uma atrapalhada estilista de moda, chamada Rose. Gary Ross é responsável pela direção da película, distribuída pela Warner Bros. Pictures.

Filme não fala sobre a origem do dinheiro utilizado pelo medium (Foto: Reprodução/YouTube)

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João é de Deus e durante boa parte do filme de Candé Salles fica dizendo aos fiéis que frequentam a Casa de Dom Inácio em Abadiânia, Goiás, que devem conciliar a experiência espiritual com tratamentos de medicina mais tradicional. O próprio João vem a São Paulo tratar um câncer agressivo. Há 50 anos, João Teixeira de Faria pratica a mediunidade. O documentário que estreou na quinta-feira, 30, o acompanha em seu centro, em viagens internacionais - a uma Casa João de Deus na Suíça - e até garimpa velhos documentos, como o filme que registra o encontro do jovem João com o lendário Chico Xavier.

O filme é bem feito, bem montado. É obra de cunho hagiográfico. Em nenhum momento busca tensionar ou desmistificar o personagem. Os depoimentos apontam sempre na mesma direção. Ao centro em que realiza operações espirituais e físicas - com instrumentos tão rudimentares como facas de cozinha para operar os olhos de seus pacientes -, ele agrega outras casas de atendimento. Fornece refeições para quem tem fome, atende crianças carentes com material escolar e faz doação de enxovais a bebês.

Um tema é tabu - a operação financeira, a origem dos recursos que permite manter essa corrente do bem. E também, mesmo quando João relata como tudo começou, o filme não traz respostas para o mistério. O que faz com que certas pessoas sejam iluminadas, possuam o dom? Os depoimentos - gente de todo o mundo - dão conta de que a Casa João de Deus é um centro de acolhimento no mundo conturbado. Atende o espírito e o físico de quem precisa de ajuda. Até Marina Abramovic vai ajudar o médium, numa de suas operações. Cissa Guimarães faz a narração, dizendo que João de Deus não discrimina sexo, cor nem religião e busca conectar todos com o grande arquiteto do universo - Deus?


Gilberto Gil canta na trilha Se eu Quiser Falar com Deus, e João, humildemente, se coloca como instrumento. Ele nada faz. Quem faz é Deus. Um letreiro informa. Para quem acredita, palavras não são necessárias. Para quem não acredita, elas serão insuficientes. Bonito como é, João de Deus - O Silêncio É Uma Prece atinge os já convertidos.

The Rock é um primatólogo que tenta evitar colapso (Foto: Divulgação)

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Chega aos cinemas uma das grandes apostas da Warner Bros. Pictures para agradar quem curte aventura e ação. Rampage – Destruição Total tem tudo para deixar os cinéfilos sem fôlego nas poltronas. Os efeitos visuais são alucinantes e dão um toque especial à história que, apesar disso, é recheada de clichês.

Na história, Davis Okoye (Dwayne Johnson, o The Rock) é um estudioso e reconhecido primatólogo. Ele consegue se comunicar com gorilas por intermédio de sinais. George é o macaco mais próximo e divide o protagonismo com o personagem. Durante um experimento genético altamente perigoso, comandado pela empresa Energyne, no entanto, o primata é transformado em uma criatura de tamanho descomunal e muito feroz.

As mutações não atingem só o amigo de Okoye, mas também um lobo e um jacaré. As cenas dos monstros destruindo tudo pela frente são excepcionais e lembram muito o icônico King Kong, sucesso nos cinemas desde 1933 (com refilmagem em 2005) e Godzilla, clássico lagarto destruidor de cidades de 1954.

O filme é dirigido por Brad Peyton (Terremoto – A Falha de San Andreas) e conta com a participação de Naomie Harris (indicada ao Oscar por Moonlight: Sob a Luz do Luar), Joe Manganiello (True Blood), e uma brilhante aparição de Jeffrey Dean Morgan (The Walking Dead), dando ar cômico todas as vezes em que a aventura pediu. O responsável pelos efeitos visuais é Colin Strause, que já teve sucesso com X-Men: Apocalipse.

Produção mostra a corrida pelo poder de uma grande empresa (Foto: Divulgação)

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Baseado em um livro de grande sucesso e de mesmo nome, o filme Jogador Nº 1, dirigido por Steven Spielberg, com certeza agradará o enorme público esperado para assisti-lo. E para quem gosta de cultura geek, melhor ainda: a obra tem referências por toda parte, desde a trilha sonora até a cenas icônicas do cinema.

A história se passa em 2045, quando o excêntrico James Halliday (Mark Rylance) morre após criar um universo paralelo em um jogo, em realidade virtual. Ele deixa vários enigmas a serem desvendados, e quem conseguir ganha o controle do mundo Oasis e a sua empresa multimilionária.

Wade Watts (Tye Sheridan) é um dos jogadores que luta para montar o quebra-cabeça e tem um rival de peso: Sorrento, dono da Innovative Online Industries (IOI), que tem uma equipe montada especialmente para conseguir comandar o universo paralelo.
Misturando a “vida real” com a “vida virtual”, o filme é bastante empolgante e (por que não?) hilário. O filme chega aos cinemas de todo o Brasil no próximo dia 29. 

Diretor é protagonista

Pode-se dizer que o diretor Steven Spielber é um dos grandes destaques da produção, apesar de não aparecer em cena. O cineasta já dirigiu filmes sérios, como A Lista de Schindler  e O Resgate do Soldado Ryan, vencendo, com os dois, o Oscar de Melhor Diretor, e também blockbusters: E.T. – O Extraterrestre, além de duas obras da série Indiana Jones, Jurassic Park e Prenda-me se for Capaz.

Para evitar ser acusado de vaidade, suprimiu grande parte das referências aos seus próprios filmes em Jogador Nº 1. Em cena,  os fãs terão nostalgia ao verem King Kong, Godzilla e Chucky.         

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"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

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Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

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