Presença da atriz Daisy Ridley, que interpreta Rey, como protagonista em Star Wars, incomoda alguns fãs da franquia (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos
Em entrevista para o site IndieWire, o diretor e produtor J J. Abrams comentou as críticas feitas ao filme "Star Wars: Os Últimos Jedi", que estreou nos cinemas em dezembro de 2017. Logo após a estreia, um grupo de fãs começou a reclamar nas redes sociais que o filme, dirigido e escrito por Rian Johnson, tinha sido feito para "agradar feministas e justiceiros sociais" e que "transformava homens e brancos em vilões". 
 

Segundo o diretor, quem criticou o filme se sentiu ameaçado pelo aumento da representação feminina na saga. "O problema deles não é com 'Star Wars'. O problema deles é que eles se sentem ameaçados. A galáxia de 'Star Wars' é bem grande e é possível encontrar qualquer coisa que você queira por lá", disse Abrams, que dirigiu "Star Wars: O Despertar da Força".

"Se você é alguém que se sente ameaçado por mulheres e precisa descontar sua raiva nelas, então você encontrará um inimigo em 'Star Wars'. Essas pessoas podem assistir ao primeiro filme, "Uma Nova Esperança", e dizer que a Leia era muito respondona ou que era muito durona. Alguém que quer encontrar um problema em algo vai encontrar. Parece que a internet foi feita para isso", concluiu.

O Episódio IX, ainda sem nome definido, será dirigido por J.J. Abrams e está com estreia prevista para o dia 19 de dezembro de 2019. Antes disso, em 24 de maio de 2018, chega aos cinemas o spin-off "Han Solo: Uma História Star Wars".

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Tenista teve problemas após dar à luz (Foto: Reprodução/ Facebook)

Esporte

A tenista norte-americana Serena Williams escreveu uma coluna para o site da emissora CNN sobre as dificuldades que teve no pós-parto da sua filha Alexis Olympia, que nasceu em setembro de 2017. Segundo Serena, ela teve uma gravidez tranquila, mas quando estava em trabalho de parto teve que fazer uma cesárea de emergência quando os batimentos cardíacos da sua filha caíram drasticamente.

Ela conta que aí começaram as complicações. Cerca de 24 horas após o parto, Serena foi diagnosticada com embolia pulmonar, que é quando um coágulo de sangue se aloja no pulmão, problema que ela já havia enfrentado anteriormente. A tosse recorrente por causa da embolia fez com que os pontos da cesárea dela estourassem e, por isso, foi necessária uma nova cirurgia para fechar o corte. Ela então fez uma segunda cirurgia para prevenir a formação de novos coágulos pulmonares e teve de ficar seis semanas de repouso para evitar que seu sangue ficasse grosso.

A tenista aproveitou a coluna para falar que ela é uma afortunada porque teve direito aos melhores médicos e hospitais, mas que mulheres negras nos Estados Unidos têm três vezes mais chances de morrer por conta de complicações no parto do que outras mulheres. Também mostrou um dado da Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) que mostra que 2,6 milhões de recém-nascidos morrem anualmente no planeta logo após o parto, e 80% dessas mortes poderiam ser prevenidas.

Serena pediu para que as pessoas façam doações para entidades que protegem mães e recém-nascidos e pressionem os governos locais para que criem condições melhores para que mulheres possam dar à luz de forma digna, assegurando que os bebês não morram precocemente.

Voto feminino no Brasil completará 86 anos no próximo dia 24 (Foto: Elza Fiúza/ABR)

Opinião

No próximo dia 24 de fevereiro vamos celebrar um marco na história da política nacional. Na mesma data, em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas, o voto feminino no Brasil foi finalmente assegurado, por meio do Decreto nº 21.076. A conquista veio após intensa campanha nacional pelo direito de votar e de serem eleitas para cargos nos poderes executivos e legislativo brasileiros.


A batalha por este direito fundamental teve início bem antes mesmo da Proclamação da República, quando o voto era permitido apenas às mulheres casadas, com a devida autorização dos maridos, e às viúvas e solteiras que tivessem renda própria.


No Brasil, o exercício da plena cidadania feminina foi resultado de luta intensa. Vários movimentos neste sentido aconteciam em todo o mundo e ficaram conhecidos como “sufragistas”, que representavam a luta coletiva internacional pelo direito ao voto feminino.


Desde então, 86 anos se passaram. Atualmente a mulher ocupa um espaço ainda tímido na política. Em todos os poderes da República ainda somos minoria. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, por exemplo, entre os 94 parlamentares, apenas dez são mulheres. O mesmo acontece na esfera federal. Dos 513 deputados federais, apenas 45 são mulheres e, no Senado, das 81 cadeiras, 13 são ocupadas por mulheres, deixando o Brasil em 115º lugar no ranking mundial de presença feminina no Parlamento e em último lugar na América do Sul.


Nas últimas décadas já avançamos muito nas questões sociais, ampliamos o nosso protagonismo nas relações de trabalho, na educação, na família e entre tantos outros setores. Porém, é mais que necessário, é imprescindível ampliarmos também a nossa participação na política. O poder sobre as decisões públicas deve ser amplo, irrestrito, representativo e proporcional a toda a população, por coerência e direito natural.
É imperativo para todas nós que a luta seja permanente, de forma democrática e reparadora, como requisito imprescindível para uma sociedade justa e fraterna.

*Célia Leão é deputada estadual (PSDB/SP)

Garçonete faz jogos de azar e se envolve com máfia russa (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

A partir deste quinta, 22, quem curte dramas bem elaborados encontra um novo motivo para ir ao cinema. Isso porque A Grande Jogada (Molly’s Game, no original) estreia nas telonas com um potencial enorme de emocionar o público. E o melhor: a história é real, adaptada do livro homônimo.

O enredo, dirigido por Aaron Sorkin, conta a história de Molly Bloom (Jessica Chastain), uma jovem e promissora atleta de esqui. Depois de sofrer uma queda, ela decide largar o esporte e se torna garçonete. No bar, ela conhece Dean Keith (Jeremy Strong), um produtor que a contrata como assistente.

Ele organiza jogos de cartas clandestinos, que contam com clientes ricos e famosos. Ao se envolver com o ambiente e ficar fascinada com a possibilidade de enriquecer, Molly resolve estabelecer uma nova rede e começa a preparar os jogos ela mesma, em um hotel, e se envolve com a máfia russa.


Destaque para a atuação brilhante de Jessica Chastain. O filme tem duração de 2h20 e tem classificação indicativa de 14 anos.

Cantora não será a única do universo musical no elenco. Preta Gil também estará no filme (Foto: Reprodução/Instagram)

Fora dos Trilhos

Após ter conquistado sucesso nacional na música em 2017, Pabllo Vittar decidiu apostar também em outras áreas neste ano: o cinema. Ela fará uma participação especial no filme "Crô em Família", que deve ser lançado até o final deste ano, continuação de "Crô: O Filme".

A comédia é sobre o mordomo Crodoaldo Valério, famoso pelo personagem de Marcelo Serrado na novela Fina Estampa.

Pabllo não é o único nome da música a atuar no longa, que terá também a participação de Preta Gil. O filme é o segundo sobre o mordomo interpretado por Serrado na novela televisionada entre agosto de 2011 e março de 2012. Os atores Marcos Caruso, Marcus Majella, Arlete Salles, Fabiana Karla e Tonico Pereira também vão integrar o elenco.

Texto é assinado por cerca de 200 mulheres, entre elas as atrizes Kate Winslet e Keira Knightley e a própria Emma Watson (Foto: Reprodução)

Fora dos Trilhos

A atriz britânica Emma Watson, famosa pela atuação como Hermione na saga Harry Potter, doou 1 milhão de libras (cerca de R$ 4,5 milhões) para lançar um fundo destinado a apoiar as vítimas de assédio e de abuso sexual.

O Justice and Equality Fund (Fundo para a Justiça e a Igualdade) foi anunciado em uma carta aberta publicada na imprensa britânica no domingo (18). O grupo apoia o americano Time's Up, criado por atrizes de Hollywood para protestar contra os casos de assédio sexual.

O novo texto é assinado por cerca de 200 mulheres, entre elas as atrizes Kate Winslet e Keira Knightley. A carta propõe um movimento internacional para acabar com a cultura de abusos exposta pelo escândalo envolvendo o produtor de cinema Harvey Weinstein. 

Os recursos do fundo serão usados para estabelecer uma rede de assessoria jurídica e psicológica, apoio e projetos para perseguir os abusos em todos os setores profissionais. 

Atriz se livra de timidez para cena de novo filme (Foto: Reprodução/ Facebook)

Fora dos Trilhos

Conversando com a imprensa no tapete vermelho da estreia do filme "Operação Red Sparrow", a atriz Jennifer Lawrence, protagonista da produção, disse ter superado o medo de pegar papéis mais arriscados que envolvem nudez ou assuntos mais delicados.

"Eu não tenho mais o medo ou a insegurança que me afetavam ao escolher papéis que envolviam nudez", disse a atriz para o site "Entertainment Tonight". "O meu método de escolha de papéis não mudou, ainda escolho personagens, diretores e roteiros com os quais eu me identifico, mas a nudez já não é mais um fator nisso", continuou.

Em um painel sobre o filme, realizado na semana passada, a atriz comentou a sua primeira cena de nudez explícita que acontece no filme, e disse que os outros membros do elenco e o diretor Francis Lawrence a deixaram tranquila. "Todo mundo me deixou tão confortável que, em certo ponto, eu estava deixando as pessoas desconfortáveis", falou a atriz. "Eu ficava andando pelada pelo set e todo mundo me olhava e dizia que eu deveria me vestir", brincou.

Francis Lawrence, que dirigiu Jennifer Lawrence em três filmes da saga "Jogos Vorazes", afirmou que o fato de eles já se conhecerem pode ter ajudado nessa superação do medo de nudez em filmes. "Eu confio nela e tenho quase certeza que ela confia em mim. Acho que seria difícil ela topar fazer um filme como esse com outra pessoa que ela não conhecesse. Foi tranquilo discutir pontos do roteiro do filme porque nós nos conhecemos bem e isso foi positivo para a produção", falou. Operação Red Sparrow estreia no Brasil no dia 1º de março.

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