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Sáb, Out

Ruiva será vítima de uma conspiração de Catarina (Bruna Marquezine) (Foto: João Miguel Júnior/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Depois de ser acusada de ser uma bruxa por Catarina (Bruna Marquezine), Amália (Marina Ruy Barbosa) viverá maus bocados em Deus Salve o Rei, novela das 19h da Globo.

O plano da ex-mulher de Rodolfo (Johnny Massaro) será tirar a mocinha de seu caminho para se casar com Afonso (Romulo Estrela). Ela pretende governar o reino com o novo comandante de Montemor, que depôs seu irmão do trono.

Diagnosticada com peste, Catarina manda Lucíola (Carolina Ferman), espalhar que foi Amália quem trouxe a doença para o vilarejo. A vilã convencerá o inquisidor Bartolomeu (Stênio Garcia) de que o rei está enfeitiçado e que lutará com todas as forças para salvar a amada.

Bartolomeu vai tentar provar que a ruivinha merece ir à fogueira. Na ausência do rei, ela será presa e julgada junto ao povo. Para gerar a desconfiança, Catarina colocará um livro de bruxaria na antiga casa da rival, o que será usado como prova para prendê-la. “Explique onde conseguiu este livro, sua bruxa”, acusará o homem. “Nunca vi esse livro em minha vida”, tentará se defender a plebeia.

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Segunda, 19/03

Durante luta com Afonso, Emídio acaba caindo. Amália encontra um broche que estava com Emídio e desconfia de que a joia foi dada por Catarina. Lucíola avisa a Catarina que Emídio morreu e Afonso resgatou Levi. Orlando destitui Lucrécia do título de rainha. Amália se oferece para cuidar da barraca de Tarcísia. Rodolfo anuncia que se casará com Catarina.

Terça, 20/03

Catarina é vaiada pelo povo durante passeio com Rodolfo. Lupércio receita ervas para Martinho. Glória não gosta do resultado de sua imagem pintada no quadro feito por Osiel. Amália se preocupa ao deduzir que Afonso treina Levi para ser um sucessor. Catarina avisa a Rodolfo que precisa ser vista por todos como uma mulher piedosa, para que o povo esteja a seus pés.

Quarta, 21/03

Rodolfo fica perplexo com a pichação em sua estátua. Virgílio aceita ser informante de Catarina. Amália sente ciúmes quando Afonso destaca qualidades de Catarina. Virgílio conta a Catarina que muita gente em Montemor ainda ama Afonso. Cássio observa Catarina distribuir moedas de ouro para os mais necessitados. Selena se assusta quando Brice aparece e lhe diz que ela está pronta.

Quinta, 22/03

Brice entrega o colar com o pentagrama que a mãe de Selena lhe deu antes de morrer. Selena conta a Ulisses que é uma feiticeira, como sua mãe. Virgílio comenta com Catarina que muitos já começam a enxergá­la como uma mulher bondosa. Catarina oferece trabalho para Diana. Glória vê o quadro de Lucrécia no ateliê de Osiel. Amália sugere a Afonso que os dois deixem Montemor.

Sexta 23/03

Emanuel manda Afonso refazer uma espada de acordo com pedido de Virgílio. Afonso aconselha Diana a ter cuidado com Catarina. Catarina faz Rodolfo suspeitar que Cássio possa estar influenciando o povo contra ele. Cássio se sente ofendido e entrega o cargo de conselheiro e comandante do exército. Afonso afirma a Amália que não deixará Montemor.

Sábado 24/03

Brice se preocupa quando Selena afirma que não mudará sua vida. Diana conta a Catarina que Amália quer deixar Montemor. Afonso se alarma com a notícia de que Cássio deixou a corte. Rodolfo vê Brice em Montemor e manda atirá­la na fogueira. Naná fica espantada ao ver Glória magra. Selena ajuda Brice a fugir da fogueira. Amália se enfurece ao ver Levi com Catarina.

Segunda-feira 12/03

Amália intervém a favor de Afonso em julgamento. Rodolfo planeja traição de Lucrécia para poder se separar. Amália percebe a frieza de Levi. Rodolfo nomeia Ícarus como guarda­costas de Lucrécia. Matilda descobre que Hélvio era casado e tinha cinco filhos. Afonso desconfia de Virgílio ao ver sua nova loja de tecidos. Lucrécia flagra Catarina e Rodolfo juntos.

 

Terça-feira 13/03

Lucíola e Catarina percebem que estão sendo vigiadas por Latrine. Orlando diz a Petrônio que Lucrécia não trairá o rei. Catarina dá dinheiro para Emídio em troca de um favor. Betânia fica chateada com Brumela por ela negar uma chance para Ulisses na cozinha. Emídio se apresenta a Afonso e Amália como irmão de Samara e avisa que levará Levi.

 

Quarta-feira 14/03

Levi fica aflito e revela que Samara não gostava de Emídio. Romero ameaça expulsar Ulisses se ele insistir em ser cozinheiro. Rodolfo entra no quarto de Catarina disfarçado. Amália não gosta de ter de entregar Levi a Emídio. Brumela fica surpresa ao saborear a comida feita por Ulisses. Lucíola avisa Catarina que Levi irá para longe de Montemor. Levi foge.

 

Quinta-feira 15/03

Afonso, Amália e família procuram por Levi. Catarina avisa Rodolfo que não acontecerá mais nada entre eles até que ele se separe. Brumela aceita contratar Ulisses. Catarina manda Lucíola ameaçar Emídio, caso ele não cumpra o acordo. Emídio encontra Levi em uma carroça e Amália e Afonso avisam que o garoto irá ficar. Rodolfo flagra Lucrécia abraçada a Orlando.

 

Sexta-feira 16/03

Rodolfo diz a Lucrécia que o casamento acabou. Rodolfo agradece Orlando por ter provocado adultério de Lucrécia, mas é informado que o cúmplice de adultério é sentenciado por lei. Rodolfo destitui o Patriarca da Fé. Afonso consegue emprego na ferraria de Emanuel. Osiel jura a Glória que não tem nada com Lucrécia. Emídio sequestra Levi e Afonso o persegue.

 

Sábado 17/03

Levi consegue fugir da carroça e Emídio sai em busca do sobrinho com dois comparsas. Orlando explica a Lucrécia o plano de Rodolfo, e a rainha conclui que o marido foi manipulado por Catarina. Lucrécia confronta Catarina. Romero se oferece para treinar luta com Saulo. Rodolfo anuncia Orlando como Patriarca da Fé. Afonso luta com Emídio e ambos ficam em perigo.

Virgílio é surpreendido por beijo de Catarina (Foto: Raquel Cunha/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Preparando-se para tomar o controle de Montemor e Artena, aplicando um golpe em Rodolfo (Johnny Massaro), Catarina (Bruna Marquezine) colocará em prática mais um plano maligno em Deus Salve o Rei. Em cenas previstas para irem ao ar em abril, ela vai revelar a Virgílio (Ricardo Pereira) que pretende ter um herdeiro.

Para isso, ela propõe trair o rei com o galã. “Preciso de um Monferrato em meu ventre, nem que seja um falso”, diz a megera. Ela só se dará conta de que precisará engravidar quando a bruxa Mandigueira (Rosa Marya Colin) afirmar que apenas um herdeiro poderia fazê-la subir ao trono de vez.

“Aquilo que você tanto deseja, finalmente irá acontecer. Desde que a semente seja plantada em seu ventre”, afirma a feiticeira. “Preciso engravidar de qualquer maneira”, fala a filha de Augusto (Marco Nanini) para Lucíola (Carolina Ferman). Voltando ao castelo, ela oferece vinho a Virgílio e elogia sua lealdade.

“Nossa parceria tem sido bem vantajosa”, diz ela. “Não há como um homem não ser completamente devotado a uma mulher como vossa majestade”, responde o rapaz. A mulher do rei, então, rouba um beijo do aliado. “Eu realmente não esperava”, afirma o homem. “De mim, o senhor pode esperar tudo”, conclui a princesa.

Bela Catarina deixa seu cunhado com a "cabeça virada" (Foto: Mauricio Fidalgo/TV Globo)

Fora dos Trilhos

O príncipe e antigo sucessor da linhagem real de Montemor, Afonso (Romulo Estrela), se encantará com a futura cunhada, Catarina (Bruna Marquezine). Ele vai ver a vilã vestida de noiva, em última prova de roupa para a cerimônia de casamento com o rei Rodolfo (Johnny Massaro), em Deus Salve o Rei.


Afonso irá ao palácio para falar sobre o racionamento de água que a população tem enfrentado. Acontece que o monarca, para fazer um casamento com muita ostentação, vai cortar o abastecimento nos seus domínios. Ele pretende construir uma piscina de vinho no meio do salão de festas.


Vendo Catarina em vestes deslumbrantes, Afonso ficará impressionado. “Pelo visto, você não concorda com o meu casamento”, diz a princesa de Artena, com cinismo. “Não cabe a mim opinar sobre a vida do meu irmão, mas a aproximação de vocês ocorreu de forma muito rápida”, responde o galã.


“Eu não vim aqui para falar de amor. Nem dos verdadeiros, nem dos duvidosos”, afirma Afonso. “Agora que seremos cunhados, seria bom se voltássemos a nos entender. Como antes, em Artena”, diz Catarina, se aproximando do irmão de Rodolfo. Ele, então, se afasta e deixa o castelo irritado com as provocações.

Afonso tem sede de justiça e reunirá grupo para retomar o poder (Foto:Reprodução/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Indignado com as últimas ações de Rodolfo (Johnny Massaro), atualmente no trono de Montemor, Afonso (Romulo Estrela) vai cogitar, nos próximos capítulos de Deus Salve o Rei, destituí-lo em um golpe para tomar o poder do reino. As cenas acontecerão após o rapaz perceber que Catarina (Bruna Marquezine) está manipulando o rei para obter seus desejos.

Amália (Marina Ruy Barbosa) e Cássio (Caio Blat) vão se unir na jornada. Inicialmente, o plano é escutar as reivindicações populares para se armarem contra o monarca. Rodolfo, no entanto, vai descobrir as reuniões e contar para Catarina. Ela aconselhará o rapaz a proibir encontros às escondidas.

Cássio será preso e depois solto por Catarina, que deseja ver Rodolfo e Afonso cada vez mais distantes. E o plano dela funciona: ao retornar ao povoado de Montemor, o ex-conselheiro do reino vai insistir para que Afonso derrube o irmão do trono. Ele será convencido ao ver súditos ajoelhados, em uma saudação ao futuro rei.

Catarina ficará brava com Rodolfo, pois tem medo de tigre (Foto: Divulgação/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Assim como fez com Lucrecia (Tatá Werneck), o rei Rodolfo (Johnny Massaro) também vai decepcionar Catarina (Bruna Marquezine) na lua de mel e frustrará o plano da princesa de Artena de conceber um herdeiro de Montemor. As cenas devem ir ao ar no dia 28 de março.

Rodolfo daria um tigre para Catarina. Porém, na hora da entrega, Orlando (Daniel Warren) irá informar que o felino fugiu. Frustrada com o presente do marido, a nova rainha irá tentar reverter a situação, com charme e sedução, quando ambos estiverem juntos no quarto da realeza.

Entretanto, Rodolfo, com medo, pedirá um guarda no quarto para proteger o casal do tigre. Catarina, brava, irá dormir sozinha.  

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.
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Colunistas

Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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Decisão do STF preserva direito de trabalho à grávida, mesmo se ela desconhecer a gestação (Foto: André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas)

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Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

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