Ruiva será vítima de uma conspiração de Catarina (Bruna Marquezine) (Foto: João Miguel Júnior/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Depois de ser acusada de ser uma bruxa por Catarina (Bruna Marquezine), Amália (Marina Ruy Barbosa) viverá maus bocados em Deus Salve o Rei, novela das 19h da Globo.

O plano da ex-mulher de Rodolfo (Johnny Massaro) será tirar a mocinha de seu caminho para se casar com Afonso (Romulo Estrela). Ela pretende governar o reino com o novo comandante de Montemor, que depôs seu irmão do trono.

Diagnosticada com peste, Catarina manda Lucíola (Carolina Ferman), espalhar que foi Amália quem trouxe a doença para o vilarejo. A vilã convencerá o inquisidor Bartolomeu (Stênio Garcia) de que o rei está enfeitiçado e que lutará com todas as forças para salvar a amada.

Bartolomeu vai tentar provar que a ruivinha merece ir à fogueira. Na ausência do rei, ela será presa e julgada junto ao povo. Para gerar a desconfiança, Catarina colocará um livro de bruxaria na antiga casa da rival, o que será usado como prova para prendê-la. “Explique onde conseguiu este livro, sua bruxa”, acusará o homem. “Nunca vi esse livro em minha vida”, tentará se defender a plebeia.

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Segunda, 19/03

Durante luta com Afonso, Emídio acaba caindo. Amália encontra um broche que estava com Emídio e desconfia de que a joia foi dada por Catarina. Lucíola avisa a Catarina que Emídio morreu e Afonso resgatou Levi. Orlando destitui Lucrécia do título de rainha. Amália se oferece para cuidar da barraca de Tarcísia. Rodolfo anuncia que se casará com Catarina.

Terça, 20/03

Catarina é vaiada pelo povo durante passeio com Rodolfo. Lupércio receita ervas para Martinho. Glória não gosta do resultado de sua imagem pintada no quadro feito por Osiel. Amália se preocupa ao deduzir que Afonso treina Levi para ser um sucessor. Catarina avisa a Rodolfo que precisa ser vista por todos como uma mulher piedosa, para que o povo esteja a seus pés.

Quarta, 21/03

Rodolfo fica perplexo com a pichação em sua estátua. Virgílio aceita ser informante de Catarina. Amália sente ciúmes quando Afonso destaca qualidades de Catarina. Virgílio conta a Catarina que muita gente em Montemor ainda ama Afonso. Cássio observa Catarina distribuir moedas de ouro para os mais necessitados. Selena se assusta quando Brice aparece e lhe diz que ela está pronta.

Quinta, 22/03

Brice entrega o colar com o pentagrama que a mãe de Selena lhe deu antes de morrer. Selena conta a Ulisses que é uma feiticeira, como sua mãe. Virgílio comenta com Catarina que muitos já começam a enxergá­la como uma mulher bondosa. Catarina oferece trabalho para Diana. Glória vê o quadro de Lucrécia no ateliê de Osiel. Amália sugere a Afonso que os dois deixem Montemor.

Sexta 23/03

Emanuel manda Afonso refazer uma espada de acordo com pedido de Virgílio. Afonso aconselha Diana a ter cuidado com Catarina. Catarina faz Rodolfo suspeitar que Cássio possa estar influenciando o povo contra ele. Cássio se sente ofendido e entrega o cargo de conselheiro e comandante do exército. Afonso afirma a Amália que não deixará Montemor.

Sábado 24/03

Brice se preocupa quando Selena afirma que não mudará sua vida. Diana conta a Catarina que Amália quer deixar Montemor. Afonso se alarma com a notícia de que Cássio deixou a corte. Rodolfo vê Brice em Montemor e manda atirá­la na fogueira. Naná fica espantada ao ver Glória magra. Selena ajuda Brice a fugir da fogueira. Amália se enfurece ao ver Levi com Catarina.

Segunda-feira 12/03

Amália intervém a favor de Afonso em julgamento. Rodolfo planeja traição de Lucrécia para poder se separar. Amália percebe a frieza de Levi. Rodolfo nomeia Ícarus como guarda­costas de Lucrécia. Matilda descobre que Hélvio era casado e tinha cinco filhos. Afonso desconfia de Virgílio ao ver sua nova loja de tecidos. Lucrécia flagra Catarina e Rodolfo juntos.

 

Terça-feira 13/03

Lucíola e Catarina percebem que estão sendo vigiadas por Latrine. Orlando diz a Petrônio que Lucrécia não trairá o rei. Catarina dá dinheiro para Emídio em troca de um favor. Betânia fica chateada com Brumela por ela negar uma chance para Ulisses na cozinha. Emídio se apresenta a Afonso e Amália como irmão de Samara e avisa que levará Levi.

 

Quarta-feira 14/03

Levi fica aflito e revela que Samara não gostava de Emídio. Romero ameaça expulsar Ulisses se ele insistir em ser cozinheiro. Rodolfo entra no quarto de Catarina disfarçado. Amália não gosta de ter de entregar Levi a Emídio. Brumela fica surpresa ao saborear a comida feita por Ulisses. Lucíola avisa Catarina que Levi irá para longe de Montemor. Levi foge.

 

Quinta-feira 15/03

Afonso, Amália e família procuram por Levi. Catarina avisa Rodolfo que não acontecerá mais nada entre eles até que ele se separe. Brumela aceita contratar Ulisses. Catarina manda Lucíola ameaçar Emídio, caso ele não cumpra o acordo. Emídio encontra Levi em uma carroça e Amália e Afonso avisam que o garoto irá ficar. Rodolfo flagra Lucrécia abraçada a Orlando.

 

Sexta-feira 16/03

Rodolfo diz a Lucrécia que o casamento acabou. Rodolfo agradece Orlando por ter provocado adultério de Lucrécia, mas é informado que o cúmplice de adultério é sentenciado por lei. Rodolfo destitui o Patriarca da Fé. Afonso consegue emprego na ferraria de Emanuel. Osiel jura a Glória que não tem nada com Lucrécia. Emídio sequestra Levi e Afonso o persegue.

 

Sábado 17/03

Levi consegue fugir da carroça e Emídio sai em busca do sobrinho com dois comparsas. Orlando explica a Lucrécia o plano de Rodolfo, e a rainha conclui que o marido foi manipulado por Catarina. Lucrécia confronta Catarina. Romero se oferece para treinar luta com Saulo. Rodolfo anuncia Orlando como Patriarca da Fé. Afonso luta com Emídio e ambos ficam em perigo.

Virgílio é surpreendido por beijo de Catarina (Foto: Raquel Cunha/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Preparando-se para tomar o controle de Montemor e Artena, aplicando um golpe em Rodolfo (Johnny Massaro), Catarina (Bruna Marquezine) colocará em prática mais um plano maligno em Deus Salve o Rei. Em cenas previstas para irem ao ar em abril, ela vai revelar a Virgílio (Ricardo Pereira) que pretende ter um herdeiro.

Para isso, ela propõe trair o rei com o galã. “Preciso de um Monferrato em meu ventre, nem que seja um falso”, diz a megera. Ela só se dará conta de que precisará engravidar quando a bruxa Mandigueira (Rosa Marya Colin) afirmar que apenas um herdeiro poderia fazê-la subir ao trono de vez.

“Aquilo que você tanto deseja, finalmente irá acontecer. Desde que a semente seja plantada em seu ventre”, afirma a feiticeira. “Preciso engravidar de qualquer maneira”, fala a filha de Augusto (Marco Nanini) para Lucíola (Carolina Ferman). Voltando ao castelo, ela oferece vinho a Virgílio e elogia sua lealdade.

“Nossa parceria tem sido bem vantajosa”, diz ela. “Não há como um homem não ser completamente devotado a uma mulher como vossa majestade”, responde o rapaz. A mulher do rei, então, rouba um beijo do aliado. “Eu realmente não esperava”, afirma o homem. “De mim, o senhor pode esperar tudo”, conclui a princesa.

Bela Catarina deixa seu cunhado com a "cabeça virada" (Foto: Mauricio Fidalgo/TV Globo)

Fora dos Trilhos

O príncipe e antigo sucessor da linhagem real de Montemor, Afonso (Romulo Estrela), se encantará com a futura cunhada, Catarina (Bruna Marquezine). Ele vai ver a vilã vestida de noiva, em última prova de roupa para a cerimônia de casamento com o rei Rodolfo (Johnny Massaro), em Deus Salve o Rei.


Afonso irá ao palácio para falar sobre o racionamento de água que a população tem enfrentado. Acontece que o monarca, para fazer um casamento com muita ostentação, vai cortar o abastecimento nos seus domínios. Ele pretende construir uma piscina de vinho no meio do salão de festas.


Vendo Catarina em vestes deslumbrantes, Afonso ficará impressionado. “Pelo visto, você não concorda com o meu casamento”, diz a princesa de Artena, com cinismo. “Não cabe a mim opinar sobre a vida do meu irmão, mas a aproximação de vocês ocorreu de forma muito rápida”, responde o galã.


“Eu não vim aqui para falar de amor. Nem dos verdadeiros, nem dos duvidosos”, afirma Afonso. “Agora que seremos cunhados, seria bom se voltássemos a nos entender. Como antes, em Artena”, diz Catarina, se aproximando do irmão de Rodolfo. Ele, então, se afasta e deixa o castelo irritado com as provocações.

Afonso tem sede de justiça e reunirá grupo para retomar o poder (Foto:Reprodução/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Indignado com as últimas ações de Rodolfo (Johnny Massaro), atualmente no trono de Montemor, Afonso (Romulo Estrela) vai cogitar, nos próximos capítulos de Deus Salve o Rei, destituí-lo em um golpe para tomar o poder do reino. As cenas acontecerão após o rapaz perceber que Catarina (Bruna Marquezine) está manipulando o rei para obter seus desejos.

Amália (Marina Ruy Barbosa) e Cássio (Caio Blat) vão se unir na jornada. Inicialmente, o plano é escutar as reivindicações populares para se armarem contra o monarca. Rodolfo, no entanto, vai descobrir as reuniões e contar para Catarina. Ela aconselhará o rapaz a proibir encontros às escondidas.

Cássio será preso e depois solto por Catarina, que deseja ver Rodolfo e Afonso cada vez mais distantes. E o plano dela funciona: ao retornar ao povoado de Montemor, o ex-conselheiro do reino vai insistir para que Afonso derrube o irmão do trono. Ele será convencido ao ver súditos ajoelhados, em uma saudação ao futuro rei.

Catarina ficará brava com Rodolfo, pois tem medo de tigre (Foto: Divulgação/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Assim como fez com Lucrecia (Tatá Werneck), o rei Rodolfo (Johnny Massaro) também vai decepcionar Catarina (Bruna Marquezine) na lua de mel e frustrará o plano da princesa de Artena de conceber um herdeiro de Montemor. As cenas devem ir ao ar no dia 28 de março.

Rodolfo daria um tigre para Catarina. Porém, na hora da entrega, Orlando (Daniel Warren) irá informar que o felino fugiu. Frustrada com o presente do marido, a nova rainha irá tentar reverter a situação, com charme e sedução, quando ambos estiverem juntos no quarto da realeza.

Entretanto, Rodolfo, com medo, pedirá um guarda no quarto para proteger o casal do tigre. Catarina, brava, irá dormir sozinha.  

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Bolsonaro atraiu filiações ao PSL (Foto:Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

Apenas partidos pequenos aumentaram o número de candidatos nas eleições deste ano em relação a 2014. Enquanto siglas tradicionais como PT, PSDB, MDB, PDT e PSB reduziram a quantidade total de registrados, houve um aumento expressivo entre as siglas de menor porte. O partido de Jair Bolsonaro, o PSL, é o que mais apresentou candidatos - 1.451, um aumento de 74,4% em relação a 2014. Das 35 siglas existentes, 12 vão ter mais postulantes neste ano do que nas últimas eleições gerais - PSL, PROS, Avante, Podemos, PRB, Solidariedade, PMN, PCO, PSOL, Patriota, PRTB e PPL. Há ainda três partidos que vão estrear nas urnas em âmbito nacional: Rede, Novo e PMB, que, juntos, somam 1.606 candidaturas. Os números têm como base os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É possível que haja pequenas alterações até o dia 20, quando as informações estarão 100% atualizadas. A legenda que registrou a maior variação porcentual no número de candidaturas foi o PCO (142,8%). A sigla, no entanto, é um ponto fora da curva - tinha apresentado somente 49 candidatos em 2014 e, agora, lançou 119. Em seguida, vem o PROS, com 1.018 candidatos, ante 485 em 2014 (aumento de 109,9%, mais que o dobro de um pleito para o outro). Entre os que mais reduziram candidatos, estão PCB (diminuição de 45,2%), PTB (-33,4%) e PSTU (-31,9%). Entre as siglas maiores, PSB (-31,4%), PSDB (-18,3%) e PDT (-16,4%) tiveram os maiores índices de diminuição de candidatos. O PT registrou queda de 6,8% e o DEM, de 5,5%. Segundo o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV-SP, uma das explicações para este cenário pode ser a cláusula de barreira, que, a partir de 2018, impõe aos partidos desempenho mínimo para que sejam autorizados a ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV no horário eleitoral. "Os pequenos estão em busca de capilaridade", disse Teixeira. A nova regra exige, para este ano, que as legendas tenham 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação e com 1% em cada uma dessas unidades. A cláusula aumenta gradativamente até 2030 e busca afunilar o sistema partidário brasileiro, altamente fragmentado. Para a cientista política Luciana Veiga, professora da UNI-Rio, a estratégia faz sentido e pode servir à sobrevivência. "Mesmo que não elejam muitos nomes, os partidos com várias candidaturas têm chance de alcançar a cláusula com uma votação mais pulverizada." Um caso mais específico é o do nanico PSL, que, com a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, atraiu deputados na janela partidária e, agora, busca se consolidar com a ampliação da bancada no próximo pleito. "O PSL não tinha nada, arranjou meia dúzia de deputados e agora precisa crescer (para se manter vivo)", afirmou Teixeira. Conforme o Estado mostrou na quarta-feira, a nova casa de Bolsonaro registrou mais de 13,6 mil filiações em 2018, impulsionadas pela figura do presidenciável. Trata-se de número quatro vezes maior que o dos partidos adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Concentração Quanto aos partidos tradicionais, o motivo da diminuição de candidaturas passa por um uso mais direcionado dos recursos do fundo eleitoral. Com as regras inéditas de financiamento de campanha, as siglas apostam mais em candidaturas viáveis, com pouca abertura à renovação. É o caso do PSB, a legenda tradicional que mais reduziu o número de postulantes. A estratégia, segundo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, é concentrar os recursos em campanhas com grandes chances de vitória. "O novo fundo não facilita a renovação", afirmou ele. O PSB não tem candidatura própria à Presidência da República e não compõe nenhuma coligação, mas conta com nomes fortes em eleições regionais. "O fundo eleitoral concentra muitos recursos nos grandes. O problema dos maiores não é dinheiro, não é sobrevivência. É otimizar os cargos que já têm", afirmou Luciana Veiga. 

Candidatos ao governo fizeram questão de mencionar presidenciáveis (Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO)

Cidade

Os candidatos ao governo de São Paulo presentes no primeiro debate televisionado, na Band, aproveitaram o último bloco do programa para nacionalizar a discussão. Houve menções ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), bem como contra a polarização política no País. O ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT) disse ser, com orgulho, amigo de Lula e candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. No fim do bloco anterior, Marinho havia feito a primeira menção dele a Lula no debate. Em embate com Rodrigo Tavares (PRTB), ele disse que os governos petistas combateram a corrupção e afirmou que o PT "é a grande esperança" do povo brasileiro. Tavares citou a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), cujo vice, general Hamilton Mourão, é do PRTB. Marinho citou ainda acusações de corrupção contra o PSDB. O tucano João Doria o rebateu nas considerações finais e falou que o petista não pode comparar Alckmin a Lula. "Alckmin tem mais de 40 anos de vida pública ilibada. Lula está preso em Curitiba", afirmou. Ele cobrou ainda "respeito" do petista, que no final do bloco anterior havia mencionado o nome da esposa do ex-prefeito paulistano, Bia Doria. "Ela não é ré como o senhor", disse. Na despedida do público, Rodrigo Tavares também atacou Alckmin. "Ele fez bom trabalho sim no Estado de São Paulo, mas como anestesista. Ele anestesiou o Estado de São Paulo", afirmou. Nos apontamentos finais, Márcio França (PSB) levou novamente a discussão para o nível nacional. Ele disse que a população de São Paulo vê os exemplos do PT, do PSDB e do MDB e que só ele representa a mudança. O governador paulista lembrou também a mediação dele na greve dos caminhoneiros. Paulo Skaf (MDB) encerrou o debate exaltando as escola do Sesi, que ele usou para criticar ensino estadual de São Paulo. Antes disso, coube ao empresário a primeira das duas únicas menções a Deus no debate. A segunda foi de Lisete Arelalo (PSOL), que disse que o povo "deu graças a Deus" pela renúncia de alguns candidatos. Ela afirmou ainda que vai seguir com o legado da vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 14 de março. Marcelo Cândido (PDT) ressaltou a experiência como prefeito de Suzano (SP).

Para a maioria dos eleitores, Bolsonaro e Alckmin são os favoritos para avançarem na disputa (Foto: Daniel Teixeira e Adriana Spaca/AE)

Nacional

Uma nova pesquisa sobre as intenções de voto à Presidência da República, divulgada na quarta-feira, 15, pelo Instituto Paraná, mostra que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) devem se enfrentar no 2º turno, caso o ex-presidente Lula (PT) tenha sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. Questionados sobre percepção de quais candidatos vão para a segunda fase das eleições, 43,3% apostam em Bolsonaro e 26,7% no tucano. Neste quesito, Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com a expectativa de 21% dos eleitores. Em seguida aparece Marina Silva, com 20,7%, e Fernando Haddad (PT), provável substituto de Lula, tem 10,1% das apostas.  Mas nas intenções de voto, Lula, mesmo preso, ainda lidera com 30,8%, um crescimento de quase 2% na comparação com a pesquisa anterior feita pelo mesmo instituto. No cenário com Lula, Bolsonaro é o segundo colocado, com 22%, e Alckmin, que na pesquisa anterior tinha uma desvantagem de 3% para Marina Silva (Rede), viu a diferença para ela cair pela metade. Marina tem 8,1% das intenções de voto e ele 6,6%. No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 23,9% das intenções de voto. Com a saída do ex-presidente da disputa, Marina Silva e Ciro Gomes (PDT) parecem receber parte de seu eleitorado, e ficam à frente do tucano. Marina chega a 13,2%, Ciro fica com 10,2% e Alckmin  8,5%. Esta é a primeira pesquisa divulgada após o debate realizado pela Rede Bandeirantes, na semana passada, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o no BR-02891/2018. O levantamento foi feito com 2.002 eleitores, em 168 municípios brasileiros, entre os dias 9 e 13 de agosto de 2018. A margem de erro, para mais ou para menos, é de 2%.  

Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

Opinião

Depois que alguns presidenciáveis apresentaram suas propostas para o País, no debate da semana passada, hoje é a vez de sete candidatos ao Governo do Estado de São Paulo fazerem o mesmo na Band, a partir da 22h. É uma grande chance para alguns deles saírem da obscuridade e mostrarem seus programas de gestão e, principalmente, seus rostos, para um eleitorado que não tem dado tanta atenção a eles. É uma brecha aberta inclusive para o governador Márcio França, que, embora no cargo desde abril –, quando Alckmin deixou o posto para concorrer à Presidência –, ainda luta para se fazer mais conhecido entre os eleitores, que podem dar a ele a chance de continuar ocupando o Palácio dos Bandeirantes, como chefe do Executivo. E o que não falta na história política paulista é a figura de vice que conseguiu alçar voo solo e ganhou o papel de protagonista. O próprio Alckmin é um destes, que, com o agravamento da doença de Mario Covas, em janeiro de 2001, assumiu interinamente o governo e, depois, ratificou nas urnas sua permanência. Há semelhanças entre os dois, como o fato de eles terem iniciado na política longe da Capital, sendo vereador e prefeito de suas respectivas cidades natais, depois deputado federal, até serem convidados para comporem a chapa que venceria o governo paulista. Mas, certamente, o desafio de França é bem maior do que aquele encarado por Alckmin, 16 anos atrás. A começar pelo enfrentamento com dois fortes concorrentes, que até outro dia era também seus aliados: Paulo Skaf e João Doria. O emedebista e o tucano lideram com folga a corrida ao Bandeirantes e, se nada mudar até 7 de outubro, estarão no segundo turno. E o problema do atual governador é justamente se interpor entre seus concorrentes. Terá a primeira chance hoje. Para isso precisa mostrar à audiência que é diferente de ambos, e dos demais, e que tem mais a oferecer. Só que do outro lado estarão dois experientes debatedores, já testados em eleições anteriores. Já França faz sua estreia em um programa deste nível. É mais um obstáculo para o político de São Vicente superar, se quiser seguir adiante na disputa.
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