Cantora disse que trabalho será original e não uma cópia do que o grupo sueco já fez (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

A cantora americana Cher, que aparece na sequência do filme em homenagem ao grupo ABBA Mamma Mia!, anunciou na terça-feira, 17, que lançará um álbum com versões de canções da lendária banda sueca.

Em entrevista no canal NBC para a divulgação do filme Mamma Mia! Lá Vamos nós de Novo, que estreia dia 26 de julho no Brasil, a cantora e atriz de 72 anos disse que a inspiração para o disco surgiu quando cantou uma das músicas mais emblemáticas do quarteto. "Depois de interpretar a canção Fernando achei que seria muito divertido fazer um disco com canções do ABBA. E foi o que fiz", contou. O resultado, assegurou, será original.

"Não é o que você pensa quando pensa em ABBA, porque fiz de outra maneira", disse, sem dar uma data de lançamento de seu novo trabalho.

O musical original Mamma Mia! e, posteriormente, o filme passeiam por canções de ABBA para contar a história de Sophie, que planeja seu casamento em uma ilha grega junto com sua mãe, Donna, enquanto tenta identificar quem é seu pai, com resultados cômicos.

Na sequência, Cher vive a mãe de Donna, novamente interpretada por Meryl Streep. A produção chega pouco depois de o ABBA anunciar a gravação de duas novas canções, 35 anos após seu último single.

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Filme não provoca medo, mas agrada quem gosta de terror (Foto: Reprodução/Facebook)

Cinema

Filmes de terror e suspense tendem a chamar mais a atenção quando possuem algum vínculo com a vida real. Este é o principal atrativo de A Maldição da Casa Winchester, filme que estreia nesta quinta-feira, 1º, nos cinemas e que reúne uma série de clichês de outros filmes de terror.

A casa em questão realmente existiu.Ffica localizada em San José, na Califórnia, e pertenceu à viúva Sarah Winchester, interpretada pela ganhadora do Oscar, Helen Mirren, uma mulher atormentada pela morte do marido e de uma filha e de milhares de almas vítimas de disparos dos rifles produzidos pela fábrica Winchester.

No filme, Helen detém 51% das ações da empresa e se sente culpada pelas vidas perdidas com o mercado de armas. Para tentar aliviar sua dor, Helen começa a construir cômodos em sua mansão para acalmar as almas que morreram violentamente em conflitos com armas de fogo, em construções que se prolongam dia e noite, incessantemente.

Assim, como na vida real, muitos dos cômodos construídos possuem janelas para outros quartos, sem janelas, com portas que levam a lugar nenhum, entre outras bizarrices. Ciente da insatisfação da sócia majoritária com os reflexos do próprio negócio, os demais proprietários da fábrica decidem pedir ao psiquiatra Eric Price (Jason Clarke) elaborar um perfil de sanidade da viúva, com intuito de afastá-la de suas funções.

Com uma história acelerada, resumida em 1h39min, o filme traz clichês como um espírito vingativo, um inocente que sofre com a influência dos demais espíritos e um desconhecido que chega para resolver um problema ao qual tinha alguma ligação. Price tem um vício em uma substância médica, fato utilizado que talvez não fosse necessário, uma vez que não causa impacto na história.  

O filme não assusta tanto, mas vale ser visto pelos amantes do gênero e pelos que buscam mais informações sobre a Casa Winchester. A obra é dirigida pelos irmãos Peter e Michael Spierig.

Garçonete faz jogos de azar e se envolve com máfia russa (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

A partir deste quinta, 22, quem curte dramas bem elaborados encontra um novo motivo para ir ao cinema. Isso porque A Grande Jogada (Molly’s Game, no original) estreia nas telonas com um potencial enorme de emocionar o público. E o melhor: a história é real, adaptada do livro homônimo.

O enredo, dirigido por Aaron Sorkin, conta a história de Molly Bloom (Jessica Chastain), uma jovem e promissora atleta de esqui. Depois de sofrer uma queda, ela decide largar o esporte e se torna garçonete. No bar, ela conhece Dean Keith (Jeremy Strong), um produtor que a contrata como assistente.

Ele organiza jogos de cartas clandestinos, que contam com clientes ricos e famosos. Ao se envolver com o ambiente e ficar fascinada com a possibilidade de enriquecer, Molly resolve estabelecer uma nova rede e começa a preparar os jogos ela mesma, em um hotel, e se envolve com a máfia russa.


Destaque para a atuação brilhante de Jessica Chastain. O filme tem duração de 2h20 e tem classificação indicativa de 14 anos.

Cantora não será a única do universo musical no elenco. Preta Gil também estará no filme (Foto: Reprodução/Instagram)

Fora dos Trilhos

Após ter conquistado sucesso nacional na música em 2017, Pabllo Vittar decidiu apostar também em outras áreas neste ano: o cinema. Ela fará uma participação especial no filme "Crô em Família", que deve ser lançado até o final deste ano, continuação de "Crô: O Filme".

A comédia é sobre o mordomo Crodoaldo Valério, famoso pelo personagem de Marcelo Serrado na novela Fina Estampa.

Pabllo não é o único nome da música a atuar no longa, que terá também a participação de Preta Gil. O filme é o segundo sobre o mordomo interpretado por Serrado na novela televisionada entre agosto de 2011 e março de 2012. Os atores Marcos Caruso, Marcus Majella, Arlete Salles, Fabiana Karla e Tonico Pereira também vão integrar o elenco.

Música se diz surpreso por Fergie não continuar no grupo (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

O cantor Will.i.am deu fim às especulações a respeito da permanência da cantora Fergie no grupo Black Eyed Peas em entrevista dada ao Daily Star no último domingo.

"Nós somos um trio agora. Eu não sei por que Fergie não está no projeto. Você terá que perguntar isso à Fergie", contou. "Vocês sabem que somos capazes de fazer isso sem a Fergie", continuou.

Ele também falou a respeito da possibilidade de Nicole Scherzinger, conhecida por seu trabalho à frente do Pussycat Dolls, substituí-la: "Nós temos um grupo de conversa chamado Família Black Eyead Peas. Ele não tem nada a ver com fazer música ou ganhar dinheiro. É sobre amizade. Somos nós três [Will, Apl.de.ap e Taboo] e Nicole. É sobre família. Nicole é Black Eyed Peas. Ela é família."

No ano passado, após rumores de que teria confirmado a saída de Fergie do grupo, chegou a negar a informação: "Mentiras. Fergie está focada no Double Dutchess e o Black Eyed Peas está fazendo o Masters of the Sun. Isso não significa que Fergie esteja fora do grupo".

Presença da atriz Daisy Ridley, que interpreta Rey, como protagonista em Star Wars, incomoda alguns fãs da franquia (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Em entrevista para o site IndieWire, o diretor e produtor J J. Abrams comentou as críticas feitas ao filme "Star Wars: Os Últimos Jedi", que estreou nos cinemas em dezembro de 2017. Logo após a estreia, um grupo de fãs começou a reclamar nas redes sociais que o filme, dirigido e escrito por Rian Johnson, tinha sido feito para "agradar feministas e justiceiros sociais" e que "transformava homens e brancos em vilões". 
 

Segundo o diretor, quem criticou o filme se sentiu ameaçado pelo aumento da representação feminina na saga. "O problema deles não é com 'Star Wars'. O problema deles é que eles se sentem ameaçados. A galáxia de 'Star Wars' é bem grande e é possível encontrar qualquer coisa que você queira por lá", disse Abrams, que dirigiu "Star Wars: O Despertar da Força".

"Se você é alguém que se sente ameaçado por mulheres e precisa descontar sua raiva nelas, então você encontrará um inimigo em 'Star Wars'. Essas pessoas podem assistir ao primeiro filme, "Uma Nova Esperança", e dizer que a Leia era muito respondona ou que era muito durona. Alguém que quer encontrar um problema em algo vai encontrar. Parece que a internet foi feita para isso", concluiu.

O Episódio IX, ainda sem nome definido, será dirigido por J.J. Abrams e está com estreia prevista para o dia 19 de dezembro de 2019. Antes disso, em 24 de maio de 2018, chega aos cinemas o spin-off "Han Solo: Uma História Star Wars".

Atriz se livra de timidez para cena de novo filme (Foto: Reprodução/ Facebook)

Fora dos Trilhos

Conversando com a imprensa no tapete vermelho da estreia do filme "Operação Red Sparrow", a atriz Jennifer Lawrence, protagonista da produção, disse ter superado o medo de pegar papéis mais arriscados que envolvem nudez ou assuntos mais delicados.

"Eu não tenho mais o medo ou a insegurança que me afetavam ao escolher papéis que envolviam nudez", disse a atriz para o site "Entertainment Tonight". "O meu método de escolha de papéis não mudou, ainda escolho personagens, diretores e roteiros com os quais eu me identifico, mas a nudez já não é mais um fator nisso", continuou.

Em um painel sobre o filme, realizado na semana passada, a atriz comentou a sua primeira cena de nudez explícita que acontece no filme, e disse que os outros membros do elenco e o diretor Francis Lawrence a deixaram tranquila. "Todo mundo me deixou tão confortável que, em certo ponto, eu estava deixando as pessoas desconfortáveis", falou a atriz. "Eu ficava andando pelada pelo set e todo mundo me olhava e dizia que eu deveria me vestir", brincou.

Francis Lawrence, que dirigiu Jennifer Lawrence em três filmes da saga "Jogos Vorazes", afirmou que o fato de eles já se conhecerem pode ter ajudado nessa superação do medo de nudez em filmes. "Eu confio nela e tenho quase certeza que ela confia em mim. Acho que seria difícil ela topar fazer um filme como esse com outra pessoa que ela não conhecesse. Foi tranquilo discutir pontos do roteiro do filme porque nós nos conhecemos bem e isso foi positivo para a produção", falou. Operação Red Sparrow estreia no Brasil no dia 1º de março.

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Bolsonaro atraiu filiações ao PSL (Foto:Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

Apenas partidos pequenos aumentaram o número de candidatos nas eleições deste ano em relação a 2014. Enquanto siglas tradicionais como PT, PSDB, MDB, PDT e PSB reduziram a quantidade total de registrados, houve um aumento expressivo entre as siglas de menor porte. O partido de Jair Bolsonaro, o PSL, é o que mais apresentou candidatos - 1.451, um aumento de 74,4% em relação a 2014. Das 35 siglas existentes, 12 vão ter mais postulantes neste ano do que nas últimas eleições gerais - PSL, PROS, Avante, Podemos, PRB, Solidariedade, PMN, PCO, PSOL, Patriota, PRTB e PPL. Há ainda três partidos que vão estrear nas urnas em âmbito nacional: Rede, Novo e PMB, que, juntos, somam 1.606 candidaturas. Os números têm como base os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É possível que haja pequenas alterações até o dia 20, quando as informações estarão 100% atualizadas. A legenda que registrou a maior variação porcentual no número de candidaturas foi o PCO (142,8%). A sigla, no entanto, é um ponto fora da curva - tinha apresentado somente 49 candidatos em 2014 e, agora, lançou 119. Em seguida, vem o PROS, com 1.018 candidatos, ante 485 em 2014 (aumento de 109,9%, mais que o dobro de um pleito para o outro). Entre os que mais reduziram candidatos, estão PCB (diminuição de 45,2%), PTB (-33,4%) e PSTU (-31,9%). Entre as siglas maiores, PSB (-31,4%), PSDB (-18,3%) e PDT (-16,4%) tiveram os maiores índices de diminuição de candidatos. O PT registrou queda de 6,8% e o DEM, de 5,5%. Segundo o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV-SP, uma das explicações para este cenário pode ser a cláusula de barreira, que, a partir de 2018, impõe aos partidos desempenho mínimo para que sejam autorizados a ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV no horário eleitoral. "Os pequenos estão em busca de capilaridade", disse Teixeira. A nova regra exige, para este ano, que as legendas tenham 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação e com 1% em cada uma dessas unidades. A cláusula aumenta gradativamente até 2030 e busca afunilar o sistema partidário brasileiro, altamente fragmentado. Para a cientista política Luciana Veiga, professora da UNI-Rio, a estratégia faz sentido e pode servir à sobrevivência. "Mesmo que não elejam muitos nomes, os partidos com várias candidaturas têm chance de alcançar a cláusula com uma votação mais pulverizada." Um caso mais específico é o do nanico PSL, que, com a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, atraiu deputados na janela partidária e, agora, busca se consolidar com a ampliação da bancada no próximo pleito. "O PSL não tinha nada, arranjou meia dúzia de deputados e agora precisa crescer (para se manter vivo)", afirmou Teixeira. Conforme o Estado mostrou na quarta-feira, a nova casa de Bolsonaro registrou mais de 13,6 mil filiações em 2018, impulsionadas pela figura do presidenciável. Trata-se de número quatro vezes maior que o dos partidos adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Concentração Quanto aos partidos tradicionais, o motivo da diminuição de candidaturas passa por um uso mais direcionado dos recursos do fundo eleitoral. Com as regras inéditas de financiamento de campanha, as siglas apostam mais em candidaturas viáveis, com pouca abertura à renovação. É o caso do PSB, a legenda tradicional que mais reduziu o número de postulantes. A estratégia, segundo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, é concentrar os recursos em campanhas com grandes chances de vitória. "O novo fundo não facilita a renovação", afirmou ele. O PSB não tem candidatura própria à Presidência da República e não compõe nenhuma coligação, mas conta com nomes fortes em eleições regionais. "O fundo eleitoral concentra muitos recursos nos grandes. O problema dos maiores não é dinheiro, não é sobrevivência. É otimizar os cargos que já têm", afirmou Luciana Veiga. 

Candidatos ao governo fizeram questão de mencionar presidenciáveis (Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO)

Cidade

Os candidatos ao governo de São Paulo presentes no primeiro debate televisionado, na Band, aproveitaram o último bloco do programa para nacionalizar a discussão. Houve menções ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), bem como contra a polarização política no País. O ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT) disse ser, com orgulho, amigo de Lula e candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. No fim do bloco anterior, Marinho havia feito a primeira menção dele a Lula no debate. Em embate com Rodrigo Tavares (PRTB), ele disse que os governos petistas combateram a corrupção e afirmou que o PT "é a grande esperança" do povo brasileiro. Tavares citou a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), cujo vice, general Hamilton Mourão, é do PRTB. Marinho citou ainda acusações de corrupção contra o PSDB. O tucano João Doria o rebateu nas considerações finais e falou que o petista não pode comparar Alckmin a Lula. "Alckmin tem mais de 40 anos de vida pública ilibada. Lula está preso em Curitiba", afirmou. Ele cobrou ainda "respeito" do petista, que no final do bloco anterior havia mencionado o nome da esposa do ex-prefeito paulistano, Bia Doria. "Ela não é ré como o senhor", disse. Na despedida do público, Rodrigo Tavares também atacou Alckmin. "Ele fez bom trabalho sim no Estado de São Paulo, mas como anestesista. Ele anestesiou o Estado de São Paulo", afirmou. Nos apontamentos finais, Márcio França (PSB) levou novamente a discussão para o nível nacional. Ele disse que a população de São Paulo vê os exemplos do PT, do PSDB e do MDB e que só ele representa a mudança. O governador paulista lembrou também a mediação dele na greve dos caminhoneiros. Paulo Skaf (MDB) encerrou o debate exaltando as escola do Sesi, que ele usou para criticar ensino estadual de São Paulo. Antes disso, coube ao empresário a primeira das duas únicas menções a Deus no debate. A segunda foi de Lisete Arelalo (PSOL), que disse que o povo "deu graças a Deus" pela renúncia de alguns candidatos. Ela afirmou ainda que vai seguir com o legado da vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 14 de março. Marcelo Cândido (PDT) ressaltou a experiência como prefeito de Suzano (SP).

Para a maioria dos eleitores, Bolsonaro e Alckmin são os favoritos para avançarem na disputa (Foto: Daniel Teixeira e Adriana Spaca/AE)

Nacional

Uma nova pesquisa sobre as intenções de voto à Presidência da República, divulgada na quarta-feira, 15, pelo Instituto Paraná, mostra que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) devem se enfrentar no 2º turno, caso o ex-presidente Lula (PT) tenha sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. Questionados sobre percepção de quais candidatos vão para a segunda fase das eleições, 43,3% apostam em Bolsonaro e 26,7% no tucano. Neste quesito, Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com a expectativa de 21% dos eleitores. Em seguida aparece Marina Silva, com 20,7%, e Fernando Haddad (PT), provável substituto de Lula, tem 10,1% das apostas.  Mas nas intenções de voto, Lula, mesmo preso, ainda lidera com 30,8%, um crescimento de quase 2% na comparação com a pesquisa anterior feita pelo mesmo instituto. No cenário com Lula, Bolsonaro é o segundo colocado, com 22%, e Alckmin, que na pesquisa anterior tinha uma desvantagem de 3% para Marina Silva (Rede), viu a diferença para ela cair pela metade. Marina tem 8,1% das intenções de voto e ele 6,6%. No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 23,9% das intenções de voto. Com a saída do ex-presidente da disputa, Marina Silva e Ciro Gomes (PDT) parecem receber parte de seu eleitorado, e ficam à frente do tucano. Marina chega a 13,2%, Ciro fica com 10,2% e Alckmin  8,5%. Esta é a primeira pesquisa divulgada após o debate realizado pela Rede Bandeirantes, na semana passada, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o no BR-02891/2018. O levantamento foi feito com 2.002 eleitores, em 168 municípios brasileiros, entre os dias 9 e 13 de agosto de 2018. A margem de erro, para mais ou para menos, é de 2%.  

Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

Opinião

Depois que alguns presidenciáveis apresentaram suas propostas para o País, no debate da semana passada, hoje é a vez de sete candidatos ao Governo do Estado de São Paulo fazerem o mesmo na Band, a partir da 22h. É uma grande chance para alguns deles saírem da obscuridade e mostrarem seus programas de gestão e, principalmente, seus rostos, para um eleitorado que não tem dado tanta atenção a eles. É uma brecha aberta inclusive para o governador Márcio França, que, embora no cargo desde abril –, quando Alckmin deixou o posto para concorrer à Presidência –, ainda luta para se fazer mais conhecido entre os eleitores, que podem dar a ele a chance de continuar ocupando o Palácio dos Bandeirantes, como chefe do Executivo. E o que não falta na história política paulista é a figura de vice que conseguiu alçar voo solo e ganhou o papel de protagonista. O próprio Alckmin é um destes, que, com o agravamento da doença de Mario Covas, em janeiro de 2001, assumiu interinamente o governo e, depois, ratificou nas urnas sua permanência. Há semelhanças entre os dois, como o fato de eles terem iniciado na política longe da Capital, sendo vereador e prefeito de suas respectivas cidades natais, depois deputado federal, até serem convidados para comporem a chapa que venceria o governo paulista. Mas, certamente, o desafio de França é bem maior do que aquele encarado por Alckmin, 16 anos atrás. A começar pelo enfrentamento com dois fortes concorrentes, que até outro dia era também seus aliados: Paulo Skaf e João Doria. O emedebista e o tucano lideram com folga a corrida ao Bandeirantes e, se nada mudar até 7 de outubro, estarão no segundo turno. E o problema do atual governador é justamente se interpor entre seus concorrentes. Terá a primeira chance hoje. Para isso precisa mostrar à audiência que é diferente de ambos, e dos demais, e que tem mais a oferecer. Só que do outro lado estarão dois experientes debatedores, já testados em eleições anteriores. Já França faz sua estreia em um programa deste nível. É mais um obstáculo para o político de São Vicente superar, se quiser seguir adiante na disputa.
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