Diretor J.J. Abrams já tinha feito o roteiro do episódio VII

Cinema

 O diretor J.J. Abrams revelou, em entrevista ao The Late Show with Stephen Colbert, que o roteiro do Episódio IX, o filme que fechará a nova trilogia da saga Star Wars, foi finalizado. Perguntado sobre o que ele poderia falar do novo filme, Abrams disse que isso era a única coisa que ele poderia dizer.

“Nós já temos um roteiro pronto, o que é sensacional para mim”, disse o diretor. “Ter um roteiro pronto tão antes do início das filmagens é algo que nem sempre acontece, mas escrevi esse com Chris Terrio, que é um gênio, e me diverti bastante”, continuou o nova-iorquino, apontando que as filmagens começam no final de julho. O Episódio IX, sem título revelado, vai estrear em 19 de dezembro de 2019.

Abrams também disse que voltar para dirigir o episódio final da saga após ter feito "Star Wars: O Despertar da Força" é um desafio assustador. "Voltar para fazer o Episódio IX é surreal e muito desafiador. Mesmo sendo bastante assustador me colocar novamente nesta situação, a oportunidade é sempre maior que o medo", afirmou na entrevista.

BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS

Segundo Marina de Menezes, cachorro da ex-sogra era mais bem tratado do que seus filhos (Foto: Reprodução/Facebook)

Mundo

A analista financeira Marina de Menezes, de 34 anos, casou-se com o engenheiro elétrico mexicano Abraham Salazar Tellez. Os dois viviam em Tijuana, no México, e têm dois filhos: David, de 8 anos, e Olivia, 4. Hoje, no entanto, ela está escondida em algum lugar do país com as duas crianças.

Isto porque, há dois anos, segundo a brasileira, Salazar tentou enforcá-la e arremessou sua cabeça contra a parede. “Pedi divórcio, mas no dia de assinar o documento, enquanto eu trabalhava, ele levou tudo da minha casa. Inclusive os meus filhos para a Cidade do México [cerca de 2.700 km de distância de Tijuana]”, relatou.

O Metrô News tentou contato com o engenheiro, mas não obteve sucesso até o fechamento deste texto. O espaço está aberto para Salazar contar a sua versão.  

De acordo com Marina, ela ficou 10 meses sem poder ver seus filhos. “Quando fui levar a denúncia ao Ministério Público, escutei que eu deveria ter feito alguma coisa para irritar meu marido e certamente mereci apanhar”, afirmou.

“Sobre o sequestro ouvi que ele é o pai, tem o direito de levar as crianças para onde quiser, como quiser e quando quiser. Que ele foi mais esperto do que eu”, disse.  O Metrô News questionou, via e-mail, a Procuradoria Geral da Cidade do México sobre a atuação da Justiça mexicana no caso. A reportagem não obteve resposta até o momento.

A analista contou que diante desta situação, resolveu apelar nas redes sociais e para os veículos de comunicação do Brasil. “Consegui que a Justiça me concedesse o direito de ver as crianças. No entanto, o pai, do lado de fora do Tribunal, só aceitou apresentá-los se eu assinasse um acordo aceitando a não sair do país e aceitando ceder a guarda a ele. Assinei, deixando claro no documento, que estava assinando de maneira coagida para colocar fim ao período de 10 meses sem ver meus filhos”, destacou.

Vídeo gravado por Marina há cerca de dois anos, quando Salazar, segundo a analista, fugiu com as crianças

Maus tratos

Segundo a brasileira, as crianças relataram que sofriam violência física e psicológica na casa da avó paterna. De acordo com a analista, até o cachorro da sua ex-sogra era tratado melhor do que os seus filhos.

“[As crianças] eram agredidas com sapatos, cintos e objetos de madeira. A avó paterna ostentava com muito orgulho que estava batendo neles com a mesma pá de madeira que bateu nos filhos dela. Das poucas vezes que saíram para comer, meu filho pedia para ir a um restaurante que ele gostava, mas ela dizia que precisava ir a um mais barato, já que tinha que sobrar dinheiro para comprar doces para o cachorro”, contou. “Minha filha falou que o cachorro passeava no parque, enquanto ela e o irmão ficavam em casa”, continuou.

Por conta disto, disse Marina, ela resolveu se esconder com seus filhos. Salazar entrou na Justiça contra a ex-mulher para a brasileira devolver as crianças.

“Elas não querem voltar para a Cidade do México. As levei a uma psicóloga, que afirmou que os meus filhos não podem mais viver com o pai e com a avó, pois os sinais de violência eram evidentes. Eles estavam abaixo do peso ideal”, afirmou a analista.

A brasileira ainda comentou que reuniu todas as evidências e levou à juíza Silvia Araceli Garcia. Porém, de acordo com Marina, ela condicionou a sua decisão à presença de Salazar. Inclusive, a juíza teria feito uma notificação para intimar o engenheiro e a perdido, segundo a analista. Procurada pelo Metrô News, a juíza não respondeu.

“Eu peço uma audiência para meus filhos serem escutados. Os desejos deles precisam ser levados em consideração pela Justiça. O que interessa é o direito deles. Eles até me pedem para ir ao Brasil, mas não posso fazer isto para não piorar a situação”, concluiu.

Ela não pode fugir, diz especialista

O advogado e professor de direito da Univeritas/UnG, Gleibe Pretti, afirmou que Marina não pode fugir com as crianças, pois agravaria o fato. O especialista recomendou que a analista procure o Itamaraty ou até mesmo o Vaticano.

“O Brasil tem muitas negociações com o México, como por exemplo, a responsabilidade social em cooperação entre esses dois países. Outra opção, por se tratar de um país católico, é o Vaticano.  É um bom caminho. Muitas vezes, quando a Justiça é parcial, ou seja, enxerga apenas um dos lados, o caminho administrativo (financeiro) e religioso (igreja) pode ajudar”, sugeriu. O Consulado-Geral do Brasil no México não respondeu o Metrô News. 

Pretti também disse que, a princípio, a palavra das crianças não pode ser usada como algo definitivo para a Justiça definir a guarda. No entanto, ele ressaltou que a juíza pode ouvi-las com o objetivo de buscar a verdade. "Mas sem causar danos psicológicos a elas. Por isso, o acompanhamento de profissionais da área da saúde é imprescindível neste momento", finalizou. 

Ex-diretor não concordava com política protecionista de Trump (Foto: Reprodução/Facebook)

Mundo

Gary Cohn, o diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, renunciou nesta terça-feira, 6, após menos de 14 meses no cargo, na esteira da decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas sobre as importações de aço e alumínio. Cohn se opunha à ideia.

"Foi uma honra servir meu país e conduzir politicas favoráveis ao crescimento econômico para beneficiar o povo americano, em particular a passagem da histórica reforma tributária. Sou grato ao presidente por me dar essa oportunidade e desejo a ele e ao governo grande sucesso no futuro", disse Cohn em um comunicado.

Trump elogiou o "trabalho soberbo" de Cohn como conselheiro econômico e disse que ele possuía um "talento raro". "Eu o agradeço por seu serviço dedicado ao povo americano", disse Trump.

O chefe de gabinete da Casa Branca, John Kelly, disse que Cohn "serviu seu país com grande distinção, dedicando suas habilidades e liderança ao crescimento da economia dos EUA e passar uma reforma tributária histórica".

Cohn era parte de uma ala globalista da Casa Branca que tem recuado recentemente. Peter Navarro, um outro conselheiro que ajudou a construir a política protecionista de Trump na campanha eleitoral, permaneceu na luta sobre as novas tarifas. Cohn lutou internamente para que essa política não fosse aplicada e disse a assessores, na semana passada, que poderia renunciar se o presidente Trump seguisse com os planos.

Alemanha


A ministra da Economia alemã, Brigitte Zypries, está preocupada com as tarifas planejadas pelos Estados Unidos e também com a demissão do principal assessor econômico do presidente Donald Trump, Gary Cohn, um defensor do livre comércio. "A situação é séria", afirmou Zypries, no momento em que a União Europeia debate as possíveis tarifas americanas sobre o aço e o alumínio importados.

"A UE estará, se o pior ocorrer, pronta para reagir de maneira apropriada. Mas nossa meta é impedir um conflito comercial", afirmou a autoridade. A ministra acrescentou esperar que Trump mude de ideia. "O comércio cria prosperidade se ele for baseado na troca, na interação. Os defensores disso nos EUA são muito importantes. Até agora, os sinais atuais vindos dos EUA me deixam preocupada", comentou ela.

Paulo Vieira de Souza responde por formação de quadrilha e outros crimes (Foto: Reprodução/Facebook)

Cidade

A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta sexta-feira, 6,  preventivamente, em São Paulo, o ex-diretor da Dersa - Desenvolvimento Rodoviário S/A, Paulo Vieira de Souza, acusado de desvios de recursos na construção do trecho sul do Rodoanel, o prolongamento da Avenida Jacu Pêssego e a ampliação da Marginal Tietê, na capital paulista. Conhecido como Paulo Preto, o ex-diretor atuou em gestões do PSDB no governo paulista.

O mandado de prisão foi executado pela PF em cumprimento a uma decisão da 5ª Vara Criminal Federal no estado, que também expediu mandados contra mais quatro pessoas. Paulo Preto é acusado de desviar em espécie e em imóveis, entre os anos de 2009 e 2011, o total de R$ 7,7 milhões (valores da época).  A PF também cumpriu busca e apreensão na residência do ex-diretor da Dersa.

Os réus respondem pelos crimes de formação de quadrilha, peculato e inserção de dados falsos em sistema público de informação.

Em nota divulgada quando foi apresentada a denúncia, a defesa alegou que a ação era "contrária à própria conclusão da auditoria e das investigações internas, que inocentaram Paulo Vieira de Souza de qualquer ato ilícito ou favorecimento a quem quer que seja. Igualmente, a denúncia não se ampara nos elementos informativos colhidos no inquérito policial, que mostraram que ele não cometeu qualquer crime".

Defesa

Em nota, a defesa de Paulo Preto informa que a prisão não tem qualquer relação com a Operação Lava Jato. A prisão foi decretada no âmbito do processo sobre supostas irregularidades ocorridas em desapropriações para a construção do Rodoanel Sul.

Para a defesa, a medida é arbitrária, sem fundamentos legais, além de desnecessária diante do perfil e da rotina do investigado, sempre à disposição da Justiça.

Doria quer realizar ações até o dia que deixará a Prefeitura (Foto: Marco Ambrosio/Futura Press/AE)

Cidade

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), declarou, neste fim de semana, que pretende manter o contato da Parceria Público-Privada (PPP) da Iluminação, de R$ 6,9 bilhões. Segundo ele, a suspensão ocorrerá apenas caso seja comprovado o “favorecimento” do vencedor da licitação, o Consórcio FM Rodrigues/CLD. 

Na quarta-feira, 21, a então diretora do Departamento de Iluminação Pública (Ilume), Denise Abreu, foi demitida após a divulgação de uma gravação de áudio na qual menciona o suposto pagamento de propina no processo da PPP. O caso é investigado pelo Ministério Público Estadual de São Paulo.

Após a demissão de Denise, o procurador municipal Paulo Nanini foi indicado para ocupar a diretoria do Ilume. “Já fizemos o afastamento da Denise Abreu. A investigação está com a Controladoria [Geral do Município] e a gente abriu espaço para a Promotoria investigar”, afirmou o prefeito.

Denise Abreu é alvo de investigação do Ministério Público (Foto: Reprodução/Facebook)

Cidade

O prefeito de São Paulo, João Doria, agiu rápido e demitiu, nesta quarta, a diretora do Departamento de Iluminação Pública (Ilume), Denise Abreu. Ela foi exonerada após a divulgação de áudio em que menciona suposta propina e favorecimento da empresa FM Rodrigues, vencedora da parceria público-privada (PPP) da Iluminação, contrato de 20 anos que vai custar R$ 6,9 bilhões.

Por meio de nota, a Prefeitura informou que Doria determinou a instauração de procedimento investigatório pela Controladoria Geral do Município sobre as declarações veiculadas pela imprensa e sobre a regularidade da PPP. “O prefeito determinou ainda que a CGM auxilie o Ministério Público no que for necessário”, diz.

Na conversa, Denise ainda mencionou que, em razão de um suposto fim da PPP, cessariam supostos pagamentos feitos pela empresa a funcionários da pasta.

Na gravação, Denise Abreu menciona que seria o último mês, porque a empresa não teria mais contrato. “Eu vou te dar os seus três. Mas a empresa FM Rodrigues não tem mais contrato e eu não vou ter como arcar daqui pra frente com isso. É o último mês. Simplesmente, não tem como”. O procurador municipal Paulo Nanini foi nomeado, ainda nesta quarta, como novo diretor do Ilume.

Denise Abreu e Ilume negam fraude em licitação 

A ex-diretora do Ilume, Denise Abreu, nega que tenha praticado qualquer irregularidade e disse que irá esclarecer “todas as acusações infundadas”.

Ela ressalta que não poderia interferir na PPP da Iluminação, pois “não teve a participação na Comissão Especial de Licitação e nem competência legal para assinar contrato”. A Prefeitura de São Paulo informou “que todas as ações da Comissão Especial de Licitação foram publicadas no Diário Oficial.”

“O consórcio Walks foi excluído do certame por ser integrado pela empresa Quaatro, controladora da Alumini, que foi declarada inidônea pelo Ministério da Transparência, o que a impede da participação de licitações e/ou firmar contratos nas três esferas do Governo.”

O Consórcio Walks disse, em nota, que seguiu à risca as exigências do edital da PPP da Iluminação. A FM Rodrigues e a WTorre não se manifestaram.

Presença da atriz Daisy Ridley, que interpreta Rey, como protagonista em Star Wars, incomoda alguns fãs da franquia (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Em entrevista para o site IndieWire, o diretor e produtor J J. Abrams comentou as críticas feitas ao filme "Star Wars: Os Últimos Jedi", que estreou nos cinemas em dezembro de 2017. Logo após a estreia, um grupo de fãs começou a reclamar nas redes sociais que o filme, dirigido e escrito por Rian Johnson, tinha sido feito para "agradar feministas e justiceiros sociais" e que "transformava homens e brancos em vilões". 
 

Segundo o diretor, quem criticou o filme se sentiu ameaçado pelo aumento da representação feminina na saga. "O problema deles não é com 'Star Wars'. O problema deles é que eles se sentem ameaçados. A galáxia de 'Star Wars' é bem grande e é possível encontrar qualquer coisa que você queira por lá", disse Abrams, que dirigiu "Star Wars: O Despertar da Força".

"Se você é alguém que se sente ameaçado por mulheres e precisa descontar sua raiva nelas, então você encontrará um inimigo em 'Star Wars'. Essas pessoas podem assistir ao primeiro filme, "Uma Nova Esperança", e dizer que a Leia era muito respondona ou que era muito durona. Alguém que quer encontrar um problema em algo vai encontrar. Parece que a internet foi feita para isso", concluiu.

O Episódio IX, ainda sem nome definido, será dirigido por J.J. Abrams e está com estreia prevista para o dia 19 de dezembro de 2019. Antes disso, em 24 de maio de 2018, chega aos cinemas o spin-off "Han Solo: Uma História Star Wars".

VEJA NOSSA EDIÇÃO DO DIA

Infantino afirmou que a Copa foi a melhor de todas por causa da arbitragem (Foto: Kin Saito/ CBF)

Copa 2018

França conquistou seu segundo título mundial em 20 anos (Foto: Reprodução/Instagram)

Copa 2018

Presidente da Fifa se esquivou de perguntas políticas (Foto: Fotos Públicas)

Copa 2018

Jogador admite que na Eurocopa havia um clima de "já ganhou" (Foto: Reprodução/Facebook)

Copa 2018
Ainda não possui um cadastro? Registre-se

ou

Articulistas

Colunistas

Pré-candidato à Presidência errou ao ofender promotora (Foto: JAÉLCIO SANTANA/Fotos Públicas)

Opinião

União em São Paulo ajudou Centrão a se decidir em nível nacional. Agora, partidos que fazem parte deste grupo vão apoiar Alckmin (Foto: Renato S. Cequeira/Futura Press/AE)

Opinião

Jardim Botânico de Curitiba é um dos mais famosos do Brasil (Foto: Daniel Castellano/SMCS/Fotos Públicas)

Opinião

Ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles não está bem nas pesquisas, mas ele se mantém otimista (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABR)

Opinião