Caruso se envolveu em discussão na casa (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Após a eliminação de Patrícia na terça-feira, 13, os ânimos seguiram acirrados na casa. Quem achou que participantes do Grupo dos Sete (agora apenas três) iriam rever seus conceitos, se enganou. Logo depois da saída de uma das mentoras da combinação de votos nas primeiras semanas, Caruso foi tirar satisfação com Ana Clara, dizendo que ela não tem humildade.

A ruiva não gostou e uma discussão se iniciou na cozinha. “Eu já falei mais de uma vez que não gosto do seu tom”. Ele disse que ela “torceu o nariz” depois da briga dele com Ayrton, pai de Ana, o chamando de “bunda mole”.

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Empresário ficou muito próximo de Jéssica na casa

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Eliminado do "Big Brother Brasil 18", na terça-feira, 27, o empresário Lucas viveu duas situações constrangedoras após o anúncio de sua saída da casa. Primeiro, logo após ver que sua noiva, Ana Lúcia, não estava na plateia o esperando, o apresentador Tiago Leifert revelou os motivos da sua rejeição junto ao público. “O pessoal não gostou do seu relacionamento com a Jéssica”, disse.

“Eu só quero abraçar a minha mulher”, comentou o ex-participante. Depois, em entrevista à vice-campeã do ano passado, Vivian Amorim, ele recebeu um “bem-casado”, diretamente de Taubaté. Acontece que ele foi comparado à “grávida de Taubaté”, sendo apelidado de “noivo de Taubaté” nas redes sociais. Isso por conta de uma suposta infidelidade do rapaz dentro da casa.

“Você recebeu esse apelido aqui fora”, disse a moça. “Por causa da grávida de Taubaté? Uma coisa falsa, né?”, respondeu ele, cabisbaixo. Enquanto declarava seu amor por Ana Lúcia, ele quase viveu um romance com a loira Jéssica no BBB. Eles não se beijaram na boca, mas trocaram carícias em baixo do edredom.

Diego e Caruso, mentores do “Grupo dos Sete”, ficaram no reality após a disputa contra o Lucas no Paredão.

Caruso é um dos cotados para deixar o reality (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

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A cada paredão do Big Brother Brasil 18, o grupo que dominou a votação nas primeiras indicações do reality vai perdendo força dentro da casa.
Não bastassem as eliminações da bruxinha Ana Paula, com 89% dos votos, e da jornalista Nayara, com 92%, a turma corre o risco de ver mais uma participação encerrada.

Isso porque dois jogadores estão na berlinda: Diego e Caruso, que foram os mentores do Grupo dos Sete. O empresário Lucas também está entre os indicados, mas parece ser coadjuvante neste paredão. Depois da indicação, anteontem, Caruso voltou a discutir com Jéssica, enquanto Lucas se irritou com Kaysar

A tensa noite de eliminação do BBB 18 começa às 22h, horário de Brasília, na Rede Globo.

Casal Breno e Paula trocaram beijos quentes durante festa no reality show (Foto: Divulgação/TV Globo)

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Mesmo não tendo como tema principal o amor, a festa de quarta-feira, 21, levou um clima romântico ao Big Brother Brasil 18. Os participantes reproduziram uma brincadeira em que levavam um papel, com a boca, entre eles. Gleici, que está com os dois olhos em Wagner, aproveitou para trocar vários selinhos com o affair.


Ambos saíram da festa, a certa altura, e foram para debaixo do edredrom. Não é possível saber se rolou algo a mais ali. Enquanto isso, Mahmoud também não ficou de fora das beijocas. Ele foi com tudo para cima de Caruso e tascou-lhe um beijo no canto da boca. Lucas e Diego também deram um selinho durante a brincadeira.


Durante a festa, o galã Breno finalmente ficou com Paula. Ela se justificou com Ana Clara, da Família Lima, que garantiu não ter ficado chateada. Pouco depois de irem dormir, Lucas e Jéssica também foram flechados pelo cupido, mas resistiram bravamente e ficaram só nas carícias. Depois de quase beijá-lo, ela admitiu. “Estou até tremendo”, falou, baixinho.


Observadora, Patrícia vai brincar com Gleici, enquanto ela procura uma sandália. “Não perdeu embaixo do edredom?”, disse. Depois, uma das mentoras do “Grupo dos Sete” comenta com Diego que a acreana está desesperada para “fincar” um casal e se estabelecer na casa.

Nayara foi a última eliminada do programa (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

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Que o Big Brother Brasil é um grande fenômeno de audiência, não é novidade. Mas a edição deste ano do reality show tem causado um entusiasmo excessivo no público votante do programa: o BBB 18 tem os dois maiores recordes de rejeição em um Paredão triplo da história.

Ontem foi a vez de Nayara sofrer a reprovação dos espectadores. Ela teve pouco mais de 92% dos votos, contra apenas 4% de Mahmoud e 3% de Gleici. O apresentador Tiago Leifert foi enfático. “Cuidado ao falar que você representa alguma coisa, porque você pode esquecer de se defender aí dentro”, disse. A participante dizia que era representante do movimento negro dentro da casa.

Uma semana antes, foi a vez da “bruxinha” Ana Paula sofrer com a escolha do público. Ela foi eliminada com 89% dos votos, em disputa contra a família Lima (formada por Ana Clara e Ayrton) e Paula. O terceiro e o quarto lugar desse ranking ingrato são do ano passado: respectivamente, Elis e Roberta foram rejeitadas por 80 e 79% do público na edição.

É fácil explicar a maior reprovação da história do BBB para Nayara. Apesar de votar com o “Grupo dos sete”, encabeçado por Diego e Patrícia, ela criou duas intrigas relevantes ao fofocar, para Lucas, sobre conversas reservadas com Caruso e Wagner. Isso gerou descontentamento não só na casa, mas o público mostrou que também não gostou do falatório.

Clima esquenta em reality show da Globo

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Depois da saída de Ana Paula do Big Brother Brasil 18, Mahmoud, seu principal desafeto, novamente causou polêmica na casa. Ele ajudou Ana Clara a cozinhar, mas ambos estão em grupos separados e isso é proibido pelas regras do programa. Exaltado, Caruso foi tirar satisfação com o sexólogo e a noite foi agitada.

“Eu nem encostei na panela”, justificou Mahmoud. “Da outra vez, você comeu um negócio e não falou nada. Você é um moleque”, disparou o publicitário. “Foi sem querer, porque se fosse por querer, eu ia comer um brigadeiro, uma banana”, retrucou o sexólogo. A partir daí, a discussão ficou mais acalorada. “Você é um bunda mole. Seja homem”, gritou Caruso.

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Alckmin é o candidato que mais tem batido na polarização (Foto: José Cruz/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

A polarização da disputa presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) nas eleições 2018, indicada pelas recentes pesquisas de intenção de voto Ibope e Datafolha, tem feito adversários subirem o tom contra os candidatos que lideram a corrida em seus programas de TV e rádio. Nos programas que foram ao ar nesta quinta-feira, 20, os presidenciáveis Geraldo Alckmin (PSDB) e Henrique Meirelles (MDB) fizeram ataques diretos a Bolsonaro e Haddad. "De um lado, a turma de vermelho, que quer o fim da Lava Jato para encobrir o maior caso de corrupção da história; do outro, a turma do preconceito, da intolerância e do ódio a tudo e todos", diz o tucano no programa. Alckmin ainda disse que o Brasil já elegeu "um poste vermelho", em referência a Dilma Rousseff (PT), sucessora indicada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e que não pode entrar "de novo em uma aventura, de um candidato que se diz o novo", em referência a Fernando Collor (hoje no PTC, que foi presidente pelo PRN). Já Meirelles apostou no discurso de que o Brasil precisa de um governo que imponha confiança. Com recortes de jornais em que mostra notícias relacionadas a Bolsonaro e ao PT, disse que ninguém confia em gente "desequilibrada" ou "corrupta". "Confiança é a chave que abre todas as portas", diz Meirelles. "Quando você pede uma indicação para cuidar dos seus filhos, você pergunta se a pessoa é de confiança. A mesma coisa acontece com o País. As empresas precisam confiar no governo para fazer investimentos, criar empregos. Ou você acha que vão confiar num governo de alguém despreparado, desequilibrado ou corrupto? Claro que não." Terceiro colocado nas pesquisas, Ciro Gomes (PDT) mostrou seu currículo e da proposta de limpar o nome de pessoas negativadas no SPC e Serasa. Atual quinta colocada nos levantamentos, Marina Silva (Rede) falou sobre fazer investimentos na saúde e na educação, ao lado de seu vice Eduardo Jorge (PV).

Mesmo no hospital, presidenciável mantém declarações em tom de campanha (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Há exatos 13 dias Jair Bolsonaro foi transferido da Santa Casa de Juiz de Fora (MG) para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Mas, apesar de um susto aqui e outro ali, o presidenciável está bem ativo, como demonstram os boletins médicos e sua assídua presença nas redes sociais. Ontem, o candidato do PSL agiu rápido e buscou contornar uma declaração de Paulo Guedes, seu conselheiro econômico e nome escolhido para ocupar o Ministério da Fazenda, em caso de vitória do ex-militar. Guedes propôs a criação de um tipo de CPMF, a partir da qual o cidadão pagaria uma taxa sobre qualquer movimentação bancária, que seria destinada ao financiamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Mas, via Twitter, Bolsonaro destacou que sua equipe “trabalha para a redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é nosso lema! Somos e faremos diferente. Esse é o Brasil que queremos”. O posicionamento do candidato vai ao encontro do que pede a sociedade brasileira, que sente o peso de viver no país com a maior carga tributária de toda a América Latina e Caribe. Em 2016, por exemplo, tudo que as três esferas de governo arrecadaram equivaleram a 32,38% do PIB, depois de subir por dois anos consecutivos. Mas, de fato, o novo presidente terá de encarar a questão fiscal do País, que todos comentam, mas que ninguém até agora conseguiu resolver. E o sucessor de Temer não estará imune a isso, pois herdará uma casa desorganizada. Portanto, a ele caberá construir acordos visando a, entre outras coisas, alcançar a estabilidade fiscal. Aumentar impostos pode ser um caminho necessário e o mais fácil. No entanto, não será possível fechar os olhos a temas espinhosos, como previdência, funcionalismo, salário mínimo e, claro, reforma tributária, que certamente, fazem parte da solução.

Ciro Gomes diz rejeitar estratégia e que o “voto útil é um insulto à experiência popular” (Foto: Leo Canabarro/Fotos Públicas)

Opinião

Em muitas eleições há o candidato ideal e o útil. E, nesta, muitos apostam que, no final, o eleitor que ainda não tem o voto consolidado ou que teme um segundo turno polarizado entre PT e Jair Bolsonaro abra mão da paixão, ideologia, apreço ou preferência por determinado candidato (que não tem chance de vencer) e faça uma escolha estratégica e tática na tentativa de evitar a vitória daquele a quem rejeita. Ciro Gomes disse abrir mão desta possibilidade. Segundo ele, “voto útil é insulto à experiência popular”, e disse querer ser eleito por aqueles que o consideram uma saída para o Brasil e não por quem “não queria votar em outro”. Mas esse não é pensamento do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tenta atrair o eleitorado de João Amoêdo (Novo), Henrique Meirelles (MDB), Álvaro Dias (Podemos) e também de Marina Silva (Rede), ao mesmo tempo que faz um chamamento ao voto anti-PT e fustiga a candidatura de Bolsonaro. “A nossa percepção é que Haddad vai para o segundo turno. Já o voto em Bolsonaro não está cristalizado”, disse João Carlos Meirelles, conselheiro próximo de Alckmin, aparentemente alheio às pesquisas, que mostram que os eleitores de Bolsonaro são os mais convictos. Cerca de 70% deles dizem que não mudará sua decisão ou que a escolha é “firme”, segundo o penúltimo Ibope (11 de setembro), número levemente superior ao de Haddad. Mas a estratégia de atacar pesadamente o ex-capitão do Exército e líder nas pesquisas não é consenso nem entre aqueles que conduzem a campanha de Alckmin. Uma ala da coligação quer que os ataques mirem apenas o PT, e não no candidato do PSL. E mesmo Marina briga por seu lugar ao sol. Depois de perder terreno, a acreana vem se colocando como aquela capaz de fazer um governo de transição, com duração de apenas quatro anos e sem direito a reeleição. Se estes discursos vão funcionar é o que se verá nos próximos dias. O certo é que ainda existe um amplo segmento insatisfeito com mais uma eleição marcada pela radicalização e polarização, que sonha com um nome de consenso e capaz de trazer normalidade ao País. Isso seria bastante útil, mas, aparentemente, está cada vez mais difícil.

Candidatos com ideias opostas crescem em pesquisa (Fotos: Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação e Paulo Lopes/AE)

Nacional

O crescimento de Fernando Haddad (PT) na semana que foi oficializado como candidato do PT à Presidência aumentou as chances de um segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e o petista, afirma a diretora executiva do Ibope Inteligência, Marcia Cavallari. Na pesquisa divulgada pelo instituto nesta noite de terça-feira, 18, Haddad cresceu 11 pontos em relação ao levantamento apresentado no último dia 11, indo de 8% para 19% das intenções de voto e se isolando em segundo lugar. Bolsonaro continua liderando o cenário, com 28% - ele tinha 26% há uma semana. "Com esse crescimento de Haddad, a probabilidade de haver segundo turno entre ele e Bolsonaro aumentou significativamente, embora não se possa descartar totalmente outros cenários", disse Marcia Cavallari ao Estadão/Broadcast Político. No cenário em que os dois se enfrentam na segunda etapa da eleição, há um empate: 40% a 40%. O Ibope ouviu 2.506 eleitores de 16 a 18 de setembro em 177 municípios. A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09678/2018.
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