15
Qui, Nov

Caruso se envolveu em discussão na casa (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Após a eliminação de Patrícia na terça-feira, 13, os ânimos seguiram acirrados na casa. Quem achou que participantes do Grupo dos Sete (agora apenas três) iriam rever seus conceitos, se enganou. Logo depois da saída de uma das mentoras da combinação de votos nas primeiras semanas, Caruso foi tirar satisfação com Ana Clara, dizendo que ela não tem humildade.

A ruiva não gostou e uma discussão se iniciou na cozinha. “Eu já falei mais de uma vez que não gosto do seu tom”. Ele disse que ela “torceu o nariz” depois da briga dele com Ayrton, pai de Ana, o chamando de “bunda mole”.

BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS

Empresário ficou muito próximo de Jéssica na casa

Fora dos Trilhos

Eliminado do "Big Brother Brasil 18", na terça-feira, 27, o empresário Lucas viveu duas situações constrangedoras após o anúncio de sua saída da casa. Primeiro, logo após ver que sua noiva, Ana Lúcia, não estava na plateia o esperando, o apresentador Tiago Leifert revelou os motivos da sua rejeição junto ao público. “O pessoal não gostou do seu relacionamento com a Jéssica”, disse.

“Eu só quero abraçar a minha mulher”, comentou o ex-participante. Depois, em entrevista à vice-campeã do ano passado, Vivian Amorim, ele recebeu um “bem-casado”, diretamente de Taubaté. Acontece que ele foi comparado à “grávida de Taubaté”, sendo apelidado de “noivo de Taubaté” nas redes sociais. Isso por conta de uma suposta infidelidade do rapaz dentro da casa.

“Você recebeu esse apelido aqui fora”, disse a moça. “Por causa da grávida de Taubaté? Uma coisa falsa, né?”, respondeu ele, cabisbaixo. Enquanto declarava seu amor por Ana Lúcia, ele quase viveu um romance com a loira Jéssica no BBB. Eles não se beijaram na boca, mas trocaram carícias em baixo do edredom.

Diego e Caruso, mentores do “Grupo dos Sete”, ficaram no reality após a disputa contra o Lucas no Paredão.

Caruso é um dos cotados para deixar o reality (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

A cada paredão do Big Brother Brasil 18, o grupo que dominou a votação nas primeiras indicações do reality vai perdendo força dentro da casa.
Não bastassem as eliminações da bruxinha Ana Paula, com 89% dos votos, e da jornalista Nayara, com 92%, a turma corre o risco de ver mais uma participação encerrada.

Isso porque dois jogadores estão na berlinda: Diego e Caruso, que foram os mentores do Grupo dos Sete. O empresário Lucas também está entre os indicados, mas parece ser coadjuvante neste paredão. Depois da indicação, anteontem, Caruso voltou a discutir com Jéssica, enquanto Lucas se irritou com Kaysar

A tensa noite de eliminação do BBB 18 começa às 22h, horário de Brasília, na Rede Globo.

Casal Breno e Paula trocaram beijos quentes durante festa no reality show (Foto: Divulgação/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Mesmo não tendo como tema principal o amor, a festa de quarta-feira, 21, levou um clima romântico ao Big Brother Brasil 18. Os participantes reproduziram uma brincadeira em que levavam um papel, com a boca, entre eles. Gleici, que está com os dois olhos em Wagner, aproveitou para trocar vários selinhos com o affair.


Ambos saíram da festa, a certa altura, e foram para debaixo do edredrom. Não é possível saber se rolou algo a mais ali. Enquanto isso, Mahmoud também não ficou de fora das beijocas. Ele foi com tudo para cima de Caruso e tascou-lhe um beijo no canto da boca. Lucas e Diego também deram um selinho durante a brincadeira.


Durante a festa, o galã Breno finalmente ficou com Paula. Ela se justificou com Ana Clara, da Família Lima, que garantiu não ter ficado chateada. Pouco depois de irem dormir, Lucas e Jéssica também foram flechados pelo cupido, mas resistiram bravamente e ficaram só nas carícias. Depois de quase beijá-lo, ela admitiu. “Estou até tremendo”, falou, baixinho.


Observadora, Patrícia vai brincar com Gleici, enquanto ela procura uma sandália. “Não perdeu embaixo do edredom?”, disse. Depois, uma das mentoras do “Grupo dos Sete” comenta com Diego que a acreana está desesperada para “fincar” um casal e se estabelecer na casa.

Nayara foi a última eliminada do programa (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Que o Big Brother Brasil é um grande fenômeno de audiência, não é novidade. Mas a edição deste ano do reality show tem causado um entusiasmo excessivo no público votante do programa: o BBB 18 tem os dois maiores recordes de rejeição em um Paredão triplo da história.

Ontem foi a vez de Nayara sofrer a reprovação dos espectadores. Ela teve pouco mais de 92% dos votos, contra apenas 4% de Mahmoud e 3% de Gleici. O apresentador Tiago Leifert foi enfático. “Cuidado ao falar que você representa alguma coisa, porque você pode esquecer de se defender aí dentro”, disse. A participante dizia que era representante do movimento negro dentro da casa.

Uma semana antes, foi a vez da “bruxinha” Ana Paula sofrer com a escolha do público. Ela foi eliminada com 89% dos votos, em disputa contra a família Lima (formada por Ana Clara e Ayrton) e Paula. O terceiro e o quarto lugar desse ranking ingrato são do ano passado: respectivamente, Elis e Roberta foram rejeitadas por 80 e 79% do público na edição.

É fácil explicar a maior reprovação da história do BBB para Nayara. Apesar de votar com o “Grupo dos sete”, encabeçado por Diego e Patrícia, ela criou duas intrigas relevantes ao fofocar, para Lucas, sobre conversas reservadas com Caruso e Wagner. Isso gerou descontentamento não só na casa, mas o público mostrou que também não gostou do falatório.

Clima esquenta em reality show da Globo

Fora dos Trilhos

Depois da saída de Ana Paula do Big Brother Brasil 18, Mahmoud, seu principal desafeto, novamente causou polêmica na casa. Ele ajudou Ana Clara a cozinhar, mas ambos estão em grupos separados e isso é proibido pelas regras do programa. Exaltado, Caruso foi tirar satisfação com o sexólogo e a noite foi agitada.

“Eu nem encostei na panela”, justificou Mahmoud. “Da outra vez, você comeu um negócio e não falou nada. Você é um moleque”, disparou o publicitário. “Foi sem querer, porque se fosse por querer, eu ia comer um brigadeiro, uma banana”, retrucou o sexólogo. A partir daí, a discussão ficou mais acalorada. “Você é um bunda mole. Seja homem”, gritou Caruso.

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

A solução dos problemas começa com um diálogo franco e aberto. Daí ser louvável a reunião agendada para hoje, em Brasília, entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e os 27 novos governadores do País. Todos eles têm um grande desafio pela frente, mas, evidentemente, se trabalharem em parceria, e não boicotando o que pode ser bom para o Brasil, haverá grande chance de que os remédios necessários sejam encontrados e o trabalho seja bem feito. Os futuros chefes do Executivo estadual têm muito a contribuir com o presidente eleito. E, politicamente, também têm muito a ganhar, quando o projeto deste novo Brasil der certo. Percebe-se que, aos poucos, as nuvens negras de uma campanha desgastante vão se dissipando, a razão começa a prevalecer e, ao invés de torcer contra, é cada vez maior o número daqueles que preferem alimentar a esperança que a descrença. Aliás, uma célebre frase do escritor latino Públio Siro, diz que “quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.” A hora não é para isso. Na verdade, o momento pede que se dê crédito aos novos condutores da Nação e que se guardem as pedras previamente preparadas para serem jogadas na vidraça. E muitos dos novos governadores estão dispostos a ajudar Bolsonaro, inclusive na aprovação da reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas do País. Por sua vez, a maioria das Unidades da Federação também está com suas contas no vermelho, por gastarem mais do que arrecadam, e esperam suporte da União para manter a máquina funcionando. Relatório do Tesouro Nacional, por exemplo, apontou que 16 Estados mais o DF descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal no ano passado, ao destinar mais de 60% da receita para o pagamento de salários e aposentadorias. Assim, sobra cada vez menos para serviços básicos, como segurança e educação. Os problemas são complexos, daí a necessidade do diálogo e da busca por novas perspectivas. E a reunião de hoje em Brasília, com Bolsonaro e os governadores, oferece exatamente esta oportunidade. Desde agora, a capacidade de cada um deles estará colocada à prova, mas já começam bem, buscando o apoio e o entendimento mútuo, ao invés da divisão pura e simples. No final, quem ganha mesmo com isso é o Brasil e os brasileiros. Ainda bem!
or
or

Articulistas

Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

Opinião

O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

Opinião