20
Sáb, Out

Filho de Will Smith afirma que ama o Brasil (Foto: Reprodução/Instagram)

Fora dos Trilhos


Na última terça-feira, 17, Jaden Smith, filho do ator Will Smith, foi alvo de um comentário considerado racista feito pelo humorista Rodrigo Fernandes, o Jacaré Banguela.

Três dias após ter sido um dos assuntos mais comentados do País nas redes sociais, Jaden resolveu escrever algumas mensagens direcionadas a seu público brasileiro - inclusive em português.

Na quinta-feira, 19, Jaden havia publicado "I Love You Brazil", ou seja, "Eu te amo, Brasil". Hoje, porém, ele foi além e publicou uma frase inteira em português: "Como os espelhos podem ser reais se nossos olhos não são reais".

Trata-se da tradução de uma frase publicada por ele em um tuíte de maio de 2013, há cinco anos.

Posteriormente, o cantor também aproveitou para fazer propaganda de seu trabalho em nossa língua: "Brasil, confira meu novo álbum".

Polêmica

"Tenho quase certeza que o filho do Will Smith me pediu dinheiro ontem na esquina da Rua Haddock Lobo dizendo que tava olhando meu carro", escreveu o Jacaré Banguela em seu perfil no Twitter, ao lado de uma foto em que Jaden aparecia com seu pai na final da Copa do Mundo.

Internautas apontaram racismo na publicação, que foi posteriormente apagada pelo humorista.

BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS

"Pensei que tivesse a pegado na favela", teria dito o policial (Reprodução/Facebook)

Esporte

A campeã olímpica Rafaela Silva usou o Twitter para desabafar sobre uma abordagem de policiais na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 22.

Segundo a judoca, medalha de ouro na categoria 57 kg na Rio-2016, ela estava em um táxi a caminho de sua casa, em Jacarepaguá, na zona oeste da capital fluminense.

Então, policiais dentro de uma viatura passaram por lado do veículo e pediram para o taxista parar.
Ainda de acordo com a campeã, um policial interrogou o motorista, enquanto outro questionou Rafaela. Ambos tiveram que sair do carro. “Você trabalha onde?”, perguntou o PM. “Não trabalho. Sou atleta”, respondeu a judoca. Nesta hora, o policial a reconheceu e permitiu que ela entrasse novamente no táxi.


Depois, em diálogo com o taxista, Rafaela soube que o policiou o questionou: “Onde você a pegou?”. O motorista, então, teria dito que ela era do judô e que havia iniciado a corrida no aeroporto. O policial, supostamente, disse: “Pensei que havia a pegado na favela”.
Após relatar a história, Rafael terminou a série de tweets com uma pergunta: “Esse preconceito vai até aonde?”. A mensagem teve 7, 2 mil curtidas, 422 comentários e 2, 7 mil compartilhamentos até as 10h desta sexta, 23.

Rafael Silva Reprodução Twitter

Tweets da judica Rafaela Silva (Foto: Reprodução/Twitter)

Apesar da provocação de Trump, Oprah nega que vá se candidatar à presidência dos EUA (Foto: Reprodução/ Facebook)

Mundo

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter achado a apresentadora de televisão, empresária e atriz Oprah Winfrey "muito insegura", depois de ter assistido a seu programa "60 Minutes".
 

Em tuíte publicado nesta madrugada, Trump disse que Oprah fez perguntas tendenciosas aos participantes do programa e que os fatos apresentados estavam incorretos.

Rumores vêm circulando de que Oprah poderá se candidatar à presidência dos EUA em 2020 desde que ela fez um discurso contra assédio e racismo no Globo de Ouro 2018, no mês passado. Oprah nega ter planos de concorrer.

Na mensagem no Twitter, Trump também disse esperar que Oprah se candidate "para que ela seja exposta e derrotada, assim como todos os outros."

Corinthians tem que vencer por um gol de diferença para levar a decisão para os pênaltis ou dois gols para se classificar direto (Foto: Daniel Augusto Jr./ Ag. Corinthians)

Futebol

O Corinthians saiu atrás nas quartas de final do Campeonato Paulista 2018, com a derrota por 3 a 2 para o Bragantino, no domingo, 18, no Pacaembu. O técnico Fábio Carille chamou atenção para o foco da equipe, principalmente nas bolas aéreas.

Outro fator que o incomodou foi a quantidade de erros que sua equipe cometeu, mesmo tendo maior posse de bola (64% x 36%). O time de Itaquera também chutou 17 vezes ao gol, cinco a mais que o adversário. Carille não escondeu sua insatisfação com o placar,.

“Fizemos um jogo abaixo do normal, erramos muitos passes. Tomamos dois gols de bola parada, não é algo tático. Faltou concentração. Apesar de ser um ponto forte do adversário. Então agora temos que ter concentração. O resultado pela diferença de um gol leva a decisão para os pênaltis”, falou.

O time visitante controlou bem o jogo e se expôs pouco na primeira etapa, levando perigo ao gol do Bragantino. Porém, na segunda etapa, a partida esquentou e o Corinthians não manteve a calma que teve durante os primeiros 45 minutos. A equipe treinada por Marcelo Veiga foi efetiva nas oportunidades que construiu e saiu na frente no confronto de 180 minutos.

“Todos têm consciência que podem mais. O segundo gol coloco como mérito, mas os outros foram de bola parada. O Bragantino fez um bom jogo sim, mas devíamos ser melhores”, completou o treinador.

O jogo de volta acontece na quinta-feira, 22, na Arena Corinthians, às 20h. A equipe de Bragança Paulista joga pelo empate, enquanto o atual campeão do torneio deve vencer por, no mínimo, dois gols de diferença.

Atleta também pediu mais respeito a jogadores estrangeiros (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O atacante corintiano Romero afirmou nesta terça-feira que não quis dizer que o Santos era um time pequeno em sua história e se referia apenas sobre o resultado da partida no Pacaembu - empate por 1 a 1 - ao provocar o rival após o clássico do último domingo. O Corinthians vencia por 1 a 0, gol de Renê Junior, e o time da Vila Belmiro empatou a partida no final do segundo tempo. O jogador preferiu falar em espanhol para não ter problemas de interpretação.
 

"Nunca falei pela grandeza do Santos, nunca disse que Santos não tinha história, como escutei. Nunca disse que Santos não tem troféu. Só disse pelo que aconteceu dentro da partida. Como vocês jornalistas disseram que foi uma das melhores partidas do campeonato, eu disse que em uma partida dessa grandeza comemorar o empate, só disse por esse jogo. Em nenhum momento disse que o Santos não tinha história, não teve Pelé, não teve Neymar e não teve Robinho. Vou repetir para que não me entendam mal", afirmou o atacante em pronunciamento na tarde desta terça-feira no CT Joaquim Grava.

Por outro lado, o jogador reclamou das críticas da imprensa brasileira que, segundo ele, são dirigidas aos jogadores estrangeiros. "Vi que a maioria dos jornalistas, não digo a torcida do Santos, se sentiram ofendidos. Por isso vi que muitos jornalistas são santistas. Mas queria deixar claro que assim como vocês se sentiram ofendidos, eu estou há quatro anos aqui no Brasil e, nas vezes que vocês me criticam dentro de campo, aceito, eu gosto das críticas para obviamente melhorar. Mas quando vocês falam da minha nacionalidade, do meu país, de onde eu nasci e da onde minha família é, aí eu não vou permitir. É extracampo", afirmou o paraguaio.

"Eu supostamente ofendi um clube, que é o Santos. E vocês estão, na maioria, insultando um país, que é diferente. É totalmente diferente de um clube, que é parte do futebol, tem esse folclore do futebol tratar que uma equipe que é menor. Mas se tratando do país é outra coisa. Não digo que agora que passou isso. Faz quatro anos que estou aqui. Não é só aqui no Corinthians que tem essa situação, não é só comigo, Kazim e Balbuena, e sim com outros estrangeiros que vêm jogar aqui no Brasil. Acho que tem que ter mais respeito com jogadores que vêm jogar aqui", reclamou o jogador.

Zagueiro se irritou com o corintiano Romero (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O zagueiro David Braz, do Santos, criticou o atacante corintiano Romero  ao responder um repórter na zona mista do Pacaembu, local do empate por 1 a 1 entre as duas equipes, em jogo válido pela décima rodada do Campeonato Paulista, neste domingo, 4.

De acordo com o defensor santista, o paraguaio é um moleque por tentar provocar os adversários durante as partidas e por chamar o clube praiano de “pequeno”.

“Ele é um moleque por falar uma besteira destas [chamar o Santos de pequeno]. Ele quer aparecer. Fica provocando, mas não caímos na catimba. Fomos para cima, conseguimos o empate e o Corinthians só não perdeu porque o árbitro [Luiz Flávio de Oliveira] não viu que a falta foi dentro da área [lance entre Balbuena e Citadini, no fim da partida]. Avisa ele que o Santos nunca caiu”, disse David Braz, referindo-se ao rebaixamento do Timão em 2007.

Durante o clássico, Romero se desentendeu com alguns santistas. Em um lance, o paraguaio caiu na beira do gramado e chegou a ser chutado por um jogador que estava no banco de reservas do Santos.

Com o resultado, o Peixe se classificou para as quartas de final do Paulista. Já o Corinthians precisa de uma vitória em duas partidas para avançar à próxima fase do Estadual.

Filme foi mencionado 35 milhões de vezes na rede social (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Após sua estreia em fevereiro, o filme Pantera Negra bateu recordes de bilheteria em diversos países e na última terça-feira, 20, tornou-se o filme mais citado no Twitter em toda a história da plataforma.

O filme foi mencionado mais de 35 milhões de vezes, de acordo com informações do Twitter ao Hollywood Reporter. Anteriormente, o filme sobre o qual as pessoas mais comentavam na plataforma era Star Wars: O Despertar da Força, de 2015, que agora está em segundo lugar. A terceira posição fica para Star Wars: Os Últimos Jedi, de 2017.

No último fim de semana, Pantera conquistou outro grande feito e se tornou o primeiro filme desde Avatar (2009) a liderar as vendas de bilheteria na América do Norte por cinco semanas seguidas.

O filme já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão (cerca de R$ 3,9 bilhões) no mundo inteiro - e é possível que o filme ultrapasse Os Vingadores, o longa de super-heróis com maior arrecadação da história.

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.
or
or

Articulistas

Colunistas

Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Decisão do STF preserva direito de trabalho à grávida, mesmo se ela desconhecer a gestação (Foto: André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas)

Opinião

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião