Filho de Will Smith afirma que ama o Brasil (Foto: Reprodução/Instagram)

Fora dos Trilhos


Na última terça-feira, 17, Jaden Smith, filho do ator Will Smith, foi alvo de um comentário considerado racista feito pelo humorista Rodrigo Fernandes, o Jacaré Banguela.

Três dias após ter sido um dos assuntos mais comentados do País nas redes sociais, Jaden resolveu escrever algumas mensagens direcionadas a seu público brasileiro - inclusive em português.

Na quinta-feira, 19, Jaden havia publicado "I Love You Brazil", ou seja, "Eu te amo, Brasil". Hoje, porém, ele foi além e publicou uma frase inteira em português: "Como os espelhos podem ser reais se nossos olhos não são reais".

Trata-se da tradução de uma frase publicada por ele em um tuíte de maio de 2013, há cinco anos.

Posteriormente, o cantor também aproveitou para fazer propaganda de seu trabalho em nossa língua: "Brasil, confira meu novo álbum".

Polêmica

"Tenho quase certeza que o filho do Will Smith me pediu dinheiro ontem na esquina da Rua Haddock Lobo dizendo que tava olhando meu carro", escreveu o Jacaré Banguela em seu perfil no Twitter, ao lado de uma foto em que Jaden aparecia com seu pai na final da Copa do Mundo.

Internautas apontaram racismo na publicação, que foi posteriormente apagada pelo humorista.

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"Pensei que tivesse a pegado na favela", teria dito o policial (Reprodução/Facebook)

Esporte

A campeã olímpica Rafaela Silva usou o Twitter para desabafar sobre uma abordagem de policiais na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 22.

Segundo a judoca, medalha de ouro na categoria 57 kg na Rio-2016, ela estava em um táxi a caminho de sua casa, em Jacarepaguá, na zona oeste da capital fluminense.

Então, policiais dentro de uma viatura passaram por lado do veículo e pediram para o taxista parar.
Ainda de acordo com a campeã, um policial interrogou o motorista, enquanto outro questionou Rafaela. Ambos tiveram que sair do carro. “Você trabalha onde?”, perguntou o PM. “Não trabalho. Sou atleta”, respondeu a judoca. Nesta hora, o policial a reconheceu e permitiu que ela entrasse novamente no táxi.


Depois, em diálogo com o taxista, Rafaela soube que o policiou o questionou: “Onde você a pegou?”. O motorista, então, teria dito que ela era do judô e que havia iniciado a corrida no aeroporto. O policial, supostamente, disse: “Pensei que havia a pegado na favela”.
Após relatar a história, Rafael terminou a série de tweets com uma pergunta: “Esse preconceito vai até aonde?”. A mensagem teve 7, 2 mil curtidas, 422 comentários e 2, 7 mil compartilhamentos até as 10h desta sexta, 23.

Rafael Silva Reprodução Twitter

Tweets da judica Rafaela Silva (Foto: Reprodução/Twitter)

Apesar da provocação de Trump, Oprah nega que vá se candidatar à presidência dos EUA (Foto: Reprodução/ Facebook)

Mundo

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter achado a apresentadora de televisão, empresária e atriz Oprah Winfrey "muito insegura", depois de ter assistido a seu programa "60 Minutes".
 

Em tuíte publicado nesta madrugada, Trump disse que Oprah fez perguntas tendenciosas aos participantes do programa e que os fatos apresentados estavam incorretos.

Rumores vêm circulando de que Oprah poderá se candidatar à presidência dos EUA em 2020 desde que ela fez um discurso contra assédio e racismo no Globo de Ouro 2018, no mês passado. Oprah nega ter planos de concorrer.

Na mensagem no Twitter, Trump também disse esperar que Oprah se candidate "para que ela seja exposta e derrotada, assim como todos os outros."

Corinthians tem que vencer por um gol de diferença para levar a decisão para os pênaltis ou dois gols para se classificar direto (Foto: Daniel Augusto Jr./ Ag. Corinthians)

Futebol

O Corinthians saiu atrás nas quartas de final do Campeonato Paulista 2018, com a derrota por 3 a 2 para o Bragantino, no domingo, 18, no Pacaembu. O técnico Fábio Carille chamou atenção para o foco da equipe, principalmente nas bolas aéreas.

Outro fator que o incomodou foi a quantidade de erros que sua equipe cometeu, mesmo tendo maior posse de bola (64% x 36%). O time de Itaquera também chutou 17 vezes ao gol, cinco a mais que o adversário. Carille não escondeu sua insatisfação com o placar,.

“Fizemos um jogo abaixo do normal, erramos muitos passes. Tomamos dois gols de bola parada, não é algo tático. Faltou concentração. Apesar de ser um ponto forte do adversário. Então agora temos que ter concentração. O resultado pela diferença de um gol leva a decisão para os pênaltis”, falou.

O time visitante controlou bem o jogo e se expôs pouco na primeira etapa, levando perigo ao gol do Bragantino. Porém, na segunda etapa, a partida esquentou e o Corinthians não manteve a calma que teve durante os primeiros 45 minutos. A equipe treinada por Marcelo Veiga foi efetiva nas oportunidades que construiu e saiu na frente no confronto de 180 minutos.

“Todos têm consciência que podem mais. O segundo gol coloco como mérito, mas os outros foram de bola parada. O Bragantino fez um bom jogo sim, mas devíamos ser melhores”, completou o treinador.

O jogo de volta acontece na quinta-feira, 22, na Arena Corinthians, às 20h. A equipe de Bragança Paulista joga pelo empate, enquanto o atual campeão do torneio deve vencer por, no mínimo, dois gols de diferença.

Atleta também pediu mais respeito a jogadores estrangeiros (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O atacante corintiano Romero afirmou nesta terça-feira que não quis dizer que o Santos era um time pequeno em sua história e se referia apenas sobre o resultado da partida no Pacaembu - empate por 1 a 1 - ao provocar o rival após o clássico do último domingo. O Corinthians vencia por 1 a 0, gol de Renê Junior, e o time da Vila Belmiro empatou a partida no final do segundo tempo. O jogador preferiu falar em espanhol para não ter problemas de interpretação.
 

"Nunca falei pela grandeza do Santos, nunca disse que Santos não tinha história, como escutei. Nunca disse que Santos não tem troféu. Só disse pelo que aconteceu dentro da partida. Como vocês jornalistas disseram que foi uma das melhores partidas do campeonato, eu disse que em uma partida dessa grandeza comemorar o empate, só disse por esse jogo. Em nenhum momento disse que o Santos não tinha história, não teve Pelé, não teve Neymar e não teve Robinho. Vou repetir para que não me entendam mal", afirmou o atacante em pronunciamento na tarde desta terça-feira no CT Joaquim Grava.

Por outro lado, o jogador reclamou das críticas da imprensa brasileira que, segundo ele, são dirigidas aos jogadores estrangeiros. "Vi que a maioria dos jornalistas, não digo a torcida do Santos, se sentiram ofendidos. Por isso vi que muitos jornalistas são santistas. Mas queria deixar claro que assim como vocês se sentiram ofendidos, eu estou há quatro anos aqui no Brasil e, nas vezes que vocês me criticam dentro de campo, aceito, eu gosto das críticas para obviamente melhorar. Mas quando vocês falam da minha nacionalidade, do meu país, de onde eu nasci e da onde minha família é, aí eu não vou permitir. É extracampo", afirmou o paraguaio.

"Eu supostamente ofendi um clube, que é o Santos. E vocês estão, na maioria, insultando um país, que é diferente. É totalmente diferente de um clube, que é parte do futebol, tem esse folclore do futebol tratar que uma equipe que é menor. Mas se tratando do país é outra coisa. Não digo que agora que passou isso. Faz quatro anos que estou aqui. Não é só aqui no Corinthians que tem essa situação, não é só comigo, Kazim e Balbuena, e sim com outros estrangeiros que vêm jogar aqui no Brasil. Acho que tem que ter mais respeito com jogadores que vêm jogar aqui", reclamou o jogador.

Zagueiro se irritou com o corintiano Romero (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O zagueiro David Braz, do Santos, criticou o atacante corintiano Romero  ao responder um repórter na zona mista do Pacaembu, local do empate por 1 a 1 entre as duas equipes, em jogo válido pela décima rodada do Campeonato Paulista, neste domingo, 4.

De acordo com o defensor santista, o paraguaio é um moleque por tentar provocar os adversários durante as partidas e por chamar o clube praiano de “pequeno”.

“Ele é um moleque por falar uma besteira destas [chamar o Santos de pequeno]. Ele quer aparecer. Fica provocando, mas não caímos na catimba. Fomos para cima, conseguimos o empate e o Corinthians só não perdeu porque o árbitro [Luiz Flávio de Oliveira] não viu que a falta foi dentro da área [lance entre Balbuena e Citadini, no fim da partida]. Avisa ele que o Santos nunca caiu”, disse David Braz, referindo-se ao rebaixamento do Timão em 2007.

Durante o clássico, Romero se desentendeu com alguns santistas. Em um lance, o paraguaio caiu na beira do gramado e chegou a ser chutado por um jogador que estava no banco de reservas do Santos.

Com o resultado, o Peixe se classificou para as quartas de final do Paulista. Já o Corinthians precisa de uma vitória em duas partidas para avançar à próxima fase do Estadual.

Filme foi mencionado 35 milhões de vezes na rede social (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Após sua estreia em fevereiro, o filme Pantera Negra bateu recordes de bilheteria em diversos países e na última terça-feira, 20, tornou-se o filme mais citado no Twitter em toda a história da plataforma.

O filme foi mencionado mais de 35 milhões de vezes, de acordo com informações do Twitter ao Hollywood Reporter. Anteriormente, o filme sobre o qual as pessoas mais comentavam na plataforma era Star Wars: O Despertar da Força, de 2015, que agora está em segundo lugar. A terceira posição fica para Star Wars: Os Últimos Jedi, de 2017.

No último fim de semana, Pantera conquistou outro grande feito e se tornou o primeiro filme desde Avatar (2009) a liderar as vendas de bilheteria na América do Norte por cinco semanas seguidas.

O filme já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão (cerca de R$ 3,9 bilhões) no mundo inteiro - e é possível que o filme ultrapasse Os Vingadores, o longa de super-heróis com maior arrecadação da história.

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Bolsonaro atraiu filiações ao PSL (Foto:Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

Apenas partidos pequenos aumentaram o número de candidatos nas eleições deste ano em relação a 2014. Enquanto siglas tradicionais como PT, PSDB, MDB, PDT e PSB reduziram a quantidade total de registrados, houve um aumento expressivo entre as siglas de menor porte. O partido de Jair Bolsonaro, o PSL, é o que mais apresentou candidatos - 1.451, um aumento de 74,4% em relação a 2014. Das 35 siglas existentes, 12 vão ter mais postulantes neste ano do que nas últimas eleições gerais - PSL, PROS, Avante, Podemos, PRB, Solidariedade, PMN, PCO, PSOL, Patriota, PRTB e PPL. Há ainda três partidos que vão estrear nas urnas em âmbito nacional: Rede, Novo e PMB, que, juntos, somam 1.606 candidaturas. Os números têm como base os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É possível que haja pequenas alterações até o dia 20, quando as informações estarão 100% atualizadas. A legenda que registrou a maior variação porcentual no número de candidaturas foi o PCO (142,8%). A sigla, no entanto, é um ponto fora da curva - tinha apresentado somente 49 candidatos em 2014 e, agora, lançou 119. Em seguida, vem o PROS, com 1.018 candidatos, ante 485 em 2014 (aumento de 109,9%, mais que o dobro de um pleito para o outro). Entre os que mais reduziram candidatos, estão PCB (diminuição de 45,2%), PTB (-33,4%) e PSTU (-31,9%). Entre as siglas maiores, PSB (-31,4%), PSDB (-18,3%) e PDT (-16,4%) tiveram os maiores índices de diminuição de candidatos. O PT registrou queda de 6,8% e o DEM, de 5,5%. Segundo o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV-SP, uma das explicações para este cenário pode ser a cláusula de barreira, que, a partir de 2018, impõe aos partidos desempenho mínimo para que sejam autorizados a ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV no horário eleitoral. "Os pequenos estão em busca de capilaridade", disse Teixeira. A nova regra exige, para este ano, que as legendas tenham 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação e com 1% em cada uma dessas unidades. A cláusula aumenta gradativamente até 2030 e busca afunilar o sistema partidário brasileiro, altamente fragmentado. Para a cientista política Luciana Veiga, professora da UNI-Rio, a estratégia faz sentido e pode servir à sobrevivência. "Mesmo que não elejam muitos nomes, os partidos com várias candidaturas têm chance de alcançar a cláusula com uma votação mais pulverizada." Um caso mais específico é o do nanico PSL, que, com a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, atraiu deputados na janela partidária e, agora, busca se consolidar com a ampliação da bancada no próximo pleito. "O PSL não tinha nada, arranjou meia dúzia de deputados e agora precisa crescer (para se manter vivo)", afirmou Teixeira. Conforme o Estado mostrou na quarta-feira, a nova casa de Bolsonaro registrou mais de 13,6 mil filiações em 2018, impulsionadas pela figura do presidenciável. Trata-se de número quatro vezes maior que o dos partidos adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Concentração Quanto aos partidos tradicionais, o motivo da diminuição de candidaturas passa por um uso mais direcionado dos recursos do fundo eleitoral. Com as regras inéditas de financiamento de campanha, as siglas apostam mais em candidaturas viáveis, com pouca abertura à renovação. É o caso do PSB, a legenda tradicional que mais reduziu o número de postulantes. A estratégia, segundo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, é concentrar os recursos em campanhas com grandes chances de vitória. "O novo fundo não facilita a renovação", afirmou ele. O PSB não tem candidatura própria à Presidência da República e não compõe nenhuma coligação, mas conta com nomes fortes em eleições regionais. "O fundo eleitoral concentra muitos recursos nos grandes. O problema dos maiores não é dinheiro, não é sobrevivência. É otimizar os cargos que já têm", afirmou Luciana Veiga. 

Candidatos ao governo fizeram questão de mencionar presidenciáveis (Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO)

Cidade

Os candidatos ao governo de São Paulo presentes no primeiro debate televisionado, na Band, aproveitaram o último bloco do programa para nacionalizar a discussão. Houve menções ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), bem como contra a polarização política no País. O ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT) disse ser, com orgulho, amigo de Lula e candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. No fim do bloco anterior, Marinho havia feito a primeira menção dele a Lula no debate. Em embate com Rodrigo Tavares (PRTB), ele disse que os governos petistas combateram a corrupção e afirmou que o PT "é a grande esperança" do povo brasileiro. Tavares citou a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), cujo vice, general Hamilton Mourão, é do PRTB. Marinho citou ainda acusações de corrupção contra o PSDB. O tucano João Doria o rebateu nas considerações finais e falou que o petista não pode comparar Alckmin a Lula. "Alckmin tem mais de 40 anos de vida pública ilibada. Lula está preso em Curitiba", afirmou. Ele cobrou ainda "respeito" do petista, que no final do bloco anterior havia mencionado o nome da esposa do ex-prefeito paulistano, Bia Doria. "Ela não é ré como o senhor", disse. Na despedida do público, Rodrigo Tavares também atacou Alckmin. "Ele fez bom trabalho sim no Estado de São Paulo, mas como anestesista. Ele anestesiou o Estado de São Paulo", afirmou. Nos apontamentos finais, Márcio França (PSB) levou novamente a discussão para o nível nacional. Ele disse que a população de São Paulo vê os exemplos do PT, do PSDB e do MDB e que só ele representa a mudança. O governador paulista lembrou também a mediação dele na greve dos caminhoneiros. Paulo Skaf (MDB) encerrou o debate exaltando as escola do Sesi, que ele usou para criticar ensino estadual de São Paulo. Antes disso, coube ao empresário a primeira das duas únicas menções a Deus no debate. A segunda foi de Lisete Arelalo (PSOL), que disse que o povo "deu graças a Deus" pela renúncia de alguns candidatos. Ela afirmou ainda que vai seguir com o legado da vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 14 de março. Marcelo Cândido (PDT) ressaltou a experiência como prefeito de Suzano (SP).

Para a maioria dos eleitores, Bolsonaro e Alckmin são os favoritos para avançarem na disputa (Foto: Daniel Teixeira e Adriana Spaca/AE)

Nacional

Uma nova pesquisa sobre as intenções de voto à Presidência da República, divulgada na quarta-feira, 15, pelo Instituto Paraná, mostra que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) devem se enfrentar no 2º turno, caso o ex-presidente Lula (PT) tenha sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. Questionados sobre percepção de quais candidatos vão para a segunda fase das eleições, 43,3% apostam em Bolsonaro e 26,7% no tucano. Neste quesito, Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com a expectativa de 21% dos eleitores. Em seguida aparece Marina Silva, com 20,7%, e Fernando Haddad (PT), provável substituto de Lula, tem 10,1% das apostas.  Mas nas intenções de voto, Lula, mesmo preso, ainda lidera com 30,8%, um crescimento de quase 2% na comparação com a pesquisa anterior feita pelo mesmo instituto. No cenário com Lula, Bolsonaro é o segundo colocado, com 22%, e Alckmin, que na pesquisa anterior tinha uma desvantagem de 3% para Marina Silva (Rede), viu a diferença para ela cair pela metade. Marina tem 8,1% das intenções de voto e ele 6,6%. No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 23,9% das intenções de voto. Com a saída do ex-presidente da disputa, Marina Silva e Ciro Gomes (PDT) parecem receber parte de seu eleitorado, e ficam à frente do tucano. Marina chega a 13,2%, Ciro fica com 10,2% e Alckmin  8,5%. Esta é a primeira pesquisa divulgada após o debate realizado pela Rede Bandeirantes, na semana passada, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o no BR-02891/2018. O levantamento foi feito com 2.002 eleitores, em 168 municípios brasileiros, entre os dias 9 e 13 de agosto de 2018. A margem de erro, para mais ou para menos, é de 2%.  

Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

Opinião

Depois que alguns presidenciáveis apresentaram suas propostas para o País, no debate da semana passada, hoje é a vez de sete candidatos ao Governo do Estado de São Paulo fazerem o mesmo na Band, a partir da 22h. É uma grande chance para alguns deles saírem da obscuridade e mostrarem seus programas de gestão e, principalmente, seus rostos, para um eleitorado que não tem dado tanta atenção a eles. É uma brecha aberta inclusive para o governador Márcio França, que, embora no cargo desde abril –, quando Alckmin deixou o posto para concorrer à Presidência –, ainda luta para se fazer mais conhecido entre os eleitores, que podem dar a ele a chance de continuar ocupando o Palácio dos Bandeirantes, como chefe do Executivo. E o que não falta na história política paulista é a figura de vice que conseguiu alçar voo solo e ganhou o papel de protagonista. O próprio Alckmin é um destes, que, com o agravamento da doença de Mario Covas, em janeiro de 2001, assumiu interinamente o governo e, depois, ratificou nas urnas sua permanência. Há semelhanças entre os dois, como o fato de eles terem iniciado na política longe da Capital, sendo vereador e prefeito de suas respectivas cidades natais, depois deputado federal, até serem convidados para comporem a chapa que venceria o governo paulista. Mas, certamente, o desafio de França é bem maior do que aquele encarado por Alckmin, 16 anos atrás. A começar pelo enfrentamento com dois fortes concorrentes, que até outro dia era também seus aliados: Paulo Skaf e João Doria. O emedebista e o tucano lideram com folga a corrida ao Bandeirantes e, se nada mudar até 7 de outubro, estarão no segundo turno. E o problema do atual governador é justamente se interpor entre seus concorrentes. Terá a primeira chance hoje. Para isso precisa mostrar à audiência que é diferente de ambos, e dos demais, e que tem mais a oferecer. Só que do outro lado estarão dois experientes debatedores, já testados em eleições anteriores. Já França faz sua estreia em um programa deste nível. É mais um obstáculo para o político de São Vicente superar, se quiser seguir adiante na disputa.
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