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Sex, Nov

Esta foi a segunda final consecutiva que o Brasil perde para a Polônia no Mundial (Foto: Luca Bruno/AE)

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Pela primeira vez na final de um Mundial de Vôlei como técnico da seleção brasileira masculina, Renan Dal Zotto não escondeu a decepção com a derrota por 3 sets a 0 para a Polônia, neste domingo, 30, em Turim, na Itália, no confronto que valeu o título da competição.

Ao comentar o duelo, o treinador exaltou a boa atuação dos poloneses, principalmente a de dois jogadores: Bartosz Kurek, maior pontuador da decisão, com 23 pontos, e Michal Kubiak, que fez outros 12 contra os brasileiros.

"A gente estudou muito esse time, aconteceu o que esperávamos. O jogo deles é baseado no Kurek e no Kubiak. Kurek é um jogador que vem tentando se firmar nos últimos anos, e neste ano foi merecidamente escolhido o melhor da competição. É uma referência, pegando bolas altas, jogando solto, é o grande oposto do mundo hoje. E Kubiak um jogador espetacular, um estilo parecido com o do (francês) Ngapeth, mas pegando bolas um pouco mais baixas. Ele constrói o jogo", afirmou o comandante, em declarações reproduzidas pela Confederação Brasileira de Vôlei.

Em seguida, Renan lamentou o fato de que a estratégia montada para a decisão não tenha surtido o efeito desejado, sendo que o Brasil exibiu um desempenho muito pior do que o apresentada na vitória por 3 sets a 0 sobre a Sérvia, no sábado, pelas semifinais. "A Polônia joga baseada nesses dois pilares. Eles estiveram muito bem. Em alguns momentos nosso saque entrou bem e eles conseguiram segurar, souberam contornar e foram muito eficientes. Nos preparamos, estudamos, mas infelizmente não foi suficiente", reforçou.

Capitão da seleção, Bruninho não deixou de lamentar a derrota na final, mas também procurou valorizar a campanha do Brasil no Mundial e a medalha de prata. "Esse é um grupo que nunca desistiu. Foram tantas batalhas, tantas guerras, ao final agradeci muito ao Lipe, um exemplo de superação. Atletas como Evandro, William, jogadores que mesmo estando no banco, sempre deram o máximo, nunca 'tiraram o pé'. Caras que são inspiração, e torço para que isso siga. Fica a sensação de um time muito unido e que jamais desistiu. Agora vamos pensar para frente, nosso vôlei continua entre os melhores", ressaltou o levantador.

DOIS NA SELEÇÃO DO CAMPEONATO 

Outro consolo para o Brasil foi o fato de que dois jogadores do time nacional foram eleitos para a seleção do Mundial pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB): o central Lucão e o ponteiro Douglas Souza. Eles foram escolhidos ao lado do oposto Matt Anderson e do levantador Christenson, ambos dos Estados Unidos, e do ponteiro Kubiak, do central Nowkowski e do líbero Zatorski, todos poloneses.

"É difícil falar, um sentimento misto de tudo. Fizemos uma campanha incrível no campeonato e sair com uma derrota dessa é ruim. Tem atletas saindo e que não mereciam terminar com um tropeço assim, é bem complicado. Mas eu estou bem orgulhoso também do nosso time, conseguimos dar a volta por cima, sair de situações difíceis. Isso é muito importante para os outros ciclos", ressaltou Douglas Souza.

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Agora, o Brasil pega os EUA, que estão invictos na competição, em jogo que pode garantir vaga na semifinal (Foto: Reprodução/Facebook)

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A seleção brasileira masculina de vôlei começou a sua participação na terceira fase do Mundial com vitória em um confronto espetacular. Em Turim, pelo Grupo I, a equipe derrotou a Rússia por 3 sets a 2, com parciais de 20/25, 21/25, 25/22, 25/13 e 15/12, em virada liderada pelo levantador William.

Os dois primeiros colocados da chave se classificam às semifinais, sendo que o Brasil estará de folga na quinta-feira, quando Rússia e Estados Unidos vão se enfrentar, sendo que uma vitória norte-americana classificará a seleção antecipadamente às semifinais. Se isso não ocorrer, o Brasil tentará sacramentar a sua vaga na fase seguinte em duelo com os norte-americanos, até agora invictos na competição, na sexta-feira, às 12 horas (de Brasília).

A equipe dirigida por Renan Dal Zotto havia vencido seis dos sete duelos que fez nas etapas anteriores do Mundial, a mesma campanha da seleção russa. E para esse confronto, o treinador escalou Bruninho, Wallace, Lipe, Maurício Souza, Douglas e Lucão como titulares. Depois, Isac, William, Kadu, Evandro e Maique entraram durante o duelo.

As mudanças promovidas por Renan, aliás, foram determinantes para o triunfo do Brasil. A partir do terceiro set, William e Isac assumiram a titularidade, substituindo Bruninho e Maurício Souza, e acabaram sendo decisivos para o incrível triunfo da seleção.



Wallace brilhou pelo Brasil nesta quarta-feira com 22 pontos marcados, enquanto Lipe fez 16. Dmitry Volkov foi o maior pontuador do duelo com 23 acertos pela Rússia, enquanto Maxim Mikhaylov anotou 19.

O primeiro set da partida começou com equilíbrio. E no seu melhor momento, o Brasil chegou a abrir 9/7. Só que os russos se recuperaram, fizeram 19/17 e deslancharam. Nem a inversão do 5-1, realizada por Renan, surtiu efeito para impedir a derrota da seleção, definida em 25/20, com ataque de Muserskiy.

As equipes oscilaram no início do segundo set, quando a Rússia abriu 4/2, mas o Brasil conseguiu fazer 6/4 após ótima sequência de Lucão no saque. Só que os russos se recuperaram e, liderados por Volkov, passaram à frente do placar, fazendo 16/14. Com confiança, os russos foram abrindo desvantagem e nem a troca de Kadu por Douglas resolveu, com a equipe perdendo por 25/21 após erro de Lucão no saque.

Renan, então, mudou o time. Com Isac e William como titulares, além da utilização do líbero Maique em alguns momentos, a equipe chegou a abrir 10/6. A Rússia assustou ao empatar o placar em 18/18, mas o Brasil voltou a ficar na frente e fechou a parcial em 25/22 com Evandro.

O quarto set, novamente equilibrado, pareceu uma caça da Rússia ao Brasil. Afinal, a equipe nacional abria vantagem e depois via os rivais encostarem. Foi assim, por exemplo, quando fez 18/15, para depois permitir o empate em 20/20. Os russos também salvaram um set point, mas um erro de Volkov no saque definiu o triunfou brasileiro por 25/23, forçando a realização do tie-break.

O início da Rússia foi melhor no set de desempate, liderando o placar por 4/2. Mas o Brasil não se abateu, equilibrando o jogo e chegando a fazer 11/8 e depois 13/10. A equipe ainda desperdiçou dois match points, mas assegurou o triunfo em ataque de Douglas, por 15/12, deixando a seleção próxima das semifinais do Mundial.

Wallace foi o maior pontuador da partida (Foto: Divulgação/FIVB/Fotos Públicas)

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A seleção brasileira masculina de vôlei encerrou sua participação na primeira fase do Mundial com vitória. Nesta terça-feira, os comandados do técnico Renan Dal Zotto bateram a frágil equipe da China por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/22 e 25/17, na cidade búlgara de Ruse.

O time nacional já entrou em quadra classificado para a fase seguinte. Com o triunfo, detém no momento a primeira colocação do Grupo B, com 11 pontos, à frente da Holanda, que tem a mesma pontuação, pelos critérios de desempate. No geral, o Brasil soma quatro vitórias e uma derrota na competição.

Os brasileiros aguardam o duelo entre França e Canadá, ainda nesta terça, para saberem se vão ficar em primeiro ou segundo lugar na chave. Um triunfo francês beneficiaria o time de Dal Zotto, que permaneceria no topo e enfrentaria, em tese, adversários mais fracos na próxima fase do Mundial. Independente da posição, o Brasil deverá jogar agora na Itália, a outra sede da competição.

"O importante era sair com o máximo de pontos possível, porque carregamos esses pontos. Depois da derrota contra a Holanda, era importante sair com a cartela cheia. Esses três pontos nos deixa na briga. Essa é a hora de crescer", comentou o levantador Bruninho, em entrevista ao Sportv, ao fim da partida.

Apesar da vaga garantida na fase seguinte, Dal Zotto evitou fazer testes nesta terça. Ele escalou a mesma equipe que venceu o Canadá, na segunda, com Bruninho, Wallace, Lucão, Maurício Souza, Lipe, Douglas e o líbero Thales.

Mesmo diante das limitações do adversário, que já estava eliminado do Mundial, a seleção saiu atrás no placar nos dois primeiros sets. Mas teve paciência para reagir sem maiores sobressaltos em ambas as parciais. O Brasil só controlou o jogo com facilidade no terceiro set, quando passeou em quadra e sacramentou a vitória.

Wallace foi o maior pontuador da partida, com 21 acertos. Douglas contribuiu com 11. Pelo time chinês, Chuan Jiang e Shuhan Rao anotaram dez pontos cada.

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"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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