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Circuito Bella tem distâncias de 5k e 10k, além de disponibilizar massagem às competidoras (Foto: Divulgação)

Esporte

Depois do sucesso no Rio de Janeiro, no último dia 14, o Circuito Bella chega a São Paulo para uma edição do Parque Ecológico do Tietê, no dia 04 de novembro. A nova corrida feminina é um evento do Projeto Vida Corrida, liderado por Neide Santos.

O circuito busca valorizar a beleza feminina e tem como objetivo promover a importância da prática esportiva para a qualidade de vida da mulher. Além da corrida, as participantes terão acesso à diversas informações sobre a saúde da mulher, com temas como TPM e menopausa, além de exames preventivos, como do Câncer de Mama, reforçando a importância do autoexame. “Queremos que todas as mulheres tenham acesso à informações importantes para se cuidar cada vez mais. E o esporte é uma ferramenta muito importante para isso”, explica Neide Silva, idealizadora do Projeto Vida Corrida.

A prova, que é comercializada pela Norte Marketing Esportivo, é um projeto da Lei de Incentivo ao Esporte e, por isso, tem taxas de inscrições bem acessíveis: R$20, para ambas as distâncias. As inscrições podem ser feitas aqui.

O Kit das atletas vem com camiseta, sacola, número de peito e medalha pós prova. Além disso, as participantes terão acesso ao Espaço Bella Spa, com massagem e crioterapia para os pés, e o Espaço Bellissima, com dicas de auto maquiagem e de cuidados diários com a pele.

Serviço

Circuito Bella

Data: 04/11/2018

Horário da largada: 07h (chegar com 30 minutos de antecedência)

Local: Parque Ecológico do Tietê

Retirada de Kit: as informações sobre a retirada de kit estarão disponíveis na semana do evento, no site. Além disso, todos os inscritos receberão e-mail com os detalhes.

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Evento é realizado pelos colaboradores do Nippon Country Club e acontece no dia 02 de dezembro, na cidade de Arujá (Foto: Lenine Martins/Sesp-MT)

Saúde

No dia 02 de dezembro, o Nippon Country Club – por meio de seus colaboradores, Departamento de Atletismo e Academia do Futuro – realiza, com o apoio da prefeitura de Arujá, a primeira edição da Corrida Viva a Vida, que tem como principal objetivo colaborar com o trabalho realizado pelo Graacc – instituição de referência no combate e tratamento do câncer infantojuvenil.

 A Corrida Viva a Vida nasceu da vontade de um grupo de colaboradores do clube em impactar positivamente as crianças acometidas pelo câncer, apoiando o Hospital do Graacc, que atende os pacientes com muita competência e carinho, dando a eles as melhores condições de cura.

 Esses colaboradores visitaram o Hospital do GRAACC, no início de outubro, e resolveram criar o evento para ajudar a instituição a continuar auxiliando crianças e jovens de todo o Brasil – só da região do Alto Tietê, onde está localizada a cidade de Arujá, somam mais de 430 crianças atendidas pela entidade.

Em menos de 20 dias a ideia contagiou muitas pessoas e hoje a Corrida Viva a Vida conta com o apoio da Prefeitura de Arujá, Polícia Militar, mais de 40 empresários e personalidades como o Bruninho Rezende, capitão da seleção brasileira de Vôlei, a Fofão, ex-atleta da seleção feminina de voleibol e do Zico, um dos ícones do futebol brasileiro.

 Como participar

 A corrida (5k e 10k) e caminhada (5k) acontece na avenida Mário Covas Júnior, altura do número 6926, na cidade de Arujá, localizada a 30 minutos de São Paulo. Para participar, basta se inscrever aqui (data limite de inscrição com camiseta e medalha, dia 25 de novembro).

O valor da inscrição é R$ 69,90 (mais R$ 6,90 de taxa de conveniência). Para contribuir ainda mais com o GRAACC também é possível escolher a opção de inscrição com doação nos valores de R$ 20,00, R$ 50,00 ou R$ 100,00.

A entrega dos kits será realizada no dia 01 de dezembro, das 9h às 17h, no Nippon Country Club (Estrada dos Vados, 260 - Arujá). É necessário levar o comprovante de inscrição e um documento original com foto.

 Programação no dia do evento

 - 6h30 às 7h: Entrega de kit (somente pessoas que não moram em Arujá)
- 7h: Alongamento e aquecimento
- 7h40: Posicionamento para a Largada
- 8h: Largada Corrida e Caminhada 
- 9h30: Premiação

 Mais informações no site: corridavivaavida.com.

 ** Sobre o Graacc

O Graacc é uma instituição social sem fins lucrativos que nasceu em 1991 para garantir a crianças e adolescentes com câncer todas as chances de cura. Para isso, desde 1998, possui um hospital que, em parceria técnica-científica com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), é referência no tratamento da doença, principalmente, os casos de maior complexidade, alcançando altos índices de cura. Além de diagnosticar e tratar o câncer infantil, o Graacc atua no desenvolvimento do ensino e pesquisa. O Hospital do Graacc está preparado para receber crianças e adolescentes, de 0 a 18 anos, provenientes de todas as regiões do Brasil. Só em 2017 foram realizadas 35.962 consultas médicas, 19.091 quimioterapias, 2.181 cirurgias e 7.354 radioterapias.

** Sobre o Nippon 

Fundado em 1960, o Nippon Country Club é considerado o maior clube de campo nikkei das Américas. Localizado na cidade de Arujá, a 40 minutos de São Paulo, o clube conta, ao longo de seus 570 mil metros quadrados, com modernas instalações e um exuberante paisagismo. Estão à disposição de seus associados campos e quadras, lago de pesca, ciclovia, parque aquático, hotel, área infantil e grandes eventos.

 Corrida Viva a Vida 2018

 Quando: 02 de dezembro de 2018

Onde: Avenida Mário Covas Júnior, 6926 – Arujá (próxima ao Nippon Country Club)

Horário: largada às 8h

Inscrições: www.sympla.com.br/corrida-viva-a-vida-graacc-aruja__388625  

Mais informaçõeswww.corridavivaavida.com

                                facebook.com/corridavivaavida

                                facebook.com/nipponcountrycluboficial

 

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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