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Ter, Out

Ariadina empatou a partida nos acréscimos (Foto: Reprodução/SporTV)

Futebol

A seleção brasileira feminina se complicou de vez no Mundial Sub-20, que está sendo realizado na França, mas ao menos conseguiu evitar a segunda derrota na competição. Nesta quarta-feira, 8, com um gol nos acréscimos do segundo tempo, a equipe nacional empatou por 1 a 1 com a Inglaterra, pela segunda rodada do Grupo B, e agora tem chances remotas de avançar às quartas de final.

No último domingo, 5, a seleção havia estreado no Mundial Feminino Sub-20 com derrota por 3 a 2 para o México. A igualdade desta quarta, portanto, rendeu ao Brasil o seu primeiro ponto no Grupo B. E a participação da equipe na chave se encerrará no domingo, 12, quando vai encarar a atual campeã Coreia do Norte em Concarneau, após atuar nas duas primeiras rodadas em Dinan-Léhon, em busca da difícil classificação às quartas de final.

A seleção da Inglaterra agora está com quatro pontos, enquanto o México soma três e a Coreia do Norte ainda não pontuou, sendo que essas duas equipes se enfrentam ainda nesta quarta-feira na conclusão da segunda rodada do Grupo B.

No duelo desta quarta, a seleção ficou em situação difícil logo aos 11 minutos do primeiro tempo, quando Georgia Stanway colocou a Inglaterra em vantagem ao converter uma cobrança de pênalti.

O restante da partida foi marcado pelas ações ofensivas do Brasil, que dominou as principais estatísticas do jogo, com 21 finalizações, contra apenas seis do adversário. A equipe nacional também controlou mais a posse de bola - 59% a 41% -, além de ter 11 escanteios, contra apenas dois do adversário. Mas o gol de empate foi sair apenas aos 47 minutos do segundo tempo, sendo marcado por Ariadina.

O Mundial Feminino Sub-20 está em sua nona edição, sendo que o Brasil avançou às semifinais nas três primeiras, tendo o terceiro lugar em 2006 como seu melhor desempenho na competição bianual. Em 2016, a equipe parou nas quartas de final.

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Atleta acredita que Brasil pode conquistar Mundial e Jogos Olímpicos nos próximos anos (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Futebol

A atacante Millene Fernandes, reforço corintiano para esta temporada, fez seu primeiro gol com a camisa da Seleção Brasileira, na Copa América do Chile, encerrada no último domingo e vencida pelas comandadas do técnico Vadão.

O gol foi marcado na goleada por 7 a 0 contra a Bolívia. Na partida, válida pela última rodada da primeira fase do torneio, o treinador brasileiro fez vários testes e Millene ganhou uma oportunidade para mostrar que pode ser mantida nas convocações de Vadão.

 “Fiquei muito feliz pela chance que tive. Porém, tenho certeza de que este gol não vai me garantir vaga na seleção. O que vai garantir é o fruto do meu trabalho. Agora, voltando ao Corinthians, o objetivo é fazer bons jogos e ajudar minha equipe da melhor forma”, disse em entrevista ao Metrô News, antes da estreia da equipe no Campeonato Brasileiro, diante do São Francisco (BA), nesta quarta-feira, em Itaquera.

Sobre as principais competições que a Seleção Brasileira tem pela frente – Copa do Mundo na França, em 2019, e Olimpíada de Tóquio, em 2020, Millene acredita que a equipe tem condições de quebrar tabus, já que nunca conquistou estes troféus.

“Acho que agora estamos no caminho certo. Treinamos na Granja até a ida para o Chile. Foi muito produtivo. Abraçamos a ideia da comissão técnica e realizamos bem os treinamentos que foram passados para gente no dia a dia. Temos que continuar com esse foco para levarmos o time ao título do Mundial e das Olimpíadas”, destacou.

Para atingir estes objetivos, Millene acredita que o desempenho da craque Marta será fundamental. “Ela é sensacional. Dentro de campo é a melhor do mundo e fora é uma pessoa muito boa, que apoia e incentiva. É uma pessoa dez. Sem palavras”, concluiu.

 

Brasil venceu todos os jogos no Chile (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Futebol

Em mais uma atuação primorosa e sem sustos, a seleção brasileira de futebol feminino derrotou a Colômbia por 3 a 0, neste domingo, no estádio La Portada, em La Serena, no Chile, pela terceira e última rodada do quadrangular decisivo, e conquistou, com 100% de aproveitamento em sete jogos, o heptacampeonato da Copa América. De quebra, a sétima taça valeu uma vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio, no Japão, em 2020.

Os gols brasileiros contra a Colômbia foram marcados por Mônica (duas vezes) e a veterana Formiga. O time comandado pelo técnico Osvaldo Alvarez, o Vadão, entrou em campo já com o título garantido, pois na preliminar o Chile havia derrotado a Argentina por 4 a 0. As chilenas ficaram com o vice e, assim como o Brasil, se garantiu no Mundial de 2019, que será na França. Para os Jogos Olímpicos, terão de jogar uma repescagem contra uma seleção africana. Além disso, os quatro países deste quadrangular decisivo obtiveram vaga nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, no ano que vem.



Em campo, o Brasil voltou a premiar os torcedores chilenos com um futebol envolvente. Aos 20 minutos, Debinha ficou muito perto de abrir o placar, mas a zaga colombiana salvou em cima da linha. Nove minutos depois, porém, as colombianas não conseguiram impedir o gol brasileiro. Após cobrança de falta levantada na área, Mônica fez de cabeça.

A Colômbia tentou responder em chute de longa distância, aos 35 minutos, mas a bola explodiu no travessão. No último lance do primeiro tempo, Formiga marcou um golaço e ampliou a vantagem brasileira. Após cobrança de escanteio e desvio na primeira trave, a camisa 8 emendou um belo voleio e estufou as redes.

A seleção brasileira manteve o domínio das ações na etapa final. Valorizando a posse de bola, evitou qualquer tipo de reação das adversárias. Aos 10 minutos, Marta quase deixou o dela, mas parou na boa defesa da goleira, que espalmou para escanteio. Aos 15, Debinha também assustou e ficou na cara do gol, mas finalizou para fora. Aos 26, Mônica repetiu a dose e fechou o marcador para o Brasil. A zagueira-artilheira aproveitou cobrança de falta de Marta e deu números finais ao jogo.

O time brasileiro que foi a campo neste domingo teve: Barbara (Letícia); Rilany, Mônica, Rafaelle (Erika) e Tamires (Andressa Alves); Thaisa, Formiga, Marta e Thaisinha; Debinha e Cristiane. "Viemos aqui para disputar uma grande competição. Não somente para ganhar. Senti que estamos progredindo e saímos daqui com a consciência tranquila", disse Marta ao final do jogo.

Estrelas como Marta e Cristiane devem ser poupadas nesta sexta-feira (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Futebol

A Seleção Feminina de Futebol se classificou de forma antecipada para a fase final da Copa América, que está sendo realizada no Chile.  Com isto, o técnico Vadão fará testes na última rodada da primeira fase. Nesta sexta-feira, 13, o Brasil encara a Bolívia, em Coquimbo, às 19h (horário de Brasília).

“Vamos trocar todas as jogadoras possíveis”, disse Vadão. A Seleção está com 100% de aproveitamento no Grupo B da competição – três vitórias em três jogos. São noves pontos e 14 gols de saldo.

Na sequência, Venezuela e Argentina estão com seis pontos cada uma. Adversária do Brasil, a Bolívia tem três pontos, - 10 de saldo e ocupa a penúltima colocação da chave.

Marta, que deve ser poupada contra as bolivianas, afirmou que a Seleção foi para o Chile com o objetivo de ganhar todas as partidas do torneio. “Queremos nos classificar para o Mundial [2019, na França] e Olimpíada [2020, Japão]. Procuro ajudar as meninas da melhor maneira possível e elas estão assimilando muito bem. Esta mescla entre atletas jovens e experientes tem sido bastante local”, destacou a camisa 10.

Bia Zanerato, Cristiane e Débora marcaram para a seleção feminina (Foto: Reprodução/ Facebook)

Futebol

A seleção brasileira de futebol feminino derrotou a Argentina por 3 a 1 nesta quinta-feira, em Coquimbo, no Chile, na estreia das equipes no Grupo B da Copa América. Mais cedo, pela mesma chave, a Venezuela venceu o Equador por 1 a 0.

O time brasileiro teve o controle do jogo e abriu o placar com um golaço de Bia Zaneratto. Ela aproveitou uma saída de bola errada da equipe adversária, avançou da direita para a esquerda e mandou uma bomba de fora da área.

A Argentina deixou tudo igual no segundo tempo, em cobrança de falta. A seleção brasileira voltou a ficar na frente, com Cristiane, de pênalti. Nos acréscimos, Débora aproveitou cruzamento da direita e mandou para as redes de cabeça.

A seleção treinada pelo técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão, volta a campo no sábado, quando terá pela frente o Equador. Na quarta-feira, encara a Venezuela e na sexta-feira, dia 13, fechará a campanha na primeira fase contra a Bolívia. 

Estes confrontos serão válidos pelo Grupo B da competição, na qual os dois primeiros colocados de cada chave avançam a um quadrangular final que será realizado em sistema de pontos corridos, com duelos nos dias 16, 19 e 22, para definir quem ficará com a taça.

O Brasil tem amplo domínio na Copa América. Das oito edições, venceu seis. A atual edição tem como principal atrativo o fato de dar vagas ao Mundial de 2019, na França, e na Olimpíada de 2020, em Tóquio.

O campeão e o vice do torneio sul-americano garantirão lugar direto no grande evento em solo francês, enquanto o terceiro colocado disputará uma repescagem contra um representante da Concacaf em busca de um outro lugar. A seleção vencedora da Copa América também vai assegurar um posto nos Jogos Olímpicos e a vice-campeã jogará uma outra repescagem contra uma nação da África por uma segunda vaga na capital japonesa. Para completar, a disputa no Chile distribuirá quatro postos nos Jogos Pan-Americanos de 2019, em Lima.

O Brasil faturou o título sul-americano em 1991, 1995, 1998, 2003, 2010 e 2014 e só não ficou com a taça de campeão em 2006, quando foi surpreendido pela Argentina na decisão realizada na casa da adversária.

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Doria foi em manifestação pró-Bolsonaro no último domingo (Foto: Reprodução/Twitter)

Cidade

O candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, acertou em cheio na sua estratégia de se aproximar de Jair Bolsonaro (PSL), utilizando termos como “BolsoDoria” durante a campanha. Esta é a análise de três especialistas no assunto, o cientista político Gleibe Pretti, professor da UNG, Philippe Franco Scerb (mestre em Ciência Política e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo) e a internacionalista e mestre em Ciências Sociais, Marina Pequeneza de Moraes. “Ele reavaliou sua estratégia e aproveitou-se da polarização que permeia a candidatura à presidência, vinculando sua campanha ao discurso anti-PT”, avaliou Marina. De acordo com levantamento divulgado ontem pelo Instituto Paraná Pesquisas, o tucano cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Para o cientista político Gleibe Pretti, professor da UNG, o ex-prefeito conseguiu vincular sua imagem à de Jair Bolsonaro (PSL), candidato à presidência. “Com isso, ele conquistou muitos votos. O eleitorado de São Paulo já é historicamente contra o PT e o Doria está conseguindo personificar isso com suas ações de marketing”, explicou. Após o primeiro turno das eleições, João Doria tentou se aproximar à imagem de Bolsonaro. A campanha dele criou, por exemplo, o termo “BolsoDoria”, presente até em adesivos distribuídos no Estado. França está ‘travado’, analisa especialista De acordo com o mestre em Ciência Política e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP), Philippe Franco Scerb, a candidatura de Doria acertou ao vincular sua imagem à de Bolsonaro, forçando com que França tenha que rechaçar, a todo momento, um apoio velado do PT à sua eleição. “O Doria faz um esforço gigantesco para falar que França é um candidato da esquerda. Isso o obriga a discordar e permanecer neste tema durante o programa eleitoral e nos debates”, analisou. Segundo o especialista, ao contrário da corrida presidencial, ainda pode haver uma reviravolta na disputa do Estado. “Os eleitores se concentraram muito no embate entre Bolsonaro e Haddad, deixando França e Doria em segundo plano. Isso pode mudar nesta reta final”, concluiu.

Bolsonaro é visto como um candidato "teflon", pois nada gruda nele (Fotos: Tãnia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Especialistas em Ciência Política acreditam que muito dificilmente a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) poderá ser revertida nos próximos dias, que precedem a eleição presidencial. De acordo com o cientista político Eduardo Grin, professor da FGV EAESP, nada “cola” no candidato preferido dos eleitores – segundo pesquisa do BTF/FSB, ele tem 60% dos votos válidos, contra 40% de Fernando Haddad (PT). “Já teve declaração desastrosa de companheiros políticos, aquela denúncia do pacote do Whatsapp, mas nada parece abalar a candidatura do Bolsonaro”, disse. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro, segundo o levantamento. A margem de erro segue sendo de dois pontos percentuais. O mestre em Ciência Política e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP), Philippe Franco Scerb, analisou que a imagem “antissistema” do ex-capitão o favorece muito nesta corrida presidencial. “A denúncia de um possível Caixa 2, por exemplo, se tornou motivo de ironia entre o eleitorado”. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. Na intenção de voto estimulada, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois.Votação expressiva pode gerar capital político maior Segundo Grin, a ideia da campanha de Bolsonaro, agora, é de vencer com maior número de votos do que os últimos presidentes eleitos no Brasil. Luís Inácio Lula da Silva (PT) obteve 52,7 milhões de votos (61,27%) em 2002 e 58,2 (60,83%) em 2006. Já Dilma Rousseff (PT) ganhou com 55,7 milhões (56,05%) em 2010 e 54,5 milhões (51,64%) em 2014. “Se obtiver maior percentagem do que Lula em 2002, por exemplo, ele terá um poder político maior para negociar com o Congresso no início do mandato”, explicou o especialista. “Sem dúvidas, uma votação bastante expressiva pode levar Bolsonaro a aprovar sua pauta junto a partidos que nem o apoiaram formalmente”, disse Scerb. “Candidatos com uma base semelhante entendem que seus eleitores querem que aquela agenda seja aprovada e isso gera mais força ao governo”. Ibope e Datafolha também divulgarão pesquisas Hoje será a vez do Ibope divulgar sua segunda pesquisa deste turno das eleições. Em 15 de outubro, Bolsonaro tinha 59% dos votos válidos, contra 41% de Haddad. O Datafolha vai publicar levantamento na quinta-feira, 25. No último estudo, os candidatos contavam com o mesmo percentual levantado pelo Ibope.

Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

Opinião

No último domingo, apesar de boa parte da mídia ignorar, por questões de interesse, milhões de pessoas foram às ruas, por vontade própria, num admirável gesto de democracia, apoiar o candidato que, de forma extremamente inovadora, com praticamente custo zero perto do que se gastam com campanhas políticas, lidera as pesquisas. Ao que parece, o povo se desprendeu das garras do quarto poder e democraticamente exige mudança. Se esta será boa ou não, o tempo vai dizer, mas uma coisa é fato: a alternância de poder é saudável em qualquer democracia e por aqui já se passou da hora de mudar. A dita esquerda no Brasil tentou a todo custo um projeto criminoso de poder que, graças à Operação Lava Jato, resultou na prisão de diversos políticos poderosos e apresentou ao Brasil os bastidores sujos e asquerosos da política que desviou trilhões da educação, segurança, saúde, etc... A todo custo tentam ainda agarrar-se ao poder com mentiras, ataques e o velho jogo sujo da política sifilítica. Culpar o aplicativo de mensagem WhatsApp pelas atrocidades que o próprio partido cometeu é tão estúpido e absurdo quanto tentar comparar Bolsonaro com Trump. O norte-americano venceu apenas no colégio eleitoral, mas Bolsonaro pode vir a vencer na maioria absoluta de votos, o que numa democracia é literalmente a voz e o desejo do povo. Se você não enxerga isto, precisa urgente sair da bolha, e se não respeita, está muito próximo do palavrão que costuma xingar os colegas que discordam de você. Trump é bilionário e teve total apoio da máquina do Partido Republicano na campanha. Bolsonaro está em um partido anão e possuía oito segundos na TV. Trump tem as nuances e vícios de todo gênio comunicador, pois por anos liderou a audiência na TV americana. Bolsonaro é um sujeito simples com discurso coloquial, por vezes até rasteiro, mas que vai ao encontro das massas, sem esforço para tal.Goste você ou não, é um fenômeno popular maior ainda até do que Lula, que diferentemente do “capitão” foi programado e produzido por esquemas publicitários, a custo de ouro do dinheiro público, para transformá-lo num “mito”. Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução, como comprovou a manifestação gigantesca no domingo. Isto chama-se democracia, senhores. Aprendam com isto e deixem o País seguir. Bolsonaro foi o primeiro brasileiro, em campanha, a sofrer um atentado político; o primeiro a não fazer os velhos acordos; o primeiro a ter um nome (até aqui) limpo, algo que nem sonharíamos existir na política; e pode vir a ser o primeiro presidente a vencer uma eleição com o menor investimento já feito em campanha, comprovando que o tal fundo partidário é desnecessário e deveria ser direcionado para o que importa à população. O sujeito com uma caneta Bic nas mãos, um relógio Cassio e roupas simples, sozinho, sem verba, peitou a maior emissora do País, desafiou a imprensa e toda turma arrogante que se diz intelectual sem nunca ter produzido nada que valha o adjetivo. Amigos, se isto não é, no mínimo, uma expressiva revolução política e total quebra de paradigmas do status quo, você realmente precisa sair do jardim da infância e viver no mundo real.

Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.
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Colunistas

Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

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Profissionais consagram suas vidas ao serviço da humanidade (Foto: ASCOM SUSIPE/Fotos Públicas)

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O último bastião do PT ainda é o Nordeste, mas este já não é tão inexpugnável (Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/ Fotos Públicas)

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Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

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