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Seg, Out

Campeonatos de futebol de botão podem melhorar o ambiente de trabalho (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O mês de setembro inaugura um ponto importante para os departamentos de RH e marketing, que se responsabilizam pela elaboração de ações de confraternização para os colaboradores. Esta é e hora de pensar em como conseguir engajamento, trabalho em equipe, entretenimento e, claro, uma experiência inesquecível aos funcionários no final do ano.

Uma jogada certeira para isto é utilizar o esporte como ferramenta, como explicou o diretor da RP2 Sport Marketing, Raony Pacheco. "Diversas atividades podem ser elaboradas no ambiente de trabalho ou fora dele. Todas no sentido de proporcionar experiência, algo de maior desejo nas pessoas hoje. E o esporte crava no colaborador uma nova história, e o melhor, ao lado dos amigos", afirmou. 

Para Pacheco, o próprio futebol, esporte mais popular do País, pode ser utilizado como uma experiência transformadora em confraternizações.  "Empresas alugam quadras e campos para os seus funcionários jogarem uma partidinha de final de ano, com direito a churrasco no final. Isto não é novidade. Mas há como mudar o cenário", afirmou.

"É possível criar um novo ambiente e uma nova experiência que remetam aos jogos de futebol profissional. Com narração estilo rádio no local, fotos dos lances, exposição de camisas de vários clubes, premiações e vídeos dos gols que podem ser enviados aos colaboradores após o evento", exemplificou. 

"Outra ação é o futebol de botão. Você pode, no ambiente de trabalho, espalhar mesas do jogo, criar um campeonato com os colaboradores, produzir uma ambientação com locutor e uma tabela de classificação. Isto tudo com comes e bebes à vontade. Futebol de botão tem cada vez mais conquistado fãs e de diferentes idades", argumentou o executivo. 

Aos fãs de tecnologia, Pacheco sugere outra opção. "Vídeo game também é uma boa jogada. Se o seu público é jovem, aposte em criar campeonatos. Fifa e PES, ambos de futebol, são sucessos. Você também pode aplicar campeonatos de outras modalidades e satisfazer os mais experientes, com criação de ambientes com games antigos. Inclusive, é possível levar o famoso Atari e agitar o espaço. Lembre-se que o impacto positivo resulta em um funcionário mais feliz, produtivo e atento à importância da empresa", finalizou o diretor. 

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Empresa cria cenário caracterizado para receber pequenos jogadores (Foto:Reprodução/Pixabay)

Economia

O Aniversário FC proporciona aos pais a oportunidade de transformarem o aniversário de seus filhos em um dia de jogador de verdade. Narração no estilo rádio, premiações, entrada em campo ao som das músicas oficiais das grandes competições e fotos de tudo que acontece dentro de campo formam um dos pacotes mais procurados. Entre as ações, também é possível desenvolver uma coletiva de imprensa que resulta em mais experiência e ambientação diferente no aniversário.

Cada vez mais os pais procuram alternativas diferentes para proporcionar aos seus filhos uma festa de aniversário que não caia em formatos já conhecidos. O objetivo da vez é buscar oportunidades que promovam experiências inesquecíveis.

O viés que aparece como favorito na escolha das crianças e pais para superarem a barreira da “festa já conhecida” é apostar no esporte. Festas em ambientes esportivos ganham cada vez mais a preferência do público e o mercado já está atento a isso, tanto que algumas empresas especializas em organização de aniversários já promovem diferenciais.

Olhar para essa nova tendência, por exemplo, já faz parte do dia a dia do diretor da RP2 Sport Marketing, Raony Pacheco. Por trabalhar com diferentes eventos ligados aos cenários esportivo, Pacheco e sua equipe perceberam que o futebol é a modalidade preferida pelos mais novos para comemorar o aniversário junto dos amigos. Assim, depois dessa pesquisa, ele desenvolveu o Aniversário FC e a adesão já alcança crescimento.

“Interessante é que o fator experiência se torna algo marcante para o aniversariante e convidados. A partir do momento que o aniversariante vive mesmo todo o ambiente que faz parte da um dia de jogo do atleta profissional, a emoção toma conta. Os convidados também vivem a emoção como se estivessem jogando uma competição, por exemplo, como a Champions League”, exalta.

A questão dos valores é a primeira parte questionada pelos pais. Pacheco explica que o investimento é bem menor se comparado aos gastos que uma festa em um buffet traz. “O custo para os pais alugarem uma quadra de futebol é bem barato. E a alimentação também é de baixo custo. Tudo isso já resulta em economia. Assim, os pais conseguem complementar a festa com a experiência do nosso produto”, comenta.

A ação também conta com vídeos dos jogos realizados no aniversário, ambientações com jogos de vídeo-game, um álbum de figurinhas com fotos dos convidados e até a personalização de uniformes com as cores do clube do coração do aniversariante. 

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Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 
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