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Sex, Nov

Português afirmou que Real conquistou seu coração (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

Pouco depois de oficializar a transferência de Cristiano Ronaldo para a Juventus, da Itália, o Real Madrid divulgou em seu site nesta terça-feira uma carta escrita pelo astro português em que o jogador se despede do clube e agradece aos torcedores pelo carinho que recebeu enquanto atleta do time espanhol, pelo qual brilhou com inúmeros títulos, recordes e feitos históricos. Da mesma forma, ele pediu, "por favor", para que a torcida madrilenha compreenda a escolha que fez para a continuidade de sua carreira.

No texto, o atacante também deixou claro que precisava de um novo desafio para a sua carreira após ter conquistado, como protagonista principal, três títulos europeus consecutivos pelo time madrilenho nas últimas três temporadas e antes disso, da mesma forma, em 2014.

"Estes anos no Real Madrid, e nesta cidade de Madri, foram possivelmente os mais felizes da minha vida. Só tenho sentimentos de enorme agradecimento para este clube, para esta torcida e para esta cidade. Só posso agradecer a todos pelo carinho e afeto que recebi", afirmou Cristiano Ronaldo no início de sua carta.

Em seguida, ele reconheceu: "Entretanto, creio que chegou o momento de abrir uma nova etapa na minha vida e por isso pedi ao clube que aceitasse me transferir. Eu sinto assim e peço a todos, e muito especialmente aos nossos fãs, que, por favor, me compreendam".

Depois de ser contratado junto ao Manchester United em 2009, Cristiano Ronaldo ajudou o Real a conquistar o sonhado décimo título da Liga dos Campeões, na temporada 2013/2014, e repetiu o feito nas últimas três edições do torneio continental, em 2015/2016, 2016/2017 e 2017/2018, ampliando sua hegemonia no continente. A parceria ainda foi responsável por dois títulos espanhóis, dois da Copa do Rei, dois da Supercopa da Espanha, dois da Supercopa da Europa e três do Mundial de Clubes.

"Foram 9 anos absolutamente maravilhosos. Foram 9 anos únicos. Foi para mim um tempo emocionante, repleto de consideração, embora também duro porque o Real Madrid é de uma altíssima exigência, mas sei muito bem que não poderei esquecer jamais que aqui desfrutei do futebol de uma maneira única", escreveu o astro, enumerando depois os feitos que conseguiu com o clube e também os individuais como jogador.

"Eu tive companheiros de equipe fabulosos no campo e no vestiário, senti o calor de uma multidão incrível e juntos ganhamos 3 Champions seguidas e 4 Champions em 5 anos. E com eles também, em nível individual, tenho a satisfação de ter ganho 4 Bolas de Ouro e 3 Chuteiras de Ouro. Tudo durante meu tempo neste imenso e extraordinário clube", completou Cristiano Ronaldo, se referindo aos quatro troféus da Liga dos Campeões da Europa, aos quatro prêmios de melhor jogador do mundo da Fifa e ainda às ocasiões em que foi o maior artilheiro do Velho Continente em três temporadas.

"O Real Madrid conquistou meu coração, e minha família, e por isso mais do que nunca eu quero dizer obrigado: agradecer ao clube, ao presidente, aos diretores, aos meus companheiros, a todos os técnicos, médicos, fisioterapeutas e assistentes incríveis que fazem tudo funcione e que estão atentos a cada detalhe incansavelmente. Obrigado infinitamente mais uma vez aos nossos seguidores e obrigado também ao futebol espanhol. Durante estes 9 anos apaixonantes, enfrentei grandíssimos jogadores. Meu respeito e meu reconhecimento por todos eles", ressaltou o astro de 33 anos.

Por fim, o atacante lembrou que seguirá sendo um eterno torcedor do Real, embora agora mire novos objetivos com a camisa da Juventus. "Eu refleti muito e sei que chegou a hora de um novo ciclo. Estou saindo, mas esta camisa, este escudo e o Santiago Bernabéu continuarão a ser sempre como algo meu, onde quer que eu esteja. Obrigado a todos e, claro, como disse naquela primeira vez em nosso estádio há 9 anos: 'Hala, Madrid'", encerrou o português, usando o famoso bordão da torcida madrilenha.

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Alunos que praticam esporte rendem 20% a mais que os que não praticam nenhum esporte (Foto: Divulgação)

Saúde

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Illinois (EUA) mostrou que os estudantes que praticam esportes regularmente têm um rendimento escolar 20% maior do que os outros alunos.

Os exercícios físicos ajudam a aumentar a concentração, fixando melhor o conteúdo estudado. Além disso, o esporte colabora para o convívio social, autoestima, pré-disposição, diminui a ansiedade, melhora a memória e as noites de sono.

Segundo Fabrício Cortezi, coordenador pedagógico do Sistema de Ensino pH, cada aluno tem o seu próprio rendimento e intercalar os estudos com o esporte pode proporcionar maior disposição. “O legal do esporte é poder se despir da mente e exercitar o corpo, assim se tem mais disposição para estudar depois”, afirmou.

Algumas sugestões são: futebol, vôlei, handball, musculação, basquete, natação e corrida ao ar livre. Todos eles podem ser praticados por homens e mulheres gratuitamente, em parques públicos. É importante verificar o condicionamento com um especialista antes de iniciar uma atividade intensa.

Ato é parecido com o que os jogadores da Seleção Brasileira fizeram na Copa de 2014, quando Neymar ficou de fora da semi (Reprodução/Facebook)

Futebol

O técnico do PSG, Unai Emery, está otimista para o confronto de terça-feira,6, pela Liga dos Campeões contra o Real Madrid, na França. Nesta sexta-feira, o treinador disse que pretende dedicar a classificação para as quartas de final a Neymar, que passará por cirurgia no pé direito neste sábado.

"O mundo do futebol espera por esse jogo. Estamos otimistas que poderemos corresponder à expectativa com uma grande apresentação O grupo todo está com muita vontade para obter o resultado e dedicar a vitória para Neymar", afirmou o treinador, que vai escalar o argentino Di Maria para a vaga do astro brasileiro.

Emery declarou que o PSG precisa dar uma resposta a seus torcedores sem a presença de Neymar em campo. "Tenho total confiança em todos os jogadores. Qualquer um tem condição de jogar e representar bem a equipe."

Antes do esperado duelo com o Real Madrid, o Paris Saint-Germain joga diante do Troyes, neste sábado, pela 28ª rodada do Campeonato Francês. O treinador não quis confirmar mudanças na equipe, mas deu a entender de que deve escalar vários reservas. Diarra e Thiago Motta disputam uma vaga no meio de campo do time titular.

Se na Liga dos Campeões a missão do PSG é complicada, pois precisa reverter uma desvantagem de 3 a 1 no jogo de ida para ficar com a classificação, a conquista do título francês se aproxima a cada rodada. A 11 rodadas do final, o time soma 71 pontos, contra 57 do Monaco, segundo colocado.

Zidane minimiza ausência de Neymar

O técnico do Real, Zinedine Zidane, pontuou que lamenta o fato de Neymar não poder jogar, porém ressaltou que a equipe francesa é forte mesmo sem o brasileiro.

"Sentimos muito pelo Neymar", declarou nesta sexta-feira, antes de elogiar o restante do elenco parisiense. "Mas a equipe deles é muito forte, e o jogador que for substituir o Neymar [Di Maria] será bom, certamente. Não pensamos que vá ser uma partida fácil”, declarou o francês.

 

Craque deve desfalcar seleção em amistoso contra a Alemanha (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O atacante Neymar, do PSG, teve uma fissura no quinto metatarso do pé e não joga contra o Real Madrid, partida válida pela volta das oitavas de final da Champions League. O jogo está marcado para o dia 6 de março, às 16h45, na França. A informação foi confirmada pelo próprio clube francês.

Por causa da lesão, o brasileiro deve ficar no mínimo três semanas longe dos gramados. Desta forma, não preocupa para a Copa do Mundo. No entanto, o camisa 10 da seleção não deve participar do amistoso contra a Alemanha, marcado para o dia 27 de março.

 Neste domingo, o craque torceu o tornozelo sozinho em jogo do PSG e deixou o campo aos prantos. Havia suspeita de rompimento de ligamento, o que o tiraria do Mundial da Rússia.

Marquinhos

O zagueiro teve constatada uma lesão muscular de grau 1 após exame de ultrassonografia. Segundo o site Globoesporte.com, o defensor é dúvida para a partida diante da equipe espanhola.  

Na ida, em Madri, o time de Cristiano Ronaldo venceu o adversário parisiense por 3 a 1. Agora, pode até perder por um gol de diferença para avançar às quartas de final da competição europeia.

Para Unai Emery, histórico mostra que vaga para as quartas da Champions ainda não está definida (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

Sob pressão no comando do Paris Saint-Germain e criticado principalmente por ter substituído o goleador Cavani pelo lateral-direito Meunier antes de o Real Madrid fazer dois gols e vencer o time francês por 3 a 1, na última quarta-feira, na Espanha, o técnico Unai Emery exibiu confiança ao já projetar o duelo de volta das oitavas de final da Liga dos Campeões, no próximo dia 6 de março, na capital francesa.

Em entrevista coletiva concedida na véspera da partida que a sua equipe fará contra o Estrasburgo, neste sábado, em casa, pelo Campeonato Francês, o treinador exaltou a força que o PSG vem mostrando principalmente em seus duelos como mandante para apostar que o time de Neymar irá assegurar classificação às quartas de final da competição continental.

"A equipe teve uma boa partida na quarta-feira, mas, no futebol, às vezes é assim. Você pode ser melhor do que seu oponente durante a maior parte do jogo, mas não é bem-sucedido em concretizar as suas chances. Eles conseguiram marcar em suas melhores oportunidades. Estou convencido de que podemos obter a qualificação. Estou feliz com o trabalho dos meus jogadores, mesmo que não tenhamos conseguido o resultado desejado. O time será mais eficaz na partida de volta", afirmou o comandante.

Emery ainda lembrou do histórico recente de vitórias expressivas sobre grandes adversários em jogos do PSG como mandante na Liga dos Campeões para justificar a sua confiança de que a equipe eliminará o Real Madrid.

"Vencemos este ano todos os jogos em casa. E também vencemos o Bayern de Munique (por 3 a 0, em setembro de 2017) e o Barcelona (4 a 0, em fevereiro do ano passado). Penso nisso e estou convencido de que o time vai mostrar seu valor e vamos passar à próxima fase", completou o treinador, que também recordou o fato de que o clube parisiense já goleou o Real Madrid por 4 a 1, em 1993, em uma partida válida pela extinta Copa da Uefa, que na época tinha o mesmo status que hoje possui a Liga Europa.

O treinador também reforçou a sua confiança em Neymar, que exibiu uma atuação apagada no campo ofensivo em Madri e foi criticado por ter feito uma falta desnecessária que lhe rendeu cartão amarelo, sendo que correu o risco de ser expulso por outras posturas consideradas polêmicas ou imprudentes ao longo do jogo. "Neymar fez uma grande partida. Ele mostrou muitas coisas positivas. Se melhorar em alguns pequenos detalhes, mostrará o grande jogador que ele é", acredita Emery.

Com a cabeça inevitavelmente no duelo de volta contra o Real Madrid, o PSG ocupa a liderança disparada do Campeonato Francês, com 65 pontos, 12 à frente do vice-líder Monaco, que abre a 26ª rodada nesta sexta-feira em jogo contra o Dijon, às 17h45 (de Brasília), em casa.

CR7 marcou dois sobre o time de Neymar - PAUL WHITE / ASSOCIATED PRESS / AE

Futebol

Após grande expectativa pelo, até então, o confronto do ano, o Real Madrid fez a lição de casa e venceu o PSG  por 3 a 1, no Santiago Bernabéu, em jogo válido pela ida das oitavas de final da Champions League. O grande destaque da partida foi Cristiano Ronaldo, autor de dois gols. O brasileiro Marcelo também balançou as redes pel time espanhol. Rabiot descontou para os visitantes. 

O jogo começou quente. Zidane não quis esperar e, logo de início, impôs marcação alta sobre a zaga do PSG. que quase resultou em gol. Mas foi a equipe francesa que inaugurou o placar. Aos 32 minutos, Mbappé cruzou e a bola sobrou para Rabiot marcar, esfriando a barriga dos mais de 80 mil madrilhenhos presentes no Santiago Bernabéu.

                                                                                                                                                                                                                               

Marcelo Real Madrid x Paris Saint Germain 140218 FRANCISCO SECO ASSOCIATED PRESS AE

 FRANCISCO SECO / ASSOCIATED PRESS / AE

O banho de água fria veio 12 minutos depois, quando Lo Celso puxou  Kroos dentro da área e o árbitro Gianluca Rocchi assinou penalidade máxima. Atual melhor do mundo, Cristiano Ronaldo não desperdiçou, alcançando seu 100º gol pelo Real Madrid em Liga dos Campeões da UEFA. O gol 101 do craque veio aos 38 do segundo temp. Após cruzamento de Lucas Vásquez, o goleiro Areola rebateu no joelho do atacante português. Marcelo ainda marcou o terceiro, aos 41.

Neymar parou em Nacho

O camisa 10 do Paris Saint-Germain e da seleção brasileira é o principal trunfo do técnico Unai Emery. Porém, o atacante parou na marcação de Nacho, zagueiro improvisado por Zidane na lateral direita. Neymar sofreu para "fugir" do espanhol. O brasileiro chegu a ficar irritado, fez falta dura e foi punido com cartão amarelo.  Também criou chances, mas pecou ao não finalizar na melhor hora.

Ainda tem volta

O Real Madrid visita o Paris Saint-German dia 6 de março, às 16h45 (horário de Brasília), no Stade Parc des Princes, em Paris, podendo perder por um gol de diferença ou até dois, desde que marque pelo menos dois. Caso a partida termine 3 a 1 para o PSG, o classificado será definido na prorrogação. Se nenhum time fizer gols, a vaga será decidida nos pênaltis. 

Instalação é feita para atletas treinarem em melhores condições (Foto: Marivaldo Oliveira/AE)

Cidade

O muro de vidro, de 2,2 quilômetros de extensão, que deverá liberar a visão para a Raia Olímpica da Universidade de São Paulo (USP), na Marginal do Pinheiros, está em fase final de construção e deve ser entregue até o fim de março. Nos próximos dias, a atual mureta de concreto deverá ser demolida.


Onde hoje fica a mureta de concreto começará a ser instalada uma calçada verde, com gramado entre as pistas da Marginal, sentido Interlagos, em um trabalho de paisagismo. Haverá um recuo entre a nova mureta transparente e as faixas de rolamento. O vidro é temperado, com dez milímetros de espessura e película de proteção.


O projeto foi apresentado em junho do ano passado. Em maio, inicialmente, a gestão João Doria (PSDB) havia proposto uma grade, mas foi levantado o problema de aumento de barulho e poluição do ar para os atletas que usam a raia. A solução foi a mureta de vidro, orçada em R$ 15 milhões, com custo pago por 12 empresas privadas – entre operadores de saúde e instaladores desse tipo de mureta

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Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

A solução dos problemas começa com um diálogo franco e aberto. Daí ser louvável a reunião agendada para hoje, em Brasília, entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e os 27 novos governadores do País. Todos eles têm um grande desafio pela frente, mas, evidentemente, se trabalharem em parceria, e não boicotando o que pode ser bom para o Brasil, haverá grande chance de que os remédios necessários sejam encontrados e o trabalho seja bem feito. Os futuros chefes do Executivo estadual têm muito a contribuir com o presidente eleito. E, politicamente, também têm muito a ganhar, quando o projeto deste novo Brasil der certo. Percebe-se que, aos poucos, as nuvens negras de uma campanha desgastante vão se dissipando, a razão começa a prevalecer e, ao invés de torcer contra, é cada vez maior o número daqueles que preferem alimentar a esperança que a descrença. Aliás, uma célebre frase do escritor latino Públio Siro, diz que “quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.” A hora não é para isso. Na verdade, o momento pede que se dê crédito aos novos condutores da Nação e que se guardem as pedras previamente preparadas para serem jogadas na vidraça. E muitos dos novos governadores estão dispostos a ajudar Bolsonaro, inclusive na aprovação da reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas do País. Por sua vez, a maioria das Unidades da Federação também está com suas contas no vermelho, por gastarem mais do que arrecadam, e esperam suporte da União para manter a máquina funcionando. Relatório do Tesouro Nacional, por exemplo, apontou que 16 Estados mais o DF descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal no ano passado, ao destinar mais de 60% da receita para o pagamento de salários e aposentadorias. Assim, sobra cada vez menos para serviços básicos, como segurança e educação. Os problemas são complexos, daí a necessidade do diálogo e da busca por novas perspectivas. E a reunião de hoje em Brasília, com Bolsonaro e os governadores, oferece exatamente esta oportunidade. Desde agora, a capacidade de cada um deles estará colocada à prova, mas já começam bem, buscando o apoio e o entendimento mútuo, ao invés da divisão pura e simples. No final, quem ganha mesmo com isso é o Brasil e os brasileiros. Ainda bem!
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Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

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Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

Opinião