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Seg, Nov

Treinador ficou revoltado com a arbitragem (Foto: UCAS UEBEL/GREMIO FBPA)

Futebol

Renato Gaúcho demorou muito para comparecer à entrevista coletiva após a eliminação do Grêmio na Copa Libertadores da América. De banho tomado para tirar a roupa encharcada pela chuva, o técnico só apareceu na sala de imprensa uma hora após o término do duelo que terminou com vitória por 2 a 1 para o River Plate, na noite desta terça-feira, em Porto Alegre, e enfrentar os repórteres. E, ao comentar o revés, o treinador acredita que o seu time foi prejudicado pela arbitragem de vídeo, que apontou um pênalti cometido por Bressan que não foi flagrado no campo pelo juiz uruguaio Andrés Cunha, mas deixou de impugnar o gol irregular que garantiu o empate ao time argentino.

"Eu preferia ter levado um 5 a 0 do que sair da Libertadores pelo VAR (árbitro de vídeo)", ressaltou. Ele acredita que o jogo estava controlado pelos gremistas, que venciam até os 36 minutos do segundo tempo, quando o River empatou o duelo, mas ele lamentou os fatos ocorridos no final e que determinaram a virada. "O Grêmio foi roubado. Ou será que tinha lá dentro (da sala onde ficam os árbitros de vídeo) o Steve Wonder", ironizou o comandante ao comparar o árbitro com o cantor cego norte-americano.

"Aconteceram coisas que são do futebol, mas são inaceitáveis. Não vou culpar o árbitro do jogo, agora é inaceitável o árbitro do VAR não chamar o árbitro do jogo pelo primeiro gol do River (que tocou na mão do atacante). Foi um lance rápido, mas não tem desculpa, porque o gol saiu com o braço. O pênalti, no segundo gol, foi legítimo. Só que uma coisa leva a outra. A gente estaria ganhando por 1 a 0 ainda neste momento do pênalti", reforçou Renato.



Questionado sobre a troca de Maicon por Everton ainda aos oito minutos do segundo tempo, o treinador negou que substituição tenha colaborado para o resultado negativo amargado nesta terça. "De maneira alguma isso atrapalhou porque vocês (jornalistas) não sabem as coisas que acontecem nos vestiários, nem as conversas que eu tenho com os jogadores. No intervalo, tanto o Maicon como o Ramiro me disseram que estavam com as pernas pesadas. Um eu teria que tirar. Coloquei o Everton para um lado, o Alison para outro e deixei o Ramiro mais no meio. Acredito que o Grêmio melhorou e teve a bola do jogo com o Everton. Poderíamos ter feito o gol e matávamos o jogo ali", apontou.

Renato também revelou irritação ao comentar as reuniões da Conmebol para discutir sobre a utilização do VAR. "As reuniões chegam a dar raiva. Me deixam p da vida. A Conmebol gasta milhões de dólares para a gente ver esta palhaçada. A raiva continua. Vocês teriam de perguntar para o árbitro do VAR: 'Por que não marcou o pênalti?' Sou a favor do VAR, mas ele tem atrapalhado o jogo de futebol", enfatizou.

O técnico manteve o discurso crítico ao VAR, deixando de lado a análise mais profunda sobre o jogo. "O jogo estava controlado até o 0 a 0. O River não criava situações perigosas. Nós saímos na frente e tivemos a bola do jogo. Daí aconteceu este lance do pênalti e mudou a história", continuou. Para o treinador, ainda de cabeça quente, a lição do jogo é que "eu faria tudo da mesma maneira, porque fizemos tudo certo".

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Apodi domina bola observado por rival do Nacional (Foto: Sirli Freitas / Fotos Públicas)

Futebol

A Chapecoense começou a segunda fase preliminar da Copa Libertadores da pior forma possível. Quarta-feira, 31, na Arena Condá, em Chapecó (SC), o time catarinense foi derrotado pelo Nacional, do Uruguai, por 1 a 0, e se complicou na briga por uma vaga na terceira e última etapa eliminatória antes da fase de grupos do torneio continental.

O time brasileiro precisa de uma vitória por, pelo menos, dois gols de diferença para avançar na próxima quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no estádio Centenário, em Montevidéu. O time catarinense até se classifica com uma vitória por um gol desde que marque mais de uma vez (2 a 1; 3 a 2; 4 a 3 e etc.). Os uruguaios jogam por qualquer empate.

Em falha grotesca da Chapecoense, o Nacional abriu o placar aos 28 minutos do segundo tempo. Bergessio escapou pela esquerda e cruzou rasteiro. A bola passou pelo goleiro Jandrei e pelos zagueiros Fabrício Bruno e Douglas e sobrou limpa para Romero rolar para o fundo das redes.

 

Brasil tem mais de 13 milhões de desempregados (Foto: Camila Domingues/ Palácio Piratini)

Opinião

Ainda não é oficial, mas o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1% em 2017. O cálculo não é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgará seus números apenas em 1º de março. É da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que mensurou a riqueza produzida no País, no ano passado, em R$ 6,51 trilhões. Esse pequeno avanço soa como uma música angelical, uma vez que a economia nacional vem de dois anos seguidos (2015 e 2016) em retração.


A matemática econômica nem sempre merece a atenção de boa parte dos brasileiros. Mas, de uma forma simplista, um ano de avanço, depois de dois em marcha ré, é bastante significativo, principalmente para os mais de 13 milhões de pessoas que aguardam sua vez na fila do emprego. Atualmente, segundo uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mesmo com esse aspecto positivo, o tempo médio de recolocação no mercado de trabalho, em 2017, foi de 14 meses, o que representa uma eternidade para a massa que convive com o problema. E, de novo, ainda com o aumento do PIB, o número de desempregados aumentou em 1,5 milhão no ano passado.


De qualquer forma, um fator está atrelado ao outro. Assim, a percepção de mudança começou a ser sentida já nos derradeiros meses do ano. No último trimestre, por exemplo, o avanço do PIB se acentuou (2,3% a mais em relação ao anterior) e o número de desempregados diminuiu 5% (650 mil pessoas a menos). E os bons ventos seguem em 2018. A quantidade de vagas abertas pela indústria de transformação paulista no primeiro mês deste ano foi a melhor desde 2012, com saldo de 10,5 mil admissões. Só para efeito de comparação, a média do período entre 2005 e 2017 foi de apenas 2,8 mil. É um bom indício. Assim, se 2017 já pode ser chamado de o ano da retomada do crescimento econômico, o corrente pode representar um caminho para a consolidação deste processo, algo que o brasileiro sempre espera, mas que, normalmente, se vê obrigado a conviver em uma gangorra cheia de altos e baixos.

Voto feminino no Brasil completará 86 anos no próximo dia 24 (Foto: Elza Fiúza/ABR)

Opinião

No próximo dia 24 de fevereiro vamos celebrar um marco na história da política nacional. Na mesma data, em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas, o voto feminino no Brasil foi finalmente assegurado, por meio do Decreto nº 21.076. A conquista veio após intensa campanha nacional pelo direito de votar e de serem eleitas para cargos nos poderes executivos e legislativo brasileiros.


A batalha por este direito fundamental teve início bem antes mesmo da Proclamação da República, quando o voto era permitido apenas às mulheres casadas, com a devida autorização dos maridos, e às viúvas e solteiras que tivessem renda própria.


No Brasil, o exercício da plena cidadania feminina foi resultado de luta intensa. Vários movimentos neste sentido aconteciam em todo o mundo e ficaram conhecidos como “sufragistas”, que representavam a luta coletiva internacional pelo direito ao voto feminino.


Desde então, 86 anos se passaram. Atualmente a mulher ocupa um espaço ainda tímido na política. Em todos os poderes da República ainda somos minoria. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, por exemplo, entre os 94 parlamentares, apenas dez são mulheres. O mesmo acontece na esfera federal. Dos 513 deputados federais, apenas 45 são mulheres e, no Senado, das 81 cadeiras, 13 são ocupadas por mulheres, deixando o Brasil em 115º lugar no ranking mundial de presença feminina no Parlamento e em último lugar na América do Sul.


Nas últimas décadas já avançamos muito nas questões sociais, ampliamos o nosso protagonismo nas relações de trabalho, na educação, na família e entre tantos outros setores. Porém, é mais que necessário, é imprescindível ampliarmos também a nossa participação na política. O poder sobre as decisões públicas deve ser amplo, irrestrito, representativo e proporcional a toda a população, por coerência e direito natural.
É imperativo para todas nós que a luta seja permanente, de forma democrática e reparadora, como requisito imprescindível para uma sociedade justa e fraterna.

*Célia Leão é deputada estadual (PSDB/SP)

Atacante marcou 10 gols pelo ABC em 2018 (Foto: Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians)

Futebol

O Corinthians anunciou na manhã desta quarta-feira, 21, a contratação do atacante Matheus Mathias, de 19 anos. 

O atleta, revelado pelo ABC, do Rio Grande do Norte, é o artilheiro da temporada no Brasil, com 10 gols marcados. O vínculo do jogador com o Timão vai até 2022.

“É uma emoção que não tem explicação. Espero fazer o que eu vinha fazendo e dar muita alegria para a torcida”, disse Matheus ao site oficial do clube.

Nesta terça-feira, 20, o Corinthians apresentou o volante Ralf, multicampeão pela equipe entre os anos de 2011 e 2015. Na segunda, o clube oficializou a chegada do zagueiro Marllon, ex-Ponte Preta.

 

 

Defensor atuava pela Ponte Preta e fez gol no Corinthians na final do Paulista - 2017 (Foto: Daniel Augusto Jr./ Agência Corinthians)

Futebol

O Corinthians oficializou na manhã desta segunda-feira (19) a contratação do zagueiro Marllon, ex-Ponte Preta. Ele assinou acordo para defender o seu novo time por quatro temporadas. O atletar de 25 anos já vinha realizando atividades físicas no CT Joaquim Grava, em São Paulo, e dependia apenas de ser aprovado nos exames médicos para ser confirmado como reforço

O Corinthians pagará R$ 1 milhão por 50% dos direitos econômicos do atleta, que pertenciam ao Cianorte, do Paraná. Revelado pelo Cruzeiro, o jogador comemorou o acerto enquanto assinava os papéis de seu contrato.

"Torcida corintiana, estamos juntos! Estou bastante feliz e mais motivado ainda para vestir essa camisa. Pode ter certeza de que vou dar a minha vida por este clube", afirmou o jogador, por meio de um vídeo reproduzido pelo Corinthians em sua página no Twitter, rede social na qual o atleta também aparece em outra publicação vestindo o uniforme da equipe.

Carioca, Marllon tem 1,86m de estatura e em sua carreira profissional atuou por Cruzeiro, Bangu, Flamengo, Duque de Caxias, Boavista, Rio Claro, Santa Cruz, Capivariano, Atlético Goianiense, Cianorte e Ponte Preta. Os seus principais títulos foram a Copa São Paulo de Futebol Júnior, conquistado com o time flamenguista, em 2011, e a Série B do Brasileiro de 2016, pelo Atlético-GO, quando também foi eleito o melhor zagueiro daquela edição da competição.

Bailarina afirma que está ansiosa para retornar ao trabalho (Foto: Neto Soares / MF Press Global)

Fora dos Trilhos

A bailarina Ivi Pizzott, do "Domingão do Faustão", fez seu primeiro ensaio fotográfico após o nascimento de sua filha Kali, fruto do relacionamento com o ator Luís Navarro, que, recentemente, participou da novela "Pega Pega", na Globo.

Exibindo uma ótima forma, mesmo dando à luz há apenas um mês, Ivi recusou o uso de Photoshop para melhorar a aparência. "Foi o meu primeiro ensaio depois da gravidez, um mês pós-parto, e não quis usar Photoshop e nenhuma edição", destacou. 

"Quero mostrar como estou, de verdade, sem mascarar nada. Mostrar a maternidade real", exaltou a bailarina.

Ivi declarou que agora pode dar uma atenção maior ao seu corpo. Porém, a prioridade é a bebê. Ela ainda admitiu que está ansiosa para voltar ao palco do programa dominical na Globo. 

"Agora já posso cuidar do corpo pois saí do resguardo, mas as prioridades mudam. Vou cuidar dela sempre em primeiro lugar. Não vou negar que estou ansiosa para voltar ao trabalho, mas agora penso mais em ter saúde do que ter corpão. Até porque ainda não posso fazer dietas pois estou amamentando", finalizou a bailarina que está de licença do "Domingão do Faustão".

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"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

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Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

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