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Seg, Out

Futebol de várzea revela grandes nomes dentro e fora das quatro linhas (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

Futebol raiz. Celeiro de grandes craques, talentos, amizade e muita competição. O futebol amador, na famosa várzea, ainda movimenta milhares de “atletas de final de semana” Brasil afora. Peladas, amistosos e campeonatos. A bola rola em campos e quadras com equipes organizadas, que mantêm a paixão do torcedor-jogador. A qualidade dos gramados e das quadras de futsal nem sempre é a ideal. A realidade, porém, é que a paixão pelo esporte supera toda e qualquer dificuldade para os boleiros de plantão.

Quando falamos em competitividade no futebol amador, impossível não se lembrar do Desafio ao Galo, que já teve Faustão como narrador e Tiago Leifert repórter, da Copa Kaiser e outros campeonatos que fomentam a paixão pela várzea. Grandes talentos dos campos e da imprensa nasceram ou se desenvolveram por lá.

Para debater esses e outros temas, o Fut-Encontro reúne uma seleção de convidados a partir das 19h da próxima terça-feira (18), em mais uma edição no Shopping Plaza Sul. O timaço entra em campo com Silas, ex-jogador do São Paulo e da Seleção Brasileira; Luiz Ceará, jornalista esportivo; Otacílio Neto, jogador do Nacional; João Paulo Cappellanes, repórter da Rádio Bandeirantes; e Sérgio Menezes, idealizador e cofundador da Futliga, a primeira liga de futebol amador com agendamento eletrônico de jogos.

É papo de torcedor aliado ao jornalismo esportivo. Atividade gratuita, livre para todas as idades e válida para atividades complementares para alunos do ensino superior.

Serviço

Bate-papo: “Boleiros: a várzea no DNA do futebol”

Data: Terça-feira (18/9), a partir das 19h.

Local: Praça de Eventos (piso 2) do Shopping Plaza Sul – Praça Leonor Kauppa, 100 – Saúde – São Paulo.

Mais informações: http://www.shoppingplazasul.com.br/

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Divulgação

Cidade

O Carnaval de Rua de São Paulo reuniu cerca de 5,1 milhões de pessoas nos quatro dias de feriado. A soma inclui o público dos blocos de rua, dos palcos e dos desfiles das escolas de samba no Anhembi.
O balanço do Carnaval foi divulgado, na quarta-feira, 14, pela Prefeitura de São Paulo.

Ele mostra que de sábado, 10, a terça-feira, 13, foram 180 desfiles de blocos de rua na Capital. Somente a Avenida 23 de Maio, de domingo, 11, a terça, concentrou mais da metade do público do Carnaval de Rua: 2,6 milhões de foliões passaram pela avenida. No local, ocorreram sete desfiles.

Apesar do sucesso de público, o Carnaval na Avenida 23 de Maio registrou problemas. Uma das maiores queixas de foliões e moradores dos bairros próximos foi a quantidade de pessoas urinando, vomitando ou consumindo drogas nas ruas.

Site teste Luiz Guadagnoli Secom PMSP

(Crédito: Luiz Guadagnoli/SecomPMSP)

Fiscalização

 

A lateral do Centro Cultural São Paulo, de frente para a 23, virou o ponto favorito para o xixi. Desde o dia 3, foram autuadas 396 pessoas urinando na rua. Segundo a Prefeitura, havia 580 banheiros públicos, mas os foliões reclamaram de filas.

Enfermeiras contaram que foliões tentaram forçar a entrada em hospitais da região para tentar usar os banheiros. No Hospital Sancta Maggiore, no Paraíso, meninas passaram a gritar e xingar, depois que foram impedidas de entrar pelos seguranças. Famílias de pacientes reclamaram de barulho e houve atraso na movimentação de ambulâncias.

O período oficial do Carnaval é de 3 a 18 de fevereiro, com previsão de 491 desfiles na cidade. No próximo fim de semana, estão previstos mais 104 desfiles. Segundo números da Prefeitura, somente no final de semana de pré-carnaval o público foi de 4 milhões.

 

Dorival cumprimenta Cueva pós-vitória sobre o CSA (Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net)

Esporte

O São Paulo venceu o CSA, de Alagoas, por 2 a 0, em jogo válido pela segunda fase da Copa do Brasil 2018, no estádio Rei Pelé, em Maceió, na noite desta quinta-feira (15). Para o técnico Dorival Júnior, a equipe tem evoluído, apesar do início de ano cansativo. 

Os gols foram marcados somente no segundo tempo pelos meias Nenê (3’, 2º) e Cueva (16’, 2º), garantindo acesso do tricolor na próxima fase do torneio - inédito no museu de troféus do Morumbi. A partida não foi de empolgar, principalmente no primeiro tempo, quando o SP procurava brechas na zaga do time da União e da Força. Porém, na segunda etapa, a equipe voltou mais consciente e conseguiu colocar em prática o que faz nos treinos.

“Voltamos para o segundo tempo mais conscientes. Isso foi importante para ter mais posse de bola. As jogadas que foram treinadas exaustivamente, as triangulações e conseguimos os gols. A marcação estava toda lá atrás, erramos nos passes, mas quando acertamos a movimentação, o Diego Souza saindo e alguém entrando no corredor, com uma marcação individualizada, começamos a atacar o espaço e a criar uma nova condição para o time”, disse Dorival.

Cueva comemorando gol contra o CSA Foto Rubens Chiri

Foto: Rubens Chiri - Divulgação São Paulo FC.NET

O comandante do time do Morumbi destacou o desgaste físico que o início de temporada causa. O São Paulo treinou por 10 dias e fez 8 jogos, o que dá uma média de três partidas por semana e embalou a quarta vitória consecutiva.

“Um jogo como este contra o CSA mostra tudo isso. As dificuldades do primeiro tempo e a mudança para segunda etapa. As críticas vão acontecer. Com 10 dias de treino não existe milagre. Se tem alguém a ser criticado não são os jogadores. Estamos no caminho certo. Vamos fazer um bom Paulista e uma boa Copa do Brasil”, completou o técnico.

O próximo compromisso da agenda do São Paulo é diante do Santos, às 17h, no Morumbi. Rodrigo Caio cumpre suspensão automática e Anderson Martins deve substituí-lo.

Acadêmicos do Tatuapé retorna à avenida com enredo que homenageia o Estado do Maranhão (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

A escola de samba campeã do carnaval de São Paulo, Acadêmicos do Tatuapé, desfila novamente no Sambódromo do Anhembi, nesta sexta-feira (16), em apresentação que começa a partir das 21h. Além da primeira colocada, mais quatro escolas do Grupo Especial e três do Grupo de Acesso 2 e Grupo de Acesso voltam ao sambódromo. A campeã, da zona leste, entra na avenida às 4h da madrugada.

Quem abre o desfile das campeãs é a vencedora do Grupo de Acesso 2, Mocidade Unida da Mooca. A segunda a se apresentar é a Colorado do Brás, vice-campeã do Grupo de Acesso, seguida pela campeã da categoria, a Águia de Ouro. Em seguida, vêm as cinco primeiras colocadas do Especial: Dragões da Real, Tom Maior, Mancha Verde, Mocidade Alegre e Acadêmicos do Tatuapé.

Com seu azul e branco, a Acadêmicos do Tatuapé ficou com os mesmos 270 pontos de Mocidade Alegre, Mancha Verde e Tom Maior, mas teve melhor pontuação no quesito de desempate mestre-sala e porta-bandeira. Assinado pelo carnavalesco Wagner Santos, o desfile da Acadêmicos do Tatuapé exaltou as belezas do Maranhão, com o samba enredo Maranhão. Os Tambores vão ecoar na terra da encantaria, entoado por seus 2.761 mil componentes.

A vice-campeã Mocidade Alegre retorna com o samba A voz marrom que não deixa o samba morrer, que homenageou a cantora Alcione. Com 70 anos de vida e 45 de carreira, Alcione deu a introdução para o grito de guerra no começo do desfile e depois subiu no carro em que foi destaque, o último do cinco da noite. O samba e as fantasias da agremiação citaram músicas conhecidas da cantora: Juízo final, O que eu faço amanhã, À flor da pele, Delírios de amor e principalmente Não deixe o samba morrer, que foi a base do refrão.

A terceira colocada, Mancha Verde, volta à passarela com o samba A amizade. A Mancha agradece do Fundo Do Nosso Quintal, que homenageou os 40 anos de história do grupo Fundo de Quintal. A Tom Maior, última a entrar na avenida no primeiro dia dos desfiles, repete a exibição que a colocou em quarto lugar com o enredo O Brasil de duas Imperatrizes: De Viena para o novo mundo, Carolina Josefa Leopoldina; de Ramos, Imperatriz Leopoldinense. Com o samba enredo Minha música, minha raiz! Abram a porteira para essa gente caipira e feliz! também se apresenta a quinta colocada, Dragões da Real, que falou da música caipira e sertaneja.

Ainda desfila a Águias de Ouro, rebaixada para o Grupo de Acesso em 2017, divisão que não disputava desde 2009. A escola volta para o Grupo Especial depois de apresentar um desfile com o tema Mercadores de Sonhos, que falou sobre as influências árabes no Brasil e em São Paulo. A segunda colocada, Colorado do Brás, mostra o samba Axé - Caminhos que levam à Fé, e sobe para o Grupo Especial depois de quase alcançar o posto em 2017, quando ficou em terceiro lugar e perdeu a chance por 0,1 ponto. A vencedora do Grupo de Acesso 2, Mocidade Unida da Mooca, entra com o enredo A Santíssima Trindade de Oyó, que propagou a mensagem de tolerância entre os povos. No ano que vem, a escola disputará o título no Grupo de Acesso.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do Sambódromo e na loja da Liga SP na estação São Bento do Metrô. Os valores variam de acordo com o setor, com preços a partir de R$ 70. O horário de atendimento é das 10h às 20h no Sambódromo e das 10h às 19h na estação São Bento do metrô.

Programação:

21:00 - Mocidade Unida da Mooca (Campeã do Grupo de Acesso 2)

22h00: Colorado do Brás (2ª lugar no Grupo de Acesso)

23h00: Águia de Ouro (Campeã do Grupo de Acesso)

00h00: Dragões da Real (5º lugar no Grupo Especial)

01h00: Tom Maior (4º lugar no Grupo Especial)

02h00: Mancha Verde (3º lugar no Grupo Especial)

03h00: Mocidade Alegre (Vice-campeã do Grupo Especial)

04h00: Acadêmicos do Tatuapé (Campeã do Grupo Especial)

A cantora Daniela Mercury é uma das principais atrações nos blocos de SP (Foto: SECOM Salvador)

Cidade

A programação para o carnaval de rua na capital paulista traz, neste final de semana, 97 blocos oficiais (57 no sábado e 40 no domingo), segundo a prefeitura. Entre as principais atrações estão as cantoras Daniela Mercury, Cláudia Leitte, Gilmelândia e a Banda Falamansa.

No sábado, o ritmo de axé de Cláudia Leitte arrasta uma multidão estimada em 100 mil pessoas na Avenida 23 de Maio, a partir do meio-dia, da altura do Viaduto Santa Generosa até o Viaduto Pedroso. O uso da 23 de Maio para o circuito de carnaval é novidade neste ano, tendo reunido, entre domingo (11) e terça-feira (13), 2,6 milhões de pessoas em sete desfiles apenas nesta via.

No mesmo local, terá o Navio Pirata do Baiana System, trio elétrico que se apresenta pela primeira vez fora de Salvador, às 13h. O grupo usa a guitarra baiana na mistura de ritmos de afro-latinos como frevo, samba-reggae, pagode, groove arrastado, ijexá, kuduro, bass music e cumbia. São esperados até 50 mil foliões.

Em Pinheiros, bairro que concentra grande número de blocos, a Banda Falamansa leva o rastapé para um público estimado em 100 mil pessoas na Avenida Faria Lima, às 14h. O Bloco vai tocar os maiores sucessos do grupo, além de frevo e xote. No Largo da Batata, está programado o Bloco Xuca Feita, que tocará música POP e brasilidades, com blocos do Apego, DRE, Kaia na Gandaia, Se Joga, Desliga e Vem, Medpholia e Te Amo, Mas Só Como Amigo.

Domingo é dia do Bloco Pipoca da Rainha, com a cantora Daniela Mercury, que se apresenta na Rua da Consolação às 15h. A expectativa de público é 100 mil pessoas. Na Faria Lima, a cantora Gilmelândia anima o Bloco Se Te Pego, Não Te Largo às 14h. A Orquestra Voadora levará a fanfarra com mistura de ritmos como rock, funk, pop, jazz, frevo, samba e maracatu para a Praça da Republica, no centro. O coletivo de artistas deve atrair até 50 mil foliões.

Balanço

Desde o pré-carnaval, cerca de 9 milhões de pessoas se divertiram nos 387 blocos de rua de São Paulo. Apenas entre sábado (10) e terça-feira (13), o público foi estimado em 5,1 milhões de pessoas. Segundo pesquisa encomendada pela prefeitura, 35,3% dos foliões participaram, este ano, do carnaval paulistano pela primeira vez.

A organização dos eventos estava melhor do que no ano passado para 70% dos entrevistados. Aproximadamente 34% dos foliões eram de fora da capital paulista, um aumento de 66% em relação ao ano passado. Do total, 88,6% afirmaram que a prefeitura deve continuar apoiando o carnaval de rua da cidade.

Ideia é dar maior fluidez ao trânsito paulistano (Foto: SECOM)

Cidade

A gestão do prefeito João Doria (PSDB) lança, nesta sexta (16), um edital de chamamento público para receber estudos do setor privado para viabilizar a privatização da rede semafórica da capital paulista, que é da década de 1980. O foco é aumentar em até 25% o número de semáforos.

O objetivo é fazer um longo contrato de concessão no qual a empresa terá de investir em tecnologia para modernizar até 85% dos 6.399 semáforos de São Paulo, alvos constantes de vandalismo e apagões. O investimento necessário está estimado em R$ 1 bilhão.

Só 600 semáforos têm automação em tempo real, ou seja, o tempo de abertura e fechamento é controlado a distância de um centro de operações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Os novos aparelhos também vão controlar a velocidade dos carros e farão a contagem dos veículos no cruzamento, o que, segundo a Prefeitura, permitirá modificar a programação para que os semáforos fiquem abertos mais ou menos tempo, conforme o trânsito da região.
O secretário municipal de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda, estima até 20% a mais de fluidez do trânsito com os semáforos inteligentes.

No Estado, o número de casos triplicou (Foto: Fábio Arantes/SECOM)

Cidade

Diferente do resultado do Estado de São Paulo, o número de casos de dengue na Capital apresentou uma queda de quase 400% neste ano. De 1º de janeiro a 3 de fevereiro foram registrados 46 casos autóctones (quando o contágio ocorre na própria cidade) de dengue contra 176 no mesmo período de 2017. Em ambas as datas não ocorreram mortes pela doença, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde.

Balanço divulgado anteontem pelo Ministério da Saúde revelou que o número de casos de dengue trazia preocupação e quase triplicou no Estado, com 2,3 mil casos nas três primeiras semanas do ano contra 674 na comparação com o mesmo período de 2017.

A Secretaria Municipal de Saúde também informou em nota que não há registros de casos de dengue ou Chikungunya ou Zika. Todas as três doenças são transmitidas pelo Aedes aegypti, que também é vetor da febre amarela urbana.   

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 
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Articulistas

Colunistas

Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

Opinião

Crescimento do número de suicídios revela que sociedade brasileira está doente. Campanha Setembro Amarelo alertou para os riscos (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)

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Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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Opinião