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Seg, Out

Cássio até tentou parar o ataque do Cruzeiro com boas defesas (Foto: Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians )

Futebol


O Corinthians voltou a apresentar os mesmos defeitos dos últimos jogos e perdeu para o Cruzeiro por 1 a 0 nesta quarta-feira no Mineirão, no primeiro duelo da final da Copa do Brasil. O ataque, mais uma vez foi ineficiente e não chutou a gol. O setor defensivo deu espaço e Thiago Neves deitou e rolou. O jogador infernizou a zaga corintiana e marcou o gol da vitória no finalzinho do primeiro tempo.

Agora, o time de Jair Ventura precisa ganhar por dois gols de diferença na próxima quarta-feira, em casa, para ficar com o título. Se vencer por um, levará a decisão para os pênaltis. O Cruzeiro conquista o seu sexto título da Copa do Brasil, sendo o segundo consecutivo em caso de empate.

Nos minutos iniciais da partida desta quarta, o Corinthians deu a impressão de que estava disposto a sair mais para o jogo. A postura era completamente diferente daquela contra o Flamengo, no Maracanã, no duelo de ida da semifinal. Romero estava ligado e era quem tentava mais buscar o jogo. O Cruzeiro tinha um pouco mais de posse de bola, mas não conseguia chutar a gol.

As coisas começaram a mudar a partir dos 18 minutos e graças a Thiago Neves. O meia estava inspirado e tratou de infernizar a zaga corintiana. Ele primeiro obrigou Cássio a defender chute cruzado. Na sequência, cabeceou para fora. Um pouco depois, chutou cruzado e mandou na trave. E não parou de insistir, tanto que foi dele o cruzamento na cabeça de Léo, que obrigou Cássio a fazer um milagre.

O Corinthians tinha dificuldade para chegar à área adversária e foi recuando. Nas arquibancadas, a torcida em muito menor número do que a do time mineiro cantava mais alto e tentava empurrar o time. Já Cássio buscava esfriar o jogo. Caiu pelo menos duas vezes e pediu atendimento médico. Mas o árbitro não foi na dele e deu cinco minutos de acréscimos. Com Gabriel dando espaço na marcação, Thiago Neves aproveitou. Aos 46, Egídio fez boa jogada pela esquerda e o camisa 10 desta vez mandou para as redes. A bola ainda tocou na mão de Henrique e entrou. O zagueiro já havia desviado uma bola para o próprio gol no segundo duelo da semifinal da Copa do Brasil contra o Flamengo.



Jair Ventura optou por não mexer na equipe na volta do intervalo. E mesmo precisando buscar o empate, o time não conseguia reagir. Acabou, então, apostando em Pedrinho aos 15 minutos da etapa final, no lugar do apagado Clayson. Mas quem assustou foi Barcos ao aparecer na segunda trave e cabecear cruzado com perigo. Depois, Araos entrou na vaga de Mateus Vital, que também pouco produziu.

O Corinthians tinha mais posse de bola, mas era o Cruzeiro quem mais chegava perto do segundo gol. O time mineiro perdeu ainda mais uma chance em cabeceio de Dedé, que saiu à linha de fundo.

Depois, Jadson, outro apagado em campo, deu lugar a Emerson Sheik. Mas o Corinthians pouco conseguiu produzir e o Cruzeiro parecia satisfeito com o resultado. Nos acréscimos Araos cometeu falta dura no meio-campo e foi expulso. E Anderson Daronco apitou o fim da partida: 1 a 0 para o Cruzeiro na primeira final.

Os times terão compromissos no fim de semana pelo Campeonato Brasileirão. No sábado, o Corinthians fará clássico com o Santos no Pacaembu. Já o Cruzeiro jogará no dia seguinte com o Vasco em São Januário.

FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO 1 X 0 CORINTHIANS

CRUZEIRO - Fábio; Edilson, Dedé, Léo e Egídio; Henrique, Ariel Cabral, Rafinha (Rafael Sobis), Thiago Neves (David) e Robinho; Barcos (Raniel). Técnico: Mano Menezes.

CORINTHIANS - Cássio; Fagner, Léo Santos, Henrique e Danilo Avelar; Ralf e Gabriel; Romero, Jadson (Emerson Sheik), Mateus Vital (Araos) e Clayson (Pedrinho). Técnico: Jair Ventura.

GOL - Thiago Neves, aos 46 minutos do primeiro tempo

ÁRBITRO - Anderson Daronco (Fifa/RS).

CARTÕES AMARELOS - Léo Santos e Jadson (Corinthians); Thiago Neves e Egídio (Cruzeiro).

CARTÃO VERMELHO - Araos (Corinthians).

RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.

LOCAL - Mineirão, em Belo Horizonte (MG).

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Dorival cumprimenta Cueva pós-vitória sobre o CSA (Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net)

Esporte

O São Paulo venceu o CSA, de Alagoas, por 2 a 0, em jogo válido pela segunda fase da Copa do Brasil 2018, no estádio Rei Pelé, em Maceió, na noite desta quinta-feira (15). Para o técnico Dorival Júnior, a equipe tem evoluído, apesar do início de ano cansativo. 

Os gols foram marcados somente no segundo tempo pelos meias Nenê (3’, 2º) e Cueva (16’, 2º), garantindo acesso do tricolor na próxima fase do torneio - inédito no museu de troféus do Morumbi. A partida não foi de empolgar, principalmente no primeiro tempo, quando o SP procurava brechas na zaga do time da União e da Força. Porém, na segunda etapa, a equipe voltou mais consciente e conseguiu colocar em prática o que faz nos treinos.

“Voltamos para o segundo tempo mais conscientes. Isso foi importante para ter mais posse de bola. As jogadas que foram treinadas exaustivamente, as triangulações e conseguimos os gols. A marcação estava toda lá atrás, erramos nos passes, mas quando acertamos a movimentação, o Diego Souza saindo e alguém entrando no corredor, com uma marcação individualizada, começamos a atacar o espaço e a criar uma nova condição para o time”, disse Dorival.

Cueva comemorando gol contra o CSA Foto Rubens Chiri

Foto: Rubens Chiri - Divulgação São Paulo FC.NET

O comandante do time do Morumbi destacou o desgaste físico que o início de temporada causa. O São Paulo treinou por 10 dias e fez 8 jogos, o que dá uma média de três partidas por semana e embalou a quarta vitória consecutiva.

“Um jogo como este contra o CSA mostra tudo isso. As dificuldades do primeiro tempo e a mudança para segunda etapa. As críticas vão acontecer. Com 10 dias de treino não existe milagre. Se tem alguém a ser criticado não são os jogadores. Estamos no caminho certo. Vamos fazer um bom Paulista e uma boa Copa do Brasil”, completou o técnico.

O próximo compromisso da agenda do São Paulo é diante do Santos, às 17h, no Morumbi. Rodrigo Caio cumpre suspensão automática e Anderson Martins deve substituí-lo.

Alunos que praticam esporte rendem 20% a mais que os que não praticam nenhum esporte (Foto: Divulgação)

Saúde

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Illinois (EUA) mostrou que os estudantes que praticam esportes regularmente têm um rendimento escolar 20% maior do que os outros alunos.

Os exercícios físicos ajudam a aumentar a concentração, fixando melhor o conteúdo estudado. Além disso, o esporte colabora para o convívio social, autoestima, pré-disposição, diminui a ansiedade, melhora a memória e as noites de sono.

Segundo Fabrício Cortezi, coordenador pedagógico do Sistema de Ensino pH, cada aluno tem o seu próprio rendimento e intercalar os estudos com o esporte pode proporcionar maior disposição. “O legal do esporte é poder se despir da mente e exercitar o corpo, assim se tem mais disposição para estudar depois”, afirmou.

Algumas sugestões são: futebol, vôlei, handball, musculação, basquete, natação e corrida ao ar livre. Todos eles podem ser praticados por homens e mulheres gratuitamente, em parques públicos. É importante verificar o condicionamento com um especialista antes de iniciar uma atividade intensa.

Goleiro lamentou lesão de Sidão. "Ele é importante para o time", destacou. (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)

Futebol

O goleiro Jean estreou no São Paulo na vitória por 2 a 0 contra o CRB, válida pela terceira fase da Copa do Brasil, no Morumbi, na noite desta quarta, 28. O atleta assumiu a titularidade porque momentos antes da partida, o goleiro Sidão sentiu dores musculares e ficou de fora do confronto.

Mesmo com o triunfo, Jean admitiu que não atuou nas melhores de suas condições. “Ainda falta um pouco de ritmo e de entrosamento com a equipe, mas nada que uma ou duas partidas supere”, disse o goleiro, que participou de um dos gols da noite.

“Vi o Militão livre, dei o passe e felizmente saiu o gol. É algo que o Dorival usa. Grandes clubes fora do País usam, como o Manchester City. A gente viu que funciona. Hoje [quarta] consegui fazer um bom passe e saiu o gol.  É algo que trabalhamos bastante e está dando resultado. Tanto eu quanto o Sidão, que faz isto muito bem”, analisou o atleta.

Jean também lamentou a lesão do titular na posição. “Fiquei um pouco triste porque minha estreia foi por causa da lesão de um companheiro. Espero que o Sidão volte o mais rápido possível. Ele é importante para o time, mas meu sonho era estrear e estou muito feliz. Eu me preparei para isso”, concluiu.

Pressionado por torcedores pelos resultados anteriores – duas derrotas e um empate -, o técnico Dorival Jr. afirmou que teve uma resposta positiva da diretoria. “Fico feliz em ter este respaldo. O trabalho está sendo feito e vamos evoluir. Fico feliz porque o trabalho está sendo feito muito sério, não são só os resultados”, disse Dorival.

“Quando os atletas percebem que evoluem, a seriedade de quem está dirigindo, não existe sacanagem e distinção. A gente se preocupa com tudo. Respaldar eles e todo o corpo técnico”, destacou o treinador.

Já Valdivia, que marcou seu primeiro gol com a camisa do Tricolor, disse que a sensação de balançar as redes pelo São Paulo se compara à sensação que teve no Inter, quando marcou pela primeira vez como profissional.

“Foi marcante e estou muito feliz com este momento. Espero seguir assim para ajudar os meus companheiros mais vezes. Na próxima, vou comemorar no símbolo do Morumbi (risos) ”, comentou o atleta.

O São Paulo volta a campo no domingo, 4, às19h30, contra o Linense, pelo Campeonato Paulista. No dia 14, também às 19h30, a equipe visita o CRB, em Alagoas, pela volta da terceira fase da Copa do Brasil. 

Reinaldo volta ao time após cumprir suspensão no Paulista (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O São Paulo vive dias de muita pressão. Sem vencer há três jogos, o técnico Dorival Júnior é cobrado por torcedores, mas a diretoria decidiu mantê-lo, apesar do mau momento. E é com este clima que a equipe recebe o CRB, no Morumbi, na próxima quarta-feira, 28, às 19h30, em partida válida pela terceira fase da Copa do Brasil, competição que falta para o time do Morumbi.

Para esta partida, o treinador tem pelo menos uma boa notícia. O lateral esquerdo Reinaldo volta a ficar à disposição depois de cumprir suspensão no Campeonato Paulista.

O atleta disse que conhece bem o adversário e projeta um duelo complicado na volta, em Alagoas. “É um clube que tem uma boa estrutura e é forte no futebol alagoano. Será difícil jogar lá, então precisamos garantir alguma vantagem neste primeiro duelo, aqui no Morumbi”, afirmou.

Nas fases anteriores da Copa do Brasil, o Tricolor eliminou o Madureira e o CSA em duelos únicos. Agora, na terceira fase, não há mais gol qualificado fora de casa. Ou seja, em caso de dois empates, a vaga será decidida nos pênaltis. A partida de volta com o CRB será disputada no dia 14 de março, em Maceió.

Time do Morumbi está há três jogos sem vencer (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

Mesmo vivendo momento de maior pressão no comando do São Paulo, o técnico Dorival Junior deve continuar à frente da equipe, pelo menos por enquanto. No domingo, 25, a equipe empatou sem gols com a Ferroviária, completando três jogos sem vitória. No Campeonato Paulista, o time marcou 11 pontos em nove jogos.

Apesar da avaliação interna de que o time não vai bem, a diretoria entende que comandante precisa de mais tempo para botar em prática o que vem trabalhando com o elenco. O elenco se reapresentou no CT da Barra Funda já de olho no CRB, adversário de amanhã, pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil. A partida será no Morumbi.

Para evitar desgaste, os titulares do duelo de domingo fizeram apenas trabalhos regenerativos. Em campo, os reservas realizaram trabalhos técnicos. Alguns titulares, como Rodrigo Caio e Valdívia, assistiram ao treino dos colegas. Reinaldo, que cumpriu suspensão na rodada anterior do Paulistão, treinou normalmente. Ele estará em campo contra o CRB pelo torneio nacional.

A pressão sobre Dorival aumentou na semana passada depois das derrotas para Santos (1 a 0, em casa) e Ituano (2 a 1, fora). Dorival virou o principal alvo da torcida tricolor, que pede a sua demissão. Após o jogo em Itu, houve protesto em frente ao CT e, durante o jogo do último domingo, o treinador foi chamado de "burro" durante a partida no Morumbi, que terminou com vaias.

Instalação é feita para atletas treinarem em melhores condições (Foto: Marivaldo Oliveira/AE)

Cidade

O muro de vidro, de 2,2 quilômetros de extensão, que deverá liberar a visão para a Raia Olímpica da Universidade de São Paulo (USP), na Marginal do Pinheiros, está em fase final de construção e deve ser entregue até o fim de março. Nos próximos dias, a atual mureta de concreto deverá ser demolida.


Onde hoje fica a mureta de concreto começará a ser instalada uma calçada verde, com gramado entre as pistas da Marginal, sentido Interlagos, em um trabalho de paisagismo. Haverá um recuo entre a nova mureta transparente e as faixas de rolamento. O vidro é temperado, com dez milímetros de espessura e película de proteção.


O projeto foi apresentado em junho do ano passado. Em maio, inicialmente, a gestão João Doria (PSDB) havia proposto uma grade, mas foi levantado o problema de aumento de barulho e poluição do ar para os atletas que usam a raia. A solução foi a mureta de vidro, orçada em R$ 15 milhões, com custo pago por 12 empresas privadas – entre operadores de saúde e instaladores desse tipo de mureta

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Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 
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Colunistas

Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

Opinião

Crescimento do número de suicídios revela que sociedade brasileira está doente. Campanha Setembro Amarelo alertou para os riscos (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)

Opinião

Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião