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Sáb, Out

Jogador admite que na Eurocopa havia um clima de "já ganhou" (Foto: Reprodução/Facebook)

Copa 2018

No domingo, em Moscou, França e Croácia decidem a Copa do Mundo de 2018 e os franceses querem evitar o famoso "clima de já ganhou" para essa partida. "Nós não somos favoritos. É uma final", disse nesta quinta-feira o meia Paul Pogba, um dos principais jogadores do time. A equipe tenta a todo custo evitar a repetição do cenário da Eurocopa de 2016, quando perdeu o título em casa para Portugal, mesmo atuando em casa.

"Na Euro, nós pensávamos que tínhamos conquistado o título depois da vitória em cima da Alemanha (na semifinal). Pensamos que Portugal estava derrotado antes. Dessa vez, estamos todos concentrados em não cometer o mesmo erro. Estamos felizes por nossa campanha, mas ainda não ganhamos a Copa do Mundo", disse o jogador, que completou: "Vamos lidar de forma diferente nesta partida. Não vai faltar nada, nem raça".

Ele ainda falou sobre o adversário da finalíssima. "Nós não somos favoritos. É uma final. Os croatas tiveram um jogo muito difícil contra a Inglaterra, eles não desistiram. Perdiam por 1 a 0 e voltaram para o jogo. Existem duas equipe e um troféu. Eles jogaram 90 minutos a mais nas três prorrogações, mas não sei se isso é uma desvantagem para eles ou se querem mostrar que podem ganhar mais um jogo. Para mim, repito, não somos favoritos. Não nos esquecemos das dúvidas sobre nós no início da competição, sobre a nossa capacidade de jogarmos juntos. Nós não fizemos nada ainda. Queremos ir buscar alguma coisa, vamos fazer de tudo para vencer", afirmou.

Pogba ainda afirmou que o jogo será definido nos detalhes e que sua seleção não terá um plano especial para tentar anular o craque Luca Modric. "Não é apenas o Modric. Tem também Rakitic, Perisic e até os defensores que são conhecidos na Croácia. Eu acho que não haverá um plano específico para o Modric. Haverá um para todos. Nós assistimos à partida de ontem e agora vamos analisar tudo isso. Vamos tentar bloquear os melhores jogadores. Esse é o nosso plano, manter a posse de bola e vencer o jogo".

O jogador também comentou sobre o encontro entre as duas seleções na Copa do Mundo de 1998, quando a França venceu a Croácia na semifinal do Mundial por 2 a 1, de virada. "Os croatas ainda não têm o título e eles querem essa primeira estrela. Eles fizeram uma campanha muito boa e querem a vitória, como nós também querermos. Eu não tenho essa estrela também, ela está na minha camiseta, mas não fui eu quem ganhei. Quero ganhá-la junto com meus colegas. Será uma final de Copa do Mundo, uma grande partida, um jogo muito difícil."

Antes de Pogba, o zagueiro Samuel Umtiti, autor do gol da vitória da França em cima da Bélgica por 1 a 0 na semifinal, também conversou sobre os erros do passado na Eurocopa de 2016. "Eu mudei minha mentalidade depois daquele jogo. Cada um de nós é diferente e se prepara de uma forma. Coletivamente, sabemos o que fizemos de errado e o que devemos fazer agora. Isso é conversado entre nós. Criamos uma boa imagem, mostramos agressividade solidez. Há muita seriedade."

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Alunos que praticam esporte rendem 20% a mais que os que não praticam nenhum esporte (Foto: Divulgação)

Saúde

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Illinois (EUA) mostrou que os estudantes que praticam esportes regularmente têm um rendimento escolar 20% maior do que os outros alunos.

Os exercícios físicos ajudam a aumentar a concentração, fixando melhor o conteúdo estudado. Além disso, o esporte colabora para o convívio social, autoestima, pré-disposição, diminui a ansiedade, melhora a memória e as noites de sono.

Segundo Fabrício Cortezi, coordenador pedagógico do Sistema de Ensino pH, cada aluno tem o seu próprio rendimento e intercalar os estudos com o esporte pode proporcionar maior disposição. “O legal do esporte é poder se despir da mente e exercitar o corpo, assim se tem mais disposição para estudar depois”, afirmou.

Algumas sugestões são: futebol, vôlei, handball, musculação, basquete, natação e corrida ao ar livre. Todos eles podem ser praticados por homens e mulheres gratuitamente, em parques públicos. É importante verificar o condicionamento com um especialista antes de iniciar uma atividade intensa.

Eastwood venceu o Oscar quatro vezes na carreira (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

Estreia nesta quinta-feira, 8, nos cinemas de todo o Brasil, o filme “15h17: Trem Para Paris”, dirigido por Clint Eastwood, quatro vezes vencedor do Oscar (melhor filme e melhor direção por Unforgiven e Million Dollar Baby).

A nova trama conta a história verídica de três homens, cujos atos de bravura os tornaram heróis durante uma viagem em um trem de alta velocidade.

A obra foi baseada em um ataque terrorista frustrado, ocorrido em agosto de 2015, a um trem a caminho de Paris. O filme acompanha a vida dos três amigos, das dificuldades da infância, passando pela descoberta de seu propósito na vida, até a série de eventos improváveis que culminaram com o ataque.

Durante essa experiência angustiante, a amizade entre eles, que nunca se abala, tornou-se sua melhor arma, permitindo que eles salvassem a vida de mais de 500 passageiros a bordo. 

Governador está dividido entre dois candidatos (Foto: Divulgação/GESP)

Cidade

O governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, afirmou, nesta quarta-feira, entender que o duplo palanque que terá no Estado, por apoio de dois candidatos ao Governo, não deve prejudicá-lo eleitoralmente.


“O Brasil não tem um quadro bipartidário. Nosso quadro infelizmente é pluripartidário. Então você vai ter candidatos da mesma base política no País inteiro disputando um com o outro e para presidente apoiando o mesmo candidato”, disse Alckmin, que participou de evento da entrega do bloco 3 do Instituto do Coração (Incor-USP), na capital paulista.


Alckmin evitou comentar a troca de farpas entre os dois pré-candidatos que terão seu apoio – o prefeito João Doria (PSDB) e o vice-governador Márcio França (PSB). “Nós temos o França, que está assumindo o Governo, está preparado, ficou quatro anos conosco, tem boa experiência. O Doria também já tem a experiência do período de prefeito. Vamos caminhar para o futuro”, disse.


Alckmin deixa o Governo apenas no início de abril para se dedicar à sua campanha. Ontem, contudo, ele inaugurou um edifício não mobiliado e que deverá entrar em funcionamento apenas em maio.


“Quando vier visitar como presidente da República, o senhor será recebido como o nosso governador, que tanto fez pelo Incor”, disse o médico e presidente do Conselho diretor do Incor, Roberto Kalil Filho.

Antes de concorrer à Presidência, Alckmin não diz para quem vai pedir votos em São Paulo (Foto: Fábio Vieira/FOTORUA/Estadão)

Cidade

Um dia após o prefeito João Doria vencer as prévias do PSDB para ser o candidato tucano ao Governo de São Paulo, o governador Geraldo Alckmin fez, nesta segunda-feira, 19, seu primeiro gesto de apoio ao tucano, mas também distribuiu afagos ao vice-governador Márcio França, que disputará o Palácio dos Bandeirantes pelo PSB.


Questionado se pedirá votos para Doria e França ao mesmo tempo, Alckmin desconversou e disse que a campanha começa apenas em agosto. O governador ficou neutro nas prévias e não participou da festa de vitória de Doria na sede do PSDB na Capital, no domingo.


“O candidato do meu partido será o João Doria, portanto estaremos juntos”, disse Alckmin a jornalistas após participar de um evento na sede do Governo. Sobre Márcio França, ele disse que seu vice está preparado para assumir o governo de São Paulo.

Instalação é feita para atletas treinarem em melhores condições (Foto: Marivaldo Oliveira/AE)

Cidade

O muro de vidro, de 2,2 quilômetros de extensão, que deverá liberar a visão para a Raia Olímpica da Universidade de São Paulo (USP), na Marginal do Pinheiros, está em fase final de construção e deve ser entregue até o fim de março. Nos próximos dias, a atual mureta de concreto deverá ser demolida.


Onde hoje fica a mureta de concreto começará a ser instalada uma calçada verde, com gramado entre as pistas da Marginal, sentido Interlagos, em um trabalho de paisagismo. Haverá um recuo entre a nova mureta transparente e as faixas de rolamento. O vidro é temperado, com dez milímetros de espessura e película de proteção.


O projeto foi apresentado em junho do ano passado. Em maio, inicialmente, a gestão João Doria (PSDB) havia proposto uma grade, mas foi levantado o problema de aumento de barulho e poluição do ar para os atletas que usam a raia. A solução foi a mureta de vidro, orçada em R$ 15 milhões, com custo pago por 12 empresas privadas – entre operadores de saúde e instaladores desse tipo de mureta

Doria é cotado para disputar sucessão de Alckmin ao Palácio dos Bandeirantes Crédito: Lucas Dantas

Cidade

Durante passagem pelo carnaval de Salvador na terça-feira, 13, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), reafirmou que o seu partido terá candidato próprio nas eleições deste ano. O tucano disse ainda que "não há nenhum mal" o vice-governador de São Paulo Márcio França se filiar à legenda e participar do processo de disputa interna pela vaga para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes. "Se o vice quiser se filiar ao PSDB, não há nenhum mal", afirmou Doria.

Entretanto, o prefeito da capital paulista defendeu a realização de prévias dentro do partido tanto para eleições estaduais quanto federal. "Sou filho das prévias. É bom, é saudável", pregou, acrescentando que o ideal é que as prévias se realizem simultaneamente em São Paulo e nos demais Estados".

Coletiva DORIA Carnaval de rua 2018

Crédito: Lucas Dantas

O tucano também disse que não fará oposição ao atual vice-governador, caso este lance candidatura ao Palácio dos Bandeirantes. França tem sido cotado para ser o candidato de atual governador Geraldo Alckmin, também do PSDB.

Acompanhando o prefeito paulista na folia baiana, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que só vai decidir sobre uma eventual candidatura à Presidência da República "entre março e junho". E lembrou que o DEM conta com outros nomes importantes e em condições de disputa para a vaga. "Acho que essa eleição está aberta. Aquele que conseguir organizar politicamente um campo vai ter chance de ganhar", afirmou.

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.
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Colunistas

Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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Decisão do STF preserva direito de trabalho à grávida, mesmo se ela desconhecer a gestação (Foto: André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas)

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Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião