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Seg, Out

Com lesão de Filipe Luís, Alex Sandro deve ser o reserva de Marcelo na Copa (Foto: Reprodução/Facebook)

Copa 2018

O Atlético de Madrid confirmou nesta sexta-feira que os exames realizados pelo lateral-esquerdo Filipe Luís confirmaram que o jogador brasileiro sofreu uma fratura na fíbula da perna esquerda, uma lesão que deverá deixá-lo fora da Copa do Mundo na Rússia.

Filipe Luís se lesionou na última quinta-feira, durante o segundo tempo da vitória do Atlético de Madrid por 5 a 1 sobre o Lokomotiv Moscou, na Rússia, no jogo de volta das oitavas de final da Liga Europa.

O clube não disse por quanto tempo o defensor vai estar afastado dos gramados, mas lesões semelhantes necessitaram de pelo menos seis semanas de recuperação, tempo que poderá ser ampliado se ele tiver que ser operado.

Na segunda-feira, Filipe Luís foi convocado pelo técnico Tite para os amistosos da seleção brasileira contra a Rússia, em Moscou, em 23 de março, e Alemanha, em Berlim, quatro dias depois. A CBF ainda não anunciou, mas o jogador do Atlético de Madrid deverá ser cortado nas próximas horas.

Esses compromissos serão os últimos da seleção brasileira antes de Tite anunciar a lista de convocados para a Copa do Mundo, sendo que Filipe Luís é visto como concorrente direto e em uma disputa acirrada com Alex Sandro para ser o reserva imediato de Marcelo, considerado o titular absoluto da lateral esquerda. A estreia do Brasil na Rússia será em 17 de junho, diante da Suíça

Filipe Luís se lesionou quando tentava evitar uma finalização do atacante Eder, do Lokomotiv Moscou, aos 15 minutos do segundo tempo. O lateral até conseguiu fazer o corte, mas foi atingido na perna e precisou deixar o campo em uma maca. O time espanhol se classificou às quartas de final da Liga Europa com um placar agregado de 8 a 1.





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Há anos, Fut-Encontro promove gratuitamente interação entre público, jornalistas, atletas e ex-jogadores (Foto: Divulgação)

Copa 2018

A menos de um mês para a Copa do Mundo, um evento gratuito vai falar sobre jogadores de futebol raçudos. Na próxima terça-feira, 22, às 19h, o Fut-Encontro, em mais uma edição no Shopping Plaza Sul, relembrará grandes histórias de atletas que se entregavam em campo e faziam a diferença dentro e fora das quatro linhas.

Muitos deles, inclusive, destacaram-se em mundiais com a camisa da Seleção. Como, por exemplo, o capitão do tetra e ex-técnico do Brasil, Dunga.

Para debater o tema com o público, o evento levará Aline Pellegrino, ex-jogadora da seleção brasileira e atualmente na coordenação de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol; Axel, ex-jogador de São Paulo e Santos e atual técnico do Taboão da Serra; e os jornalistas Marco Bello e Silvia Vinhas.

Serviço

Debate “Jogadores raçudos”

Data: Terça-feira (22/5), a partir das 19h.

Local: Praça de Eventos – piso térreo do Shopping Plaza Sul – Praça Leonor Kauppa, 100 – Saúde – São Paulo.

Mais informações: http://www.shoppingplazasul.com.br/

Zagueiro Miranda abriu o caminho para a vitória brasileira (Foto: Pedro Martins/MoWa Press)

Copa 2018

O Brasil realizou um de seus últimos testes antes da Copa do Mundo. Nesta sexta-feira, 23, a Seleção venceu a Rússia, anfitriã do Mundial, por 3 a 0, em Moscou, com gols de Miranda, Coutinho (pênalti) e Paulinho. 

Apesar de ter tomado alguns sustos, os comandados de Tite dominaram o amistoso, mesmo sem o craque Neymar, que se recupera de uma operação no pé direito e deve voltar às vésperas da Copa. Douglas Costa substituiu o camisa 10 do Brasil e do PSG.

Agora, o desafio brasileiro é contra a algoz Alemanha, no Estádio Olímpico de Berlim, na próxima terça-feira, 27, às 15h45 (horário de Brasília). É a primeira vez que as seleções se encontram depois dos 7 a 1, no Mineirão, na semifinal da Copa do Mundo de 2014. 

"O jogo estava difícil. Tomamos um monte de contra-ataque, mas, felizmente, controlamos o jogo. E fui feliz em fazer o primeiro gol", disse Miranda à TV Globo. 

"A equipe toda foi bem. Tivemos tranquilidade. Acho que correspondi as expectativas", avaliou o atacante Douglas Costa. "O espírito da Seleção é vencer. O Thiago Silva salvou em cima da linha em um lance em que já estava batido. Todos se entregaram. Estão todos de parabéns", analisou o goleiro Alisson, que foi o capitão brasileiro nesta sexta-feira.  

Arena Rostov vai receber o jogo de estreia do Brasil, dia 17 de junho, contra a Suíça (Foto: Reprodução/Facebook)

Copa 2018

Durante a 1ª fase da Copa do Mundo da Rússia, a Seleção Brasileira vai jogar em três cidades: Rostov, São Petersburgo, e Moscou. A primeira é a mais desconhecida, mas tem um centro comercial forte, assim como um diversificado setor industrial. O estádio em que o Brasil jogará contra a Suíça é a Arena Rostov, que tem capacidade para 45 mil espectadores, construída especialmente para o torneio.


O município de São Petersburgo é a 2ª maior cidade do País e já foi até capital do Império Russo, de 1732 a 1918. Estimativa de 2012 mostra que a cidade tem 5 milhões de habitantes, quase metade dos habitantes da cidade de São Paulo. Lá, a Seleção jogará contra a Costa Rica, no Estádio Krestovsky, que tem capacidade para 68 mil torcedores.


Na terceira rodada, quando enfrenta a Sérvia, o Brasil estará na capital, Moscou. A cidade tem dois estádios para o campeonato: o Lujniki, que receberá a final, e a Arena Otkrytie, do Spartak. Este será o palco do último jogo da Seleção na fase de grupos. O local tem capacidade para 45 mil torcedores.

Com Tite, Brasil ainda não perdeu jogos oficiais (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Copa 2018

Começou a contagem regressiva para Copa da Rússia. No dia 14 de junho, daqui a exatos 100 dias, às 12h, entram em campo Rússia e  Arábia Saudita, para o jogo de abertura, no estádio Lujniki, em Moscou. 

Entre as 32 equipes, mais uma vez estará a Seleção Brasileira, que, depois de tempos difíceis, segue mais uma vez confiante para conquistar o hexacampeonato. Afinal, já ganhou o torneio em 1958, 1962, 1970, 1994, 2002, todas de forma invicta. 

Após o vexame em casa, a Seleção Canarinho recuperou a autoestima e o bom futebol e embarca para a Rússia cheia de esperança e listada entre as favoritas ao título. Mas não está sozinha. Neste seleto grupo que os especialistas credenciam ao título, também estão a sempre forte Alemanha, a respeitada França, a confiante Espanha e a respeitável e arquirrival Argentina.

Além delas, é bom ficar de olho em Portugal e Bélgica, que correm por fora, mas também têm bons times e podem surpreender.Nesta edição, os torcedores não verão em campo algumas seleções tradicionais e bem ranqueadas na Fifa: o Chile, atual campeão da Copa América, a Itália, quatro vezes campeã do mundo, e a Holanda, normalmente uma pedra no sapato dos brasileiros. O trio não conseguiu classificação para o Mundial. Por outro lado, as seleções da Islândia e do Panamá serão estreantes no torneio.

Jabá, que já passou pela Seleção de base, acredita que Tite pode levar o Brasil ao hexa (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O atacante Léo Jaba, revelado pelo Corinthians e que atualmente atua pelo clube russo Akhmat Grozny, acredita que a Seleção Brasileira será muito bem acolhida durante a Copa do Mundo.

“Os russos têm uma expectativa muito grande para receber os jogadores brasileiros. Sabemos que na última Copa o resultado não foi o esperado, mas eles veem a mudança com o Tite. Então, estão bem empolgados. Eles são fãs do nosso futebol e dos jogadores do País. Há um respeito muito grande. Tenho certeza que vão torcer pelo Brasil, a não ser contra a Rússia”, avaliou Jabá, que, em 22 jogos pelo Akhmat Grozny, fez três gols.

Jabá também comentou sobre as cidades e os estádios que receberão as partidas do Brasil na primeira fase do Mundial. “As três cidades [Rostov- do-Don, São Petersburgo e Moscou] são top e eu gostei de ter jogado nas arenas de São Petersburgo e Moscou”, afirmou o ex-corintiano, que emendou: “Em Rostov [que ainda não teve o estádio inaugurado] e em Moscou, a torcida ficará perto do gramado. Já no estádio do Zenit [São Petersburgo], os torcedores ficarão mais distantes. De qualquer forma, os russos fazem bastante barulho nas arquibancadas. Só que eles não fazem tanta pressão como os brasileiros”, analisou. 

O atleta também falou sobre o frio russo. Ele está no país desde julho de 2017 e chegou a pegar 8º C durante o mês. Como a Copa será disputada no mesmo período neste ano, a miníma deve ser semelhante durante o Mundial. "Mas, no inverno, enfrentei uma temperatura de -29º C. Muito gelado", relembrou. 

Craque deve desfalcar seleção em amistoso contra a Alemanha (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O atacante Neymar, do PSG, teve uma fissura no quinto metatarso do pé e não joga contra o Real Madrid, partida válida pela volta das oitavas de final da Champions League. O jogo está marcado para o dia 6 de março, às 16h45, na França. A informação foi confirmada pelo próprio clube francês.

Por causa da lesão, o brasileiro deve ficar no mínimo três semanas longe dos gramados. Desta forma, não preocupa para a Copa do Mundo. No entanto, o camisa 10 da seleção não deve participar do amistoso contra a Alemanha, marcado para o dia 27 de março.

 Neste domingo, o craque torceu o tornozelo sozinho em jogo do PSG e deixou o campo aos prantos. Havia suspeita de rompimento de ligamento, o que o tiraria do Mundial da Rússia.

Marquinhos

O zagueiro teve constatada uma lesão muscular de grau 1 após exame de ultrassonografia. Segundo o site Globoesporte.com, o defensor é dúvida para a partida diante da equipe espanhola.  

Na ida, em Madri, o time de Cristiano Ronaldo venceu o adversário parisiense por 3 a 1. Agora, pode até perder por um gol de diferença para avançar às quartas de final da competição europeia.

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.
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Articulistas

Colunistas

Crescimento do número de suicídios revela que sociedade brasileira está doente. Campanha Setembro Amarelo alertou para os riscos (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)

Opinião

Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Decisão do STF preserva direito de trabalho à grávida, mesmo se ela desconhecer a gestação (Foto: André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas)

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