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Tite começa a dar forma para a seleção que vai disputar a Copa (Foto: Reprodução/Facebook)

Copa 2018

Além do amistoso entre Brasil e Rússia, que acontece em Moscou, nesta sexta-feira, 23, a partir das 13h (horário de Brasília), outras partidas agitam o dia, já em clima de Copa do Mundo. Inclusive, os três adversários da Seleção na primeira fase do Mundial entram em campo.

A Suíça enfrenta a Grécia, em Atenas, às 15h. Já a Sérvia, em campo neutro, na cidade italiana de Turim, encara o Marrocos, às 16h30. A seleção africana também estará na Copa da Rússia. Por fim, a Costa Rica visita a Escócia, em Glasgow, às 16h45. 

Outros jogos que acontecem nesta sexta são considerados verdadeiros clássicos mundiais: Alemanha e Espanha fazem o duelo dos dois últimos campeões do mundo, na cidade germânica de Düsseldorf, às 16h45. Itália, que depois de 60 anos não vai ao Mundial, pega a Argentina, de Lionel Messi, em Manchester, na Inglaterra, no mesmo horário. 

Por falar na Terra da Rainha, o English Team, também às 16h45, visita a Holanda, que não disputará a Copa, em Amsterdã. Ainda às 15 para 17h, outro duelo que chama a atenção é entre Portugal e Egito, em Zurique. Os africanos contam com Salah, astro do Liverpool, para atuar no Mundial após 28 anos de ausência. Já a seleção lusitana tem o atual melhor do mundo, o craque Cristiano Ronaldo. 

Brasil x Rússia

Sem contar com Neymar, a seleção brasileira volta a campo, na sexta-feira, 23, contra a Rússia, anfitriã da Copa do Mundo 2018. A partida acontece no Estádio Luzhniki, palco da final do torneio, no próprio país europeu. Os times se enfrentam a partir das 13h, do horário de Brasília.

O principal jogador do selecionado ainda se recupera de uma cirurgia no pé direito para corrigir uma fissura. Ele será substituído por Douglas Costa. De acordo com o goleiro Alisson, da Roma, escolhido para ser o capitão do Brasil no jogo, o amistoso será um aperitivo da Copa. “Já dá para sentir o ‘gostinho’. Estamos na Rússia, vivenciando o ambiente, vamos jogar contra um adversário duro”, disse, em coletiva de imprensa realizada na quinta-feira, 22.

O técnico Tite deve fazer um teste no amistoso desta sexta, deixando Renato Augusto no banco e colocando Fernandinho no lugar dele.

Na terça-feira, 27, a seleção realiza partida contra a Alemanha. A nova camiseta amarela será lançada nesta oportunidade. Será a primeira vez em que as seleções se enfrentarão depois do vexatório 7 a 1 na semifinal da Copa do Mundo de 2014, em jogo realizado no Mineirão, em Belo Horizonte.

Rússia

Akinfeev; Granat, Kudriashov e Ignatiev; Samedov, Glushakov, Golovin, Dzaegoev e Zhirkov; Zabolotni e Smolov. Técnico: Stanislav Tchertchesov

Brasil

Alisson; Daniel Alves, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho e Coutinho; Willian, Douglas Costa e Gabriel Jesus. Técnico: Tite.

Árbitro: Aleksei Kulbakob (Bielorrússia)

Confira todos os amistosos desta sexta:

8h35

Uruguai x República Tcheca

9h20

Japão x Mali

13h

Chipre x Montenegro

Azerbaijão x  Bielorússia 

Finlândia x Macedônia

13h30

Gâmbia x República Centro-Africana

Noruega x Austrália,

Senegal x Uzbequistão 

Bulgária e Bósnia-Herzgovina

14h30

Turquia x Irlanda

15h

Hungria x Cazaquistão 

Grécia x Suíça

15h15

Tunísia x Irã

16h

Ucrânia x Arábia Saudita

16h30

Sérvia x Marrocos

16h45

Alemanha x Espanha

Portugal x Egito

Polônia x Nigéria

Holanda x Inglaterra

Escócia x Costa Rica

Itália x Argentina 

Áustria x Eslovênia

17h

França x Colômbia.

21h

Croácia x Peru 

23h30

México x Islândia 

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Camisa 10 e destaque da Suíça, Xhaka pode aprontar para cima do Brasil (Foto: Facebook)

Copa 2018

Todas as 32 seleções que vão disputar a Copa do Mundo - 2018, na Rússia, entraram em campo na última sexta-feira, 23. O Brasil, que está no Grupo E do Mundial, venceu a Rússia por 3 a 0, em Moscou.

Enquanto a Seleção enfrentou os anfitriões do torneio, os seus adversários na primeira fase da Copa também fizeram amistosos para realizar os últimos ajustes antes do início da competição.

A Suíça, rival do Brasil na estreia do Mundial, no dia 17 de junho (domingo), às 15h, derrotou a Grécia por 1 a 0, em Atenas. Vale ressaltar que os gregos não se classificaram para o torneio na Rússia. 

Já a Costa Rica, adversária brasileira no dia 22 de junho (sexta-feira), às 9h, bateu a Escócia, também por 1 a 0, em Glasgow. A seleção escocesa, a exemplo da grega, não irá à Copa. 

Por fim, a Sérvia, que encara os comandados de Tite no dia 27 de junho (quarta-feira), às 15h, foi derrotada pelo Marrocos por 2 a 1, em Turim, na Itália. Desta forma, os sérvios foram os únicos do Grupo E que perderam na última sexta-feira. No entanto, eles pegaram outra seleção classificada ao Mundial. 

Em outros amistosos realizados no dia 23, as últimas duas campeãs do mundo, Alemanha e Espanha, empataram por 1 a 1, em Berlim. Já a Argentina, em Manchester (ING), derrotou a tetracampeã Itália por 2 a 0. A Inglaterra, por sua vez, ganhou por 1 a 0 da Holanda, em Amsterdã. 

Amistosos do Grupo E na sexta, 23.

Sérvia 1 x 2 Marrocos

Escócia 0 x  1 Costa Rica

Grécia 0 x 1 Suíça

Outros resultados:

Argentina 2 x 0 Itália*

Holanda* 0 x 1 Inglaterra

Alemanha 1 x 1 Espanha

*Itália e Holanda não se classificaram para o mundial de 2018.

Próximos jogos das seleções do grupo E:

Alemanha x Brasil - 27/03, 15h45.

Suíça x Panamá- 03/06, 14h.

Nigéria x Sérvia – 27/03, 16h.

Tunísia x Costa Rica – 27/03, 16h.

 

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Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

A solução dos problemas começa com um diálogo franco e aberto. Daí ser louvável a reunião agendada para hoje, em Brasília, entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e os 27 novos governadores do País. Todos eles têm um grande desafio pela frente, mas, evidentemente, se trabalharem em parceria, e não boicotando o que pode ser bom para o Brasil, haverá grande chance de que os remédios necessários sejam encontrados e o trabalho seja bem feito. Os futuros chefes do Executivo estadual têm muito a contribuir com o presidente eleito. E, politicamente, também têm muito a ganhar, quando o projeto deste novo Brasil der certo. Percebe-se que, aos poucos, as nuvens negras de uma campanha desgastante vão se dissipando, a razão começa a prevalecer e, ao invés de torcer contra, é cada vez maior o número daqueles que preferem alimentar a esperança que a descrença. Aliás, uma célebre frase do escritor latino Públio Siro, diz que “quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.” A hora não é para isso. Na verdade, o momento pede que se dê crédito aos novos condutores da Nação e que se guardem as pedras previamente preparadas para serem jogadas na vidraça. E muitos dos novos governadores estão dispostos a ajudar Bolsonaro, inclusive na aprovação da reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas do País. Por sua vez, a maioria das Unidades da Federação também está com suas contas no vermelho, por gastarem mais do que arrecadam, e esperam suporte da União para manter a máquina funcionando. Relatório do Tesouro Nacional, por exemplo, apontou que 16 Estados mais o DF descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal no ano passado, ao destinar mais de 60% da receita para o pagamento de salários e aposentadorias. Assim, sobra cada vez menos para serviços básicos, como segurança e educação. Os problemas são complexos, daí a necessidade do diálogo e da busca por novas perspectivas. E a reunião de hoje em Brasília, com Bolsonaro e os governadores, oferece exatamente esta oportunidade. Desde agora, a capacidade de cada um deles estará colocada à prova, mas já começam bem, buscando o apoio e o entendimento mútuo, ao invés da divisão pura e simples. No final, quem ganha mesmo com isso é o Brasil e os brasileiros. Ainda bem!
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