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Sex, Out

Jogadores do México celebraram muito a vitória (Foto: Reprodução/Facebook)

Copa 2018

O México surpreendeu a Alemanha no domingo, 17, em Moscou. Com um futebol veloz e determinado, a equipe soube explorar os contra-ataques, segurou os atuais campeões do mundo e saiu de campo com uma excelente vitória por 1 a 0, em jogo disputado no estádio Luzhniki. É deste grupo que saem os adversários dos times da chave da seleção brasileira e, agora, já não há mais ninguém certo de quem vai enfrentar quem nas oitavas de final.

O jogo foi bom, em ritmo eletrizante, como os mexicanos presentes nas arquibancadas - eles foram a maioria absoluta. No primeiro tempo, a velocidade foi a maior arma da seleção do México. O time chamou a Alemanha para o seu campo, correu riscos, mas conseguiu explorar muito bem os contra-ataques durante os primeiros 45 minutos.

A primeira boa chance surgiu aos dois minutos, quando Vela fez ótimo lançamento pelo lado esquerdo da área alemã, Lozano deixou Kimmich no chão e bateu firme, mas Boateng se esticou todo e conseguiu mandar a bola para escanteio. A resposta da Alemanha veio um minuto depois, quando Muller esticou passe para Timo Werner, que passou nas costas de Gallardo e chutou cruzado, mas a bola passou raspando a trave esquerda.

Aos seis minutos, a Alemanha chegou de novo com perigo. Müller e Özil tentaram tabelar pelo lado esquerdo do campo, Salcedo travou mas a bola sobrou para Hummels. O zagueiro alemão arriscou para o gol, mas Ochoa defendeu bem, sem rebote.

Perto dos 15 minutos foi a vez de o México assustar. Guardado cobrou falta na pequena área e Moreno testou firme no meio do gol, para defesa firme do goleiro alemão. Um minuto depois, a Alemanha respondeu com perigo. Kimmich cruzou da ponta direita na segunda trave, Khedira não alcançou a bola e Ayala quase mandou para dentro do próprio gol.

A Alemanha chegou com perigo de novo aos 19, quando Kimmich encontrou Timo Werner dentro da área. Ele dominou, girou em cima de Ayala e bateu firme de esquerda, mas Ochoa, bem colocado, fez a defesa. O México foi com força para o ataque aos 25. Guardado partiu em velocidade e acionou Lozano na esquerda, ele invadiu a área e rolou para trás. Layún bateu colocado e a bola raspou o travessão.

Depois de muito lá e cá, os mexicanos saíram na frente do placar aos 34 minutos. Em rápido contra-ataque puxado por Layún, Lozano recebe de Chicharito na área pela esquerda, deu um corte seco em Hummels e bateu firme no canto direito de Neuer para fazer o gol, para explosão da torcida mexicana no Luzhniki.

A Alemanha quase empatou aos 38, em linda cobrança de falta de Kroos - a bola passou pela barreira, Ochoa resvalou e ela explodiu no travessão. Antes do intervalo, o México ainda perdeu mais uma boa chance. Mais uma vez Layún disparou em contra-ataque pela esquerda e tocou para Lozano, que encontrou Guardado na meia-lua da grande área. Ele encheu o pé e a bola passou rente à trave direita do goleiro Ochoa.

O segundo tempo continuou em ritmo acelerado. Logo aos dois minutos, Kimmich cruzou para a área, a zaga do México cortou muito mal e Plattenhardt chutou forte da entrada da área, mas o goleiro Ochoa defendeu mais uma. Aos sete, Kimmich foi acionado por Draxler na entrada da área, mas finalizou sobre o gol mexicano.

Aos nove, quase o empate alemão. Kroos disparou pela direita, Ozil recebeu a bola próximo a meia-lua e lançou na área pela esquerda. Draxler bateu de primeira, a bola explodiu em Salcedo e saiu tirando tinta da trave esquerda. Aos 19, Ozil lançou no bico da área pela direita, Boateng deu cavadinha para dentro da área e Kimmich tentou uma bicicleta, que saiu por cima do gol de Ochoa.

Aos 26, Boateng lançou na área pela direita, Marco Reus encheu o pé, mas a bola bateu no rosto de Gallardo e sobrou limpa para o alemão, que chutou forte por cima da meta do goleiro mexicano. A equipe do técnico colombiano Juan Carlos Osorio poderia ter definido a partida aos Chicharito Hernández disparou em contra-ataque, lançou na entrada da área, Layún passou por Hummels, mas bateu por cima do gol de Neuer.

O técnico alemão, Joachim Löw, tentou de tudo e mandou a campo Mario Gomez, Marco Reus e Julian Brandt para tentar o empate. Osorio respondeu tentando fechar ainda mais o México, com a entrada de Rafa Marquez, Alvarez e Jimenez. Aos 36, mais uma chance desperdiçada pelo México. Em rápido contra-ataque puxado por Gallardo, Layún foi lançado na entrada da área e entrou sozinho pela direito, mas bateu por cima do gol de Neuer. Dois minutos depois, Kroos foi acionado por Draxler na entrada da área, e bateu forte. Ochoa pulou no canto esquerdo e defendeu em dois tempos.

O jogo ficou eletrizante no final, Aos 43, Reus invadiu a área pela esquerda, bateu cruzado, Mario Gomez desviou no gol e Ochoa defendeu. No rebote, Mario Gomez tocou a bola para trás, Kimmich dividiu com Gallardo e a bola sobrou para Brandt, que bateu de primeira da meia-lua, mas a bola explodiu na trave esquerda.

Já nos acréscimos, o goleiro Neuer foi para a área para tentar o empate. Ele foi para a área em cobrança de escanteio quase aos 47, mas não havia mais tempo. O México dá um passou importante para avançar às oitavas de final e, quem sabe, evitar o Brasil já na primeira disputa eliminatória da Copa do Mundo

Confira os melhores momentos


FICHA TÉCNICA

ALEMANHA 0 X 1 MÉXICO

ALEMANHA -Neuer; Kimmich, Hummels, Boateng e Plattenhardt (Mario Gómez); Khedira (Marco Reus), Kroos, Ozil, Muller e Draxler; Timo Werner (Brandt). Técnico: Joachim Löw.

MÉXICO - Ochoa; Salcedo, Héctor Moreno, Ayala e Gallardo; Guardado (Rafael Márquez), Herrera, Layún, Vela (Alvarez) e Lozano (Jimenez); e Javier Hernández. Técnico: Juan Carlos Osorio.

GOL - Lozano, aos 34 minutos do primeiro tempo.

ÁRBITRO - Alireza Faghani (Fifa/Irã).

CARTÕES AMARELOS - Hector Moreno, Hummels, Herrera.

PÚBLICO - 78.011 torcedores.

LOCAL - Estádio Luzhniki, em Moscou (RUS).

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Camisa 10 e destaque da Suíça, Xhaka pode aprontar para cima do Brasil (Foto: Facebook)

Copa 2018

Todas as 32 seleções que vão disputar a Copa do Mundo - 2018, na Rússia, entraram em campo na última sexta-feira, 23. O Brasil, que está no Grupo E do Mundial, venceu a Rússia por 3 a 0, em Moscou.

Enquanto a Seleção enfrentou os anfitriões do torneio, os seus adversários na primeira fase da Copa também fizeram amistosos para realizar os últimos ajustes antes do início da competição.

A Suíça, rival do Brasil na estreia do Mundial, no dia 17 de junho (domingo), às 15h, derrotou a Grécia por 1 a 0, em Atenas. Vale ressaltar que os gregos não se classificaram para o torneio na Rússia. 

Já a Costa Rica, adversária brasileira no dia 22 de junho (sexta-feira), às 9h, bateu a Escócia, também por 1 a 0, em Glasgow. A seleção escocesa, a exemplo da grega, não irá à Copa. 

Por fim, a Sérvia, que encara os comandados de Tite no dia 27 de junho (quarta-feira), às 15h, foi derrotada pelo Marrocos por 2 a 1, em Turim, na Itália. Desta forma, os sérvios foram os únicos do Grupo E que perderam na última sexta-feira. No entanto, eles pegaram outra seleção classificada ao Mundial. 

Em outros amistosos realizados no dia 23, as últimas duas campeãs do mundo, Alemanha e Espanha, empataram por 1 a 1, em Berlim. Já a Argentina, em Manchester (ING), derrotou a tetracampeã Itália por 2 a 0. A Inglaterra, por sua vez, ganhou por 1 a 0 da Holanda, em Amsterdã. 

Amistosos do Grupo E na sexta, 23.

Sérvia 1 x 2 Marrocos

Escócia 0 x  1 Costa Rica

Grécia 0 x 1 Suíça

Outros resultados:

Argentina 2 x 0 Itália*

Holanda* 0 x 1 Inglaterra

Alemanha 1 x 1 Espanha

*Itália e Holanda não se classificaram para o mundial de 2018.

Próximos jogos das seleções do grupo E:

Alemanha x Brasil - 27/03, 15h45.

Suíça x Panamá- 03/06, 14h.

Nigéria x Sérvia – 27/03, 16h.

Tunísia x Costa Rica – 27/03, 16h.

 

Tite começa a dar forma para a seleção que vai disputar a Copa (Foto: Reprodução/Facebook)

Copa 2018

Além do amistoso entre Brasil e Rússia, que acontece em Moscou, nesta sexta-feira, 23, a partir das 13h (horário de Brasília), outras partidas agitam o dia, já em clima de Copa do Mundo. Inclusive, os três adversários da Seleção na primeira fase do Mundial entram em campo.

A Suíça enfrenta a Grécia, em Atenas, às 15h. Já a Sérvia, em campo neutro, na cidade italiana de Turim, encara o Marrocos, às 16h30. A seleção africana também estará na Copa da Rússia. Por fim, a Costa Rica visita a Escócia, em Glasgow, às 16h45. 

Outros jogos que acontecem nesta sexta são considerados verdadeiros clássicos mundiais: Alemanha e Espanha fazem o duelo dos dois últimos campeões do mundo, na cidade germânica de Düsseldorf, às 16h45. Itália, que depois de 60 anos não vai ao Mundial, pega a Argentina, de Lionel Messi, em Manchester, na Inglaterra, no mesmo horário. 

Por falar na Terra da Rainha, o English Team, também às 16h45, visita a Holanda, que não disputará a Copa, em Amsterdã. Ainda às 15 para 17h, outro duelo que chama a atenção é entre Portugal e Egito, em Zurique. Os africanos contam com Salah, astro do Liverpool, para atuar no Mundial após 28 anos de ausência. Já a seleção lusitana tem o atual melhor do mundo, o craque Cristiano Ronaldo. 

Brasil x Rússia

Sem contar com Neymar, a seleção brasileira volta a campo, na sexta-feira, 23, contra a Rússia, anfitriã da Copa do Mundo 2018. A partida acontece no Estádio Luzhniki, palco da final do torneio, no próprio país europeu. Os times se enfrentam a partir das 13h, do horário de Brasília.

O principal jogador do selecionado ainda se recupera de uma cirurgia no pé direito para corrigir uma fissura. Ele será substituído por Douglas Costa. De acordo com o goleiro Alisson, da Roma, escolhido para ser o capitão do Brasil no jogo, o amistoso será um aperitivo da Copa. “Já dá para sentir o ‘gostinho’. Estamos na Rússia, vivenciando o ambiente, vamos jogar contra um adversário duro”, disse, em coletiva de imprensa realizada na quinta-feira, 22.

O técnico Tite deve fazer um teste no amistoso desta sexta, deixando Renato Augusto no banco e colocando Fernandinho no lugar dele.

Na terça-feira, 27, a seleção realiza partida contra a Alemanha. A nova camiseta amarela será lançada nesta oportunidade. Será a primeira vez em que as seleções se enfrentarão depois do vexatório 7 a 1 na semifinal da Copa do Mundo de 2014, em jogo realizado no Mineirão, em Belo Horizonte.

Rússia

Akinfeev; Granat, Kudriashov e Ignatiev; Samedov, Glushakov, Golovin, Dzaegoev e Zhirkov; Zabolotni e Smolov. Técnico: Stanislav Tchertchesov

Brasil

Alisson; Daniel Alves, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho e Coutinho; Willian, Douglas Costa e Gabriel Jesus. Técnico: Tite.

Árbitro: Aleksei Kulbakob (Bielorrússia)

Confira todos os amistosos desta sexta:

8h35

Uruguai x República Tcheca

9h20

Japão x Mali

13h

Chipre x Montenegro

Azerbaijão x  Bielorússia 

Finlândia x Macedônia

13h30

Gâmbia x República Centro-Africana

Noruega x Austrália,

Senegal x Uzbequistão 

Bulgária e Bósnia-Herzgovina

14h30

Turquia x Irlanda

15h

Hungria x Cazaquistão 

Grécia x Suíça

15h15

Tunísia x Irã

16h

Ucrânia x Arábia Saudita

16h30

Sérvia x Marrocos

16h45

Alemanha x Espanha

Portugal x Egito

Polônia x Nigéria

Holanda x Inglaterra

Escócia x Costa Rica

Itália x Argentina 

Áustria x Eslovênia

17h

França x Colômbia.

21h

Croácia x Peru 

23h30

México x Islândia 

Zagueiro Miranda abriu o caminho para a vitória brasileira (Foto: Pedro Martins/MoWa Press)

Copa 2018

O Brasil realizou um de seus últimos testes antes da Copa do Mundo. Nesta sexta-feira, 23, a Seleção venceu a Rússia, anfitriã do Mundial, por 3 a 0, em Moscou, com gols de Miranda, Coutinho (pênalti) e Paulinho. 

Apesar de ter tomado alguns sustos, os comandados de Tite dominaram o amistoso, mesmo sem o craque Neymar, que se recupera de uma operação no pé direito e deve voltar às vésperas da Copa. Douglas Costa substituiu o camisa 10 do Brasil e do PSG.

Agora, o desafio brasileiro é contra a algoz Alemanha, no Estádio Olímpico de Berlim, na próxima terça-feira, 27, às 15h45 (horário de Brasília). É a primeira vez que as seleções se encontram depois dos 7 a 1, no Mineirão, na semifinal da Copa do Mundo de 2014. 

"O jogo estava difícil. Tomamos um monte de contra-ataque, mas, felizmente, controlamos o jogo. E fui feliz em fazer o primeiro gol", disse Miranda à TV Globo. 

"A equipe toda foi bem. Tivemos tranquilidade. Acho que correspondi as expectativas", avaliou o atacante Douglas Costa. "O espírito da Seleção é vencer. O Thiago Silva salvou em cima da linha em um lance em que já estava batido. Todos se entregaram. Estão todos de parabéns", analisou o goleiro Alisson, que foi o capitão brasileiro nesta sexta-feira.  

Ex-atacante do São Paulo e do Santos é a surpresa de Tite na lista (Foto: Reprodução/Facebook)

Copa 2018

 Tite vinha dizendo nas últimas semanas que buscava um "ritmista" para a seleção brasileira, mas na lista de convocados divulgada nesta segunda-feira para os amistosos contra Rússia e Alemanha, respectivamente nos dias 23 e 27 de março, o treinador foi ortodoxo. Ele não chamou nenhum novo articulador de "carteirinha" e as novidades ficaram no setor ofensivo, com o meia-atacante Anderson Talisca e o atacante Willian José.

 

O treinador se derramou em elogios ao atacante da Real Sociedad. "Willian José e Talisca trazem componentes diferentes. Willian José faz duas grandes temporadas no Real Sociedad, tem a qualidade técnica, um desenvolvimento muito grande como atleta", disse o comandante, durante a entrevista coletiva que se seguiu à lista de convocados, na sede da CBF, no Rio. "O objetivo é termos opções com características diferentes, termos um pivô, apesar de ser um jogador móvel, de 1,89m, com muita mobilidade. Cabeceia muito, evoluiu muito."

Já ao comentar sobre o jogador do Besiktas, da Turquia, que foi outra novidade desta convocação, o treinador ressaltou: "Talisca tem finalização de média distância, tem números importantes em duas temporadas muito boas, uma bola aérea e um cabeceio de muita qualidade, além de imposição física".

Sobre a ausência de seu propalado "ritmista", Tite frisou que o fato de um jogador com essa característica não estar na lista desta segunda-feira não significa que ele e outros não chamados agora ficarão de fora da Copa do Mundo. O técnico foi mais longe e deu exemplos de atletas que podem fazer a função.

"Fernandinho tem (papel de articulador), Renato Augusto, Philippe Coutinho, Willian menos, mas têm", enumerou, citando jogadores que estão garantidos na Copa. Depois, deu indicativos de outros que podem estar na lista final. "Arthur, Fred, Rodriguinho, Diego, Lucas Lima, Giuliano...", completou.


Confira a lista de convocados da seleção brasileira:

Goleiros - Alisson (Roma), Neto (Valencia) e Ederson (Manchester City).

Laterais - Fagner (Corinthians), Daniel Alves (Paris Saint-Germain), Filipe Luis (Atlético de Madrid) e Marcelo (Real Madrid).

Zagueiros - Marquinhos (Paris Saint-Germain), Thiago Silva (Paris Saint-Germain), Miranda (Inter de Milão), Pedro Geromel (Grêmio) e Rodrigo Caio (São Paulo).

Meio-campistas - Casemiro (Real Madrid), Fernandinho (Manchester City), Fred (Shakhtar Donetsk), Paulinho (Barcelona), Philippe Coutinho (Liverpool), Renato Augusto (Beijing Guoan), Willian (Chelsea) e Anderson Talisca (Besiktas).

Atacantes - Douglas Costa (Juventus), Roberto Firmino (Liverpool), Gabriel Jesus (Manchester City), Taison (Shakhtar Donetsk) e Willian José (Real Sociedad).

 

Com Tite, Brasil ainda não perdeu jogos oficiais (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Copa 2018

Começou a contagem regressiva para Copa da Rússia. No dia 14 de junho, daqui a exatos 100 dias, às 12h, entram em campo Rússia e  Arábia Saudita, para o jogo de abertura, no estádio Lujniki, em Moscou. 

Entre as 32 equipes, mais uma vez estará a Seleção Brasileira, que, depois de tempos difíceis, segue mais uma vez confiante para conquistar o hexacampeonato. Afinal, já ganhou o torneio em 1958, 1962, 1970, 1994, 2002, todas de forma invicta. 

Após o vexame em casa, a Seleção Canarinho recuperou a autoestima e o bom futebol e embarca para a Rússia cheia de esperança e listada entre as favoritas ao título. Mas não está sozinha. Neste seleto grupo que os especialistas credenciam ao título, também estão a sempre forte Alemanha, a respeitada França, a confiante Espanha e a respeitável e arquirrival Argentina.

Além delas, é bom ficar de olho em Portugal e Bélgica, que correm por fora, mas também têm bons times e podem surpreender.Nesta edição, os torcedores não verão em campo algumas seleções tradicionais e bem ranqueadas na Fifa: o Chile, atual campeão da Copa América, a Itália, quatro vezes campeã do mundo, e a Holanda, normalmente uma pedra no sapato dos brasileiros. O trio não conseguiu classificação para o Mundial. Por outro lado, as seleções da Islândia e do Panamá serão estreantes no torneio.

Ex-diretor não concordava com política protecionista de Trump (Foto: Reprodução/Facebook)

Mundo

Gary Cohn, o diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, renunciou nesta terça-feira, 6, após menos de 14 meses no cargo, na esteira da decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas sobre as importações de aço e alumínio. Cohn se opunha à ideia.

"Foi uma honra servir meu país e conduzir politicas favoráveis ao crescimento econômico para beneficiar o povo americano, em particular a passagem da histórica reforma tributária. Sou grato ao presidente por me dar essa oportunidade e desejo a ele e ao governo grande sucesso no futuro", disse Cohn em um comunicado.

Trump elogiou o "trabalho soberbo" de Cohn como conselheiro econômico e disse que ele possuía um "talento raro". "Eu o agradeço por seu serviço dedicado ao povo americano", disse Trump.

O chefe de gabinete da Casa Branca, John Kelly, disse que Cohn "serviu seu país com grande distinção, dedicando suas habilidades e liderança ao crescimento da economia dos EUA e passar uma reforma tributária histórica".

Cohn era parte de uma ala globalista da Casa Branca que tem recuado recentemente. Peter Navarro, um outro conselheiro que ajudou a construir a política protecionista de Trump na campanha eleitoral, permaneceu na luta sobre as novas tarifas. Cohn lutou internamente para que essa política não fosse aplicada e disse a assessores, na semana passada, que poderia renunciar se o presidente Trump seguisse com os planos.

Alemanha


A ministra da Economia alemã, Brigitte Zypries, está preocupada com as tarifas planejadas pelos Estados Unidos e também com a demissão do principal assessor econômico do presidente Donald Trump, Gary Cohn, um defensor do livre comércio. "A situação é séria", afirmou Zypries, no momento em que a União Europeia debate as possíveis tarifas americanas sobre o aço e o alumínio importados.

"A UE estará, se o pior ocorrer, pronta para reagir de maneira apropriada. Mas nossa meta é impedir um conflito comercial", afirmou a autoridade. A ministra acrescentou esperar que Trump mude de ideia. "O comércio cria prosperidade se ele for baseado na troca, na interação. Os defensores disso nos EUA são muito importantes. Até agora, os sinais atuais vindos dos EUA me deixam preocupada", comentou ela.

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Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.

Vice de Haddad, Manuela d'Ávila é uma critica do machismo (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Confesso que essa batalha do #elenão e #elesim algumas vezes me deixa confuso. Afinal, quem é o seu “ele não”? Ou o “ele sim”? Parece que as pessoas têm medo de falar esse nome que supostamente não pode ser dito. Vejo um enorme questionamento sobre machismo. Geralmente, quem fala isso é uma mulher. Vi, inclusive, a vice do Haddad criticando o machismo e em uma certa frase ela usou a palavra feminismo três vezes. Eu fico confuso: o machismo é proibido, errado, questionado, uma coisa que deve ser totalmente excluída da sociedade, mas o feminismo radical pode? Sempre fui a favor dos direitos iguais. Há dez anos, quando ganhei a guarda definitiva do meu filho, defendia essa postura sem hipocrisia. Eu acho que não existe nenhuma diferença entre homem e mulher. Se fosse há 2 mil anos, quando tudo era à base da força física, faria sim diferença em uma caça, batalha, onde era necessário usar espada, ou armadura pesada para defender uma civilização. Mas hoje, você precisa de uma espada para decidir alguma coisa? Não, uma caneta decide. As mulheres são atuantes nas universidades e ocupam altos cargos. Sei que ainda existe diferenciação, fruto de uma cultura absurda, subdesenvolvida. Afinal, a mulher é tão capaz quanto o homem, e o contrário também, e ambos podem sozinhos gerir uma família, assim como aconteceu comigo. Eu administro as tarefas de ser pai, empresário, profissional e empreendedor. Fiquei com nosso filho porque chegamos a um acordo, o que não significa que eu, naquela situação, era melhor ou pior do que a mãe dele. Quem questiona o machismo, assim como quem questiona o feminismo ou a homossexualidade é tão preconceituoso ou mais do que aquele que está só externando a sua possibilidade ou vontade política. Essa campanha #elesim e #elenão, vou fazer isso ou vou fazer aquilo, é desgastante. Meu filho tem 12 anos e eu o criei sem a ajuda de ninguém, absolutamente sozinho, nem minha família tão pouco a da mãe dele. Sempre eu e ele a vida inteirinha. Basta a gente querer, e deixar o preconceito de lado. Daniel Toledo é Advogado especializado em direito internacional, consultor de negócios e sócio fundador da Loyalty Miami

Em uma disputa acirrada, França e Doria tentam colar suas imagens a Bolsonaro (Fotos: Klaus Silva /TJSP, Fernando Frazão/ABR e Marcos Corrêa/PR

Opinião

Bolsonaro nada de braçada no Estado de São Paulo onde, segundo a última sondagem do instituto Paraná Pesquisas tem quase 70% das intenções de voto do eleitorado local. Daí não ser surpresa o fato de tanto João Doria (PSDB) quanto Márcio França (PSB) desejarem e precisarem dos votos dos correligionários do capitão reformado para vencer a disputa ao Palácio dos Bandeirantes. França até que saiu na frente nesta disputa particular, ao obter de primeiro momento o apoio do futuro senador Major Olímpio (PSL), simplesmente o mais bem votado para o cargo em todo o País. Também obteve a preferência do Major Costa e Silva (DC), aliado de Bolsonaro e quinto colocado na disputa estadual. Mas Doria reagiu rápido. Primeiro atraiu o PRTB, partido do general Hamilton Mourão, vice de Bolsonaro, e, em seguida, buscou uma aproximação direta com o próprio presidenciável, ao tentar um encontro com ele no Rio de Janeiro. Embora não tenha sido recebido, o ex-prefeito paulistano saiu de lá com um excelente recorte de uma declaração mais ampla do pesselista, que logo passou a ser usada na campanha do tucano. “Eu sei que ele (Doria) é uma oposição ao PT. Somos oposição ao PT. E eu sei que o outro lado, o França, tem o apoio velado do PT. Então, no momento eu desejo boa sorte ao Doria”, disse Bolsonaro, depois de destacar sua neutralidade na disputa paulista. França até que tentou descolar a eleição no Estado da polarização nacional, mas sem sucesso. Mas, por fim pode ser sugado pelo sentimento anti-PT que varre o País. Enquanto busca se afastar do seu vínculo histórico, seu adversário faz questão de explorá-lo. Com isso, as propostas vão ficando em segundo plano, mascaradas por ataques e tentativas de defesa de ambos os lados. Desta forma, segundo o Paraná Pesquisas, os dois estão em situação de empate técnico (52,3% de Doria contra 47,7% de França), inclusive com rejeição similar (39,8% contra 37%). Diante de linha tão tênue entre a vitória e a derrota, pode ganhar mais votos aquele que mais endurecer o discurso, ainda que, contraditoriamente, em um momento em que o presidenciável do PSL busca mais equilíbrio em suas falas. Ainda assim, quem conseguir convencer essa parte do eleitorado paulista que pode jogar no mesmo time do ex-militar do Exército certamente não ficará de urnas vazias.
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Decisão do STF preserva direito de trabalho à grávida, mesmo se ela desconhecer a gestação (Foto: André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas)

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Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

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Vice de Haddad, Manuela d'Ávila é uma critica do machismo (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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Em uma disputa acirrada, França e Doria tentam colar suas imagens a Bolsonaro (Fotos: Klaus Silva /TJSP, Fernando Frazão/ABR e Marcos Corrêa/PR

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