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Sex, Nov

Zagueiro Miranda abriu o caminho para a vitória brasileira (Foto: Pedro Martins/MoWa Press)

Copa 2018

O Brasil realizou um de seus últimos testes antes da Copa do Mundo. Nesta sexta-feira, 23, a Seleção venceu a Rússia, anfitriã do Mundial, por 3 a 0, em Moscou, com gols de Miranda, Coutinho (pênalti) e Paulinho. 

Apesar de ter tomado alguns sustos, os comandados de Tite dominaram o amistoso, mesmo sem o craque Neymar, que se recupera de uma operação no pé direito e deve voltar às vésperas da Copa. Douglas Costa substituiu o camisa 10 do Brasil e do PSG.

Agora, o desafio brasileiro é contra a algoz Alemanha, no Estádio Olímpico de Berlim, na próxima terça-feira, 27, às 15h45 (horário de Brasília). É a primeira vez que as seleções se encontram depois dos 7 a 1, no Mineirão, na semifinal da Copa do Mundo de 2014. 

"O jogo estava difícil. Tomamos um monte de contra-ataque, mas, felizmente, controlamos o jogo. E fui feliz em fazer o primeiro gol", disse Miranda à TV Globo. 

"A equipe toda foi bem. Tivemos tranquilidade. Acho que correspondi as expectativas", avaliou o atacante Douglas Costa. "O espírito da Seleção é vencer. O Thiago Silva salvou em cima da linha em um lance em que já estava batido. Todos se entregaram. Estão todos de parabéns", analisou o goleiro Alisson, que foi o capitão brasileiro nesta sexta-feira.  

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Local vai ter telões, palco e bares para a diversão dos torcedores (Foto: Rovena Rosa/ABR/Fotos Públicas)

Copa 2018

Após receber a Fan Fest oficial da Copa de 2014, o Vale do Anhangabaú volta a sediar um evento relacionado ao Mundial em 2018. Uma arena será montada na região central da Capital para as transmissões dos jogos do Brasil, das semifinais e da decisão do torneio, que começa na próxima quinta-feira, 14, na Rússia. 

No dia 17 de junho, na estreia da Seleção Brasileira na competição, o público poderá curtir um show dos Titãs no local. A banda, que já possui 35 anos de história, vai apresentar seu repertório de grandes sucessos, como "Epitáfio", "Flores", "Sonífera Ilha", entre outros.

Sergio Britto e Tony Bellotto serão acompanhados por Beto Lee (guitarra), Mário Fabre (bateria) e Lee Marcucci (provisoriamente no baixo, até o retorno de Branco Mello). O público, além de ver o jogo e a apresentação da banda paulistana, poderá comer e beber nos pontos de vendas que serão instalados na arena. 

 

Serviço:

 Data: 17/06/2018

Local: Vale do Anhangabaú, São Paulo - SP

Horário: 17:00h

Gratuito

 

Há anos, Fut-Encontro promove gratuitamente interação entre público, jornalistas, atletas e ex-jogadores (Foto: Divulgação)

Copa 2018

A menos de um mês para a Copa do Mundo, um evento gratuito vai falar sobre jogadores de futebol raçudos. Na próxima terça-feira, 22, às 19h, o Fut-Encontro, em mais uma edição no Shopping Plaza Sul, relembrará grandes histórias de atletas que se entregavam em campo e faziam a diferença dentro e fora das quatro linhas.

Muitos deles, inclusive, destacaram-se em mundiais com a camisa da Seleção. Como, por exemplo, o capitão do tetra e ex-técnico do Brasil, Dunga.

Para debater o tema com o público, o evento levará Aline Pellegrino, ex-jogadora da seleção brasileira e atualmente na coordenação de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol; Axel, ex-jogador de São Paulo e Santos e atual técnico do Taboão da Serra; e os jornalistas Marco Bello e Silvia Vinhas.

Serviço

Debate “Jogadores raçudos”

Data: Terça-feira (22/5), a partir das 19h.

Local: Praça de Eventos – piso térreo do Shopping Plaza Sul – Praça Leonor Kauppa, 100 – Saúde – São Paulo.

Mais informações: http://www.shoppingplazasul.com.br/

Com lesão de Filipe Luís, Alex Sandro deve ser o reserva de Marcelo na Copa (Foto: Reprodução/Facebook)

Copa 2018

O Atlético de Madrid confirmou nesta sexta-feira que os exames realizados pelo lateral-esquerdo Filipe Luís confirmaram que o jogador brasileiro sofreu uma fratura na fíbula da perna esquerda, uma lesão que deverá deixá-lo fora da Copa do Mundo na Rússia.

Filipe Luís se lesionou na última quinta-feira, durante o segundo tempo da vitória do Atlético de Madrid por 5 a 1 sobre o Lokomotiv Moscou, na Rússia, no jogo de volta das oitavas de final da Liga Europa.

O clube não disse por quanto tempo o defensor vai estar afastado dos gramados, mas lesões semelhantes necessitaram de pelo menos seis semanas de recuperação, tempo que poderá ser ampliado se ele tiver que ser operado.

Na segunda-feira, Filipe Luís foi convocado pelo técnico Tite para os amistosos da seleção brasileira contra a Rússia, em Moscou, em 23 de março, e Alemanha, em Berlim, quatro dias depois. A CBF ainda não anunciou, mas o jogador do Atlético de Madrid deverá ser cortado nas próximas horas.

Esses compromissos serão os últimos da seleção brasileira antes de Tite anunciar a lista de convocados para a Copa do Mundo, sendo que Filipe Luís é visto como concorrente direto e em uma disputa acirrada com Alex Sandro para ser o reserva imediato de Marcelo, considerado o titular absoluto da lateral esquerda. A estreia do Brasil na Rússia será em 17 de junho, diante da Suíça

Filipe Luís se lesionou quando tentava evitar uma finalização do atacante Eder, do Lokomotiv Moscou, aos 15 minutos do segundo tempo. O lateral até conseguiu fazer o corte, mas foi atingido na perna e precisou deixar o campo em uma maca. O time espanhol se classificou às quartas de final da Liga Europa com um placar agregado de 8 a 1.





Arena Rostov vai receber o jogo de estreia do Brasil, dia 17 de junho, contra a Suíça (Foto: Reprodução/Facebook)

Copa 2018

Durante a 1ª fase da Copa do Mundo da Rússia, a Seleção Brasileira vai jogar em três cidades: Rostov, São Petersburgo, e Moscou. A primeira é a mais desconhecida, mas tem um centro comercial forte, assim como um diversificado setor industrial. O estádio em que o Brasil jogará contra a Suíça é a Arena Rostov, que tem capacidade para 45 mil espectadores, construída especialmente para o torneio.


O município de São Petersburgo é a 2ª maior cidade do País e já foi até capital do Império Russo, de 1732 a 1918. Estimativa de 2012 mostra que a cidade tem 5 milhões de habitantes, quase metade dos habitantes da cidade de São Paulo. Lá, a Seleção jogará contra a Costa Rica, no Estádio Krestovsky, que tem capacidade para 68 mil torcedores.


Na terceira rodada, quando enfrenta a Sérvia, o Brasil estará na capital, Moscou. A cidade tem dois estádios para o campeonato: o Lujniki, que receberá a final, e a Arena Otkrytie, do Spartak. Este será o palco do último jogo da Seleção na fase de grupos. O local tem capacidade para 45 mil torcedores.

Jabá, que já passou pela Seleção de base, acredita que Tite pode levar o Brasil ao hexa (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O atacante Léo Jaba, revelado pelo Corinthians e que atualmente atua pelo clube russo Akhmat Grozny, acredita que a Seleção Brasileira será muito bem acolhida durante a Copa do Mundo.

“Os russos têm uma expectativa muito grande para receber os jogadores brasileiros. Sabemos que na última Copa o resultado não foi o esperado, mas eles veem a mudança com o Tite. Então, estão bem empolgados. Eles são fãs do nosso futebol e dos jogadores do País. Há um respeito muito grande. Tenho certeza que vão torcer pelo Brasil, a não ser contra a Rússia”, avaliou Jabá, que, em 22 jogos pelo Akhmat Grozny, fez três gols.

Jabá também comentou sobre as cidades e os estádios que receberão as partidas do Brasil na primeira fase do Mundial. “As três cidades [Rostov- do-Don, São Petersburgo e Moscou] são top e eu gostei de ter jogado nas arenas de São Petersburgo e Moscou”, afirmou o ex-corintiano, que emendou: “Em Rostov [que ainda não teve o estádio inaugurado] e em Moscou, a torcida ficará perto do gramado. Já no estádio do Zenit [São Petersburgo], os torcedores ficarão mais distantes. De qualquer forma, os russos fazem bastante barulho nas arquibancadas. Só que eles não fazem tanta pressão como os brasileiros”, analisou. 

O atleta também falou sobre o frio russo. Ele está no país desde julho de 2017 e chegou a pegar 8º C durante o mês. Como a Copa será disputada no mesmo período neste ano, a miníma deve ser semelhante durante o Mundial. "Mas, no inverno, enfrentei uma temperatura de -29º C. Muito gelado", relembrou. 

Craque deve desfalcar seleção em amistoso contra a Alemanha (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O atacante Neymar, do PSG, teve uma fissura no quinto metatarso do pé e não joga contra o Real Madrid, partida válida pela volta das oitavas de final da Champions League. O jogo está marcado para o dia 6 de março, às 16h45, na França. A informação foi confirmada pelo próprio clube francês.

Por causa da lesão, o brasileiro deve ficar no mínimo três semanas longe dos gramados. Desta forma, não preocupa para a Copa do Mundo. No entanto, o camisa 10 da seleção não deve participar do amistoso contra a Alemanha, marcado para o dia 27 de março.

 Neste domingo, o craque torceu o tornozelo sozinho em jogo do PSG e deixou o campo aos prantos. Havia suspeita de rompimento de ligamento, o que o tiraria do Mundial da Rússia.

Marquinhos

O zagueiro teve constatada uma lesão muscular de grau 1 após exame de ultrassonografia. Segundo o site Globoesporte.com, o defensor é dúvida para a partida diante da equipe espanhola.  

Na ida, em Madri, o time de Cristiano Ronaldo venceu o adversário parisiense por 3 a 1. Agora, pode até perder por um gol de diferença para avançar às quartas de final da competição europeia.

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Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

A solução dos problemas começa com um diálogo franco e aberto. Daí ser louvável a reunião agendada para hoje, em Brasília, entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e os 27 novos governadores do País. Todos eles têm um grande desafio pela frente, mas, evidentemente, se trabalharem em parceria, e não boicotando o que pode ser bom para o Brasil, haverá grande chance de que os remédios necessários sejam encontrados e o trabalho seja bem feito. Os futuros chefes do Executivo estadual têm muito a contribuir com o presidente eleito. E, politicamente, também têm muito a ganhar, quando o projeto deste novo Brasil der certo. Percebe-se que, aos poucos, as nuvens negras de uma campanha desgastante vão se dissipando, a razão começa a prevalecer e, ao invés de torcer contra, é cada vez maior o número daqueles que preferem alimentar a esperança que a descrença. Aliás, uma célebre frase do escritor latino Públio Siro, diz que “quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.” A hora não é para isso. Na verdade, o momento pede que se dê crédito aos novos condutores da Nação e que se guardem as pedras previamente preparadas para serem jogadas na vidraça. E muitos dos novos governadores estão dispostos a ajudar Bolsonaro, inclusive na aprovação da reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas do País. Por sua vez, a maioria das Unidades da Federação também está com suas contas no vermelho, por gastarem mais do que arrecadam, e esperam suporte da União para manter a máquina funcionando. Relatório do Tesouro Nacional, por exemplo, apontou que 16 Estados mais o DF descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal no ano passado, ao destinar mais de 60% da receita para o pagamento de salários e aposentadorias. Assim, sobra cada vez menos para serviços básicos, como segurança e educação. Os problemas são complexos, daí a necessidade do diálogo e da busca por novas perspectivas. E a reunião de hoje em Brasília, com Bolsonaro e os governadores, oferece exatamente esta oportunidade. Desde agora, a capacidade de cada um deles estará colocada à prova, mas já começam bem, buscando o apoio e o entendimento mútuo, ao invés da divisão pura e simples. No final, quem ganha mesmo com isso é o Brasil e os brasileiros. Ainda bem!
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Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

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Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

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Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

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