Zagueiro Miranda abriu o caminho para a vitória brasileira (Foto: Pedro Martins/MoWa Press)

Copa 2018

O Brasil realizou um de seus últimos testes antes da Copa do Mundo. Nesta sexta-feira, 23, a Seleção venceu a Rússia, anfitriã do Mundial, por 3 a 0, em Moscou, com gols de Miranda, Coutinho (pênalti) e Paulinho. 

Apesar de ter tomado alguns sustos, os comandados de Tite dominaram o amistoso, mesmo sem o craque Neymar, que se recupera de uma operação no pé direito e deve voltar às vésperas da Copa. Douglas Costa substituiu o camisa 10 do Brasil e do PSG.

Agora, o desafio brasileiro é contra a algoz Alemanha, no Estádio Olímpico de Berlim, na próxima terça-feira, 27, às 15h45 (horário de Brasília). É a primeira vez que as seleções se encontram depois dos 7 a 1, no Mineirão, na semifinal da Copa do Mundo de 2014. 

"O jogo estava difícil. Tomamos um monte de contra-ataque, mas, felizmente, controlamos o jogo. E fui feliz em fazer o primeiro gol", disse Miranda à TV Globo. 

"A equipe toda foi bem. Tivemos tranquilidade. Acho que correspondi as expectativas", avaliou o atacante Douglas Costa. "O espírito da Seleção é vencer. O Thiago Silva salvou em cima da linha em um lance em que já estava batido. Todos se entregaram. Estão todos de parabéns", analisou o goleiro Alisson, que foi o capitão brasileiro nesta sexta-feira.  

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Local vai ter telões, palco e bares para a diversão dos torcedores (Foto: Rovena Rosa/ABR/Fotos Públicas)

Copa 2018

Após receber a Fan Fest oficial da Copa de 2014, o Vale do Anhangabaú volta a sediar um evento relacionado ao Mundial em 2018. Uma arena será montada na região central da Capital para as transmissões dos jogos do Brasil, das semifinais e da decisão do torneio, que começa na próxima quinta-feira, 14, na Rússia. 

No dia 17 de junho, na estreia da Seleção Brasileira na competição, o público poderá curtir um show dos Titãs no local. A banda, que já possui 35 anos de história, vai apresentar seu repertório de grandes sucessos, como "Epitáfio", "Flores", "Sonífera Ilha", entre outros.

Sergio Britto e Tony Bellotto serão acompanhados por Beto Lee (guitarra), Mário Fabre (bateria) e Lee Marcucci (provisoriamente no baixo, até o retorno de Branco Mello). O público, além de ver o jogo e a apresentação da banda paulistana, poderá comer e beber nos pontos de vendas que serão instalados na arena. 

 

Serviço:

 Data: 17/06/2018

Local: Vale do Anhangabaú, São Paulo - SP

Horário: 17:00h

Gratuito

 

Há anos, Fut-Encontro promove gratuitamente interação entre público, jornalistas, atletas e ex-jogadores (Foto: Divulgação)

Copa 2018

A menos de um mês para a Copa do Mundo, um evento gratuito vai falar sobre jogadores de futebol raçudos. Na próxima terça-feira, 22, às 19h, o Fut-Encontro, em mais uma edição no Shopping Plaza Sul, relembrará grandes histórias de atletas que se entregavam em campo e faziam a diferença dentro e fora das quatro linhas.

Muitos deles, inclusive, destacaram-se em mundiais com a camisa da Seleção. Como, por exemplo, o capitão do tetra e ex-técnico do Brasil, Dunga.

Para debater o tema com o público, o evento levará Aline Pellegrino, ex-jogadora da seleção brasileira e atualmente na coordenação de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol; Axel, ex-jogador de São Paulo e Santos e atual técnico do Taboão da Serra; e os jornalistas Marco Bello e Silvia Vinhas.

Serviço

Debate “Jogadores raçudos”

Data: Terça-feira (22/5), a partir das 19h.

Local: Praça de Eventos – piso térreo do Shopping Plaza Sul – Praça Leonor Kauppa, 100 – Saúde – São Paulo.

Mais informações: http://www.shoppingplazasul.com.br/

Com lesão de Filipe Luís, Alex Sandro deve ser o reserva de Marcelo na Copa (Foto: Reprodução/Facebook)

Copa 2018

O Atlético de Madrid confirmou nesta sexta-feira que os exames realizados pelo lateral-esquerdo Filipe Luís confirmaram que o jogador brasileiro sofreu uma fratura na fíbula da perna esquerda, uma lesão que deverá deixá-lo fora da Copa do Mundo na Rússia.

Filipe Luís se lesionou na última quinta-feira, durante o segundo tempo da vitória do Atlético de Madrid por 5 a 1 sobre o Lokomotiv Moscou, na Rússia, no jogo de volta das oitavas de final da Liga Europa.

O clube não disse por quanto tempo o defensor vai estar afastado dos gramados, mas lesões semelhantes necessitaram de pelo menos seis semanas de recuperação, tempo que poderá ser ampliado se ele tiver que ser operado.

Na segunda-feira, Filipe Luís foi convocado pelo técnico Tite para os amistosos da seleção brasileira contra a Rússia, em Moscou, em 23 de março, e Alemanha, em Berlim, quatro dias depois. A CBF ainda não anunciou, mas o jogador do Atlético de Madrid deverá ser cortado nas próximas horas.

Esses compromissos serão os últimos da seleção brasileira antes de Tite anunciar a lista de convocados para a Copa do Mundo, sendo que Filipe Luís é visto como concorrente direto e em uma disputa acirrada com Alex Sandro para ser o reserva imediato de Marcelo, considerado o titular absoluto da lateral esquerda. A estreia do Brasil na Rússia será em 17 de junho, diante da Suíça

Filipe Luís se lesionou quando tentava evitar uma finalização do atacante Eder, do Lokomotiv Moscou, aos 15 minutos do segundo tempo. O lateral até conseguiu fazer o corte, mas foi atingido na perna e precisou deixar o campo em uma maca. O time espanhol se classificou às quartas de final da Liga Europa com um placar agregado de 8 a 1.





Arena Rostov vai receber o jogo de estreia do Brasil, dia 17 de junho, contra a Suíça (Foto: Reprodução/Facebook)

Copa 2018

Durante a 1ª fase da Copa do Mundo da Rússia, a Seleção Brasileira vai jogar em três cidades: Rostov, São Petersburgo, e Moscou. A primeira é a mais desconhecida, mas tem um centro comercial forte, assim como um diversificado setor industrial. O estádio em que o Brasil jogará contra a Suíça é a Arena Rostov, que tem capacidade para 45 mil espectadores, construída especialmente para o torneio.


O município de São Petersburgo é a 2ª maior cidade do País e já foi até capital do Império Russo, de 1732 a 1918. Estimativa de 2012 mostra que a cidade tem 5 milhões de habitantes, quase metade dos habitantes da cidade de São Paulo. Lá, a Seleção jogará contra a Costa Rica, no Estádio Krestovsky, que tem capacidade para 68 mil torcedores.


Na terceira rodada, quando enfrenta a Sérvia, o Brasil estará na capital, Moscou. A cidade tem dois estádios para o campeonato: o Lujniki, que receberá a final, e a Arena Otkrytie, do Spartak. Este será o palco do último jogo da Seleção na fase de grupos. O local tem capacidade para 45 mil torcedores.

Jabá, que já passou pela Seleção de base, acredita que Tite pode levar o Brasil ao hexa (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O atacante Léo Jaba, revelado pelo Corinthians e que atualmente atua pelo clube russo Akhmat Grozny, acredita que a Seleção Brasileira será muito bem acolhida durante a Copa do Mundo.

“Os russos têm uma expectativa muito grande para receber os jogadores brasileiros. Sabemos que na última Copa o resultado não foi o esperado, mas eles veem a mudança com o Tite. Então, estão bem empolgados. Eles são fãs do nosso futebol e dos jogadores do País. Há um respeito muito grande. Tenho certeza que vão torcer pelo Brasil, a não ser contra a Rússia”, avaliou Jabá, que, em 22 jogos pelo Akhmat Grozny, fez três gols.

Jabá também comentou sobre as cidades e os estádios que receberão as partidas do Brasil na primeira fase do Mundial. “As três cidades [Rostov- do-Don, São Petersburgo e Moscou] são top e eu gostei de ter jogado nas arenas de São Petersburgo e Moscou”, afirmou o ex-corintiano, que emendou: “Em Rostov [que ainda não teve o estádio inaugurado] e em Moscou, a torcida ficará perto do gramado. Já no estádio do Zenit [São Petersburgo], os torcedores ficarão mais distantes. De qualquer forma, os russos fazem bastante barulho nas arquibancadas. Só que eles não fazem tanta pressão como os brasileiros”, analisou. 

O atleta também falou sobre o frio russo. Ele está no país desde julho de 2017 e chegou a pegar 8º C durante o mês. Como a Copa será disputada no mesmo período neste ano, a miníma deve ser semelhante durante o Mundial. "Mas, no inverno, enfrentei uma temperatura de -29º C. Muito gelado", relembrou. 

Craque deve desfalcar seleção em amistoso contra a Alemanha (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O atacante Neymar, do PSG, teve uma fissura no quinto metatarso do pé e não joga contra o Real Madrid, partida válida pela volta das oitavas de final da Champions League. O jogo está marcado para o dia 6 de março, às 16h45, na França. A informação foi confirmada pelo próprio clube francês.

Por causa da lesão, o brasileiro deve ficar no mínimo três semanas longe dos gramados. Desta forma, não preocupa para a Copa do Mundo. No entanto, o camisa 10 da seleção não deve participar do amistoso contra a Alemanha, marcado para o dia 27 de março.

 Neste domingo, o craque torceu o tornozelo sozinho em jogo do PSG e deixou o campo aos prantos. Havia suspeita de rompimento de ligamento, o que o tiraria do Mundial da Rússia.

Marquinhos

O zagueiro teve constatada uma lesão muscular de grau 1 após exame de ultrassonografia. Segundo o site Globoesporte.com, o defensor é dúvida para a partida diante da equipe espanhola.  

Na ida, em Madri, o time de Cristiano Ronaldo venceu o adversário parisiense por 3 a 1. Agora, pode até perder por um gol de diferença para avançar às quartas de final da competição europeia.

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Alckmin é o candidato que mais tem batido na polarização (Foto: José Cruz/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

A polarização da disputa presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) nas eleições 2018, indicada pelas recentes pesquisas de intenção de voto Ibope e Datafolha, tem feito adversários subirem o tom contra os candidatos que lideram a corrida em seus programas de TV e rádio. Nos programas que foram ao ar nesta quinta-feira, 20, os presidenciáveis Geraldo Alckmin (PSDB) e Henrique Meirelles (MDB) fizeram ataques diretos a Bolsonaro e Haddad. "De um lado, a turma de vermelho, que quer o fim da Lava Jato para encobrir o maior caso de corrupção da história; do outro, a turma do preconceito, da intolerância e do ódio a tudo e todos", diz o tucano no programa. Alckmin ainda disse que o Brasil já elegeu "um poste vermelho", em referência a Dilma Rousseff (PT), sucessora indicada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e que não pode entrar "de novo em uma aventura, de um candidato que se diz o novo", em referência a Fernando Collor (hoje no PTC, que foi presidente pelo PRN). Já Meirelles apostou no discurso de que o Brasil precisa de um governo que imponha confiança. Com recortes de jornais em que mostra notícias relacionadas a Bolsonaro e ao PT, disse que ninguém confia em gente "desequilibrada" ou "corrupta". "Confiança é a chave que abre todas as portas", diz Meirelles. "Quando você pede uma indicação para cuidar dos seus filhos, você pergunta se a pessoa é de confiança. A mesma coisa acontece com o País. As empresas precisam confiar no governo para fazer investimentos, criar empregos. Ou você acha que vão confiar num governo de alguém despreparado, desequilibrado ou corrupto? Claro que não." Terceiro colocado nas pesquisas, Ciro Gomes (PDT) mostrou seu currículo e da proposta de limpar o nome de pessoas negativadas no SPC e Serasa. Atual quinta colocada nos levantamentos, Marina Silva (Rede) falou sobre fazer investimentos na saúde e na educação, ao lado de seu vice Eduardo Jorge (PV).

Mesmo no hospital, presidenciável mantém declarações em tom de campanha (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Há exatos 13 dias Jair Bolsonaro foi transferido da Santa Casa de Juiz de Fora (MG) para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Mas, apesar de um susto aqui e outro ali, o presidenciável está bem ativo, como demonstram os boletins médicos e sua assídua presença nas redes sociais. Ontem, o candidato do PSL agiu rápido e buscou contornar uma declaração de Paulo Guedes, seu conselheiro econômico e nome escolhido para ocupar o Ministério da Fazenda, em caso de vitória do ex-militar. Guedes propôs a criação de um tipo de CPMF, a partir da qual o cidadão pagaria uma taxa sobre qualquer movimentação bancária, que seria destinada ao financiamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Mas, via Twitter, Bolsonaro destacou que sua equipe “trabalha para a redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é nosso lema! Somos e faremos diferente. Esse é o Brasil que queremos”. O posicionamento do candidato vai ao encontro do que pede a sociedade brasileira, que sente o peso de viver no país com a maior carga tributária de toda a América Latina e Caribe. Em 2016, por exemplo, tudo que as três esferas de governo arrecadaram equivaleram a 32,38% do PIB, depois de subir por dois anos consecutivos. Mas, de fato, o novo presidente terá de encarar a questão fiscal do País, que todos comentam, mas que ninguém até agora conseguiu resolver. E o sucessor de Temer não estará imune a isso, pois herdará uma casa desorganizada. Portanto, a ele caberá construir acordos visando a, entre outras coisas, alcançar a estabilidade fiscal. Aumentar impostos pode ser um caminho necessário e o mais fácil. No entanto, não será possível fechar os olhos a temas espinhosos, como previdência, funcionalismo, salário mínimo e, claro, reforma tributária, que certamente, fazem parte da solução.

Ciro Gomes diz rejeitar estratégia e que o “voto útil é um insulto à experiência popular” (Foto: Leo Canabarro/Fotos Públicas)

Opinião

Em muitas eleições há o candidato ideal e o útil. E, nesta, muitos apostam que, no final, o eleitor que ainda não tem o voto consolidado ou que teme um segundo turno polarizado entre PT e Jair Bolsonaro abra mão da paixão, ideologia, apreço ou preferência por determinado candidato (que não tem chance de vencer) e faça uma escolha estratégica e tática na tentativa de evitar a vitória daquele a quem rejeita. Ciro Gomes disse abrir mão desta possibilidade. Segundo ele, “voto útil é insulto à experiência popular”, e disse querer ser eleito por aqueles que o consideram uma saída para o Brasil e não por quem “não queria votar em outro”. Mas esse não é pensamento do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tenta atrair o eleitorado de João Amoêdo (Novo), Henrique Meirelles (MDB), Álvaro Dias (Podemos) e também de Marina Silva (Rede), ao mesmo tempo que faz um chamamento ao voto anti-PT e fustiga a candidatura de Bolsonaro. “A nossa percepção é que Haddad vai para o segundo turno. Já o voto em Bolsonaro não está cristalizado”, disse João Carlos Meirelles, conselheiro próximo de Alckmin, aparentemente alheio às pesquisas, que mostram que os eleitores de Bolsonaro são os mais convictos. Cerca de 70% deles dizem que não mudará sua decisão ou que a escolha é “firme”, segundo o penúltimo Ibope (11 de setembro), número levemente superior ao de Haddad. Mas a estratégia de atacar pesadamente o ex-capitão do Exército e líder nas pesquisas não é consenso nem entre aqueles que conduzem a campanha de Alckmin. Uma ala da coligação quer que os ataques mirem apenas o PT, e não no candidato do PSL. E mesmo Marina briga por seu lugar ao sol. Depois de perder terreno, a acreana vem se colocando como aquela capaz de fazer um governo de transição, com duração de apenas quatro anos e sem direito a reeleição. Se estes discursos vão funcionar é o que se verá nos próximos dias. O certo é que ainda existe um amplo segmento insatisfeito com mais uma eleição marcada pela radicalização e polarização, que sonha com um nome de consenso e capaz de trazer normalidade ao País. Isso seria bastante útil, mas, aparentemente, está cada vez mais difícil.

Candidatos com ideias opostas crescem em pesquisa (Fotos: Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação e Paulo Lopes/AE)

Nacional

O crescimento de Fernando Haddad (PT) na semana que foi oficializado como candidato do PT à Presidência aumentou as chances de um segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e o petista, afirma a diretora executiva do Ibope Inteligência, Marcia Cavallari. Na pesquisa divulgada pelo instituto nesta noite de terça-feira, 18, Haddad cresceu 11 pontos em relação ao levantamento apresentado no último dia 11, indo de 8% para 19% das intenções de voto e se isolando em segundo lugar. Bolsonaro continua liderando o cenário, com 28% - ele tinha 26% há uma semana. "Com esse crescimento de Haddad, a probabilidade de haver segundo turno entre ele e Bolsonaro aumentou significativamente, embora não se possa descartar totalmente outros cenários", disse Marcia Cavallari ao Estadão/Broadcast Político. No cenário em que os dois se enfrentam na segunda etapa da eleição, há um empate: 40% a 40%. O Ibope ouviu 2.506 eleitores de 16 a 18 de setembro em 177 municípios. A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09678/2018.
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