Copa do Mundo pode ser usada como incentivo aos funcionários (Foto: Reprodução/Flickr)

Economia

De quatro em quatro anos, as empresas lamentam a possível perda financeira por causa da paralisação gerada pelos jogos da Seleção Brasileira em Copas do Mundo. Entretanto, o período pode ser visto como oportunidade para os negócios fluírem ainda mais.

Com criatividade, empreendedores podem usar o torneio de seleções mais importante do calendário futebolístico como um incentivo aos seus funcionários. Vale ressaltar que colaboradores satisfeitos rendem mais no trabalho e geram melhores resultados às empresas.

Diretor da RP2 Sport Marketing, agência espacializada em organização de eventos esportivos e corporativos, Raony Pacheco explica como conseguiu transformar o clima de Copa em lucros para seus clientes. Inclusive, com a criação de um álbum de figurinhas com as fotos dos funcionários do Grupo Tecnowise, que atua na área de tecnologia nos segmentos de educação e segurança para o trânsito. 

"Um colaborador motivado é algo sensacional para os negócios. Criamos a ambientação com telão, comida à vontade e atividades como o famoso bolão na hora dos jogos. Isso já motiva os funcionários. Também usamos vídeo games, elaboramos atividades pontuais como a imitação de um gol e colocamos infláveis para deixar o ambiente mais leve. Além, claro, de recomendarmos a utilização de camisas com as cores brasileiras", afirma Pacheco. 

Tecnowise trocou o álbum oficial da Copa por álbum de funcionários para promover engajamento (Foto:  Divulgação)

Interação entre funcionários gera sensação de reconhecimento

Funcionários ficam satisfeitos quando são bem remunerados, mas, também, gostam da sensação de reconhecimento. Psicóloga e coach de carreira, Aline Moreira diz que a interação entre diversos setores de uma empresa é benéfica ao ambiente de trabalho e faz com que os colaboradores cresçam profissionalmente. 

"Estamos numa geração onde a motivação não vem só de salário. Dinheiro é super importante, mas o reconhecimento, por meio de atividades diferentes e inovadoras, aumenta o rendimento da pessoa na rotina de trabalho", argumenta. 

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Descansar é necessário. Mesmo para empresários (Foto: Marcelo Lelis/ Ag. Pará/Fotos Públicas

Opinião

Ser empresário, para muitos, não é exatamente um mar de rosas. Muitas vezes, ele é o primeiro a entrar e o último a sair. Décimo terceiro salário é apenas para os colaboradores e as férias nem sempre vêm como ele quer. Mas, então há um paradoxo por trás disso, pois quase todo empresário montou sua empresa com o sonho de ter liberdade financeira, de tempo e de escolha. E, férias pelo tempo que quiser sem ter de pensar na própria empresa, estão inclusas aí. A pergunta que fica é: quantos dos empresários estão obtendo estes benefícios? Quando faço essa pergunta aos empresários que participam dos nossos eventos, vejo que quase nenhum responde afirmativamente.


Muitas vezes estão estressados, com a saúde já não tão boa e até a família entra na dança. Diferentemente do que muitos pensam, isso não deveria ser assim. Muito trabalho não é sinônimo de resultados e, a consequência é mais sofrimento que prazer em ter a empresa que sonhou.


A questão muitas vezes está mais ligada à forma como pensa o empresário do que a outras questões em si. Até porque a forma como ele pensa leva à forma como decide e, consequentemente, leva às ações tomadas que, por sua vez, tornam-se os resultados. Se os resultados não estão a contento é porque as formas de pensar também não estão.


Como pensa o empresário? Muitos pensam que ele tem de ficar na empresa todo tempo, caso contrário ela não funcionará. Bom, verifique melhor a forma como faz as coisas, porque muitos donos estão assim e não se deram conta disso ainda.
Seria improvável o dono conseguir chegar a dirigir uma empresa média ou grande com eficácia, sozinho. E é exatamente por isso que existem equipes, sistemas e processos dentro de uma empresa. Para que ela funcione sem o dono operando.


Sendo assim, para tirar férias efetivas (muitos têm férias, mas não são efetivas), em primeiro lugar o dono deve mudar a forma de pensar. Deve pensar que em médio/longo prazo, a empresa não deveria ser operada por ele. Isso vai forçá-lo a montar as melhores equipes, sistemas e processos. O que no final das contas significa melhorar a produtividade e, consequentemente, os resultados.

*Marcos Guglielmi é treinador de empresários e sócio fundador da ActionCOACH São Paulo

Desabastecimento prejudicou a economia brasileira (Foto: Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

Economia

Após quatro meses de estabilidade, o número de empresas com pagamentos em atraso voltou a acelerar em maio, influenciado pela greve dos caminhoneiros que paralisou o País por mais de dez dias.

No mês passado, 5,5 milhões de companhias estavam na lista de inadimplentes, aponta a Serasa Experian, empresa especializada em informações financeiras. Esse é o maior número de empresas com pagamentos atrasados desde março de 2016, quando o levantamento começou a ser feito.

De janeiro a abril, 5,4 milhões de empresas mensalmente tinham dívidas em atraso. Em maio, mais 100 mil companhias engrossaram essa lista. Em comparação com o mesmo mês de 2017 houve um acréscimo de 400 mil empresas, um aumento de 7,8%. As dívidas com pagamento atrasado também cresceram 4,3% na comparação anual e atingiram R$ 124,3 bilhões.

"A greve dos caminhoneiros impactou as cadeias de produção e as empresas pararam de produzir e vender", afirma o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi. Sem girar os estoques, elas ficaram sem capital de giro para honrar os pagamentos das contas básicas e as dívidas com sistema financeiro e fornecedores.

Rabi explica que por esse levantamento não é possível saber qual é o período médio de atraso porque o critério de inadimplência é fixado pelo credor. Isto é, a Serasa Experian reúne numa mesma lista o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) das empresas que deixaram de pagar as contas no prazo, seja com um dia de atraso ou mais de 30 dias, por exemplo.

O levantamento mostra que o aumento da inadimplência foi puxado pelas empresas prestadoras de serviços. No mês passado, essas companhias responderam por quase a metade (48%) das empresas com pagamentos atrasados. Em maio do ano passado, as prestadoras de serviços representavam 46,7% do total de companhias inadimplentes.

Rabi argumenta que o prejuízo provocado pela greve se concentrou no setor de serviços porque ele reúne um número maior de pequenas e microempresas. Normalmente as pequenas e microempresas já enfrentam maior dificuldade de capital de giro e, com a greve, tiveram piora nesse quadro.

Para os próximos meses, a tendência para o calote das empresas não é de estabilização, segundo o economista. Ele argumenta que a situação financeira das companhias está muito ligada ao ritmo e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que pode continuar desacelerando.

App facilita comunicação entre empresas e consumidores

Tecnologia

O WhatsApp, um dos aplicativos mais utilizados nos celulares dos brasileiros, liberou, na semana passada, a versão Business do mensageiro para usuários do País. O app está disponível para celulares Android e permite a criação de um perfil com endereço físico, horário de funcionamento, e-mail e expõe até  informações de site.

Não é necessário possuir CNPJ ou pagar taxas, já que os recursos pagos e opcionais serão adicionados futuramente. O WhatsApp Business é uma versão voltada para a comunicação entre empresas de pequeno e médio porte com seus clientes..

Para que o estabelecimento entre em contato com o usuário, é necessário que a pessoa forneça o número de celular ou tenha acionado primeiro a empresa por meio do aplicativo.

O WhatsApp Business permite respostas rápidas para perguntas frequentes, saudações apresentando a empresa e avisos automáticos, caso o estabelecimento esteja fora do horário de atendimento.

Ainda não se sabe quando será liberada uma versão para iPhone. O app funciona também no computador, similar ao que ocorre hoje com o WhatsApp Web. Além do Brasil, o aplicativo também funciona nos Estados Unidos, Reino Unido, Indonésia, Itália e México.

Situação piora para empresas que não têm proteção à variação do câmbio (Foto: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas)

Economia

A disparada do dólar aumentou em R$ 115 bilhões o total que bancos e empresas terão de desembolsar para fazer frente às dívidas no exterior. Ainda que os empréstimos na moeda estrangeira não tenham crescido, a variação cambial faz com que sejam necessários mais reais para pagar o mesmo compromisso. O quadro pode gerar ainda mais preocupação com a informação do Banco Central de que 46,9% das empresas com dívida em dólar não contam com proteção à variação do câmbio.

Dados do BC mostram que a dívida externa de bancos e empresas somava US$ 471,2 bilhões no fim de março. Esse valor inclui empréstimos bancários, títulos de dívida, crédito comercial e operações intercompanhias. Em dólar, o montante não oscila expressivamente há três anos. Convertida para reais, a dívida passou do equivalente a R$ 1,556 trilhão no fim de março para R$ 1,672 trilhão na última quinta (dia 10) - uma diferença de R$ 115 bilhões.

O cenário pode trazer preocupação especialmente para empresas que eventualmente tomaram crédito em outros países, mas não estavam preparadas para o dólar mais caro. O tema tem surgido discretamente em análises de economistas, executivos e investidores e pode ganhar força à medida que o dólar avança ou com o passar das próximas semanas.

Isso porque a conta para quitar dívidas continua chegando às empresas e bancos, que têm compromissos de US$ 84,4 bilhões até dezembro. Maio é o segundo mês que mais concentra compromissos neste ano: US$ 12 bilhões em principal e juros. À frente, só dezembro com outros US$ 22,8 bilhões.

Tantas cifras podem despertar ainda mais atenção diante de duas informações. A primeira é a que indica que quase metade das companhias consultadas em 2014 pelo próprio BC não se protegia contra a oscilação do dólar com o chamado "hedge". "As empresas não exportadoras sem hedge representam quase metade da dívida total em moeda estrangeira", destaca um estudo do BC. O restante das firmas estava protegida no mercado ou porque tinha receita em dólar.

Uma dessas empresas é a estatal Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan). Em 30 de março, a empresa registrava dívida de US$ 30,6 milhões. Ela avalia que a recente disparada do dólar deve elevar o gasto no próximo vencimento, em julho, em R$ 747 mil. A Corsan não tem hedge, mas explicou em nota que o "caixa está preparado para esse desembolso adicional" e que a exposição cambial da empresa é relativamente baixa: 6,9% da dívida total.

Periodicamente, o BC estima o total da dívida externa das empresas sem proteção cambial. O dado mais recente, de dezembro de 2016, mostrava valor equivalente a 9% do Produto Interno Bruto (PIB). O patamar é maior que os 8% de 2014, primeira pesquisa. Ainda que parte dessa dívida desprotegida conte com algum tipo de resguardo indireto - como um ativo ou sede no exterior, essas companhias administram o caixa com compromissos futuros em moeda estrangeira sem seguro contra a disparada da moeda.

Com quase metade das empresas desprotegidas, o BC sugere atenção a eventuais mudanças na economia. O estudo da instituição diz que em um "hipotético cenário de reversão" há dois pontos a observar com cautela nas empresas com exposição ao câmbio: "potenciais impactos na capacidade de pagamento das empresas e no total do endividamento".

Economistas avaliam que as últimas semanas reforçam a percepção de que a mudança de cenário hipotética mencionada pelo BC está em curso. Desde março, o dólar subiu mais de 7% e já bateu em R$ 3,60, crescem as incertezas sobre as eleições no Brasil, o aperto do juro nos EUA pode ser mais intenso que o esperado e surgiu uma inesperada crise na Argentina com direito até ao FMI. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Mande as suas dúvidas para a redação do Metrô News (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Nacional

A entrega da declaração de Imposto de Renda pode ser realizada a partir de hoje. A Receita espera receber mais de 3 milhões de documentos somente na Capital.

E você ainda tem dúvidas sobre algum assunto específico da declaração? Então envie para nós! 
Nossa reportagem vai analisar as perguntas e encaminhar para especialistas responderem na semana que vem.

Para encaminhar, basta escrever sua questão e colocar seu nome completo e profissão. Há vários canais em que é possível tirar dúvidas:

- WhatsApp: 9.4021-9397;
- E-mail: redacao@metronews.com.br;
- Telefone: (11) 2475-7824;
- Pelo página do Facebook, clicando em "enviar mensagem".

Aguardamos as suas perguntas!

Um dos principais focos do contrato está a troca das lâmpadas comuns por LED (Foto: Divulgação)

Cidade

O prefeito João Doria (PSDB) assinou, quinta, 08, o contrato de R$ 6,9 bilhões com o consórcio formado pelas empresas FM Rodrigues e Consladel para manutenção e modernização da iluminação pública da Capital por 20 anos.

Entre um dos principais focos do contrato está a troca das lâmpadas comuns por LED. A cidade de São Paulo tem 618 mil pontos de iluminação, dos quais 82,6 mil já tiveram a troca de equipamento realizado pela gestão anterior. A administração de Doria não quis entrar neste mérito para “não afrontar” a PPP (Parceria publico-privada).

A FM Rodrigues já é responsável pela manutenção do parque público desde 2011. O consórcio vencedor, ao qual a empresa integra, não foi o que apresentou a menor proposta. O Consórcio Walks, formado pelas empresas WPR, Quaatro Brasil e Led, se prontificou a assumir o serviço por R$ 5,5 bilhões, mas foi desclassificado porque a empresa Quaatro é controladora da Alumini, empresa citada na Operação Lava Jato e considerada inidônea pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União.

Com o novo contrato, a contraprestação mensal da Prefeitura será de R$ 29 milhões, além do custo aproximado de R$ 13 milhões para pagamento da conta mensal de luz pública.

Trabalhos começam imediatamente

Segundo a Secretaria de Serviços e Obras, os trabalhos terão início imediato nas avenidas Guarapiranga (Zona Sul), Morumbi (Zona Oeste), Luiz Dumont Villares (Zona Norte), Rio Branco (Centro) e Valdemar Tietz (Zona Leste).

Este trabalho poderá servir como um cartão de visitas, junto ao Corujão da Saúde e outras ações da atual gestão, ao prefeito João Doria (PSDB) em uma possível corrida ao Governo do Estado de São Paulo. 

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