Economia

Os vigilantes foram os que mais sofreram demissões durante este ano. De janeiro a setembro, a categoria teve um saldo de 5.975 vagas formais de empregos fechadas e contraria até mesmo a retomada de emprego da Capital.

 

Os vigilantes ocupam o lugar que pertenceu aos vendedores do comércio varejista no mesmo período do ano passado, quando foram fechados 6.092 postos de trabalhos para estes trabalhadores.

 

De acordo com o diretor operacional do Sindicato dos Empregados em Empresas de Vigilância, Segurança e Similares de São Paulo (Seevissp), Antônio Pereira de Amorin, a principal causa destes desligamentos é contenção de despesas. “Eles trocam os vigilantes por fiscais de loja, porteiros, com salários menores, e até mesmo por equipamentos eletrônicos. Neste ano o resultado deve ficar negativo mesmo”, disse. Atualmente um vigilante ganha R$ 1.880,32, para trabalhar por uma carga semanal de 44 horas.

 

Este ano, a função vice-campeã de demissões foi a de supervisor administrativo, com 2.891 demissões a mais que admissões. A medalha de bronze ficou com os pedreiros, profissão que até o momento tem 1.898 vagas de trabalho encerradas.

 

Na contramão das demissões, a campeã de contratações é a função de faxineiro, com 7.684 novos postos de trabalho, seguida pelas funções de auxiliar de escritório e auxiliar nos serviços de alimentação, respectivamente com 3.946 e 3.494 novas admissões.

 

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