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Ter, Out

Além de impulsionar economia, uso de bicicleta colabora para a saúde dos brasileiros (Foto: Genivaldo Cavalho/ I.O./ Fotos Públicas)

Economia

Substituir o transporte coletivo ou o carro por uma bicicleta no caminho ao trabalho pode gerar redução no tempo de viagem e uma economia de R$ 138 a R$ 451 no bolso do cidadão, além de elevar o PIB em R$ 870 milhões. Estes dados fazem parte de um estudo do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e levam em consideração apenas viagens pedaláveis, ou seja, percursos de até 8 quilômetros, feitos entre 6h e 20h, e por pessoas com até 50 anos.

“Para chegar a este resultado sobre o impacto no PIB, nós consideramos estudos que comprovam que quanto menos tempo a pessoa leva para chegar ao trabalho, mais produtiva ela se torna, fica menos doente e falta menos”, afirmou Victor Callil, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo.

No caso do cálculo referente ao PIB, R$ 18,7 milhões são oriundos de pessoas que deixariam o carro e ganhariam mais tempo com o uso da bicicleta no trajeto ao trabalho, valor que sobe a R$ 628 milhões no caso do transporte coletivo. Já os R$ 225 milhões restantes são resultado do aumento da fluidez do trânsito com a redução de automóveis.

“Existe um grande potencial pedalável em São Paulo, mas é preciso dar infraestrutura não só com ciclovias, mas tornar as ruas um local menos inóspito para o ciclista, o que favorece tantos os pedestres quanto os motoristas”, argumentou Callil.

Outro dado importante apontado pela pesquisa é que o uso da bicicleta nos casos citados traria uma economia de R$ 34 milhões ao Sistema Único de Saúde nos custos hospitalares de doenças cardíacas e diabetes.

“Minha economia pagou a bicicleta”

O diretor de engenharia de máquinas Marcos Alberto Costa utilizou a bicicleta por três anos para ir ao trabalho. Ele gastava cerca de R$ 200 por mês com condução, mas decidiu parcelar uma bicicleta em seis vezes. O valor de cada parcela era equivalente ao gasto mensal com passagens do transporte coletivo. “Depois que eu paguei a bicicleta, eu fiquei por dois anos e meio com R$ 200 a mais no bolso para fazer qualquer coisa”, contou Costa. Se ele fosse de carro, a economia seria ainda maior, pois o custo da viagem com o veículo iria variar de R$ 300 a R$ 400 a cada 30 dias.

Segundo ele, além do resultado financeiro, as pedaladas diárias lhe garantiram um melhor rendimento físico. “Eu emagreci 13 kgs, meu condicionamento físico mudou e até meu sono melhorou. Melhorou em todos vários aspetos, não foi só no bolso”, explicou. 

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Modelo é reeditado e propõe ocupar o posto de sedã automático de entrada da linha Chevrolet (Foto: Divulgação)

Opinião

O novo Prisma Advantage chega às concessionárias Chevrolet com visual atualizado e configuração inédita para manter-se fiel a sua essência: ser um sedã que reúna os itens mais valorizados pelo consumidor do segmento dentro da melhor relação custo-benefício.

“Nossas pesquisas revelaram que o consumidor, neste momento, carecia de um sedã automático moderno, porém mais acessível. Foi isso que norteou o desenvolvimento do novo Prisma Advantage 1.4 ECO”, declara Hermann Mahnke, diretor de marketing da GM. A transmissão automática é o item de conforto que ganha mais relevância, e o Prisma Advantage amplia o acesso a essa tecnologia por ser a opção de sedã mais em conta no portfólio Chevrolet.

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Carro possui motor flex 1.4 ECO de até 106V e transmissão automática de até 6 velocidades (Foto:divulgação)

O Prisma Advantage traz os itens de conveniência e segurança considerados prioritários, como ar-condicionado, direção elétrica progressiva, sistema de áudio com bluetooth, travas, retrovisores externos e vidros dianteiros com acionamento elétrico, além regulagens de altura do volante, cinto e banco do motorista. Sistema Ixofix e Top Tether para fixação de cadeirinha infantil, alerta de baixa pressão dos pneus, alerta de esquecimento dos faróis acesos, alerta de não utilização do cinto de segurança, duplo airbag e freios ABS com EBD também fazem parte de um pacote único.

O Prisma Advantage diferencia-se pelas calotas escurecidas aro 15, pelos adesivos de coluna e as capas dos retrovisores externos em preto brilhante, além do emblema com nome da versão nas portas dianteiras. O interior predominantemente escuro replica o mesmo acabamento contemporâneo do exterior. A carroceria traz quatro opções de cores: cinza, branco, preto ou prata. 

Após dois anos, ciclovia Tim Maia volta a ceder no Rio (Foto: Reprodução/Twitter)

Nacional

O temporal que atingiu na madrugada de hoje (15) a cidade do Rio de Janeiro provocou o fechamento da Ciclovia Tim Maia, no trecho entre a Barra da Tijuca e São Conrado, devido ao afundamento de parte da pista, onde uma cratera de cerca de dez metros se abriu ao lado da Autoestrada Lagoa-Barra, na zona sul da cidade.

Segundo a Defesa Civil do município, técnicos do órgão e guardas municipais estão no local para evitar a aproximação de pessoas do local do afundamento. Não há registro de feridos.

Em abril de 2016, um trecho suspenso da ciclovia desabou ao ser atingido por ondas durante forte ressaca no mar, matando duas pessoas.

Chuva recorde

Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio de Janeiro, a estação Barra da Tijuca/Riocentro registrou 123,6 milímetros (mm) de chuva entre 0h e 1h de hoje, o maior volume já constado desde 1997, quando o Alerta Rio começou a armazenar os dados.

O recorde anterior, de 116,2 mm, foi registrado em Campo Grande, também na zona oeste, em 19 de março de 2000.

Em toda a cidade, choveu 75% do esperado para o mês de fevereiro. Na Barra/Riocentro, a chuva chegou a 126% do esperado. Em Jacarepaguá, até as 2h de hoje já havia chovido 150% da expectativa para fevereiro.

Estágio de atenção

A cidade entrou em "estágio de crise" pouco depois da meia-noite, e retornou ao "estágio de atenção" às 5h30, segundo o Alerta Rio. A previsão, para o dia, é de áreas de instabilidade e predomínio de céu nublado, com condições para ocorrência de pancadas de chuva isoladas a qualquer hora do dia.

 

Será a 5ª edição da "Sexta Sem Carro" em São Paulo (Foto: Lucas Dantas)

Cidade

A 5ª edição da “Sexta sem Carro” acontece nesta sexta-feira, 23, das 6h às 18h, quando serão fechadas algumas vias do Centro Histórico de São Paulo para a circulação de veículos. A ação começou em outubro e é realizada em toda última sexta-feira de cada mês para, segundo a Prefeitura, promover o uso de transporte público e bicicletas, além de incentivar soluções como a prática da carona entre amigos e vizinhos e as pequenas viagens a pé.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) não informou quais foram os resultados obtidos. Funcionários da empresa vão acompanhar o evento durante o dia, realizando monitoramento nos desvios e os principais cruzamentos afetados, orientando os motoristas sobre a restrição na circulação.

Desvios

Sentido da Praça da Sé/Praça Ramos de Azevedo: Rua Senador Feijó, Rua Cristóvão Colombo, Rua Riachuelo, Túnel Papa João Paulo II, Avenida Prestes Maia, Avenida Senador Queirós, Avenida Ipiranga, Avenida São Luís, Rua Coronel Xavier de Toledo e Praça Ramos de Azevedo.

Sentido da Praça Ramos de Azevedo/Praça da Sé: Rua Conselheiro Crispiniano, Avenida São João, Avenida Ipiranga, Avenida São Luís, Viaduto Nove de Julho, Viaduto Jacareí, Rua Maria Paula, Viaduto Dona Paulina, Praça Dr. João Mendes, Rua Anita Garibaldi, Rua Roberto Simonsen, Rua Venceslau Brás e Praça da Sé.

Grande parte das multas é por excesso de velocidade (Foto: Divulgação/ Detran)

Cidade

UM Citroen C3 com R$ 10,5 milhões em multas foi apreendido por policiais militares do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran), que atuam no Departamento Estadual de Trânsito (Detran), na segunda-feira (19), na Avenida Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo.

Grande parte das 1.390 infrações cometidas refere-se a excesso de velocidade e não indicação de condutor em caso de pessoa jurídica. Fabricado em 2013, o automóvel está registrado em nome de uma empresa. 

De acordo com a legislação federal de trânsito, quando a empresa não indica o motorista que cometeu a infração, o valor da multa é multiplicado pelo número de vezes que aquela mesma infração se repetiu nos 12 meses anteriores.

O automóvel apreendido não estava licenciado e foi removido ao pátio Sul da Prefeitura. O carro poderá ir para leilão como forma de pagar parte dos débitos. O restante da dívida permanece em nome do proprietário.

Greve começou e acabou na manhã desta segunda-feira (Foto: Reprodução/ Twitter)

Cidade

Cerca de 100 mil pessoas que utilizam o Corredor ABD, no horário de pico da manhã, e mais 90 mil passageiros de linhas intermunicipais que operam em Guarulhos tiveram seu percurso de ida ao trabalho prejudicado nas primeiras horas desta segunda-feira (19). As informações são da EMTU, empresa reponsável pela administração dos ônibus.  

Isto porque houve uma paralisação comandada por sindicatos de motoristas de ônibus locais. Segundo a EMTU, a ação não tem nenhuma relação com questões salariais.

De acordo com os grevistas, a iniciativa foi um protesto contra a Reforma da Previdência, que saiu da pauta da Câmara dos Deputados por causa da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.

 Em Guarulhos, os ônibus de 85 linhas não puderam sair das garagens e a situação só começou a se normalizar a partir das 6h30. No Corredor ABD, o bloqueio do Terminal Santo André, por parte dos sindicalistas, paralisou os trólebus na entrada do terminal até às 9h15 e ainda provoca atrasos na operação de todo o Corredor. Só os ônibus a diesel puderam operar. No total, oito linhas foram afetadas com o bloqueio.

No ABC, os veículos trafegaram por caminhos alternativos, próximo ao Terminal, na tentativa de transportar os usuários ao longo do Corredor ABD. Em nota, a EMTU considerou a atitude "lamentável".

Bancos

Os bancários também aderiram à paralisação. Segundo o sindicato, 885 dos bancários votaram pela participação na greve em assembleias realizadas nos dias 8, 9, 14 e 15 deste mês nas agências e centros administrativos dos bancos nas sete regionais do sindicato em São Paulo e Osasco.

No dia 16 de dezembro acontece, pela primeira vez no Brasil, o Monster Jam, maior e mais famoso evento de big foots do mundo. A competição, que acontece em São Paulo, na Arena Corinthians, apresenta os caminhões mais reconhecidos do mundo, dirigidos por pilotos experientes, que sempre buscam impressionar o público. Durante o show, os espectadores vão ver de perto os carros voarem pelas pistas customizadas, cheias de obstáculos, e diversas manobras como “Backflip”, quando o caminhão faz um giro de 360° no ar, partindo de um obstáculo vertical; “Donut”, movimentos de giros em círculos; “Wheelie” em que o piloto dirige o caminhão apenas com as rodas traseiras no chão, mantendo as dianteiras suspensas no ar; entre outras.

 

Voltado para toda a família, o Monster Jam traz ao Brasil os mais famosos caminhões da categoria, como Grave Digger, Max-D, El Toro Loco, Monster Mutt Dalmatian, Alien Invasion, Zombie e New Earth Authority (NEA). Além de curtir o evento, o público poderá votar em cada performance realizada pelos veículos no portal Judges Zone. No dia do show os participantes receberão um código e, ao incluí-lo no site, terão acesso à plataforma de votação.

 

“O Monster Jam é um evento reconhecido mundialmente e que atrai diversos públicos, desde as crianças até os amantes de esportes radicais. Por isso, é muito importante podermos realizar esse show aqui no Brasil, onde temos alguns dos fãs de motorsports mais apaixonados do mundo”, diz Bruno Klotz, diretor Executivo do Instituto Zambini, intermediador da atração.

 

Pit Party – No mesmo dia acontece a Pit Party (festa nos boxes), uma oportunidade exclusiva para os fãs se aproximarem pessoalmente dos veículos Monster Jam, tirar fotografias com as máquinas e pilotos, pegar autógrafos, além de apreciarem as comidas típicas. Essa festa acontece previamente ao evento principal, das 12h às 17h, e os ingressos devem ser adquiridos separadamente.

 

O evento – Realizado há mais de 25 anos, o Monster Jam é um tradicional evento americano que percorre grandes arenas em todo o mundo. A atração entretém mais de 4 milhões de fãs por ano em 125 locais diferentes, em mais de 350 apresentações. Só em 2017 mais de 90 arenas e 36 estádios ao redor do mundo já receberam o evento. Seis novos países tiveram a oportunidade de ver de perto os caminhões monstros, como Arábia Saudita, Argentina, França, China, Singapura e, agora, Brasil. O Monster Jam é realizado pela Feld Entertainment, líder mundial em produzir e apresentar eventos de experiência em entretenimento familiar. Os ingressos podem ser adquiridos no site do Monster Jam (www.monsterjamoficial.com.br) e variam de R$ 65 a R$ 350.

 

Novidade – Monster Jam vai acontecer, em dezembro na Arena Corinthians(Foto: Divulgação)

 

Monster Jam

 

Data: 16 de dezembro. Horário: 19h (abertura dos portões às 17h). Local: Arena Corinthians – Av. Miguel Ignácio Curi, 111, Itaquera.

 

Mais informações: https://monsterjamoficial.com.br

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Doria foi em manifestação pró-Bolsonaro no último domingo (Foto: Reprodução/Twitter)

Cidade

O candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, acertou em cheio na sua estratégia de se aproximar de Jair Bolsonaro (PSL), utilizando termos como “BolsoDoria” durante a campanha. Esta é a análise de três especialistas no assunto, o cientista político Gleibe Pretti, professor da UNG, Philippe Franco Scerb (mestre em Ciência Política e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo) e a internacionalista e mestre em Ciências Sociais, Marina Pequeneza de Moraes. “Ele reavaliou sua estratégia e aproveitou-se da polarização que permeia a candidatura à presidência, vinculando sua campanha ao discurso anti-PT”, avaliou Marina. De acordo com levantamento divulgado ontem pelo Instituto Paraná Pesquisas, o tucano cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Para o cientista político Gleibe Pretti, professor da UNG, o ex-prefeito conseguiu vincular sua imagem à de Jair Bolsonaro (PSL), candidato à presidência. “Com isso, ele conquistou muitos votos. O eleitorado de São Paulo já é historicamente contra o PT e o Doria está conseguindo personificar isso com suas ações de marketing”, explicou. Após o primeiro turno das eleições, João Doria tentou se aproximar à imagem de Bolsonaro. A campanha dele criou, por exemplo, o termo “BolsoDoria”, presente até em adesivos distribuídos no Estado. França está ‘travado’, analisa especialista De acordo com o mestre em Ciência Política e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP), Philippe Franco Scerb, a candidatura de Doria acertou ao vincular sua imagem à de Bolsonaro, forçando com que França tenha que rechaçar, a todo momento, um apoio velado do PT à sua eleição. “O Doria faz um esforço gigantesco para falar que França é um candidato da esquerda. Isso o obriga a discordar e permanecer neste tema durante o programa eleitoral e nos debates”, analisou. Segundo o especialista, ao contrário da corrida presidencial, ainda pode haver uma reviravolta na disputa do Estado. “Os eleitores se concentraram muito no embate entre Bolsonaro e Haddad, deixando França e Doria em segundo plano. Isso pode mudar nesta reta final”, concluiu.

Bolsonaro é visto como um candidato "teflon", pois nada gruda nele (Fotos: Tãnia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Especialistas em Ciência Política acreditam que muito dificilmente a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) poderá ser revertida nos próximos dias, que precedem a eleição presidencial. De acordo com o cientista político Eduardo Grin, professor da FGV EAESP, nada “cola” no candidato preferido dos eleitores – segundo pesquisa do BTF/FSB, ele tem 60% dos votos válidos, contra 40% de Fernando Haddad (PT). “Já teve declaração desastrosa de companheiros políticos, aquela denúncia do pacote do Whatsapp, mas nada parece abalar a candidatura do Bolsonaro”, disse. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro, segundo o levantamento. A margem de erro segue sendo de dois pontos percentuais. O mestre em Ciência Política e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP), Philippe Franco Scerb, analisou que a imagem “antissistema” do ex-capitão o favorece muito nesta corrida presidencial. “A denúncia de um possível Caixa 2, por exemplo, se tornou motivo de ironia entre o eleitorado”. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. Na intenção de voto estimulada, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois.Votação expressiva pode gerar capital político maior Segundo Grin, a ideia da campanha de Bolsonaro, agora, é de vencer com maior número de votos do que os últimos presidentes eleitos no Brasil. Luís Inácio Lula da Silva (PT) obteve 52,7 milhões de votos (61,27%) em 2002 e 58,2 (60,83%) em 2006. Já Dilma Rousseff (PT) ganhou com 55,7 milhões (56,05%) em 2010 e 54,5 milhões (51,64%) em 2014. “Se obtiver maior percentagem do que Lula em 2002, por exemplo, ele terá um poder político maior para negociar com o Congresso no início do mandato”, explicou o especialista. “Sem dúvidas, uma votação bastante expressiva pode levar Bolsonaro a aprovar sua pauta junto a partidos que nem o apoiaram formalmente”, disse Scerb. “Candidatos com uma base semelhante entendem que seus eleitores querem que aquela agenda seja aprovada e isso gera mais força ao governo”. Ibope e Datafolha também divulgarão pesquisas Hoje será a vez do Ibope divulgar sua segunda pesquisa deste turno das eleições. Em 15 de outubro, Bolsonaro tinha 59% dos votos válidos, contra 41% de Haddad. O Datafolha vai publicar levantamento na quinta-feira, 25. No último estudo, os candidatos contavam com o mesmo percentual levantado pelo Ibope.

Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

Opinião

No último domingo, apesar de boa parte da mídia ignorar, por questões de interesse, milhões de pessoas foram às ruas, por vontade própria, num admirável gesto de democracia, apoiar o candidato que, de forma extremamente inovadora, com praticamente custo zero perto do que se gastam com campanhas políticas, lidera as pesquisas. Ao que parece, o povo se desprendeu das garras do quarto poder e democraticamente exige mudança. Se esta será boa ou não, o tempo vai dizer, mas uma coisa é fato: a alternância de poder é saudável em qualquer democracia e por aqui já se passou da hora de mudar. A dita esquerda no Brasil tentou a todo custo um projeto criminoso de poder que, graças à Operação Lava Jato, resultou na prisão de diversos políticos poderosos e apresentou ao Brasil os bastidores sujos e asquerosos da política que desviou trilhões da educação, segurança, saúde, etc... A todo custo tentam ainda agarrar-se ao poder com mentiras, ataques e o velho jogo sujo da política sifilítica. Culpar o aplicativo de mensagem WhatsApp pelas atrocidades que o próprio partido cometeu é tão estúpido e absurdo quanto tentar comparar Bolsonaro com Trump. O norte-americano venceu apenas no colégio eleitoral, mas Bolsonaro pode vir a vencer na maioria absoluta de votos, o que numa democracia é literalmente a voz e o desejo do povo. Se você não enxerga isto, precisa urgente sair da bolha, e se não respeita, está muito próximo do palavrão que costuma xingar os colegas que discordam de você. Trump é bilionário e teve total apoio da máquina do Partido Republicano na campanha. Bolsonaro está em um partido anão e possuía oito segundos na TV. Trump tem as nuances e vícios de todo gênio comunicador, pois por anos liderou a audiência na TV americana. Bolsonaro é um sujeito simples com discurso coloquial, por vezes até rasteiro, mas que vai ao encontro das massas, sem esforço para tal.Goste você ou não, é um fenômeno popular maior ainda até do que Lula, que diferentemente do “capitão” foi programado e produzido por esquemas publicitários, a custo de ouro do dinheiro público, para transformá-lo num “mito”. Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução, como comprovou a manifestação gigantesca no domingo. Isto chama-se democracia, senhores. Aprendam com isto e deixem o País seguir. Bolsonaro foi o primeiro brasileiro, em campanha, a sofrer um atentado político; o primeiro a não fazer os velhos acordos; o primeiro a ter um nome (até aqui) limpo, algo que nem sonharíamos existir na política; e pode vir a ser o primeiro presidente a vencer uma eleição com o menor investimento já feito em campanha, comprovando que o tal fundo partidário é desnecessário e deveria ser direcionado para o que importa à população. O sujeito com uma caneta Bic nas mãos, um relógio Cassio e roupas simples, sozinho, sem verba, peitou a maior emissora do País, desafiou a imprensa e toda turma arrogante que se diz intelectual sem nunca ter produzido nada que valha o adjetivo. Amigos, se isto não é, no mínimo, uma expressiva revolução política e total quebra de paradigmas do status quo, você realmente precisa sair do jardim da infância e viver no mundo real.

Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.
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Colunistas

Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

Opinião

Profissionais consagram suas vidas ao serviço da humanidade (Foto: ASCOM SUSIPE/Fotos Públicas)

Opinião

O último bastião do PT ainda é o Nordeste, mas este já não é tão inexpugnável (Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/ Fotos Públicas)

Opinião

Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

Opinião