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Seg, Out

Ensino a distância tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil e exige esforço dos estudantes (Foto: Divulgação)

Economia

Fazer uma segunda graduação dá um peso muito maior para o currículo. Em um mercado de trabalho disputado, com muitos formados, esse pode ser o grande diferencial de um candidato para outro na busca pelo emprego ou na procura por um aumento salarial. Um enorme problema para quem busca um segundo curso é a falta de tempo, porque, normalmente, ele já está inserido no cotidiano de um emprego.

Por conta disso, a escolha pela modalidade de ensino a distância (EAD) é bastante benéfica, de acordo com o diretor do modelo na Estácio, Flávio Murilo. “Normalmente, quem nos procura já tem um nível de inserção no mercado de trabalho”, disse. Segundo ele, a principal vantagem é que os alunos não precisam se deslocar para a faculdade todos os dias.

O CEO do EAD Laureate, Mauro Amaral, explicou que não há qualquer diferença entre um diploma obtido por esta modalidade ou a presencial. “Não há nenhuma menção disso no documento”, falou. Para ele, o EAD oferece uma aprendizagem mais dinâmica e interativa, além de permitir maior autonomia ao estudante.

A professora Betina von Staa, da Associação Brasileira de Educação a Distância, afirmou que ainda há uma espécie de preconceito contra a modalidade. “No entanto, isso é mais boca a boca, porque no ensino e na aprendizagem, o EAD já mostrou sua qualidade e é avaliado com o mesmo critério da modalidade presencial”, comentou. Betina acredita que fazer uma segunda graduação EAD é bastante positiva para uma carreira de sucesso.

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O compromisso é o maior desafio do estudante à distância (Foto: Divulgação)

Nacional

O uso da Educação à Distância (EAD) no Brasil cresceu pouco mais de 12% em apenas um ano, comparando-se aos anos de 2015 e 2016. Os dados são do Censo EAD.BR, lançadosn no fim do ano passado. Há dois anos, foram mais de 561 mil matrículas em cursos regulamentados totalmente à distância. Em 2015, eram 498 mil alunos adentrando esta modalidade.

O Censo destaca que estes números são subnotificados, porque algumas instituições de ensino optaram por não divulgar seus dados. A professora Elisabete Brihy, diretora do EAD da Universidade Paulista (UNIP), explicou que a tendência de crescimento deve seguir no País. “Existem diferenças grandes em termos de valores, porque é mais acessível, e na flexibilidade de tempo do aluno”, disse.

O diretor acadêmico de EAD da Estácio, Flavio Murilo de Gouvêa, concordou. “É uma modalidade mais democrática, mais acessível e que respeita o tempo de estudo de cada um dos novos alunos”, disse. “O futuro da educação passa, necessariamente, pelas metodologias da educação digital”, projetou.

Para o gestor do ensino superior do Senac EAD, Alcir Vilela Junior, afirmou que a modalidade já é fundamental para o futuro da educação superior no Brasil. “O EAD também traz novas possibilidades mesmo para o ensino presencial, com novas tecnologias, metodologias e abordagens educacionais”, falou.

Apesar da vida atarefada, Elisabete também é estudante EAD. “Curso gastronomia, estou no último semestre. Não é fácil, mas consigo conciliar com mais facilidade do que se fosse presencial”, afirmou.

Rotina e estudos: combinação perfeita na modalidade

O administrador Rubens de Maris Junior é enquadrado num dos casos em que a rotina é corrida. Ele optou por estudar processos gerenciais na Universidade Univeritas/UNG. “Resolvi reciclar conhecimentos, conciliando atividades profissionais com os estudos”, disse. E para quem acha que o EAD não tem o mesmo poder de ensino das disciplinas presenciais, ele destacou que a disciplina é essencial para o aprendizado ser efetivo. “Mas isso também é na sala de aula. Não adianta ficar mexendo no celular e não prestar atenção. É a mesma coisa”, completou Elisabete.

70% dos que pensam em cursar novamente, não estão satisfeitos profissionalmente (Foto: Divulgação)

Nacional

Começar um segundo curso universitário significa voltar para as salas de estudo e, assim como foi na primeira vez, se preparar para estudar muito, fazer trabalhos em grupo e ainda construir outro Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Mas, segundo especialistas, é preciso ter cuidado e avaliar as possibilidades.

Segundo a consultora, empreendedora e coach Simone Ayoub, 70% das pessoas que procuram cursar uma segunda graduação têm interesse em mudar de carreira, enquanto os outros 30% querem apenas somar conhecimento para a atual profissão. “Uma segunda graduação, geralmente, vem quando o profissional percebe que a primeira graduação não tem mais sentido para a carreira”, falou a especialista.Simone alerta que é necessário ter consciência antes de escolher o novo curso. “É importante avaliar bem. O conhecimento é importante, mas é algo que tem que vir acompanhado de uma realização”, disse. 

A psicóloga e coach Leila Martins concorda com as afirmações de Simone. “É preciso saber quais são as próprias fortalezas e quais são as próprias fraquezas. Hoje temos outras maneiras de mudar de carreira sem a necessidade de fazer uma outra graduação. Existem cursos, pós, certificação, uma série de outros caminhos para outra carreira”, afirmou a profissional.

As especialistas também acreditam que tudo depende muito do setor de atuação. “Se a pessoa fez humanas e quer fazer exatas, se ela fez Direito e quer ser engenheira, ela vai ter que fazer em uma nova faculdade. Mas, antes de fazer isso, ela precisa fazer um autoconhecimento para saber se ela tem as competências para assumir esta outra profissão. É imprescindível”, disse.

Internauta chegou a classificar como a "pior versão história" (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Após ser criticada por sua versão mais lenta e sexy do hino nacional dos Estados Unidos na abertura do tradicional jogo das estrelas da NBA, Fergie se desculpou formalmente pelo episódio. “Sempre tive honra e orgulho de cantar o hino nacional e eu tentei algo especial para a NBA”, afirmou a cantora de 42 anos, ex-integrante do grupo Black Eyed Peas, em comunicado.


“Sou alguém que gosta de riscos, mas claramente essa interpretação não chegou ao tom pretendido. Eu amo esse país e honestamente tentei o meu melhor”, escreveu Fergie, que fez sua interpretação do hino no domingo (18).


Nas redes sociais, a cantora foi criticada por internautas que julgaram a versão desrespeitosa com o hino americano. Outros simplesmente acharam a situação hilária. Um internauta chegou a dizer que foi “a pior interpretação da história”.

Música se diz surpreso por Fergie não continuar no grupo (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

O cantor Will.i.am deu fim às especulações a respeito da permanência da cantora Fergie no grupo Black Eyed Peas em entrevista dada ao Daily Star no último domingo.

"Nós somos um trio agora. Eu não sei por que Fergie não está no projeto. Você terá que perguntar isso à Fergie", contou. "Vocês sabem que somos capazes de fazer isso sem a Fergie", continuou.

Ele também falou a respeito da possibilidade de Nicole Scherzinger, conhecida por seu trabalho à frente do Pussycat Dolls, substituí-la: "Nós temos um grupo de conversa chamado Família Black Eyead Peas. Ele não tem nada a ver com fazer música ou ganhar dinheiro. É sobre amizade. Somos nós três [Will, Apl.de.ap e Taboo] e Nicole. É sobre família. Nicole é Black Eyed Peas. Ela é família."

No ano passado, após rumores de que teria confirmado a saída de Fergie do grupo, chegou a negar a informação: "Mentiras. Fergie está focada no Double Dutchess e o Black Eyed Peas está fazendo o Masters of the Sun. Isso não significa que Fergie esteja fora do grupo".

Será a 5ª edição da "Sexta Sem Carro" em São Paulo (Foto: Lucas Dantas)

Cidade

A 5ª edição da “Sexta sem Carro” acontece nesta sexta-feira, 23, das 6h às 18h, quando serão fechadas algumas vias do Centro Histórico de São Paulo para a circulação de veículos. A ação começou em outubro e é realizada em toda última sexta-feira de cada mês para, segundo a Prefeitura, promover o uso de transporte público e bicicletas, além de incentivar soluções como a prática da carona entre amigos e vizinhos e as pequenas viagens a pé.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) não informou quais foram os resultados obtidos. Funcionários da empresa vão acompanhar o evento durante o dia, realizando monitoramento nos desvios e os principais cruzamentos afetados, orientando os motoristas sobre a restrição na circulação.

Desvios

Sentido da Praça da Sé/Praça Ramos de Azevedo: Rua Senador Feijó, Rua Cristóvão Colombo, Rua Riachuelo, Túnel Papa João Paulo II, Avenida Prestes Maia, Avenida Senador Queirós, Avenida Ipiranga, Avenida São Luís, Rua Coronel Xavier de Toledo e Praça Ramos de Azevedo.

Sentido da Praça Ramos de Azevedo/Praça da Sé: Rua Conselheiro Crispiniano, Avenida São João, Avenida Ipiranga, Avenida São Luís, Viaduto Nove de Julho, Viaduto Jacareí, Rua Maria Paula, Viaduto Dona Paulina, Praça Dr. João Mendes, Rua Anita Garibaldi, Rua Roberto Simonsen, Rua Venceslau Brás e Praça da Sé.

Enquanto a Mogi-Bertioga permanece interditada, Anchieta e Imigrantes são alternativas (Foto: Reprodução/DER-SP)

Cidade

A Rodovia Mogi-Bertioga (SP-098) segue interditada na manhã desta segunda-feira (19) depois que uma queda de barreira, na última sexta-feira, 16, provocou o bloqueio no Km 82. De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo (DER-SP), que administra a via, ainda não há previsão para liberação.
 

Na sexta-feira, após a queda de barreira, houve desvio e interdição do tráfego no Km 69. Desde então, máquinas trabalham para retirar terra, pedras e árvores do local. No sábado, 17, a rodovia ficou interditada também nos quilômetros 87 e 88,5. Na manhã desta segunda-feira, a via permanecia totalmente interditada do Km 69 ao Km 98.

Segundo o DER-SP, a limpeza está praticamente concluída e engenharias realizam uma avaliação no local para verificar se há risco de novas quedas de barreiras ou se o asfalto está danificado, por exemplo. Dependendo dos resultados da avaliação, a rodovia poderá ser liberada ou passar por obras.

Para quem utilizaria a Mogi-Bertioga, o DER recomenda como alternativas o Sistema Anchieta-Imigrantes, rodovias do Tamoios ou Oswaldo Cruz.

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Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 
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