14
Qua, Nov

Após curso no Rio de Janeiro, 90 aprovados serão cabos da Marinha (Foto: Reprodução)

Economia

Até 10 de setembro, a Marinha do Brasil está com inscrições abertas para concurso público, com 90 vagas para cabos. A seleção é destinada a candidatos para o Corpo Auxiliar de Praças, sem a exigência de experiência profissional anterior. A taxa é de R$ 70 e o pagamento pode ser realizado até 18 de setembro.

Podem se inscrever homens e mulheres, brasileiros ou naturalizados, com mais de 18 e menos de 25 anos, no dia 1º de janeiro de 2019, que tenham o ensino médio técnico completo e que estejam em dia com as obrigações civis e militares.

São ofertadas vagas para técnicos em Administração (4), Administração Hospitalar (4), Contabilidade (8), Edificações (4), Eletrônica (4), Enfermagem (4), Estatística (3), Estruturas Navais (3), Gráfica (5), Marcenaria (4), Mecânica (6), Metalurgia (6), Motores (4), Processamento de Dados (16), Química (3), Radiologia Médica (4), Secretariado (4) e Telecomunicações (4).

Os aprovados serão convocados a realizar curso no Rio de Janeiro. Durante as aulas, eles receberão R$ 900 de ajuda de custo. Ao final, serão nomeados cabos da Marinha, recebendo salário médio de R$ 3.388,83.

Serviço

Concurso Público para Ingresso no Corpo Auxiliar de Praças da Marinha (CP-CAP)  

Inscrições até 10 de setembro de 2018

Valor de R$ 70

Site: www.ingressonamarinha.mar.mil.br

 

BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS

Ian David Long, de 29 anos, foi o responsável por ataque que deixou 12 mortos (Foto: MARK J. TERRILL/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)

Mundo

As autoridades americanas identificaram nesta quinta-feira, 8, Ian David Long, de 29 anos, como o suposto autor do ataque a tiros que deixou 12 mortos em um bar na cidade de Thousand Oaks, na Califórnia, segundo a imprensa local.

O homem armado abriu fogo na quarta-feira à noite (madrugada de quinta, em Brasília), em um bar de música country da cidade. Segundo a NBC, que cita fontes policiais, Long, de raça branca e várias tatuagens, chegou ao Borderline Bar & Grill no carro de sua mãe e durante os disparos não disse uma só palavra.

No local acontecia uma festa de estudantes universitários, da qual participavam "várias centenas" de jovens, declarou o capitão Garo Kuredjian, do gabinete do xerife do Condado de Ventura.

O xerife de Ventura, Geoff Dean acrescentou que, entre as vítimas, estão 11 pessoas que estavam no bar e 1 policial que interveio no lugar. O número de feridos, levados para vários hospitais da região, ainda não foi determinado, completou.

O agressor também morreu, relatou o xerife, explicando que ele não foi contabilizado entre as vítimas.

Várias testemunhas que se encontravam no local descreveram o atirador como um homem barbudo, com uma pistola de grosso calibre.

Uma testemunha não identificada citada pelo jornal Los Angeles Times indicou que o atirador entrou no bar por volta das 23h30 (5h30 de quinta, em Brasília) e começou a atirar com o que parecia ser uma pistola preta. "Atirou muito, pelo menos 30 vezes. Ainda ouvia os tiros quando todo mundo havia deixado o bar", acrescentou.

Outras testemunhas relataram que o agressor havia lançado uma bomba de fumaça antes de invadir o bar. Segundo uma testemunha entrevistada pela rede CNN e em visível estado de choque, o atirador entrou pela porta principal do bar, disparou contra um segurança e depois contra uma mulher que recebia o público na entrada.

A maioria das testemunhas citadas pela imprensa americana era estudante universitário que descreveram cenas de pânico. "Todo o mundo se jogou no chão rapidamente. Todo o mundo queria sair o mais rápido possível", disse uma jovem que escapou junto com uma amiga por uma janela da cozinha.

"Foi um momento de pânico total. Todo mundo correu e se abaixou o mais rápido possível", descreveu Teylor Whittler, de 19 anos, que estava no bar no momento em que o ataque começou. Teylor disse que fugiu pela porta dos fundos do bar.

Rochelle Hammons, de 24 anos, disse ao jornal The Washington Post que ouviu quatro disparos antes de conseguir fugir. "Do nada, ouvi os barulhos, sabe, 'bang, bang, bang, bang'. Todo mundo que estava perto de mim se abaixou e procurou abrigo", disse a jovem.

Trata-se do segundo ataque a tiros de grande escala nos Estados Unidos em menos de duas semanas. Há dez dias, 11 pessoas morreram em uma sinagoga na cidade de Pittsburgh, no pior ataque antissemita cometido nos país.


Xerife

Um carro funerário carregando o corpo do xerife Ron Helus, morto durante o ataque em massa, chegou ao Instituto Médico Legal do Condado de Ventura, nesta quinta-feira, e foi recepcionado por Milhares de pessoas que se posicionaram no trajeto para acompanhar o traslado do corpo.

Agentes da lei e bombeiros saudaram a multidão que se reuniu nas ruas. Helicópteros do condado sobrevoaram o local

Helus foi baleado várias vezes enquanto trocava tiros com o homem que atacava funcionários e fregueses no bar Thousand Oaks.

Helus e outras 11 pessoas foram mortas. O atirador foi identificado como Ian David Long, de 28 anos. Ele foi encontrado morto e acredita-se que tenha cometido suicídio. (Com Agências)

Caboclo já foi vice-presidente da FPF (Foto: Leandro Lopes)

Futebol

O advogado e administrador de empresas Rogério Caboclo, de 45 anos, foi eleito o novo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na tarde desta terça-feira, 17. Ele assumirá o cargo em abril de 2019 e fará uma gestão de quatro anos, até 2023.

Caboclo teve apoio unânime das federações e dos clubes da Série B do Campeonato Brasileiro. Já na elite do Nacional, o presidente recém-eleito recebeu votos de quase todos os times. Dos 18 presidentes de equipes da Série A que participaram do pleito, 17 votaram no dirigente.

Paulistano, casado e pai de um filho, Rogério Langanke Caboclo começou sua carreira no esporte aos 26 anos, quando se tornou conselheiro vitalício do São Paulo. Dois anos depois, assumiu o cargo de diretor executivo do clube, na gestão do presidente Paulo Amaral.

Com 30 anos, entrou na Federação Paulista de Futebol (FPF) e ocupou a cadeira de vice-presidente. Foram 13 anos de atuação na FPF, período em que comandou as áreas administrativa e financeira da entidade.

Como advogado, Caboclo integrou a Comissão de Direito Esportivo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele também atuou como diretor de Relações Institucionais do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014.

Atualmente, o dirigente está no Conselho Nacional do Esporte e há quatro anos é o CEO da CBF, como o homem de confiança de Marco Polo Del Nero, presidente afastado da CBF. Caboclo ainda acumula a função de CEO da Copa América de 2019, que será realizada no Brasil.

Em sua primeira declaração após a eleição, o dirigente disse que pretende fazer uma gestão democrática, ouvindo opiniões de representantes de todas as áreas envolvidas no futebol.

 “Farei uma gestão participativa, dialogando com todos:  atletas, ex-atletas, técnicos, árbitros, clubes e federações,  aplicando com independência as melhores soluções. De minha parte, prometo muito trabalho e a busca incessante de união e entendimento. Nossa gestão será marcada por dois pilares: eficiência e integridade, dos quais decorrerão todos os demais”, afirmou.

Confiante no hexa, Caboclo vai à Copa da Rússia como chefe da delegação brasileira. Para ele, os jovens talentos precisam ficar mais tempo no País, a arbitragem tem quer ser melhorada e os clubes nacionais devem ser mais vistos do exterior.

“O futebol brasileiro é o mais competitivo do mundo e o nosso desafio é fazê-lo cada vez maior. É necessária mais visibilidade internacional, criar novas fontes de receita e otimizar as existentes. Temos e vamos encontrar receitas que permitam aos nossos clubes superar a defasagem cambial em relação aos clubes da Europa. Investir para que nossos jovens craques fiquem aqui mais tempo, investir para que a arbitragem seja cada vez mais qualificada e dar suporte para que nossos clubes façam gestões modernas e sustentáveis”, avaliou.

 Vice-presidentes

Oito novos vice-presidentes também foram eleitos para a diretoria que tomará posse no ano que vem. São eles: Antônio Aquino Lopes, Antônio Carlos Nunes, Castellar Guimarães, Ednaldo Rodrigues, Fernando Sarney, Francisco Noveletto, Gustavo Feijó e Marcus Vicente.

 

Problema gerou grandes filas nas estações (Foto: Reprodução/Flickr)

Cidade

A Estação Jardim Helena - Vila Mara, da Linha 12 Safira, ficou temporariamente fechada na manhã desta terça-feira, 3, devido a um roubo de cabos de energia no local. Segundo informações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), a circulação dos trens foi interrompida entre as estações Itaim Paulista e São Miguel Paulista. Há operação em dois sentidos: entre as estações Calmon Viana e Itaim Paulista e entre São Miguel Paulista e Brás.

Para completar o trajeto da linha, foi acionada a operação Plano de Atendimento entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência (Paese), com uma parada na estação Jardim Helena - Vila Mara.

As estações ficaram cheias e era grande o volume de passageiros nas filas para usar os ônibus. Ainda não há previsão de normalização do serviço de trens.

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

A solução dos problemas começa com um diálogo franco e aberto. Daí ser louvável a reunião agendada para hoje, em Brasília, entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e os 27 novos governadores do País. Todos eles têm um grande desafio pela frente, mas, evidentemente, se trabalharem em parceria, e não boicotando o que pode ser bom para o Brasil, haverá grande chance de que os remédios necessários sejam encontrados e o trabalho seja bem feito. Os futuros chefes do Executivo estadual têm muito a contribuir com o presidente eleito. E, politicamente, também têm muito a ganhar, quando o projeto deste novo Brasil der certo. Percebe-se que, aos poucos, as nuvens negras de uma campanha desgastante vão se dissipando, a razão começa a prevalecer e, ao invés de torcer contra, é cada vez maior o número daqueles que preferem alimentar a esperança que a descrença. Aliás, uma célebre frase do escritor latino Públio Siro, diz que “quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.” A hora não é para isso. Na verdade, o momento pede que se dê crédito aos novos condutores da Nação e que se guardem as pedras previamente preparadas para serem jogadas na vidraça. E muitos dos novos governadores estão dispostos a ajudar Bolsonaro, inclusive na aprovação da reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas do País. Por sua vez, a maioria das Unidades da Federação também está com suas contas no vermelho, por gastarem mais do que arrecadam, e esperam suporte da União para manter a máquina funcionando. Relatório do Tesouro Nacional, por exemplo, apontou que 16 Estados mais o DF descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal no ano passado, ao destinar mais de 60% da receita para o pagamento de salários e aposentadorias. Assim, sobra cada vez menos para serviços básicos, como segurança e educação. Os problemas são complexos, daí a necessidade do diálogo e da busca por novas perspectivas. E a reunião de hoje em Brasília, com Bolsonaro e os governadores, oferece exatamente esta oportunidade. Desde agora, a capacidade de cada um deles estará colocada à prova, mas já começam bem, buscando o apoio e o entendimento mútuo, ao invés da divisão pura e simples. No final, quem ganha mesmo com isso é o Brasil e os brasileiros. Ainda bem!

Futuro do Ministério do Trabalho ainda é incerto (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Nacional

O ministro extraordinário da Transição, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), disse nesta quarta-feira, em entrevista à Rádio Gaúcha, que a equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) trabalha com duas propostas para o futuro do Ministério do Trabalho. Em uma delas, parte das atribuições da pasta será transferia para o futuro ministério da Produção, como deverá se chamar o atual Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Em outra, essas funções seriam herdadas pelo futuro ministério da Cidadania. No primeiro modelo, o atual MDIC, que deve ceder a parte de comércio exterior para o futuro ministério da Economia, abrigaria as funções do Trabalho e também a secretaria de politicas públicas para o emprego. Já a concessão das cartas sindicais, que têm sido um "foco permanente de corrupção", para o futuro ministério da Justiça e da Segurança Pública, que será assumido pelo juiz Sérgio Moro no ano que vem. No segundo modelo, as funções do Trabalho vão para o ministério chamado Cidadania, que vai congregar desenvolvimento social, direitos humanos e ações para recuperar os dependentes de drogas. "Para sair de 30 ministérios para 15 ou 17, tem que fazer essa estruturação, e isso é bem complexo", comentou Lorenzoni.

"Não foi uma indicação de Toffoli. Eu ouço nessa área o general Heleno", disse Bolsonaro (Foto: Jose Cruz /Agencia Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), disse na tarde desta terça-feira, 13, que não consultou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, sobre a escolha do general da reserva Fernando Azevedo e Silva para ocupar a vaga de ministro da Defesa. Azevedo e Silva é um dos assessores de Toffoli no Supremo. "Não foi uma indicação de Toffoli. Eu ouço nessa área o general Heleno", disse Bolsonaro, referindo-se ao general Augusto Heleno Ribeiro, que será chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Bolsonaro anunciou Azevedo e Silva para a Defesa hoje cedo pelo Twitter. O novo indicado é amigo do presidente eleito desde os tempos do Exército. Governadores O presidente eleito confirmou presença amanhã no encontro que reunirá governadores dos Estados em Brasília. "Vou amanhã ao encontro dos governadores. O que eles querem eu também quero: dinheiro", disse ao chegar nesta tarde ao Tribunal Superior do Trabalho (TST). Bolsonaro, no entanto, reclamou que o convite para a reunião não foi acertado com ele. "Essa reunião não foi tratada comigo e nem com Paulo Guedes (futuro ministro da Economia). Não sei quem teve a ideia. Acho que foi o governador Doria (João Doria, governador eleito do Estado de São Paulo), mas nós não vamos decepcionar os governadores". O presidente eleito disse que a equipe econômica de seu governo trabalhará pedidos de renegociação de dívida dos Estados, porém destacou que a situação é difícil. "O Orçamento está complicado, mas vamos ver o que for possível fazer nessa questão de renegociação", disse.

Célia será a secretária da Pessoa com Deficiência (Foto: Roberto Casimiro/Fotoarena/AE)

Cidade

O governador eleito de São Paulo João Doria (PSDB) anunciou ontem o primeiro nome tucano de seu secretariado: a deputada estadual Célia Leão (PSDB), da região de Campinas. Ela será secretária da Pessoa com Deficiência na administração estadual a partir de 2019. Célia foi colunista do Metrô News no ano passado, mas se afastou devido à Legislação Eleitoral. Além dela, que encerra seu sétimo mandato na Assembleia Legislativa de São Paulo (não foi reeleita), Doria anunciou que o desembargador Paulo Dimas Mascaretti, ex-presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, será o secretário de Justiça. Dos nomes escolhidos até então para o secretariado de Doria, nenhum era do PSDB, o que gerou críticas do presidente da sigla em São Paulo, Pedro Tobias. “Acho estranho ele não ter indicado ninguém do PSDB. Doria precisa tratar o partido com mais carinho. O PSDB esteve ao lado dele na campanha”, disse o presidente estadual da legenda. Vinte e quatro anos depois de o PSDB chegar ao poder em São Paulo, o governador eleito está montando sua equipe sem consultar o partido, que já está fora dos principais cargos políticos do Palácio dos Bandeirantes.  A sigla tucana deixará de comandar, a partir de 2019, pastas estratégicas como a Casa Civil, que terá como titular Gilberto Kassab, presidente do PSD, e Secretaria de Governo, que terá suas atribuições absorvidas por Rodrigo Garcia (DEM). Na semana passada, Doria anunciou o médico José Henrique Germann, diretor Superintendente do Instituto de Consultoria e Gestão Albert Einstein, como secretário de Saúde, e Gustavo Junqueira, presidente da Sociedade Rural Brasileira, para Agricultura. *Com informações da Agência Estado
or
or

Articulistas

Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

Opinião

O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

Opinião