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Qua, Nov

Barbara Toscano falou sobre inteligência artificial (Foto: Ale Oliveira/Divulgação)

Economia

Inteligência Artificial

Grandes Nomes da Propaganda foi até Cancún, no México, para acompanhar a conferência anual da LG, o Innofest Latin América 2018. Refrigeradores, máquinas de lavar e secar roupas, smartphones e TVs Oled estavam entre as novidades da LG. A empresa sul-coreana reforçou seu compromisso com “Inovação para uma vida melhor”, oportunidade para que Barbara Toscano, diretora de Marketing da empresa, desse destaque para seus produtos com inteligência artificial. Assista esta entrevista em www.grandesnomesdapropaganda.com.br, na aba Destaques na TV.

Rádio&Jornal
A Rádio Transamérica e o jornal PropMark acabam de firmar parceria para promoverem uma série de ações conjuntas. A primeira será a Arena PropMark, com boletins semanais e quadros focados em cases de comunicação e marketing esportivo.

Outubro Rosa
Para apoiar a campanha Outubro Rosa, de sensibilidade para a prevenção de câncer de mama, a dupla de criativos Romulo Caballero e Lui Lima, da agência DM9, desenvolveram um projeto em parceria com a Suntime, com o foco de promover a recuperação da autoestima. Cinco mulheres que superaram a neoplastia mamária foram convidadas para contar suas histórias.

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Com Tite, Brasil ainda não perdeu jogos oficiais (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Copa 2018

Começou a contagem regressiva para Copa da Rússia. No dia 14 de junho, daqui a exatos 100 dias, às 12h, entram em campo Rússia e  Arábia Saudita, para o jogo de abertura, no estádio Lujniki, em Moscou. 

Entre as 32 equipes, mais uma vez estará a Seleção Brasileira, que, depois de tempos difíceis, segue mais uma vez confiante para conquistar o hexacampeonato. Afinal, já ganhou o torneio em 1958, 1962, 1970, 1994, 2002, todas de forma invicta. 

Após o vexame em casa, a Seleção Canarinho recuperou a autoestima e o bom futebol e embarca para a Rússia cheia de esperança e listada entre as favoritas ao título. Mas não está sozinha. Neste seleto grupo que os especialistas credenciam ao título, também estão a sempre forte Alemanha, a respeitada França, a confiante Espanha e a respeitável e arquirrival Argentina.

Além delas, é bom ficar de olho em Portugal e Bélgica, que correm por fora, mas também têm bons times e podem surpreender.Nesta edição, os torcedores não verão em campo algumas seleções tradicionais e bem ranqueadas na Fifa: o Chile, atual campeão da Copa América, a Itália, quatro vezes campeã do mundo, e a Holanda, normalmente uma pedra no sapato dos brasileiros. O trio não conseguiu classificação para o Mundial. Por outro lado, as seleções da Islândia e do Panamá serão estreantes no torneio.

Ex-presidente ficará em liberdade, pelo menos, até começo do mês que vem (Foto: Ricardo Stuckert)

Nacional

A maioria dos ministros  do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu há pouco conceder uma liminar ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que impede a prisão dele até o julgamento do mérito do habeas corpus preventivo apresentado pelo ex-presidente à Corte. A decisão vale até o dia 4 de abril, quando a Corte deve voltar a julgar o habeas corpus apresentado por Lula.

A conclusão do julgamento foi adiada porque os ministros julgaram uma preliminar da ação, fato que tomou todo o tempo da sessão.

A decisão que concedeu a liminar ao ex-presidente foi tomada porque os ministros entenderam que, por não poderem concluir o julgamento nesta quinta-feira, Lula sairia prejudicado com a situação. O pedido liminar foi solicitado pela defesa do ex-presidente diante do adiamento do julgamento. 

Votaram a favor da liminar Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Celso de Mello. Os ministros Edson Fachin (relator), Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e a presidente, Cármen Lúcia, se manifestaram contra.

Durante o julgamento, Barroso entendeu que não poderia ser atendido o pedido. “Considero irrelevante o fato de se tratar de um ex-presidente da República. Acho que ele tem que ser tratado como qualquer brasileiro, há uma jurisprudência em vigor e não vejo nenhuma razão para concessão de liminar”, disse Barroso.

O ministro Gilmar Mendes acompanhou a divergência. “É difícil me imputar simpatia pelo PT, como todo mundo sabe. Cito Ruy Barbosa: ‘Se a lei cessa de proteger os nossos adversários, cessa virtualmente de nos proteger”, argumentou.

TRF4

Essa decisão do Supremo não impede o julgamento do último recurso de Lula no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), previsto para a próxima segunda-feira, 26. É o último recurso de Lula contra a condenação a 12 anos e um mês de prisão na ação penal do triplex do Guarujá (SP), no âmbito da Operação Lava Jato.

Após a análise do último recurso, a prisão dele pode ser determinada com base na decisão do STF que autorizou, em 2016, a detenção de condenados pela segunda instância da Justiça.

Ex-presidente ainda quer concorrer ao Palácio do Plamalto (Foto: Ricardo Stuckert)

Nacional

A Procuradoria Regional da República da 4ª Região se manifestou pelo imediato início do cumprimento da pena do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva após o julgamento dos embargos de declaração no âmbito do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. O petista foi condenado a 12 anos e 1 mês de prisão pelos desembargadores da Corte recursal da Lava Jato no caso triplex.

A defesa do ex-presidente Lula entregou no dia 20 de fevereiro o embargo de declaração contra o acórdão do Tribunal Regional Federal da 4a Região (TRF-4). Por meio do recurso, a defesa questionou obscuridades nos votos dos desembargadores da Corte de apelação da Operação Lava Jato, que por 3 a 0 aumentaram a pena do petista por corrupção e lavagem de dinheiro em 24 de janeiro.

A defesa de Lula apontou omissões, obscuridades ou contradições no mérito do acórdão. Os advogados indicaram ainda omissões nas preliminares do julgamento.


Em parecer à Corte, a Procuradoria se manifestou pelo parcial provimento do recurso, reconhecendo dois erros materiais, mas rejeitou as 38 omissões, 16 contradições e cinco obscuridades apontadas pela defesa.

 

Idade mínima para troca de nome é de 21 anos (Foto: Reprodução/Flickr)

Nacional

O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou, por unanimidade, a possibilidade de pessoas transgêneras alterarem nome e gênero em registro civil, independentemente da realização de cirurgia para mudança de sexo.

Os ministros também decidiram, por maioria, que não será necessária decisão judicial autorizando o ato ou laudos médicos e psicológicos para que a mudança seja realizada, como fora proposto pelo relator da ação direta de inconstitucionalidade, ministro Marco Aurélio Mello.

O relator também exigiu a idade mínima de 21 anos para a alteração no registro civil. Apesar de ter acompanhado Marco Aurélio na necessidade de autorização judicial, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que a idade mínima para essa alteração deve ser de 18 anos. Ao final do julgamento, não houve fixação de idade.   

Goleiro foi expulso após pênalti polêmico em Derby (Foto:Reprodução/Facebook)

Futebol

O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP), delegado Antonio Olim, prometeu, nesta segunda, 26, que vai convocar o goleiro Jailson e o diretor de futebol Alexandre Mattos, ambos do Palmeiras, para darem explicações sobre as críticas feitas contra a arbitragem na derrota por 2 a 0 para o Corinthians, pelo estadual. Os dois atacaram a atuação do árbitro Raphael Claus.

Indignados com o pênalti e a expulsão, Mattos, Dudu (não foi convocado) e o goleiro Jailson reclamaração da arbitragem, dizendo que foram garfados e que é muito difícil jogar na Arena Corinthians.Claus foi eleito o melhor árbitro do Campeonato Brasileiro 2017, pela CBF - quando o alvinegro foi campeão.

“Ele [Jailson] vai ser chamado para dar explicações sobre o que falou. Não interessa se ele estava no calor do jogo, falou demais. Mandei chamar também o diretor de futebol do Palmeiras”, disse Antonio Olim à rádio Jovem Pan. Jailson reclamou de ter sido expulso. “Passaram a mão na gente de novo aqui dentro". O caso deve ter desdobramento na tarde desta terça-feira, 27.

Folhado de bacalhau: Acompanhado de alho poró, o prato nunca decepciona em banquete especial (Foto: Wellington Nemeth)

Cidade

Durante a Páscoa, a Petit Comité Rotisserie & Deli, localizada em Moema, oferece um cardápio especial, composto por entradas, pratos principais, acompanhamentos e sobremesas. Todos são vendidos por quilo e os clientes ficam à vontade para montar suas próprias combinações. Nas entradas figuram a delicada terrine colorida de legumes, que vem acompanhada de chantilly de roquefort (R$ 89/quilo) e o cuscuz de bacalhau com grão de bico e legumes ao curry (R$ 98/quilo), uma das novas receitas desenvolvidas pela chef Rita Atrib, responsável pela alimentação de boa parte dos popstars internacionais que passam pela Capital, de Justin Bieber a Steven Tyler, da banda Aerosmith.

Uma das clássicas sugestões entre os pratos salgados é a torta Pascoalina, sucesso todos os anos: uma torta típica italiana, da região da Liguria, com massa semifolhada e que leva no recheio espinafre, ricota e ovos em sua receita. Custa R$ 80 o quilo. Entre as novidades estão a moqueca de bacalhau (R$ 152/quilo), o gâteau de bacalhau acompanhado de salsa de camarõezinhos (R$ 98/quilo) e a quiche em duo de salmões e alho poró (R$ 90/quilo). Já o folhado de fricassé de bacalhau com alho poró (R$ 152/kg) nunca decepciona. As encomendas podem ser feitas até segunda-feira, 26, ou final do estoque. 

Chef é conhecida por servir famosos

Se uma celebridade internacional tem show marcado em São Paulo, é quase certo que vai apreciar um  dos pratos preparados por Rita Atrib. Ela já serviu os integrantes das bandas Aerosmith, Guns N’Roses e Rolling Stones, além dos astros Elton John, Ozzy Osbourne e David Bowie. Os banquetes incluem entrada, almoço e jantar, a um custo de até R$ 100 mil.

Assados e sobremesas são destaque

Para quem prefere os assados, destaque para o lombo suíno recheado com migas de broa e pancetta (R$ 98/quilo) e o rosbife rústico de mignon, que pode ser servido frio ou quente, e vem acompanhado de um aveludado molho béarnaise (R$ 152/quilo).

Bolo de Trufas Petit Comite foto Wellington Nemeth 1

(Foto:Wellington Nemeth)

 

E como Páscoa é sinônima de chocolate, a chef preparou uma seleção de deliciosas sobremesas com ingredientes como mini cake ninho de trufas (R$ 98/quilo), mini cake ninho de ovos (R$ 98/quilo) e um de seus carros-chefes, o imponente rocambole de chocolate recheado de brigadeiro nevado de damascos e avelãs, coberto com ganache e acompanhado de calda de damascos (R$ 89/kg). Os pratos da chefe Rita Atrib podem ser entregues para pedidos acima de R$ 350 (taxa de entrega sob consulta) ou retirados na rotisserie.

Serviço

A Petit Comité Rotisserie & Deli fica na Rua Gaivota, 763, em Moema. Mais informações pelo Tel. 2359­0771 ou no site www.buffetpetitcomite.com

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Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

A solução dos problemas começa com um diálogo franco e aberto. Daí ser louvável a reunião agendada para hoje, em Brasília, entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e os 27 novos governadores do País. Todos eles têm um grande desafio pela frente, mas, evidentemente, se trabalharem em parceria, e não boicotando o que pode ser bom para o Brasil, haverá grande chance de que os remédios necessários sejam encontrados e o trabalho seja bem feito. Os futuros chefes do Executivo estadual têm muito a contribuir com o presidente eleito. E, politicamente, também têm muito a ganhar, quando o projeto deste novo Brasil der certo. Percebe-se que, aos poucos, as nuvens negras de uma campanha desgastante vão se dissipando, a razão começa a prevalecer e, ao invés de torcer contra, é cada vez maior o número daqueles que preferem alimentar a esperança que a descrença. Aliás, uma célebre frase do escritor latino Públio Siro, diz que “quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.” A hora não é para isso. Na verdade, o momento pede que se dê crédito aos novos condutores da Nação e que se guardem as pedras previamente preparadas para serem jogadas na vidraça. E muitos dos novos governadores estão dispostos a ajudar Bolsonaro, inclusive na aprovação da reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas do País. Por sua vez, a maioria das Unidades da Federação também está com suas contas no vermelho, por gastarem mais do que arrecadam, e esperam suporte da União para manter a máquina funcionando. Relatório do Tesouro Nacional, por exemplo, apontou que 16 Estados mais o DF descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal no ano passado, ao destinar mais de 60% da receita para o pagamento de salários e aposentadorias. Assim, sobra cada vez menos para serviços básicos, como segurança e educação. Os problemas são complexos, daí a necessidade do diálogo e da busca por novas perspectivas. E a reunião de hoje em Brasília, com Bolsonaro e os governadores, oferece exatamente esta oportunidade. Desde agora, a capacidade de cada um deles estará colocada à prova, mas já começam bem, buscando o apoio e o entendimento mútuo, ao invés da divisão pura e simples. No final, quem ganha mesmo com isso é o Brasil e os brasileiros. Ainda bem!
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Articulistas

Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

Opinião

O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

Opinião