Rede de fast-food McDonald's é a sexta maior franqueadora do país (Foto: Divulgação)

Economia

De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), a projeção de crescimento de franquias para este ano é de até 10%. Em 2017, o setor apresentou o crescimento de 8% e fechou com saldo de R$ 163 bilhões.

Na avaliação do presidente da ABF, Altino Cristofoletti Junior, “a baixa inflação, a queda da taxa básica de juros da economia (Selic), a melhora dos índices de confiança do consumidor e do empresariado e a retomada do crescimento do varejo e da atividade industrial são alguns dos fatores que contribuíram para o crescimento do franchising e que nos permitem projetar um desempenho mais positivo do setor em 2018”.

Este ano, a associação divulgou a lista das 50 maiores franquias do Brasil. A Boticário é disparada a primeira colocada e pretende crescer ainda mais. Na sexta-feira, 9, a empresa anunciou a compra da Vult Coméstica, que encerrou ano passado com receita bruta de R$ 12,3 bilhões. A Boticário controla também as marcas Eudora, Quem Disse, Berenice?, The Beauty Box,  Multi B e, com a nova aquisição, passa a controlar 10,9% do mercado de beleza, segundo a revista Exame.

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Carnaval foi o grande expoente para elevar vendas (Foto: Marcos Santos/ USP Imagens)

Economia

O recorde de público durante o Carnaval impulsionou o varejo paulistano e as vendas do setor cresceram 5,8% em fevereiro deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2017, segundo dados divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

No mesmo período, as vendas a prazo apresentaram crescimento de 7,5% e as vendas à vista 4%. Fevereiro foi o 10º mês consecutivo de recuperação no comércio da Capital e o melhor fevereiro desde 2014, quando a alta no movimento havia sido de 8,6%.

“O Carnaval deste ano ajudou as vendas, mas a grande explicação está nas fortes quedas que ocorreram nos dois últimos anos e nos fatores macroeconômicos”, afirmou Alencar Burti, presidente da associação.

Resultado foi impulsionado por venda de plataforma de petróleo (Arquivo/ABR)

Economia

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,907 bilhões - diferença entre exportações e importações- em fevereiro, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). O resultado é o melhor para meses de fevereiro da série histórica, que tem início em 1989.

O resultado deste ano, no entanto, foi inflado pela exportação de uma plataforma de petróleo no valor de US$ 1,535 bilhão que não saiu do país, mas foi comprada por subsidiárias brasileiras no exterior e, em seguida, registrada no Brasil como equipamento alugado.

Em fevereiro, as exportações somaram US$ 17,315 bilhões (alta de 11,9% ante fevereiro de 2017) e as importações US$ 12,408 bilhões (alta de 13,7%). No mês passado, as exportações foram impulsionadas pela exportação de plataforma de petróleo no valor de R$ 1,5 bilhão.

Na quarta semana de fevereiro (19 a 25), o superávit foi de US$ 898 milhões e, na quinta semana (26 a 28), US$ 578 milhões.

No ano, o superávit comercial soma US$ 7,676 bilhões, também o maior resultado da série para o primeiro bimestre. Em 2017, o resultado nos dois primeiros meses do ano foi positivo em US$ 7,266 bilhões. A previsão do governo para 2018 é que o saldo da balança comercial fique acima de US$ 50 bilhões.

*Com informações da Agência Brasil

Indicador alcançou o maior patamar desde abril de 2014, quando estava em 97,8 pontos (Foto: Arquivo/ABR)

Economia

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) avançou 0,4 ponto na passagem de janeiro para fevereiro, para 95,5 pontos, informou nesta terça-feira, 27, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o indicador alcançou o maior patamar desde abril de 2014, quando estava em 97,8 pontos.

 

"Um aspecto positivo dos resultados do primeiro bimestre de 2018 é o expressivo avanço dos indicadores de satisfação com a situação atual, retratando um quadro de recuperação de vendas e margens.No extremo oposto, o retorno do indicador de expectativas a um patamar inferior aos 100 pontos sugere que a recuperação continuará ocorrendo de maneira gradual", avaliou Rodolpho Tobler, coordenador da Sondagem do Comércio no Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

Houve melhora na confiança em oito dos 13 segmentos pesquisados. O Índice de Situação Atual (ISA-COM) avançou 4,8 pontos, alcançando 92,8 pontos, o resultado mais elevado desde agosto de 2014. Já o Índice de Expectativas (IE-COM) caiu 4,0 pontos, para 98,4 pontos.

O Índice de Desconforto do comércio - construído a partir da soma das proporções de empresas que apontam fatores limitativos à melhoria dos negócios relacionados a quesitos como demanda insuficiente, custo financeiro e acesso a crédito bancário - caiu pelo décimo mês seguido em médias móveis trimestrais.

A coleta de dados para a edição de fevereiro da Sondagem do Comércio foi realizada pela FGV entre os dias 1º e 23 do mês e obteve informações de 1.144 empresas.

Brasil precisa inserir seus microempresários no mundo (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

Opinião

Meus amigos, o relatório de 2016 da Organização Mundial do Comércio (OMC), apresentado na 39ª sessão preparatória do Comitê Organizador da Conferência Parlamentar da OMC, em 2017, apresentou como tema principal a criação e equalização de oportunidades para as pequenas e médias empresas.


Em geral, microempresas são as que têm até dez empregados; pequenas, até 50; e médias, até 250. Essa classificação varia um pouco dependendo do organismo, do País e do tipo de regulação.


As micro, pequenas e médias configuram quase a totalidade das empresas no Brasil (98%). Elas respondem por 68% dos empregos formais e são o canal mais importante para a atuação de empreendedores.


Essas empresas, contudo, não participam no mercado global com presença equiparável ao seu papel nas economias locais. Por sua natureza, as empresas enfrentam obstáculos para a competição global. As oriundas de países em desenvolvimento, porém, encaram situações mais complexas, em virtude de limitações de infraestrutura, orçamento, educação e fluxos de comércio.


O fomento à inserção dessas empresas no mercado internacional é um desafio para o comércio global e ocupa papel de destaque na agenda da OMC. O comércio eletrônico é um dos mecanismos mais eficazes de inserção dessas empresas no mercado global. Entre as medidas potencialmente favoráveis às pequenas e médias empresas poderão ser consideradas as seguintes:


– Redução dos custos fixos e variáveis de acesso ao comércio internacional;
– Maior transparência no tratamento aduaneiro e contratual e na aplicação de barreiras não tarifárias;
– Proteção às pequenas e médias empresas no caso de investigações antidumping, uma vez que o custo da prestação de informações é proibitivo para estas;
– Acesso simplificado a mercados e a compras governamentais.
– Propostas que beneficiam os microempresários que merecem nosso apoio para mantermos um mercado justo e equilibrado para todos.

*Jorge Tadeu Mudalen é deputado federal pelo DEM/SP

Mande as suas dúvidas para a redação do Metrô News (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Nacional

A entrega da declaração de Imposto de Renda pode ser realizada a partir de hoje. A Receita espera receber mais de 3 milhões de documentos somente na Capital.

E você ainda tem dúvidas sobre algum assunto específico da declaração? Então envie para nós! 
Nossa reportagem vai analisar as perguntas e encaminhar para especialistas responderem na semana que vem.

Para encaminhar, basta escrever sua questão e colocar seu nome completo e profissão. Há vários canais em que é possível tirar dúvidas:

- WhatsApp: 9.4021-9397;
- E-mail: redacao@metronews.com.br;
- Telefone: (11) 2475-7824;
- Pelo página do Facebook, clicando em "enviar mensagem".

Aguardamos as suas perguntas!

Orlando Diniz é acusado por lavagem de dinheiro, corrupção passiva e ativa, além de organização criminosa (Foto: Reprodução/Facebook)

Nacional

O principal alvo da Operação Jabuti, deflagrada nesta sexta, 23, pelo Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal e a Receita Federal, dentro da Operação Lava Jato, é o presidente da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), Orlando Santos Diniz. A PF informou que ele já está preso.

Contra ele, havia pedido de prisão preventiva pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva e pertinência a organização criminosa. Segundo o MPF, Diniz lavou entre 2007 a 2011 cerca de R$ 3 milhões por meio da empresa de consultoria Thunder Assessoria Empresarial, que pertence a ele, em esquema que seria autorizado pelo ex-governador Sérgio Cabral, que está preso em Curitiba, e que contou com a atuação dos seus operadores Carlos Miranda e Ary Filho. Os dois estão presos.

O MPF detalha que a lavagem de dinheiro era feita com a assinatura de contratos de prestação de serviços de clipping de notícias e de “comentário conjuntural com a análise dos fatos mais importantes nos setores empresariais selecionados”, que a Thunder prestaria para empresas dos Grupos Dirija e Rubanil. Miranda e Ary Filho repassavam o dinheiro e era emitida nota fiscal “fria”, sem que o serviço tivesse sido prestado.

Diniz também teria contratado, a pedido de Cabral, pelo menos seis funcionários, todos parentes próximos dos operadores do esquema, que não trabalhavam de fato nas entidades ligadas à Fecomércio-RJ, além de uma chef de cozinha e de uma governanta que trabalhavam diretamente para o ex-governador do Rio. O total de pagamentos, feitos pelo Sesc e pelo Senac, chegou a R$ 7.674.379,98.

O MPF investiga também a contratação irregular pela Fecomércio do escritório de advocacia de Adriana Ancelmo, esposa de Cabral, já condenada pela 7ª Vara Federal por lavagem de dinheiro. A acusação inclui outros escritórios de advogados, num valor total de R$ 180 milhões.

Acesso a documentos teria sido dificultado

Os procuradores que trabalham na Lava Jato no Rio de Janeiro, Eduardo El Hage, Fabiana Schneider, Felipe Bogado, José Augusto Vagos, Leonardo de Freitas, Marisa Ferrari, Rafael dos Santos, Rodrigo Timóteo, Sérgio Pinel e Stanley Valeriano da Silva indicam que Diniz ainda tem ingerência sobre as entidades e teria sabotado a atual gestão para dificultar o acesso dela aos documentos, com o fechamento de sedes, dispensa de funcionários e fazendo com que conselheiros não fossem a reuniões.

A Operação Jabuti também busca cumprir mandados de prisões temporárias contra Plínio José Freitas Travassos Martins, Marcelo José Salles de Almeida e Marcelo Fernando Novaes Moreira, todos diretores de confiança de Diniz; além de dez ordens de busca e apreensão e dez intimações para investigados prestarem depoimentos.

A Polícia Federal concederá ainda esta manhã entrevista coletiva para detalhar a operação.

VEJA NOSSA EDIÇÃO DO DIA

Atacante marcou em seu 100º jogo com a camisa uruguaia (Foto: Reprodução/Instagram/aufoficial)

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Atletas de Portugal abraçam Cristiano Ronaldo, que marcou quatro gols em dois jogos na Copa do Mundo (Foto: Divulgação/www.fpf.pt)

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Cheryshev marcou novamente para a Rússia e seleção anfitriã se aproxima da vaga (Foto: Reprodução/ Twitter Team Rússia)

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Senegal divide liderança do Grupo H com o Japão (Foto; Reprodução/Facebook FSF)

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