16
Sex, Nov

Fies é o principal programa de financiamento educacional do País e foi reformulado neste ano (Foto: Reprodução)

Economia

Em tempos de recessão econômica e desemprego, uma das saídas para quem tem o objetivo de cursar o Ensino Superior é o financiamento estudantil. O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), programa do governo, é a alternativa mais procurada pelos candidatos, já que basta ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e ter obtido uma nota maior do que 450 pontos, além de não ter zerado a redação.

No entanto, outras opções têm conseguido espaço no mercado da educação. É o caso do PraValer, empresa de financiamento estudantil, que estabelece parcerias com instituições de ensino superior. São mais de 500 faculdades que aceitam o programa, que tem crescimento aproximado de 20% ao ano. Para concorrer, basta ter um fiador. A renda dele e a do candidato têm que somar duas vezes o valor da mensalidade do curso escolhido.

Para Fábio Castro, superintendente de marketing da entidade, a missão do PraValer é criar soluções para impulsionar a vida de alunos que queiram investir no seu crescimento por meio da educação. “Assim, incentivamos a democratização de oportunidades por meio da oferta de possibilidades de futuro”, disse.

O diretor de marketing da Universidade São Judas Tadeu (USJT), Walmir Gomes Sebastião, explicou que a entidade tem parceria com o PraValer. “Nossa premissa é transformar o País pela educação. Para que consigamos isso, temos que oferecer condições para que os candidatos possam desfrutar do Ensino Superior”, afirmou.

Financeiras também oferecem programas

Os estudantes também podem procurar um novo caminho pelos bancos. A BV Financeira, por exemplo, dispõe de um programa especial para alunos, em parceria com o PraValer e a Kroton. A linha tem análise rápida de crédito, parcelamento no dobro do tempo dos estudos, contratação on-line e é sem juros, apenas com correção monetária.

Outra opção é o Programa Universidade para Todos (Prouni), que concede bolsas de estudo entre 50 e 100%. Também podem se cadastrar alunos que tenham feito o Enem (no caso, a última edição) e obtido nota mínima de 450, sem zerar a redação, com renda familiar de até três salários mínimos.

 

BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS

aumento nas contratações foi puxado, principalmente, pelo setor de veículos automotores, reboques e carrocerias

Economia

As vagas abertas pela indústria de transformação paulista no primeiro mês deste ano foram quase quatro vezes superiores à média registrada nos meses de janeiro nos cinco anos anteriores. O saldo de admissões somou 10,5 mil empregos, enquanto a média nesse período entre 2005 e 2017 havia atingido 2,8 mil. Esse foi o melhor desempenho já obtido em um mês de janeiro desde 2012, segundo a Pesquisa de Nível de Emprego da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp / Ciesp).

No entanto, comparado a dezembro último, houve pequena elevação de apenas 0,5%. Esse aumento nas contratações foi puxado, principalmente, pelo setor de veículos automotores, reboques e carrocerias, com a oferta de 2.939 postos, seguido de confecção de artigos do vestuário e acessórios, com 2.123, e produtos de minerais não metálicos, com 1.426. De um total de 22 setores pesquisados, 16 ampliaram o quadro de pessoal.

Entre as empresas que efetuaram cortes estão as dos setores de produtos químicos (694), de produtos de madeira (273) e de impressão e reprodução de gravações (155).

Para o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, esse resultado “demonstra a consistência do processo de crescimento da economia”. Para Roriz Coelho, o desempenho está em sintonia com o aumento da produção, em 2017, que atingiu 3,4%.

A região de São João da Boa Vista foi a que apresentou o maior avanço, de 3.01%, com destaque para o setor de produtos de minerais não metálicos e máquinas e equipamentos. Na sequência da lista de regiões que mais admitiram pessoal aparece Mogi das Cruzes (2,42%), com a melhoria dos setores de produtos têxteis e veículos automotores e autopeças e Araraquara (2,07%), onde as chances de emprego cresceram nas empresas de produtos têxteis e confecção de artigos do vestuário.

Cursinhos preparam alunos com atmosfera semelhante à de um vestibular (Foto: Reprodução/Facebook Poliedro)

Nacional

Celular, televisão, música alta, conversas e até uma olhadinha na geladeira. Estudar em casa, sozinho, exige uma dedicação ímpar e raramente dá certo. Por isso, os cursinhos pré-vestibulares são a melhor forma de se preparar para a hora das avaliações, segundo especialistas.

Segundo Daniel Perry, coordenador do Anglo Vestibulares, além da preparação para o conteúdo que cai na prova, os cursinhos têm capacidade de melhorar o potencial psicológico do candidato. “Por exemplo, em um simulado, a gente faz um clima de vestibular. Quando ele for prestar a Fuvest, já terá vivido aquilo e terá mais calma para enfrentar o desafio”.

De acordo com Vinicius de Carvalho Haidar, coordenador do Curso Poliedro, a modalidade ajuda os estudantes a se cobrarem. “Tem uma preparação mais rápida, mas não há uma cobrança de nossa parte. Quem sabe o que deve estudar para se superar são os alunos”, disse. Outro ponto importante é a troca de experiências entre os candidatos.

O diretor do Cursinho Maximize, Tony Manzi, concordou. “O cursinho tem uma ênfase na motivação, pois os alunos percebem que, se esforçando e se preparando, vão conseguir os resultados esperados”, comentou. Eles disseram que, em caso de dúvidas, os cursinhos estão de portas abertas para conversarem e indicarem o melhor caminho.

Fiest ST 2018, que é a 3º geração do modelo, possui um sistema que melhora o desempenho nas curvas (Foto: Divulgação)

Opinião

O novo Fiesta ST vai ser lançado no mercado europeu no segundo trimestre deste ano. A Ford revelou detalhes do modelo, que conta com tecnologias sofisticadas voltadas ao desempenho e prazer de dirigir.

Além de suspensão traseira com molas de força vetorial, inovação patenteada pela Ford, o hatch oferece diferencial de escorregamento limitado e controle de arrancada como opcionais.

Com novo motor EcoBoost 1.5 de três cilindros, de 200 CV, o esportivo acelera de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos e chega à máxima de 232 km/h. Ele usa uma tecnologia de desativação de cilindros para reduzir o consumo e as emissões e conta com válvula de escapamento ativa para amplificar o ronco do motor.

Os três modos de direção – normal, esporte e pista – dão flexibilidade ao veículo, fazendo o melhor ajuste do motor, da direção e dos controles de estabilidade, tração e torque vetorial para cada condição de uso.

O novo Fiesta ST tem também tecnologias de assistência, como controle de cruzeiro adaptativo, assistente de manutenção na faixa e reconhecimento de sinais de trânsito, além de central multimídia Sync 3 com tela de 6,5 ou 8 polegadas e som premium B&O Play. Seu design renovado inclui rodas de 17 ou 18 polegadas, bancos esportivos Recaro e volante de base reta.

“Os fãs de hatches esportivos esperam grandes coisas desse compacto. Nós aplicamos no novo Fiesta ST o que aprendemos com os recentes modelos da Ford Performance, incluindo o Focus RS e o Ford GT, para ser a referência em prazer de dirigir no segmento”, diz Leo Roeks, diretor da Ford Performance na Europa.

O Fiesta ST de terceira geração é o primeiro a oferecer o escorregamento limitado Quaife, que aumenta o controle em curvas, limitando a distribuição de torque para a roda que tiver a tração reduzida. Ele atua junto com o controle de torque vetorial, que reduz o subesterço aplicando os freios na roda dianteira interna em curvas.

NovoFiestaST 2 dIVULGAÇÃO

(Carro vai ser lançado no segundo semestre Foto: Divulgação)

Veículo tem condições especiais de compra até domingo (Foto: Divulgação)

Cidade

A Ford promove entre esta sexta-feira,16, e domingo, 18, um feirão com os distribuidores da sua rede no Brasil. O evento traz ofertas do Ka hatch e sedã, do New Fiesta hatch e do EcoSport linha 2018.

Além de financiamento em 36 meses com taxa zero, a marca também vai oferecer a primeira revisão grátis para os clientes na compra desses modelos.

A principal oferta do feirão é o Ka 1.0 S com preço à vista de R$ 39.990, ou financiado com entrada mais 36 parcelas de R$ 364. Equipado com motor 1.0 TiVCT de 85 cv, ele já vem com direção elétrica, ar-condicionado, travas e vidros dianteiros elétricos, abertura elétrica do porta-malas e compartimento My Ford Dock para fixação do celular no painel com entrada USB para carregamento. A linha oferece também as versões SE, SE Plus, SE Tecno, Trail e SEL, com a opção do motor 1.5.

Ícone dos SUVs, o EcoSport está disponível nas versões SE Direct, SE, FreeStyle e FreeStyle Plus com o novo motor 1.5 Flex de 137 CV e transmissão manual ou automática, além da Titanium 2.0 Automática e a nova Storm 2.0 AWD Automática, com tração integral e estilo inovador.

O New Fiesta, hatch premium com design esportivo, também estará no feirão com as versões SE, SE Style, SE Plus, SEL, Titanium e Titanium Plus, equipadas com motor 1.6 Sigma, e SEL Style EcoBoost com o premiado motor turbo de 125 cv.

“Março é o mês em que o consumidor sai para buscar seu carro zero-quilômetro. Estamos aproveitando esse momento para trazer uma oferta especial, com a tranquilidade da primeira revisão grátis e a segurança da taxa zero”, diz Bruno Venditti, gerente de Marketing de Varejo da Ford.  

Sapos infláveis foram carregados pela Av. Paulista (Foto: Suamy Beydoun/AE)

Cidade

A Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp) trocou o pato por sapo como animal símbolo de suas campanhas. Terça, 13, o pato amarelo, que virou um dos símbolos durante os movimentos pelo impeachment de Dilma Roussef, foi desinflado e, no lugar, um sapo de cinco metros de altura surgiu na sede da Fiesp, na Avenida Paulista. 

Além do bicho, a Fiesp também mudou de causa e, consequentemente, de slogan. O ditado “Não Vou Pagar o Pato”, para combater o aumento de impostos, sai de cena para dar espaço ao “Chega de Engolir o Sapo”, que elege como vilão nacional a taxa de juros cobrada de empresas e de consumidores. 

“O Sapo inicia hoje sua carreira”, afirma Skaf. Segundo ele, a luta da Fiesp agora será contra os bancos. “Os juros brasileiros são absurdos. O spread bancário [a diferença entre o que o valor que o banco capta no mercado e repassa para o consumidor] é um dos maiores do mundo no Brasil.” 

Como parte da divulgação da nova campanha, a Fiesp distribui miniaturas de sapos na porta dos bancos da Avenida Paulista e soltou balões infláveis na seda da instituição.

Quem sonha em ingressar na faculdade neste semestre ainda pode aproveitar todo mês (Foto: Divulgação)

Cidade

Com o fim dos principais vestibulares de universidades públicas, os candidatos têm pouco tempo para realizar os trâmites e tentar estudar ainda neste semestre. Quem quiser utilizar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em entidades particulares ou para o Programa Universidade para Todos (Prouni) ainda tem algumas opções.

Os chamados vestibulares “fora de época”, realizados após o início das aulas, estão com inscrições abertas durante o mês de março. Além disso, o Prouni está disponível até amanhã e o cadastro deve ser realizado por meio do site do programa.

O Metrô News buscou as principais instituições particulares de ensino superior do Estado de São Paulo para questionar sobre o processo seletivo. Na Universidade Paulista (Unip), os descontos para ingresso com a nota do Enem podem chegar a 100%. As provas tradicionais ocorrem até 18 de março e mais informações podem ser obtidas no site da instituição.

Na Anhembi, as provas vão até o dia 10 e as inscrições custam R$ 25. Já na Universidade Cidade de São Paulo e na Unicsul, o prazo vai até dia 18 e o custo é de R$ 30. Na Faculdade Sumaré, a matrícula ocorre no mesmo dia do vestibular, com desconto de 70% na mensalidade de março.

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
or
or

Articulistas

Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

Opinião

O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

Opinião