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Seg, Nov

Feira acontece até dia 10 de novembro (Foto: Jorge Woll/DER/Fotos Públicas)

Economia

Já imaginou uma Feira de Profissionais feita especialmente para o mercado da construção, com cursos gratuitos, possibilidade de certificação e troca de experiências? Essa é a aposta da Obramax para movimentar o setor com a sua Feira de Profissionais.

 A primeira edição da Feira de Profissionais será realizada entre os dias 6 e 10 de novembro, no estacionamento da Obramax - Avenida do Estado, 6313. A loja foi inaugurada no início de 2018 e já ganha corpo no setor, atendendo a todos os profissionais da construção e consumidores finais pragmáticos, que buscam grande quantidade de estoque e preços competitivos.

 “Os profissionais da construção são carentes de informação e formação. A Obramax veio para trazer mais do que preços competitivos. Queremos mudar a vida do brasileiro e a forma como a construção e seus profissionais são vistos no país”, comenta Michael Reins, diretor geral da empresa no Brasil.

 Além dos stands de importantes indústrias do setor, como Cimento Nacional, Steck, Viapol, Coral, Âncora e Einhell, Weber Quartzolit, Sil e DeltaPlus, a feira terá mais de 30 horas de cursos práticos gratuitos e certificados, demonstração de produtos e a presença de grandes nomes do futebol, influenciadores digitais,  rádios com transmissão ao vivo, palestras e muito mais! “É a maior oportunidade do ano para os profissionais da construção se atualizarem, ampliarem seus conhecimentos e saberem de todas as novidades do setor, conseguindo assim ainda mais clientes”, explica Reins.

 Serviço:

Feira de Profissionais Obramax

Local: Avenida do Estado, 6313 - Mooca.

Dias 06, 07, 08, 09, 10 e 10 de novembro, das 10h às 20h.

www.obramax.com.br/feiradeprofissionais

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Mulheres vão aprender a fazer serviços geralmente realizados por homens. Além disto, algumas alunas podem ser contratadas por empresa (Foto: Erica Pascoal/Divulgação)

Economia

A Obramax, primeiro atacarejo da construção do Brasil, celebrará o Outubro Rosa com um curso completo para mulheres que desejam se tornar prestadoras de serviços de manutenção residencial. A formação será realizada em parceria com a Mana - mulher conserta para mulher, empresa de manutenção residencial com mão de obra exclusivamente feminina e acontecerá entre os dias 22 e 30 de outubro.

 “O setor da construção e reforma ainda é muito masculinizado. Queremos mostrar que as mulheres também têm seu espaço nesse mercado, seja em qual profissão escolherem. Para isso, firmamos a parceria e iremos oferecer um curso completo para quem deseja se tornar uma profissional de reparos e reformas”, afirma Náiade Barbosa, coordenadora de engajamento de clientes da Obramax.

As inscrições, exclusivas para o público feminino, vão até dia 12 de outubro e podem ser feitas através deste link:http://bit.ly/obramaxemana. “Em todas nossas formações, temos observado mulheres participando, desde treinamentos sobre solda até aquecimento solar. A campanha outubro rosa é mais uma oportunidade de inserir a mulher nesses cursos”, comenta a coordenadora.

Sobre a parceria, Náiade espera ser um sucesso, uma vez que o projeto da empresa de manutenção residencial tem grande afinidade com o propósito da Obramax - atender ao profissional da construção, carente de informação, cursos e locais próprios para compra de materiais. “A Obramax é aberta a todos, sem burocracias ou distinção. Queremos ampliar esse atendimento também às mulheres”, finaliza.

No final do curso de 7 dias, as sócias e fundadoras da Mana, Ana Luisa e Katherine, irão convidar as alunas com melhor aproveitamento para integrarem seu time de prestadoras de serviço. As inscrições são gratuitas. Basta preencher o seguinte formulário: http://bit.ly/obramaxemana

 

Serviço:

Período: 22 a 30 de outubro, das 9h às 18h

Local: Obramax - Avenida do Estado, 6313 - Mooca, São Paulo - SP

Inscrição Gratuita

Vagas Limitadas

 

Temas que serão ministrados:

- Elétrica básica;

- Hidráulica básica;

- Pintura residencial básica;

- Assentamento;

- Instalações gerais;

- Primeiros socorros;

- Empreendedorismo.

 

 

 

 

Dinheiro vai ser destinado diretamente à Universidade Federal do Rio de Janeiro (Foto: Tomaz Silva/ABR/Fotos Públicas)

Economia


O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta quinta-feira, 20, a liberação de R$ 8,5 milhões para a reconstrução do Museu Nacional, destruído por um incêndio no dia 2 de setembro.

De acordo com o ministro da Educação Rossieli Soares, o dinheiro será destinado diretamente à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) como verba emergencial. O valor é parte dos R$ 10 milhões que foram prometidos à universidade.

Segundo o MEC, a transferência do primeiro repasse emergencial será realizada até o fim do dia diretamente no caixa UFRJ, gestora do Museu Nacional.

Rossieli disse que o MEC está trabalhando em conjunto para a reconstrução do museu.

"Conforme programados, iremos ao museu na sexta-feira, 21, representados pelo secretário Henrique Sartori, para conversar com os técnicos. Estamos plenamente trabalhando em conjunto para a reconstrução do nosso museu e recuperação do acervo". destacou o ministro da Educação durante coletiva de imprensa em Brasília sobre o Censo da Educação Superior.

Obras de época ensinam como lidar com situações contemporâneas (Foto: Divulgação)

Saúde

Conciliar o estudo de várias disciplinas com a leitura de livros obrigatórios para prestar os vestibulares não é fácil. Mas é possível, segundo o professor de literatura do Cursinho Maximize, Daniel Perez. “O interessante é ler. Não importa se é no ônibus, no metrô, ou sentado no sofá, em casa”, explicou.

A ideia é abraçar, pelo menos, dez páginas por dia. “Se fizer isso, o candidato tem a possibilidade de ler uns 15 livros por ano”, comentou o especialista. “Lendo aos poucos, o importante é observar os detalhes da obra, como a personalidade de uma personagem, e compará-lo com outros livros solicitados”, esclareceu.

Na Fuvest, principal porta de entrada para a Universidade de São Paulo (USP), a lista deste ano abrange Iracema (José de Alencar), Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis), O Cortiço (Aluísio Azevedo), A Cidade e as Serras (Eça de Queirós), Minha Vida de Menina (Helena Morley), Vidas Secas (Graciliano Ramos), Caro Enigma (Carlos Drummond de Andrade), Sagarana (João Guimarães Rosa) e Mayombe (Pepetela).

“Essas obras são muito importantes na formação de uma pessoa, porque mostram conflitos que esses jovens estão passando ou vão passar em suas vidas”, comentou Perez. “Elas moldam um caráter do bem, preparam esse cidadão para a vida de busca de status na sociedade, além de mostrar as confusões políticas da época, que se confundem com as de hoje”, concluiu.

Administração pública pretende arrecadar mais recursos (Foto: Reprodução/PAC 2/Fotos Públicas)

Cidade

A gestão Bruno Covas (PSDB) enviou à Câmara Municipal um projeto de lei para liberação da construção de mais prédios nas zonas Sul e Oeste de São Paulo. De acordo com a Prefeitura, com a mudança, seriam arrecadados tributos na ordem de R$ 5,4 bilhões.

O adensamento seria realizado no eixo das avenidas Engenheiro Luís Carlos Berrini e Doutor Chucri Zaidan, na Zona Sul, e nos bairros da Barra Funda e Perdizes, na Zona Oeste. Para isso, seriam necessárias modificações nas operações urbanas Água Espraiada e Água Branca.

A revisão do primeiro plano deve ocorrer ainda esta semana, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Ainda de acordo com a reportagem, a administração pública visa arrecadar mais recursos diante da dificuldade no avanço do Plano Municipal de Desestatização, que vai privatizar bens públicos.

As operações urbanas preveem que, para a construção de arranha-céus, é preciso comprar títulos públicos, o que libera uma determinada metragem a ser construída. O dinheiro arrecadado é carimbado e só pode ser usado em obras dentro da região.

Na Água Espraiada, a Prefeitura pretende emitir mais títulos, com 1 milhão de m² a mais (cerca de 125 prédios, com 20 andares de 400 m² cada). Na Água Branca, a proposta é revisão do preço dos títulos e na quantidade de certificados necessários para construção de mais m².

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"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

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Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

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