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Ter, Out

Certificado de língua estrangeira ajuda a melhorar o currículo (Foto: Divulgação)

Economia

Ter conhecimento de um outro idioma é essencial para complementar o currículo. O que muitos ainda não sabem é que, para sonhar em estudar ou trabalhar no exterior, é necessário ter um certificado de reconhecimento internacional, para comprovar qual é o nível desta habilidade linguística.

“É importante, antes de tudo, saber qual é o objetivo que a pessoa tem, ao iniciar um curso de idioma. Pode ser profissional, acadêmico ou mesmo um fortalecimento de currículo. Para cada objetivo há um teste ideal”, explicou Helena Nagano, gerente de exames da Cultura Inglesa.

No caso do inglês, alguns dos testes mais reconhecidos são os da Universidade de Cambridge, principalmente na Europa, e o Test of English as a Foreign Language (teste de inglês como uma língua estrangeira), do Serviço de Testes Educacionais, muito utilizado nos Estados Unidos. “Alguns países, como Reino Unido, Canadá e Austrália só aceitam o International English Language Testing System, o IETLS, para quem quer morar e trabalhar no País”, explicou Helena.

No Brasil, todos os testes valem para complementar o currículo. O professor de inglês Antônio Augusto Santos da Costa, 26 anos, obteve recentemente o certificado de inglês avançado de Cambridge, CAE na sigla inglesa. “Neste momento, ainda não penso em morar ou trabalhar fora, mas quis fortalecer meu currículo e foi muito importante, principalmente porque trabalho com o idioma”, explicou.

Marcelo Barros, diretor de Educação do CNA, ressaltou que o CAE é o segundo teste mais forte de uma série de cinco que podem ser feitos aqui no Brasil e avaliados por universidades inglesas. É também o segundo mais difícil. “O Santo Graal de Cambridge é o certificado de proficiência em inglês (CPE na sigla inglesa), mas este é um processo cansativo, intenso, com uma prova muito longa”, explicou Barros. O teste de Cambridge existe há 110 anos. “Ele foi criado como um marco comum de idioma para a Europa”, ressaltou o especialista. 

“É preciso se preparar para a prova” 

Marcelo Barros, diretor de Educação do CNA, e Helena Nagano, gerente de exames da Cultura Inglesa, concordam que, mesmo que o estudante tenha um bom domínio da língua, é importante realizar um curso preparatório para entender o processo dos testes, divididos sempre em quatro partes: reading (leitura), listening (audição), writing (escrita) e speaking (conversação).

“Quando falamos de um certificado de proficiência de idioma temos um conjunto de duas habilidades: saber o idioma e saber fazer a prova. Mesmo para quem já sabe inglês, se nunca viu a cara da prova, é interessante sim fazer um curso preparatório”, argumentou Barros.

Já a gerente de exames ressaltou que, hoje, existem provas feitas até mesmo para testar a fluência do idioma de crianças. “Elas fazem cursos com livros que são utilizados no exterior para ensinar inglês e, desde cedo, podem se familiarizar com um novo idioma”, explicou. 

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Recrutador pode descobrir eloquência dos candidatos por vídeo (Foto: Divulgação)

Economia

A inteligência artificial agora é uma aliada para quem busca emprego e para quem pretende empregar. A Jobecam é um sistema on-line criado para gerenciar currículos em vídeo que ficam armazenados e, por meio de algoritmos, a inteligência artificial avalia o conteúdo com base nos interesses dos recrutadores e encaminha os perfis com mais proximidade ao que é desejado.

O sistema conta com mais de 17 mil usuários e mais de 90 empresas de médio e grande porte. Segundo a fundadora Camila Yochabell, a ideia surgiu há dois anos, quando ela percebeu não existir algo que reunisse currículos no formato de vídeo. “O currículo tradicional não mostra a essência do candidato”, explicou.

Segundo ela, a Jobecam elimina gastos como o transporte e alimentação para uma entrevista de emprego.
O interessado pode acessar o site https://jobecam.com/login e fazer seu vídeo currículo de 30 segundos gratuitamente. Se houver interesse de alguma empresa, ele será notificado e gravará um novo vídeo com respostas a questões dos recrutadores.

Cursinhos preparam alunos com atmosfera semelhante à de um vestibular (Foto: Reprodução/Facebook Poliedro)

Nacional

Celular, televisão, música alta, conversas e até uma olhadinha na geladeira. Estudar em casa, sozinho, exige uma dedicação ímpar e raramente dá certo. Por isso, os cursinhos pré-vestibulares são a melhor forma de se preparar para a hora das avaliações, segundo especialistas.

Segundo Daniel Perry, coordenador do Anglo Vestibulares, além da preparação para o conteúdo que cai na prova, os cursinhos têm capacidade de melhorar o potencial psicológico do candidato. “Por exemplo, em um simulado, a gente faz um clima de vestibular. Quando ele for prestar a Fuvest, já terá vivido aquilo e terá mais calma para enfrentar o desafio”.

De acordo com Vinicius de Carvalho Haidar, coordenador do Curso Poliedro, a modalidade ajuda os estudantes a se cobrarem. “Tem uma preparação mais rápida, mas não há uma cobrança de nossa parte. Quem sabe o que deve estudar para se superar são os alunos”, disse. Outro ponto importante é a troca de experiências entre os candidatos.

O diretor do Cursinho Maximize, Tony Manzi, concordou. “O cursinho tem uma ênfase na motivação, pois os alunos percebem que, se esforçando e se preparando, vão conseguir os resultados esperados”, comentou. Eles disseram que, em caso de dúvidas, os cursinhos estão de portas abertas para conversarem e indicarem o melhor caminho.

70% dos que pensam em cursar novamente, não estão satisfeitos profissionalmente (Foto: Divulgação)

Nacional

Começar um segundo curso universitário significa voltar para as salas de estudo e, assim como foi na primeira vez, se preparar para estudar muito, fazer trabalhos em grupo e ainda construir outro Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Mas, segundo especialistas, é preciso ter cuidado e avaliar as possibilidades.

Segundo a consultora, empreendedora e coach Simone Ayoub, 70% das pessoas que procuram cursar uma segunda graduação têm interesse em mudar de carreira, enquanto os outros 30% querem apenas somar conhecimento para a atual profissão. “Uma segunda graduação, geralmente, vem quando o profissional percebe que a primeira graduação não tem mais sentido para a carreira”, falou a especialista.Simone alerta que é necessário ter consciência antes de escolher o novo curso. “É importante avaliar bem. O conhecimento é importante, mas é algo que tem que vir acompanhado de uma realização”, disse. 

A psicóloga e coach Leila Martins concorda com as afirmações de Simone. “É preciso saber quais são as próprias fortalezas e quais são as próprias fraquezas. Hoje temos outras maneiras de mudar de carreira sem a necessidade de fazer uma outra graduação. Existem cursos, pós, certificação, uma série de outros caminhos para outra carreira”, afirmou a profissional.

As especialistas também acreditam que tudo depende muito do setor de atuação. “Se a pessoa fez humanas e quer fazer exatas, se ela fez Direito e quer ser engenheira, ela vai ter que fazer em uma nova faculdade. Mas, antes de fazer isso, ela precisa fazer um autoconhecimento para saber se ela tem as competências para assumir esta outra profissão. É imprescindível”, disse.

Brasileiro está longe dos gramados desde dezembro

Futebol

O técnico Pep Guardiola deu uma ótima notícia para a torcida do Manchester City e para a seleção brasileira. O espanhol anunciou a volta do atacante Gabriel Jesus aos treinos da equipe nesta sexta-feira, um mês e meio após a lesão sofrida no joelho esquerdo.

"Gabriel Jesus estará treinando conosco hoje. Esta é uma boa notícia", declarou o treinador em entrevista coletiva nesta sexta, momentos antes da atividade no CT do City.

O próprio treinador, no entanto, rechaçou fazer uma previsão para o retorno do atacante brasileiro aos gramados. "Eu não sei quando ele estará pronto para jogar. O primeiro passo era fazer uma ou duas semanas de treinos sozinho. Agora, será seu primeiro treinamento com a equipe."

Gabriel Jesus lesionou o ligamento colateral do joelho esquerdo durante o empate do City com o Crystal Palace por 0 a 0, em 31 de dezembro do ano passado. A princípio, chegou-se a temer que a contusão fosse grave e colocasse em risco até sua ida à Copa do Mundo, mas após a realização de exames, foi diagnosticado um problema mais leve, que sequer exigiu intervenção cirúrgica.

A tendência é que Jesus volte aos campos nas próximas semanas, mas ele ainda não terá condições de reforçar sua equipe na próxima segunda-feira, quando o City encara o Wigan, fora de casa, pela Copa da Inglaterra.

Enem é atalho para jovens conseguirem vagas em universidades (Foto: Pablo Kennedy / AE)

Cidade

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogou o prazo para a solicitação de isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A data final, inicialmente marcada para 11 de abril, foi postergada para o dia 15 de abril.

Também foi prorrogado o prazo para os candidatos que tiveram isenção no ano passado e faltaram aos dois dias de prova justificarem sua ausência, para continuar tendo o benefício.

Segundo o Inep, o objetivo da mudança é dar mais tempo para que os participantes possam se adequar às novidades desta edição, “garantindo, assim, a isonomia a todas as pessoas com direito à gratuidade da taxa de inscrição do exame”, diz o instituto.

Tanto o pedido de isenção como a justificativa de ausência devem ser feitas no site enem.inep.gov.br. Todos os interessados em fazer o Enem 2018, isentos ou não, deverão fazer a inscrição no exame entre 7 e 18 de maio. As provas vão ocorrer em 4 e 11 de novembro.

Quem pode fazer o pedido

Tem direito à isenção os estudantes que estejam cursando a última série do ensino médio neste ano em escolas da rede pública, ou que tenham cursado todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e tenham renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio. Também pode solicitar isenção o participante que declarar situação de vulnerabilidade por ser membro de família de baixa renda e que esteja inscrito no CadÚnico.    

Planejamento eficiente para o vestibular

Na hora dos vestibulares e dos concursos, uma boa estratégia pode diferenciar os candidatos que vão conseguir sua vaga dos que tentarão novamente em uma outra oportunidade. O planejamento pode resultar em melhor rendimento, de acordo com o coordenador do Curso Poliedro, Rodrigo Fulgêncio Mauro.

Segundo o especialista, para alcançar um objetivo, é preciso ter um planejamento eficaz. “Não é diferente com a aprovação nos vestibulares de medicina e outros cursos de ampla concorrência”, explicou. “A organização da rotina de estudos é essencial para não se perder durante o ano. A matéria atrasada aparece quando não existe um planejamento eficaz do que deve ser estudado em cada momento do dia.”

As dicas são as seguintes: identificar os conteúdos por nível de dificuldade – as mais complicadas devem receber atenção especial –, organizar uma carga horária adequada (ter em mente os estudos, resolução de exercícios e plantões de dúvidas), verificar matérias com maior peso para priorizá-las e adaptar o plano de estudos às necessidades semanais (afinal, o cotidiano está em constante mudança).

“O estudante pode distribuir as matérias de maneira intercalada e não deve se esquecer de descansar e se exercitar, além de ter momentos de descontração”, afirmou. Depois que tiver tudo planejado, basta dar a largada e trabalhar bastante.

Quem sonha em ingressar na faculdade neste semestre ainda pode aproveitar todo mês (Foto: Divulgação)

Cidade

Com o fim dos principais vestibulares de universidades públicas, os candidatos têm pouco tempo para realizar os trâmites e tentar estudar ainda neste semestre. Quem quiser utilizar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em entidades particulares ou para o Programa Universidade para Todos (Prouni) ainda tem algumas opções.

Os chamados vestibulares “fora de época”, realizados após o início das aulas, estão com inscrições abertas durante o mês de março. Além disso, o Prouni está disponível até amanhã e o cadastro deve ser realizado por meio do site do programa.

O Metrô News buscou as principais instituições particulares de ensino superior do Estado de São Paulo para questionar sobre o processo seletivo. Na Universidade Paulista (Unip), os descontos para ingresso com a nota do Enem podem chegar a 100%. As provas tradicionais ocorrem até 18 de março e mais informações podem ser obtidas no site da instituição.

Na Anhembi, as provas vão até o dia 10 e as inscrições custam R$ 25. Já na Universidade Cidade de São Paulo e na Unicsul, o prazo vai até dia 18 e o custo é de R$ 30. Na Faculdade Sumaré, a matrícula ocorre no mesmo dia do vestibular, com desconto de 70% na mensalidade de março.

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Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

Opinião

No último domingo, apesar de boa parte da mídia ignorar, por questões de interesse, milhões de pessoas foram às ruas, por vontade própria, num admirável gesto de democracia, apoiar o candidato que, de forma extremamente inovadora, com praticamente custo zero perto do que se gastam com campanhas políticas, lidera as pesquisas. Ao que parece, o povo se desprendeu das garras do quarto poder e democraticamente exige mudança. Se esta será boa ou não, o tempo vai dizer, mas uma coisa é fato: a alternância de poder é saudável em qualquer democracia e por aqui já se passou da hora de mudar. A dita esquerda no Brasil tentou a todo custo um projeto criminoso de poder que, graças à Operação Lava Jato, resultou na prisão de diversos políticos poderosos e apresentou ao Brasil os bastidores sujos e asquerosos da política que desviou trilhões da educação, segurança, saúde, etc... A todo custo tentam ainda agarrar-se ao poder com mentiras, ataques e o velho jogo sujo da política sifilítica. Culpar o aplicativo de mensagem WhatsApp pelas atrocidades que o próprio partido cometeu é tão estúpido e absurdo quanto tentar comparar Bolsonaro com Trump. O norte-americano venceu apenas no colégio eleitoral, mas Bolsonaro pode vir a vencer na maioria absoluta de votos, o que numa democracia é literalmente a voz e o desejo do povo. Se você não enxerga isto, precisa urgente sair da bolha, e se não respeita, está muito próximo do palavrão que costuma xingar os colegas que discordam de você. Trump é bilionário e teve total apoio da máquina do Partido Republicano na campanha. Bolsonaro está em um partido anão e possuía oito segundos na TV. Trump tem as nuances e vícios de todo gênio comunicador, pois por anos liderou a audiência na TV americana. Bolsonaro é um sujeito simples com discurso coloquial, por vezes até rasteiro, mas que vai ao encontro das massas, sem esforço para tal.Goste você ou não, é um fenômeno popular maior ainda até do que Lula, que diferentemente do “capitão” foi programado e produzido por esquemas publicitários, a custo de ouro do dinheiro público, para transformá-lo num “mito”. Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução, como comprovou a manifestação gigantesca no domingo. Isto chama-se democracia, senhores. Aprendam com isto e deixem o País seguir. Bolsonaro foi o primeiro brasileiro, em campanha, a sofrer um atentado político; o primeiro a não fazer os velhos acordos; o primeiro a ter um nome (até aqui) limpo, algo que nem sonharíamos existir na política; e pode vir a ser o primeiro presidente a vencer uma eleição com o menor investimento já feito em campanha, comprovando que o tal fundo partidário é desnecessário e deveria ser direcionado para o que importa à população. O sujeito com uma caneta Bic nas mãos, um relógio Cassio e roupas simples, sozinho, sem verba, peitou a maior emissora do País, desafiou a imprensa e toda turma arrogante que se diz intelectual sem nunca ter produzido nada que valha o adjetivo. Amigos, se isto não é, no mínimo, uma expressiva revolução política e total quebra de paradigmas do status quo, você realmente precisa sair do jardim da infância e viver no mundo real.

Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.
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Colunistas

Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

Opinião

Profissionais consagram suas vidas ao serviço da humanidade (Foto: ASCOM SUSIPE/Fotos Públicas)

Opinião

O último bastião do PT ainda é o Nordeste, mas este já não é tão inexpugnável (Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/ Fotos Públicas)

Opinião

Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

Opinião