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Dom, Out

Roberta Miranda celebra 30 anos de carreira em 2018 e será uma das atrações da Virada Cultural (Foto: Reprodução/Flickr)

Cidade

São Paulo recebe o maior evento cultural promovido pela Prefeitura no próximo final de semana. Trata-se da Virada Cultural 2018, que, este ano, abrangerá a Arena Corinthians, a Praça do Campo Limpo, o Parque da Juventude, o Centro Esportivo Tietê e a Chácara do Jockey. Além deles, bibliotecas e centros de cultura receberão diversas atrações.

Os eventos gratuitos envolvem shows de Caetano Veloso, Rouge, Elza Soares, Balão Mágico, Karol Conka, Sidney Magal e Beth Carvalho. De acordo com a administração pública, o foco em 2018 é acessibilidade e, portanto, todas as atrações terão banheiros químicos com acessibilidade, audiodescrição e Libras nas apresentações.

Metrô e CPTM terão operação especial e, com exceção da linha 15-Prata, todas as outras permanecerão operando durante a madrugada.

Uma baixa é da apresentadora Xuxa, que realizaria um show no domingo, às 12h, no Anhangabaú, mas teve uma lesão no pé direito e cancelou participação. Por isso, o grupo Rouge foi convidado para substituí-la. O local recebe, ainda, uma homenagem ao Chacrinha, com participação de Léo Jaime e Gretchen, e um parque de diversões que fica aberto 24h.

Para quem curte cinema, o vão livre do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) recebe filmes das 19h de sábado às 4h de domingo. O Boulevard São João recebe artistas como Fafá de Belém, Dado Villa Lobos e Marcelo Bonfá. Já no Parque da Juventude, no domingo, às 10h, a atração é Roberta Miranda, que comemora 30 anos de carreira.

Confira algumas atrações especiais

Na Rua XV de Novembro, a Prefeitura preparou apresentações de filmes de terror. Às 19h, é a vez de Sexta-feira 13, de 1980; às 21h, A Hora do Pesadelo, de 1984, será exibida no telão; depois, às 23h, O Massacre da Serra Elétrica, de 1974, vai aterrorizar os espectadores; por último, à 1h, The Poughkeepsie Tapes, de 2009, é a atração.

Na Avenida São João, em frente ao Centro Cultural Olido, no sábado, às 20h, a bateria e a comissão de frente da Mancha Verde fazem barulho para os foliões; um dia depois, às 14h, a Acadêmicos do Tatuapé leva o Carnaval para a avenida; às 16h, a Mocidade Alegre faz intervenção.

A Biblioteca de São Paulo recebe, das 13h às 16h de domingo, um encontro de contadores de histórias com a Cia de Teatro Garatuja; já as bibliotecas Brito Broca, Érico Veríssimo, Padre José de Anchieta, Belmonte, Álvaro Guerra, Hans Christian Andersen, Affonso Taunay, Viriato Corrêa e Monteiro Lobato realizam atividades infantis, de literatura, música e até circo.

Serviço

A programação completa da Virada Cultural está disponível em https://bit.ly/2HYKVKP

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Para Prefeitura, a Virada Cultural foi tranquila (Foto: Thales Xavier/SECOM/Fotos Públicas)

Cidade

O secretário Municipal de Cultura André Sturm considerou positiva a realização da 14ª edição da Virada Cultural. Segundo ele, a estimativa é de que 3 milhões de pessoas tenham ido ao evento na capital paulista neste fim de semana. "Ainda não temos 100% de confirmação, mas sabemos que o resultado, tanto em termos de número de pessoas quanto de estrutura, foi muito positivo", disse Sturm em coletiva de imprensa realizada na noite deste domingo, 20, na região central da cidade.

Ainda de acordo com o secretário, não houve registros de incidentes graves durante a realização do evento. A única ocorrência teria sido a depredação e a pichação de um carro da Polícia Civil que estava estacionado na avenida São João na madrugada de domingo. "Os números serão divulgados em breve. Eu não tenho conhecimento de nenhum crime. Foi uma Virada Cultural bem tranquila", afirmou.

Questionado pela reportagem do Estado sobre a mudança de localização de dois palcos que estavam mais próximos do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou na madrugada do dia 1° de maio e deixou ao menos sete mortos, Sturm disse que foi apenas uma questão de bom senso: "Nós mudamos os palcos de lugar. Foi o máximo que conseguimos fazer. Acho que o fato das pessoas virem para a região central pode ter um efeito positivo para que elas vejam a dura realidade de quem mora nas ruas da cidade", declarou.

Dois pontos que estariam mais próximos ao local da tragédia, no Largo do Paiçandu, tiveram novos endereços na Virada Cultural. O chamado Palco do Circo, que ficava em frente à Galeria do Rock, foi para a Rua Dom José Gaspar. O outro tablado, colocado quase em frente ao do Circo, foi para a esquina da São João com a Avenida Duque de Caxias.

Erros e acertos. Ainda de acordo com Sturm, o palco montado na zona leste da cidade não teve uma aprovação satisfatória. "O Palco do Itaquerão não funcionou. Vamos avaliar depois com mais cuidado. Não sabemos por que não deu certo."

O ponto positivo, segundo Sturm, foi a limpeza das ruas, que começou pouco depois das 18h, quando boa parte dos shows da Virada já haviam chegado ao fim. "Neste ano a limpeza vai ser bem rápida. Não queremos que as ruas amanheçam sujas e cheias de lixo", declarou o secretário.

Caetano Veloso será uma das principais atrações do evento (Foto: Marcelo Justo/TV Globo)

Cidade

Entre os dias 19 e 20 de maio, a capital paulista recebe a Virada Cultural de São Paulo, com atrações como Caetano Veloso, É o Tchan, Jota Quest, Beth Carvalho, Xuxa e Balão Mágico. Segundo o secretário municipal de Cultura, André Sturm, assim como em 2017, a proposta é descentralizar o evento.

Dois dos principais palcos da edição passada, o Autódromo de Interlagos e o Sambódromo do Anhembi, saíram da programação. Longe do Centro, a Virada estreia na Praça do Campo Limpo, na Zona Oeste, com Diogo Nogueira, e no estacionamento da Arena Corinthians, na Zona Leste. A Chácara do Jockey continua na programação.

À CBN São Paulo, o secretário informou que, no sábado, 19, um palco montado no Viaduto do Chá receberá o Cassino do Chacrinha, com apresentações de Sidney Magal e Gretchen, artistas que estiveram em alta na época do sucesso do programa. Um dia depois, o local se transforma no “Parque da Xuxa”.

“Vamos ter aproximadamente 950 atrações, com todas as linguagens”, disse Sturm. “Mais de 75% da programação será de artistas que se inscreveram. Além dos grandes nomes, o evento tem de ser uma vitrine para atrações não tão conhecidas”, explicou. A Prefeitura vai investir R$ 13 milhões no evento e espera um público de 3 milhões de pessoas.

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.
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Colunistas

Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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Decisão do STF preserva direito de trabalho à grávida, mesmo se ela desconhecer a gestação (Foto: André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas)

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Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

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