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Dom, Out

Prefeitura afirma que, em dias, o imóvel estará completamente pintado (Foto: Vinícius Bacelar)

Cidade

Há mais de um mês, o Metrô News tem relatado que a antiga bilheteria da Estação de Trem da Vila Matilde, desativada desde 2000, estava com um aspecto de abandono. Com pichações, acúmulo de lixo e rachaduras, o imóvel era alvo de reclamações de moradores da região.

No entanto, na última semana, a Prefeitura mandou pintar o local, embora ainda seja possível ver algumas pichações na parte superior do espaço.

 “A Prefeitura Regional Penha informa que o prédio da antiga Estação Vila Matilde recebeu pintura antipichação na última semana. A ação está programada para ser executada na parte superior nos próximos dias”, disse a administração municipal em nota.

Vale lembrar que, no início de maio, após ser questionado pelo Metrô News, o Executivo Paulistano afirmou que realizaria um mutirão no ambiente na primeira semana do mês passado. Porém, nada foi feito no prazo estipulado.

Quase um mês depois, o Metrô News procurou novamente a Prefeitura para falar sobre o imóvel. A administração municipal, então, disse à época que realizaria o mutirão na segunda fase do Programa Asfalto Novo no viaduto Dona Matilde. Mas, desta vez, evitou marcar uma data para o serviço. 

Imagens da antiga estação no mês passado e na última semana (Fotos: Vinícius Bacelar)

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No início de maio, antiga bilheteria apresentava pichações e rachaduras. Situação continua a mesma hoje (Foto: Vinícius Bacelar)

Cidade

A antiga bilheteria da extinta Estação de Trem de Vila Matilde, inaugurada na década de 20 e desativada em 2000, continua com aspecto de abandono após quase um mês de o Executivo Paulistano afirmar ao Metrô News que realizaria um mutirão no espaço.

Segundo a Prefeitura, na primeira semana de maio, serviços seriam feitos no local com o objetivo de deixa-lo limpo, já que, atualmente, a extinta bilheteria está totalmente pichada e possui acúmulo de lixo.

Questionada novamente pelo Metrô News nesta semana, a administração municipal afirmou que o mutirão foi adiado, porém evitou estipular uma nova data. “O mutirão está previsto para acontecer durante a passagem da segunda fase do Programa Asfalto Novo no viaduto Dona Matilde. A Prefeitura Regional Penha realiza serviços de zeladoria diariamente no entorno do espaço, como varrição e coleta de lixo”, informou em nota.

Destino

Ainda sobre o aproveitamento do espaço, que foi cedido pela CPTM à Prefeitura por meio de um convênio, o Executivo Paulistano disse que espera sugestões de como utilizá-lo. De acordo com a administração, no último 16, houve uma reunião para debater esta pauta.

“A Prefeitura Regional Penha informa que continua em tratativas com associações de bairro ligadas a projetos sociais e culturais. No momento, a regional aguarda a apresentação de projetos para a utilização da antiga Estação Vila Matilde. No dia 16 de maio, representantes da Prefeitura Regional Penha, CPTM e Sociedade Amigos da Vila Matilde realizaram vistoria no local”, destacou. 

Local apresenta pichações e acúmulo de lixo (Foto: Reprodução/Facebook Eu Sou da Vila)

Cidade

Quem passa pelo Viaduto Dona Matilde, no bairro de Vila Matilde, na zona leste de São Paulo, depara-se com uma construção totalmente pichada e que possui acúmulo de lixo. Trata-se da antiga bilheteria da extinta Estação de Trem de Vila Matilde, inaugurada na década de 20 e desativada em 2000, com o início da operação do Expresso Leste – trecho da Linha 11 - Coral da CPTM que liga a Estação da Luz à de Guaianazes.

Responsável pelo espaço após fechar um convênio com a CPTM, a Prefeitura afirmou que tem planos para reutilizá-lo, sem dar detalhes de como faria isto.

“A Prefeitura Regional Penha informa que está em tratativas com associações de bairro ligadas a projetos sociais e/ou culturais para utilização do espaço. Os serviços de zeladoria no entorno são realizados. Inclusive, a regional já programou um mutirão de serviços nesta semana”, informou o Executivo Paulistano em nota enviada ao Metrô News. Até a tarde desta terça-feira, 1º, nenhum serviço havia sido realizado.

Imagem da antiga bilheteria em 2017 (Foto: Reprodução/Google Street View)

Histórico de abandono

Por um tempo, após a desativação, a fachada da bilheteria ostentava os seguintes dizeres: “Estação Vila Matilde – Galeria de Exposição”, dando a ideia de que, ali, havia algo que preservava a história do local.

Imagem de 2011 (Foto: Reprodução/Google Street View)

No entanto, o Metrô News conversou com alguns moradores e comerciantes da região. Eles disseram que o espaço, há anos, aparenta estar completamente abandonado. “Moro há 14 anos na Vila Matilde. Para não dizer que nunca vi algo na tal da galeria, uma vez expuseram umas fantasias de carnaval. De resto, só alguns moradores de ruas que dormem onde funcionava a bilheteria da estação”, disse a advogada Bruna Carolina Soares.

Administrador da fanpage “Eu sou da Vila”, que possui quase 9.500 curtidas no Facebook, Luiz Fernando Mantovam declarou que nunca viu movimentação no espaço. “Está abandonado. O pessoal invade lá. Seria bacana fazer um museu que contasse a história quase centenária da Vila Matilde [o bairro completou 95 anos em 2017]. Tivemos a Toco, uma casa de shows histórica da Capital, que poderia ser homenageada. Além, claro, de imagens e textos que relembrassem a história da própria estação”, completou Mantovam.

Pichações e rachaduras tomam conta do lugar atualmente (Foto: Vinícius Bacelar)

Ambiente também tem acúmulo de lixo (Foto: Vinícius Bacelar)

 Portões permanentemente fechados mostram que lugar não é visitado (Foto: Vinícius Bacelar)

 

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.
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Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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Decisão do STF preserva direito de trabalho à grávida, mesmo se ela desconhecer a gestação (Foto: André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas)

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