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Seg, Out

Padre Lancellotti teria sido agredido após ação de civis contra moradores de rua (Foto: Reprodução/Facebook)

Cidade

Uma ação da Guarda Civil Metropolitana (GCM) realizada na sexta-feira, 14, no Núcleo de Convivência São Martinho de Lima, um centro comunitário da capital paulista administrado pela Arquidiocese de São Paulo, tornou-se alvo de inquérito no Ministério Público do Estado de São Paulo (MP) após relatos de atos de truculência cometidos pelos seus integrantes.

Ao instaurar o inquérito, os promotores de Justiça Eduardo Valério e Bruno Simonetti citaram vídeos que mostram integrantes da GCM em formação militar, empunhando escudos e armas, lançando jatos de gás pimenta no rosto dos usuários e causando grande tumulto no local. Na ocasião, foram agredidas pessoas em situação de rua e também o padre Júlio Lancellotti, de 69 anos, da Pastoral do Povo de Rua, segundo divulgou a Arquidiocese de São Paulo. O padre havia sido chamado para mediar o conflito.

De acordo com o MP, as informações colhidas “dão conta que houve agressões e também o lançamento de jatos de gás contra trabalhadores do equipamento, numa ação timbrada pela agressividade e truculência”, acrescentando que guardas-civis também se feriram.

Começo do incidente

Segundo o MP e a Arquidiocese, a ocorrência começou após abordagem realizada pela GCM a pessoas em situação de rua que estavam em frente ao núcleo. Elas tentaram se refugiar dentro do prédio onde funciona a entidade, mas foram perseguidas pelos guardas.

“O prédio foi, então, violentamente invadido por agentes que portavam cassetetes e sprays de pimenta”, disse, em nota, a Arquidiocese. “As agressões são tanto mais inaceitáveis por terem ocorrido dentro de um local destinado ao atendimento da própria população de rua, historicamente abandonada pelo Poder Público”, acrescentou.

O MP vai apurar a possível ilegalidade da ação de zeladoria realizada na ocasião. “A atuação da GCM, ao ingressar em formação militar num equipamento da rede socioassistencial destinada a pessoas em situação de rua e, em seu interior, fazer uso de violência e truculência de modo indiscriminado, também será apurada pelo procedimento”, acrescentou o MP.

A Promotoria solicitou ainda que a Secretaria de Segurança Urbana envie informações sobre a operação realizada pela GCM no centro comunitário e que o Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto – da Arquidiocese – envie todas as imagens colhidas pelo sistema de circuito interno de TV instalado no local.

Outro lado

A Prefeitura informou que a Secretaria de Segurança Urbana ainda não foi notificada sobre o inquérito. Em relação à ação da guarda, a prefeitura disse, em nota, que “o comando da Guarda Civil Metropolitana determinou a imediata e rigorosa apuração dos fatos. Segundo os guardas-civis que estiveram no local, uma equipe da Subprefeitura Mooca realizava trabalhos de zeladoria rotineira, quando foi hostilizada por moradores em situação de rua”.

Ainda segundo a prefeitura, uma viatura da GCM que fazia ronda na região “tentou impedir as agressões, mas foi atacada com pedras, pedaços de pau e barras de ferro”.

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O técnico Levir Culpi apontou que o clima político do Santos, que passará por eleições presidenciais no fim do ano, vem afetando o desempenho do time dentro de campo. Essa foi a avaliação do treinador após o empate por 1 a 1 com o Sport, na Ilha do Retiro, na noite de quinta-feira, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.

 

“Tenho certeza. Já trabalhei em vários clubes que tinham o mesmo problema. As eleições serão em dezembro e vocês já sabem o que vai acontecer”, afirmou Levir, que não tem permanência assegurada no Santos para 2018 e indicou pessimismo nas suas palavras sobre a possibilidade de seguir à frente do time.

 

Ao mesmo tempo, porém, o treinador assegurou que há boa relação entre jogadores e membros da comissão técnica do Santos, apontando que o time segue firme na briga por uma vaga na edição de 2018 da Copa Libertadores. “O ambiente está bom no elenco, mas nós queremos classificar o time para a Libertadores”, disse.

 

O empate com o Sport foi o terceiro consecutivo do Santos no Brasileirão e o impediu de se aproximar do líder Corinthians, o deixando com 50 pontos, na quarta colocação, a nove do primeiro colocado. Questionado se a equipe ainda tem chances de alcançar o rival, Levir se irritou na sua entrevista coletiva no Recife.

 

“É uma resposta boba. O que você quer que eu responda?. O Corinthians está muito na frente. A gente pode alcançar, é muito difícil, mas é possível. Temos que acreditar no trabalho e buscar a vitória. A pergunta foi inteligente, mas não existe resposta”, concluiu.

 

O Santos voltará a jogar pelo Brasileirão no domingo, quando vai receber o Atlético Goianiense, na Vila Belmiro, pela 30ª rodada.

App facilita comunicação entre empresas e consumidores

Tecnologia

O WhatsApp, um dos aplicativos mais utilizados nos celulares dos brasileiros, liberou, na semana passada, a versão Business do mensageiro para usuários do País. O app está disponível para celulares Android e permite a criação de um perfil com endereço físico, horário de funcionamento, e-mail e expõe até  informações de site.

Não é necessário possuir CNPJ ou pagar taxas, já que os recursos pagos e opcionais serão adicionados futuramente. O WhatsApp Business é uma versão voltada para a comunicação entre empresas de pequeno e médio porte com seus clientes..

Para que o estabelecimento entre em contato com o usuário, é necessário que a pessoa forneça o número de celular ou tenha acionado primeiro a empresa por meio do aplicativo.

O WhatsApp Business permite respostas rápidas para perguntas frequentes, saudações apresentando a empresa e avisos automáticos, caso o estabelecimento esteja fora do horário de atendimento.

Ainda não se sabe quando será liberada uma versão para iPhone. O app funciona também no computador, similar ao que ocorre hoje com o WhatsApp Web. Além do Brasil, o aplicativo também funciona nos Estados Unidos, Reino Unido, Indonésia, Itália e México.

Segundo mandato de Jacob Zuma, que deveria durar até 2019, vem sendo marcado por escândalos de corrupção (Crédito: GCIS)

Mundo

O Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla em inglês), que é governista, pediu ao Parlamento que vote amanhã uma moção de censura contra o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, caso ele se recuse a renunciar ainda nesta quarta-feira.

O ANC propõe que Zuma seja substituído por seu vice, Cyril Ramaphosa.

Jacob Zuma presidente sul africano é pressionado para renunciar

Zuma ainda não se pronunciou sobre o desejo do ANC de que ele deixe o cargo. Seu mandato tem sido marcado por escândalos de corrupção e o ANC exige que Zuma antecipe o fim de seu segundo mandato de cinco anos de forma que o partido consiga angariar apoio antes da eleição de 2019.

O ANC irá agir se Zuma não responder a seu pedido de renúncia até o fim de hoje, afirmou o tesoureiro-geral do partido, Paul Mashatile. "Não podemos manter a África do Sul esperando", disse Mashatile. Partidos de oposição já haviam marcado uma moção de censura contra Zuma para o próximo dia 22, mas os oposicionistas também desejam transferir a votação para esta semana.

Divulgação

Mundo

Mais uma vez, o presidente norte-americano encontra-se envolvido em polêmica. O advogado pessoal de Donald Trump, Michael Cohen, afirmou ao jornal The New York Times na terça-feira, 13, que pagou US$ 130 mil à atriz de filmes pornográficos Stephanie Clifford, conhecida como Stormy Daniels, após ela ter dito que manteve um caso com Donald Trump em 2006, quando este já era casado com a atual mulher, Melania. Cohen disse que usou dinheiro próprio para fazer isso e que não obteve reembolso da campanha de Trump à presidência nem da Trump Organization.

Stephanie Clifford conhecida como Stormy Daniels

"O pagamento para a sra. Clifford foi legal e não foi uma contribuição de campanha nem um gasto de campanha para qualquer um", afirmou o advogado em comunicado ao jornal americano. O Wall Street Journal revelou primeiro sobre a transação financeira secreta em janeiro. Cohen se posicionou com a nota após a entidade que monitora o governo chamada Common Cause entrar na Justiça com a alegação de que o pagamento poderia ser enquadrado como uma contribuição ilegal à campanha de Trump.

Ruas do Rio de Janeiro ficam alagadas com temporal (Foto:CELSO PUPO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO)

Nacional

Subiu para quatro o número de vítimas fatais do temporal que atingiu o Rio na madrugada desta quinta-feira (15). A última vítima registrada foi uma adolescente de 12 anos, que morreu soterrada em Cascadura, bairro da zona norte da capital. A informação foi divulgada pelo secretário municipal da Casa Civil, Paulo Messina, em entrevista para a TV Globo, por volta das 12h20.

Messina está no Centro de Operações Rio, local onde são coordenadas as ações do município em situações de crise. Ele substitui o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), que está na Europa. Segundo Messina, o secretário de Conservação e Meio Ambiente, Jorge Felippe Neto, está indo para Cascadura prestar assistência à família da vítima.

Em nota, a assessoria da prefeitura informou que "a pedido do prefeito Marcelo Crivella, que mesmo no exterior tem monitorado todas as ações da Prefeitura, os secretários municipais Paulo Messina (Casa Civil) e Jorge Felippe Neto (Conservação e Meio Ambiente) estão desde a madrugada no COR (Centro de Operações Rio) para coordenar o trabalho das equipes que atuam para minimizar os transtornos causados pela tempestade".

"Assim que o alerta de estágio de crise para a chuva intensa foi dado, a Defesa Civil Municipal foi colocada de prontidão para atuar prontamente em caso de acidentes graves. Outros órgãos, como a secretaria de Saúde, Comlurb, CET-Rio e GeoRio também estão em ação", afirmou a assessoria do prefeito, acrescentando que Crivella visita nesta quinta-feira uma empresa de tecnologia para o setor de segurança em Linkoping, na Suécia.

Além da adolescente, morreu o casal Marcos Luis Garcia, de 59 anos, e Judina Magalhães, de 62, quando o imóvel em que estavam em Quintino, bairro da na zona norte, desabou, e o policial lotado 3º Batalhão da Polícia Militar PM (Méier) Nilsimar dos Santos, de 48 anos, que estava em um veículo atingido por uma árvore, em Realengo (zona oeste).

Sem compromisso no próximo final de semana, o Corinthians continua aproveitando os dias livres para dar ritmo de jogo para todos os atletas. Um time praticamente reserva participou de um jogo-treino contra o Atibaia, nesta quinta-feira, no CT Joaquim Grava, e não saiu do 0 a 0. O destaque da atividade foi Kazim, que se esforçou, lamentou, teve boas chances de marcar, mas continua sem balançar as redes. O zagueiro Vilson, sem jogar desde março, também participou da atividade.

O time iniciou o jogo-treino com Walter; Warian, Vilson, Pedro Henrique e Moisés; Paulo Roberto, Camacho, Fellipe Bastos, Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto; Kazim. No segundo tempo, o técnico Fábio Carille tirou os dois zagueiros e o goleiro e colocou Rodrigo Figueiredo, Pablo e Matheus Vidotto. Assim, a formação ficou com Matheus Vidotto; Paulo Roberto, Pablo, Warian e Moisés; Fellipe Bastos, Camacho, Marquinhos Gabriel, Giovanni Augusto e Rodrigo Figueiredo; Kazim.

Kazim foi uma atração durante o jogo-treino. Ele teve pelo menos quatro chances de marcar, sendo duas delas bem claras. Na primeira, ele finalizou e o goleiro Ariel fez uma grande defesa. O turco brincou com o adversário: “Quer aparecer na foto, né?”, disse, se referindo à bonita defesa. Em seguida, deu um carrinho na bola e novamente o goleiro defendeu.

Em um lance do segundo tempo da atividade, Moisés cruzou forte e muito alto e Kazim reclamou: “Pô, você cruza a 100 quilômetros por hora!”, esbravejou. O lateral respondeu mandando ele ir de cabeça na jogada. Minutos depois, ambos conversaram tranquilamente.

Após cada lance perdido, Kazim sofria, se lamentava, balançava a cabeça e parecia não acreditar. Situação parecida com a ocorrida na partida contra o Atlético Goianiense, no último sábado, quando deixou o gramado se desculpando com os companheiros pelas chances desperdiçadas e por ter falhado no posicionamento no gol dos goianos. Kazim tem 20 jogos pelo Corinthians e apenas um gol marcado. Seu único gol saiu em 18 de fevereiro, contra o Audax.

Outra atração foi a presença do zagueiro Vilson. Recuperado de uma artroscopia, ele participou pela primeira vez de um teste um pouco mais intenso e mostrou estar recuperado fisicamente. Cometeu alguns erros na saída de bola e, naturalmente, mostrou falta de ritmo de jogo em alguns lances.

Apesar do empate sem gols e de uma atuação pouco inspirada da equipe, Marquinhos Gabriel foi o destaque positivo da atividade com bons lançamentos e movimentação. O meia criou diversas jogadas, principalmente no primeiro tempo do jogo-treino, que contou com dois tempos de 30 minutos.

Os titulares, que fizeram um jogo-treino contra o sub-20, na quarta-feira, ficaram no outro gramado, realizaram trabalho tático. Os desfalques do treino foram o zagueiro Léo Santos, que se recupera de dores no púbis, além de Danilo, que sofreu uma lesão na panturrilha e ficará fora do time por mais um mês. Cássio e Fagner estão com a seleção brasileira e Balbuena e Romero defendem a seleção paraguaia.

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Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 
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Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

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Crescimento do número de suicídios revela que sociedade brasileira está doente. Campanha Setembro Amarelo alertou para os riscos (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)

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Opinião