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Sex, Nov

Ação atrai pessoas apaixonadas por moda e tecnologia (Foto: Divulgação)

Cidade

A segunda edição do evento Galeria Pagé Brás Experience, que começou nesta segunda-feira, 5, no Shopping Galeria Pagé Brás, vai reunir grandes lançamentos e nomes famosos das redes sociais e dos blogs para dar dicas de moda.

Neste ano, a ação terá dois espaços diferentes: um showroom focado nas principais novidades do setor de moda, e o espaço tecnologia, onde os clientes e visitantes poderão interagir e conhecer de perto cada lançamento.

Estão confirmados os nomes das influenciadoras digitais Amanda Djehdian, Dai Macedo, Fenny Calipy, entre outras. Todas as blogueiras vão dar sugestões de looks para a próxima estação com as novidades trazidas pelo evento. Os visitantes ainda terão a oportunidade de ganhar uma maquiagem feita pelos convidados. Além disso, os clientes ainda terão acesso a um fashion bar com drinks performáticos.

Já os apaixonados por tecnologia encontrarão um espaço todo dedicado ao tema. Com foco nas novidades do mercado, ilhas serão montadas para demonstração de produtos como multimídia, games, iluminação e muito mais.

Durante os dois dias de evento, das 7h às 15h, todos os consumidores serão recebidos por robôs de led com mais de 2,5 metros de altura.  Sorteios e brindes agitarão os dois dias de evento.

Serviço

Galeria Pagé Brás Experience

Data: 5 e 6 de Março

Horário: das 7h às 15h

Shopping Galeria Pagé Brás

Rua Hannemann, 415 – Brás – São Paulo – SP

Mais informações: www.galeriapagebras.com.br

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Recrutador pode descobrir eloquência dos candidatos por vídeo (Foto: Divulgação)

Economia

A inteligência artificial agora é uma aliada para quem busca emprego e para quem pretende empregar. A Jobecam é um sistema on-line criado para gerenciar currículos em vídeo que ficam armazenados e, por meio de algoritmos, a inteligência artificial avalia o conteúdo com base nos interesses dos recrutadores e encaminha os perfis com mais proximidade ao que é desejado.

O sistema conta com mais de 17 mil usuários e mais de 90 empresas de médio e grande porte. Segundo a fundadora Camila Yochabell, a ideia surgiu há dois anos, quando ela percebeu não existir algo que reunisse currículos no formato de vídeo. “O currículo tradicional não mostra a essência do candidato”, explicou.

Segundo ela, a Jobecam elimina gastos como o transporte e alimentação para uma entrevista de emprego.
O interessado pode acessar o site https://jobecam.com/login e fazer seu vídeo currículo de 30 segundos gratuitamente. Se houver interesse de alguma empresa, ele será notificado e gravará um novo vídeo com respostas a questões dos recrutadores.

Criador da rede social admite desafio de combater fake news (Foto: APEC PERU 2016)

Mundo

 O Facebook decidiu encerrar, na quinta-feira passada, 1º, uma experiência chamada Explorer, no qual tentava combater a ampliação das fake news em seis países que apresentavam índices elevados deste tipo falcatrua. A experiência começou em 19 de outubro, no ano passado, em Sri Lanka, Bolívia, Guatemala, Camboja, Sérvia e Eslováquia. 

A experiência consistia em criar duas abas do feed de notícias dos usuários nas quais uma ficava voltada apenas para postagem dos amigos e publicidade, enquanto a outra seria destinada para notícias. A ideia era evitar a propagação de conteúdo falso na internet, algo que tem sido levado em discussão de forma mais séria por conta de informações mentirosas fortemente propagadas por russos durante as eleições presidenciais dos Estados Unidos, em 2016.

A medida desagradou empresas de comunicação, que alegaram que a mudança dificultou que fontes verdadeiras de informação chegassem ao público. Editora do jornal on-line Los Tiempos, Fabíola Chambi afirmou que o fluxo do site caiu até 60%. No Brasil, a Folha de S.Paulo decidiu deixar a rede social.

O diretor Adam Mosseri, responsável pelo feed de notícias da rede social, afirmou que “as pessoas nos disseram que (...) ter dois murais separados realmente não as ajudavam a se conectar mais com familiares e amigos”

Publicações pessoais viram prioridade

No dia 11 de janeiro deste ano, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que irá fomentar mais as publicações pessoais e reduzir o fluxo de notícias, vídeos e outros links na linha do tempo de seus usuários. “Isso reforça a tendência do usuário a consumir cada vez mais conteúdo com o qual tem afinidade, favorecendo a criação de bolhas de opiniões e convicções, e a propagação das fake news”, informou a Folha de S.Paulo, em um comunicado aberto, após deixar o Facebook.

O Internet para Todos, lançado na segunda-feira, 6, visa a cumprir o mesmo que o Programa Nacional de Banda Larga, criado em 2010 e encerrado em 2016 e que foi um tremendo fracasso (Foto: Reprodução/Facebook)

Opinião

O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, como tantos outros integrantes do atual governo federal, deve deixar, até 7 de abril, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), de olho no seu futuro político. Sua meta é ocupar a cadeira de vice-governador do Estado de São Paulo, tendo João Doria como majoritário.

Mas, antes disso, planeja deixar sua marca no MCTIC. Sob seu comando, se poderá dizer que foi modernizado o setor de radiofusão brasileiro, com a migração de todas as rádios da faixa AM para FM ou que houve o desligamento do sistema analógico de televisão, que passou para o modelo digital.


Mas, a aposta do ministro recai sobre o programa Internet para Todos, que foi lançado ontem pelo governo federal e que deve conectar quase 3 mil cidades à internet com velocidade “algo 40 vezes superior ao que existe hoje” – segundo o próprio Kassab – a um custo abaixo do mercado. Tudo isso foi possível com o lançamento do Satélite Geostacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que exigiu investimento de R$ 3 bilhões. A operação do serviço ficará por conta da Viasat, empresa norte-americana contratada pela estatal Telebras.


Evidentemente, o programa tem relevância e atende principalmente um grupo de brasileiros que fica alijado dos processos tecnológicos. Mas, como é tradição no Brasil, uma coisa é o lançamento e outra é o funcionamento. Kassab vai deixar tudo isso para trás em breve, e, logo depois, também o próprio Temer. E assim, as iniciativas vão ficando pelo caminho, pois, aqui se aposta mais nas políticas de governo (transitórias) e não nas políticas de Estado (perenes). Por isso, de tempos em tempos, boas ideias saem de cena, junto com os governos que as conceberam.

Enquanto não há continuidade, o País se mantém preso a uma ciranda de avanços, retrocessos e eternos recomeços. Qual será o destino do Internet para Todos? Talvez o mesmo do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado em 2010 com propósito idêntico, mas que foi finalizado em 2016 como um tremendo fracasso. Afinal, não cumpriu o que foi prometido e manteve milhões de pessoas no mesmo hiato digital, cuja lacuna o programa de Kassab agora se compromete a resolver.

Expectativa é que celular esteja disponível para vendas até 2020 (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

Um telefone celular flexível e dobrável pode estar muito mais perto de se tornar realidade do que muitos esperam. Informações do site Canaltech dão conta de que a Apple registrou uma patente para a produção de baterias flexíveis, o que pode otimizar não só o formato como também a vida útil e a duração da bateria.

A grande expectativa do mercado é que os novos smartphones flexíveis cheguem ao mercado até 2020, mas a marca criada por Steve Jobs não confirma e nem desmente os boatos. Uma bateria flexível utilizaria um espaço menor e poderia permitir um novo design para os Iphones.

Vale ressaltar que a empresa criada pelo empresário californiano sofreu uma série de críticas após ser revelado que, conforme passavam por atualizações, os aparelhos celulares reduziam a capacidade e a vida útil do componente de energia.

Além da bateria dobrável, a Apple tem desenvolvido secretamente displays de micro-LEDs, que devem chegar primeiro aos Apple Watches.

Konami atende fãs ao estender versão para plataformas mais importantes (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

Inicialmente projetado apenas para o Switch, da Nintendo, o jogo “Super Bomberman R” deve ter versões para PS4, Xbox One e PC em junho. O anúncio foi feito pela produtora Konami, na última quinta-feira, 15.

Cada plataforma irá contar ainda com um personagem especial. A Sony vai oferecer o personagem Ratchet, de “Ratchet & Clank”, enquanto a Microsoft deve liberar Master Chief Bomber, da série “Halo”, e no PC o personagem exclusivo deve ser P-body Bomb, do game “Portal”.

No modo história é possível jogar com outro jogador e desbravar 50 fases, mas, no modo competitivo, é permitido juntar oito pessoas com a intenção detonar bombas uns nos outros. O gameplay segue o padrão feito para aparelhos anteriores, com uma tela bidimensional

A chegada dos games aos demais consoles ocorre no dia 12 de junho, no de PS4 e Xbox One, e um dia depois para PC. O lançamento para o Switch ocorreu no dia 3 de março do ano passado.

Alguns modelos de drones até parecem brinquedos. Os veículos aéreos não tripulados foram desenvolvidos originalmente para funções militares, mas hoje são usados principalmente por fotógrafos e cinegrafistas para, graças às câmeras acopladas a estas máquinas, conseguirem imagens aéreas. Em São Paulo, existem 4.500 destes aparelhos, sendo 24 mil em todo País. No entanto, embora possam ser confundidos com as peças de aeromodelismo, que tanto atraem as crianças, os drones são coisa séria, como demostrou o incidente de domingo no aeroporto de Congonhas, na Capital. O ato resultou em 34 voos cancelados e desviados, superlotação e impactos sentidos até ontem de manhã.

Se foi o primeiro incidente do tipo em um grande aeroporto brasileiro, pode-se esperar que não será o último. No Reino Unido, foram reportados 70 casos de drones sobrevoando a região do aeroporto de Heathrow em situação de quase-acidente, em 2016. Nos EUA, os números são mais assombrosos. Segundo a Federal Aviation Administration (FAA) foram avistados 1.274 destes aparelhos próximo às instalações de tráfego aéreo, apenas entre fevereiro e setembro do ano passado. Portanto, é preciso se precaver e buscar medidas que se interponham a práticas irresponsáveis ou mal-intencionadas.

Legislação já existe desde maio deste ano, quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou o regulamento para o uso de drones, que sujeita aqueles que o desrespeitam a processo administrativo, civil e penal. Nos Estados Unidos e Reino Unido também têm leis sobre a questão e lá, apesar da seriedade do Judiciário e da dureza das punições, não faltam infratores, como os números demonstram. Portanto, lei não é o problema. O que falta é investir em um sistema de defesa antidrone, que permita eliminar estes aparelhos, que, quando usados irresponsavelmente, podem colocar em risco centenas de vidas. Lá fora, já vêm sendo testados faz algum tempo aparelhos que enviam sinais de interferência evitando a aproximação de drones aos aeroportos. Portanto, que nossas autoridades competentes não esperem o pior para se mexerem.

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Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

A solução dos problemas começa com um diálogo franco e aberto. Daí ser louvável a reunião agendada para hoje, em Brasília, entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e os 27 novos governadores do País. Todos eles têm um grande desafio pela frente, mas, evidentemente, se trabalharem em parceria, e não boicotando o que pode ser bom para o Brasil, haverá grande chance de que os remédios necessários sejam encontrados e o trabalho seja bem feito. Os futuros chefes do Executivo estadual têm muito a contribuir com o presidente eleito. E, politicamente, também têm muito a ganhar, quando o projeto deste novo Brasil der certo. Percebe-se que, aos poucos, as nuvens negras de uma campanha desgastante vão se dissipando, a razão começa a prevalecer e, ao invés de torcer contra, é cada vez maior o número daqueles que preferem alimentar a esperança que a descrença. Aliás, uma célebre frase do escritor latino Públio Siro, diz que “quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.” A hora não é para isso. Na verdade, o momento pede que se dê crédito aos novos condutores da Nação e que se guardem as pedras previamente preparadas para serem jogadas na vidraça. E muitos dos novos governadores estão dispostos a ajudar Bolsonaro, inclusive na aprovação da reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas do País. Por sua vez, a maioria das Unidades da Federação também está com suas contas no vermelho, por gastarem mais do que arrecadam, e esperam suporte da União para manter a máquina funcionando. Relatório do Tesouro Nacional, por exemplo, apontou que 16 Estados mais o DF descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal no ano passado, ao destinar mais de 60% da receita para o pagamento de salários e aposentadorias. Assim, sobra cada vez menos para serviços básicos, como segurança e educação. Os problemas são complexos, daí a necessidade do diálogo e da busca por novas perspectivas. E a reunião de hoje em Brasília, com Bolsonaro e os governadores, oferece exatamente esta oportunidade. Desde agora, a capacidade de cada um deles estará colocada à prova, mas já começam bem, buscando o apoio e o entendimento mútuo, ao invés da divisão pura e simples. No final, quem ganha mesmo com isso é o Brasil e os brasileiros. Ainda bem!
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Articulistas

Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

Opinião

O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

Opinião