22
Seg, Out

Estado demorou para conseguir vacinar 95% do público-alvo (Foto: Renato S. Cerqueira/AE)

Cidade

O Estado de São Paulo ultrapassou a meta de vacinar 95% das crianças contra sarampo e poliomielite (paralisia infantil), indicada na campanha de imunização de 2018, segundo a Secretaria de Estado da Saúde. Foram aplicadas 4,2 milhões de doses contra ambas as doenças, alcançando coberturas vacinais de 95,7% para pólio e 95% para sarampo, respectivamente.

Mais de 2,1 milhões de crianças com idade de um a quatro anos  foram imunizadas até o momento. Em todo o Estado, há 2,2 milhões de crianças paulistas nessa faixa-etária.

No território paulista, 14 regiões ultrapassaram as metas, mas três ainda precisam aumentar as coberturas: a  Grande São Paulo, onde o percentual de vacinação contra pólio é de 94,5%, e 93,8% contra sarampo, além de Campinas e Ribeirão Preto.

Ontem, a Prefeitura de São Paulo confirmou a prorrogação da campanha até 29 de setembro, mas não divulgou quais os índices de imunização alcançados na cidade.

Não há registro de casos de paralisia infantil em São Paulo há 30 anos e, desde 2000, não existem casos autóctones de sarampo no Estado.  

BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS

Sintomas da doença podem confundir especialistas, o que leva à demora do diagnóstico final (Foto:Divulgação)

Saúde

Desde o ano de 2008, em mais de 70 países, o dia 28 de fevereiro é lembrado por ser o Dia Mundial das Doenças Raras. A estimativa é de que existam de seis mil a oito mil tipos destes males, incomuns, singulares, do tipo que, nem mesmo os médicos, veem todos os dias. Estima-se que 80% delas são decorrentes de fatores genéticos, estando os outros 20% associados a fatores imunológicos, infecciosos e ambientais.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças raras afetam até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos em todo o mundo. No Brasil, o número de casos chega a 13 milhões. “Estamos falando de milhares de doenças, com diferentes causas. O teste do pezinho detecta algumas delas, tais como fenilcetonúria, anemia falciforme e fibrose cística. O aumento do conhecimento sobre estas doenças está trazendo à rotina do raciocínio diagnóstico dos médicos problemas até então menos conhecidos, como doença de Gaucher, doença de Fabry, alfa-manosidose, entre outras”, afirma o pneumologista Carlos Eduardo Chueiri, diretor médico da Chiesi.  

Exame do Pezinho DIVULGAÇÃO

Exame do pezinho pode 48 patologias (Foto: Divulgação)

A dificuldade para se chegar ao diagnóstico correto e fazer o tratamento adequado em longo prazo torna a saga de quem possui uma enfermidade rara muito mais difícil. Recentemente, uma pesquisa do jornal científico The Journal of Rare Disorders (JRD) constatou que um paciente passa, em média, por 7,3 médicos e leva de cinco a seis anos até ter o seu diagnóstico fechado. Isso porque, muitas vezes, os sintomas que as doenças raras podem causar variam de pessoa para pessoa e podem se confundir com sintomas de outras moléstias mais recorrentes. “Um aspecto importante que deve ser levado em consideração é que as doenças raras apresentam sintomas multissistêmicos,ou seja, acometem vários órgãos ao mesmo tempo”, ressalta Chueiri. Por conta disso, o tratamento junto ao paciente deve ser multidisciplinar, envolvendo vários profissionais da saúde.

 

Corrida contra o tempo

Ana Lúcia Langer, pediatra e presidente da Associação Paulista de Distrofia Muscular, destaca que, quanto mais precoce for detectada a doença, melhor o resultado. Um dos exames primordiais é o teste genético. “Faz o devido mapeamento e isto é muito importante para dar qualidade de vida para o paciente”, reflete.

Como 80% das doenças raras tem origem genética, o geneticista é o especialista mais adequado para detectá­las e tratá­las. Porém, o médico de entrada desses pacientes muitas vezes são especialistas, como neurologistas, pediatras ou ortopedistas. Não existe cura para doenças raras. Em 95% dos casos, não existe um tratamento específico. Dos 5% que contam com tratamento, 2% necessitam de medicamentos órfãos. “A descontinuidade do tratamento compromete muito a qualidade de vida do paciente, trazendo limitações ao seu dia a dia”, diz o pneumologista Carlos Eduardo Chueiri.

Governo define prioridades

Em todo o Brasil, existem os centros de referência que são, oficialmente, habilitados pelo Ministério da Saúde como modelo no cuidado com doenças raras. O Estado de São Paulo conta atualmente com oito locais. Entre eles, pode­-se mencionar o Hospital das Clínicas de São Paulo da FMUSP e o ambulatório de especialidade da Fundação do ABC (FUABC).

A lista dos locais autorizados que são habilitados junto site do Ministério da Saúde, dentro do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES).

Diante das dificuldades encontradas em todo o percurso, muitos recorrem ao auxílio de diversas associações. A Associação Brasileira de Doenças Raras (ABDR), por exemplo, auxilia aqueles que precisam agendar exames e necessitam, após receber o diagnóstico, do tratamento adequado.

“Como não temos junta médica, a associação recomenda que, inicialmente, o paciente vá até o posto de saúde ou ao hospital onde foi atendido até então e peça encaminhamento para ir ao geneticista. Caso haja dificuldades neste processo, o papel da associação é fazer a intermediação para que o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento sejam obtidos o mais breve possível”, diz Roberto Sales, da ABDR. Outra entidade importante é a Sociedade Brasileira de Genética Médica, especializada em doenças raras no Brasil.

Quem mora em áreas de risco deve se imunizar o quanto antes (Foto: Rodrigo Nunes/MS/ Fotos Públicas)

Saúde

A Subsecretaria de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro informou hoje (19) que, desde janeiro deste ano, foram registrados 74 casos de febre amarela silvestre em humanos, com 33 mortes.

O maior número de casos ocorreu em Valença, no centro-sul do estado: 17, com seis mortes. Angra dos Reis, na Costa Verde, registra 12 casos, sendo sete óbitos. Teresópolis e Nova Friburgo, na região serrana, têm nove e sete casos, respectivamente, com cinco e três óbitos.

Ainda na região serrana fluminense, Sumidouro apresenta seis casos, com duas mortes, e Cantagalo, cinco casos, com três óbitos. Outros municípios em que foram registrados casos de febre amarela são Petrópolis (um caso); Miguel Pereira (um caso e um óbito); Duas Barras (quatro casos); Rio das Flores (três casos e duas mortes); Vassouras (um caso); Paraíba do Sul (um caso e um óbito); Carmo (dois casos, uma morte); Maricá ( dois casos, um óbito); Paty do Alferes (um caso); Engenheiro Paulo de Frontin (um caso, um óbito); Mangaratiba (um caso).

O boletim epidemiológico revela que foram confirmados 10 casos de febre amarela em macacos, nas cidades de Niterói, Angra dos Reis (na Ilha Grande), Barra Mansa, Valença, Miguel Pereira, Volta Redonda, Duas Barras, Paraty, Engenheiro Paulo de Frontin e Araruama.

A Secretaria de Estado de Saúde ressaltou, mais uma vez, que os macacos não transmitem febre amarela. A doença é transmitida pela picada de mosquitos. A recomendação para a população é que, se encontrar macacos mortos ou doentes, que mostrem comportamento anormal, estejam afastados do grupo ou com movimentos lentos, informe o mais depressa possível às secretarias de Saúde do município ou do estado do Rio de Janeiro.

De acordo com a secretaria, as pessoas que ainda não se vacinaram devem buscar um posto de saúde próximo de casa para serem imunizadas.

O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde leva em consideração o Local de Provável Infecção (LPI).

Linha-1 Azul teve 27 ocorrências a mais do que a Amarela, que é privatizada (Foto: Renato S. Cerqueira/ AE)

Cidade

As cinco linhas do Metrô de São Paulo registraram 76 falhas de operação neste ano, segundo levantamento da TV Globo. A Linha 1-Azul é a que apresenta o maior número de problemas, com 29 falhas.

A Linha 5-Lilás é a segunda colocada com 18 falhas, seguida pela Linha 3-Vermelha, com 16 ocorrências. A Linha 2-Verde é a penúltima colocada, com o registro de 11 problemas. Privatizada e administrada pela ViaQuatro, a Linha 4-Amarela é a que apresentou menos problemas, com apenas duas ocorrências no ano.

À reportagem da Globo, o Metrô atribuiu parte dos problemas ao aumento de 10% no número de passageiros e a implantação do novo sistema de controle de trens.

Já o Sindicato dos Metroviários afirmou que foi a pressa para a inauguração de algumas estações antes da renúncia do então governador Geraldo Alckmin (PSDB), que agora é candidato à Presidência da República. Alckmin entregou, este ano, as estações Moema e Eucaliptos. Da Linha 5, Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire, da Linha 4, e as paradas São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói e Vila União, todas do trajeto do monotrilho, Linha 15-Prata.

Alckmin inaugura quatro estações e passa o cargo a Márcio França (Foto: Lucas Dantas)

Cidade

Ao transmitir o cargo de governador para o seu vice, Márcio França (PSB), o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) terá entregado oito de 18 estações de Metrô prometidas para este ano. França, pré-candidato à reeleição, ficará responsável pela solenidade de inauguração das demais paradas.

Na maratona de entregas que conclui hoje, Alckmin dará início à operação de quatro estações da Linha 15-Prata: São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói e Vila União. Após sua saída devem ser entregues, em junho, as paradas Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus.

Na Linha 4-Amarela, gerida pela ViaQuatro, Alckmin foi responsável por entregar as estações Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire. Restará ainda São Paulo-Morumbi, prevista para julho.

Ontem, o governador entregou a Estação Moema, da Linha 5-Lilás. “Estamos entregando mais uma estação da Linha 5-Lilás, que é integradora e atenderá diversos hospitais. O ramal faz ligação com outras linhas do Metrô e da CPTM. Também já inauguramos a estação Eucaliptos. Trata-se de um grande benefício para São Paulo”, ressaltou Alckmin. França deve inaugurar, em maio, as estações AACD/Servidor, Hospital São Paulo, Santa Cruz e Chácara Klabin. A Estação Campo Belo deve ser entregue somente em dezembro. Cerca de 850 mil pessoas devem ser atendidas por esta linha quando estiver completa.

Quem é Márcio França?

Márcio França nasceu em 23 de junho de 1963, em Santos. Se formou em Direito pela Universidade Católica de Santos, em 1986. Foi oficial de Justiça de 1983 a 1992. É pós-graduado em Direito Administrativo e Constitucional. Se filiou ao PSB em 1988, quando foi eleito vereador por São Vicente, sendo reeleito na eleição seguinte. Foi eleito prefeito, em 1996, obtendo a reeleição com 91,3% dos votos. Foi ainda deputado federal entre 2007 e 2014. Assumiu como vice-governador em 2015.

Geraldo Alckmin vai passar o cargo ao vice-governador Márcio França nesta sexta-feira (Foto: Lucas Dantas)

Cidade

Depois de inaugurar a estação Oscar Freire, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) vai aproveitar a reta final no cargo, já que deixará, nesta sexta-feira, 6, o Governo paulista para disputar a Presidência da República, em outubro, para entregar mais cinco obras da malha metroferroviária do Estado.

Nesta quinta-feira, 5, será a vez da Estação Moema, que começa a integrar o sistema da Linha 5-Lilás, que teve outras quatro estações inauguradas desde setembro (Borba Gato, Brooklin, Alto da Boa Vista e Eucaliptos). A conclusão de toda a linha estava prevista para 2012. Em 2014, o prazo foi para 2016.

A maratona de inaugurações termina na Zona Leste com a operação de quatro estações da Linha 15-Prata do monotrilho: São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói e Vila União. Em 2014, a previsão era entregar as estações até 2015. Na semana passada, a Linha 13-Jade começou a atender a população, com as Estações Cecap-Guarulhos e Aeroporto.

Segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, a Linha 4-Amarela abrirá em julho, a São Paulo-Morumbi e, em dezembro de 2019, a Vila Sônia. Na Linha 5-Lilás, em maio serão as estações AACD/Servidor, Hospital São Paulo, Santa Cruz e Chácara Klablin. A Campo Belo fica para dezembro. Já a Linha 15-Prata terá quatro inaugurações até junho: Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus.   

Caso saia da Prefeitura, Doria deixará a cadeira para Bruno Covas (Foto: Reprodução/Facebook)

Cidade

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), foi inscrito por um grupo de parlamentares do partido para as prévias tucanas que definirão o candidato ao governo estadual. Foram reunidas 1. 704 assinaturas de apoio à pré-candidatura, o que representa 47% dos delegados do partido no Estado, dizem os apoiadores de Doria

O prefeito é esperado para ato organizado por apoiadores na sede do Diretório Estadual da legenda, nesta segunda-feira. Na ocasião, ele deve "aceitar" a inscrição e declarar que está na disputa.

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 
or
or

Articulistas

Colunistas

Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

Opinião

Crescimento do número de suicídios revela que sociedade brasileira está doente. Campanha Setembro Amarelo alertou para os riscos (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)

Opinião

Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião