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Seg, Nov

Procuradoria atua na defesa dos interesses da população (Foto: Divulgação)

Cidade

O processo de escolha da banca organizadora do novo concurso público para 62 vagas de oficial administrativo da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo (PGE-SP) deve ter início este mês, já que a licitação para definir a responsável pelas etapas do concurso deve ser encerrada entre o final de outubro e o começo de novembro, segundo o setor de Recursos Humanos do órgão.

O cargo tem remuneração inicial de R$ 2.894,07, composto pelo salário-base, gratificação executiva, abono complementar e prêmio de incentivo à produtividade e qualidade (PIPQ). Os aprovados ainda terão o benefício de R$ 219,25 para transporte, R$ 693 de auxílio-alimentação e vale-refeição de R$ 33 por dia. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais.

A autorização para a realização do concurso foi publicada no dia 8 de maio, no Diário Oficial do Estado. As 62 vagas a serem ofertadas serão para preenchimento imediato, sendo que a única exigência para concorrer a uma delas é ter o ensino médio de escolaridade completo.

O último concurso para esta função foi em 2011, quando foram ofertadas 250 vagas. A seleção foi realizada por meio de prova objetiva, com 80 questões, das quais 25 de língua portuguesa, 25 de matemática e raciocínio lógico, 15 de noções de informática e 15 de conhecimentos específicos (Legislação). O Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) foi a banca organizadora.

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PRF tem salário inicial de R$ 9.931

Nacional

Com mais de 40 mil cargos vagos, Banco Central, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério Público da União (MPU) e Receita Federal (RF) sofrem com a falta de servidores. A expectativa é que até 13 mil vagas devem sair até o final deste ano.

O maior número de funcionários solicitados foi no INSS, com 7,5 mil vagas sugeridas. O déficit é de 16,5 mil trabalhadores. São 3.941 para técnico do seguro social, 1.493 para analista do seguro social e 2.146 para perito médico previdenciário. As remunerações são R$ 5.344 para técnicos, R$ 7.954 para analistas e R$ 10.616 para peritos.


A PRF pediu 2,7 mil contratações de policiais rodoviários no ano passado, com remuneração de R$ 9.931. Mas esse número subiu para 2,9 mil por causa de novas aposentadorias, de acordo com Deolindo Carniel, presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais.
Já a RF pediu 2 mil servidores novos. São necessários auditores e analistas. A remuneração é de R$ 11.639 para analistas e R$ 20.123 para auditores. (Da Redação)

Salários variam de R$ 3 mil a R$ 10 mil (Foto:Lucas Dantas)

Cidade

O Estado de São Paulo publicou na sexta-feira, 23, o primeiro edital do concurso público para a Polícia Civil com previsão de contratação de 250 delegados, cuja remuneração inicial é de R$ 10.142,55 (salário de R$ 9.507,77 mais adicional de insalubridade de R$ 634,78).

Para participar da disputa é necessário ter nível superior completo em direito e comprovar dois anos de atividade jurídica ou em efetivo exercício de cargo de natureza policial. Também é preciso possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

As inscrições poderão ser realizadas de 4 de abril a 2 de maio no site da Fundação Vunesp, organizadora do processo seletivo. A taxa de participação é de R$ 84. Outros editais de mais 2,5 mil vagas na Polícia Civil deverão ser publicados em breve. 

Quem tem nível superior poderá participar da seleção para 800 vagas de escrivão e outras 600 de investigador, ambas com remuneração de R$ 4.234,76, já com os adicionais somados.

Para quem possui nível médio, serão anunciadas 300 vagas de agente de telecomunicações (R$ 4.086,56), 400 de agente de polícia (R$ 3.428,38), 200 de papiloscopista policial (R$ 4.086,56) e mais 200 de auxiliar de papiloscopista (R$ 3.428,38).

Polícia Militar/SP publica edital com 2,7 mil vagas para soldado

O edital do concurso da Polícia Militar do Estado de São Paulo já está disponível pela Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br). São 2,7 mil vagas de soldado, com oportunidades para candidatos do sexo masculino e feminino e remuneração inicial de R$ 3.049,41.

Para concorrer, é necessário o ensino médio completo, CNH entre as categorias B e E e altura mínima de 1,60m para homens e 1,55m para mulheres, além da exigência de se ter entre 17 e 30 anos.

As inscrições deverão ser efetuadas das 10h de 22 de março até o dia 19 de abril. O processo seletivo contará com seis etapas: prova objetiva e redação; testes de aptidão física; inspeção de saúde; avaliação psicológica; avaliação de conduta social; e análise de documentos.

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"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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