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Sáb, Out

Serão abertas 575 vagas em novo concurso do Detran (Foto: Uriel Punk/AE)

Cidade

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) deve publicar, em aproximadamente 180 dias, o edital de abertura de um concurso público que prevê a oferta de 575 vagas para preenchimento imediato, com ganhos iniciais de até R$ 4.657,50.

O prazo foi determinado pela Lei Complementar nº 1.328, promulgada pelo governador Márcio França, na última quinta-feira, 12, via Diário Oficial do Estado. 

Das 575 vagas, 375 são para a função de oficial estadual de trânsito e 200 para agente estadual de trânsito. Os dois cargos exercem funções administrativas e não cumprem nenhuma atividade relacionada ao controle de tráfego.

Para se inscrever na vaga de oficial estadual de trânsito é preciso ter o ensino médio ou curso técnico. O salário é de R$ 1.863. Já o posto de agente estadual de trânsito exige nível superior e carteira nacional de habilitação, no mínimo, de categoria B. Os ganhos iniciais são de R$ 4.657,50. 

Os candidatos ao cargo de oficial estadual de trânsito I responderão 12 perguntas de língua portuguesa, 5 de matemática, 4 de legislação, 4 de noções de informática e 25 de legislação de trânsito. Já para agente, serão 10 de língua portuguesa, 5 de matemática, 7 de direito administrativo, 4 de legislação, 4 de noções de informática, 22 de legislação e 8 de gestão pública.

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Emprego com carteira assinada tem sido difícil de achar no País(Foto: Suamy Beydoun/AE)

Economia

Com o sucesso do primeiro mutirão do emprego realizado pela União Geral dos Trabalhadores (UGT), no dia 16, com a presença de 10 mil pessoas e 2 mil vagas preenchidas, a central sindical pretende continuar este trabalho de inserção social. O próximo mutirão será no dia 6 de agosto, na sede da instituição, no Anhangabaú.

Segundo Ricardo Patah, presidente da UGT, a ação tem dois objetivos: empregar e reduzir o contingente de 14 milhões de desempregados e mostrar a estrutura do sindicato para que os novos trabalhadores se filiem.

Neste segundo mutirão, o número de empresas que irão oferecer novas oportunidades subiu de 13 para 24, com mais de 2 mil postos em abertos para diferentes cargos, seja para quem procura o primeiro emprego, seja para quem pensa até mesmo em cargos de chefia.

Serviço

Mutirão do Emprego

24 empresas participantes com mais de 2 mil vagas à disposição

Quando e onde:

Segunda­-feira, 6, a partir das 8h, na sede da União Geral dos Trabalhadores (UGT)

Rua Formosa, 99, Centro

Mais informações pelo Tel. 2121­5900

Concurso da PRF era muito aguardado desde o começo do ano (Foto: Divulgação/PRF)

Nacional

Quem tem o desejo de entrar para a Polícia Rodoviária Federal (PRF) está a um passo mais próximo. Na sexta-feira, 27, a portaria autorizativa do concurso da categoria foi publicada no Diário Oficial da União. Este é o último entrave para a definição da escolha da banca organizadora e conclusão do edital.

De acordo com a publicação, o edital deve ser divulgado em até seis meses, mas a PRF já informou que esse prazo será menor, devido à urgência para a realização de um novo concurso.

Conforme anunciado em fevereiro pelo ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann, o concurso PRF ofertará 500 vagas para o cargo de policial rodoviário federal.

Os interessados em concorrer ao cargo precisam ter curso superior completo em qualquer área e carteira nacional de habilitação (CNH) a partir da categoria B. A remuneração atual é de R$ 9.931, passando para R$ 10.357 em janeiro de 2019.

Mercado de trabalho está movimentada de forma positiva no início do ano (Foto: Lucas Dantas)

Cidade

Pela primeira vez desde 2014, a Capital registrou alta no estoque de empregos em janeiro. Foram 5,1 mil empregos criados após três anos de recessão, período no qual a cidade fechou mais de 291 mil postos de trabalho. O resultado foi divulgado pelo Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged), mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

De acordo com o economista Pedro Raffy Vartanian, os números geram uma expectativa positiva. “Eles mostram que, de fato, o pior já ficou para trás”, explicou.

A última vez em que janeiro teve um bom número, em 2014, também foi o último resultado positivo do estoque de empregos no ano: 27 mil empregos. Desde então, 2015 (-137 mil), 2016 (-135 mil) e 2017 (-19 mil) foram responsáveis pela baixa nos postos de trabalho da Capital. 

O economista Guilherme Dietze, assessor econômico da FecomercioSP, afirmou que há um longo caminho a se percorrer para que os índices voltem a ser semelhantes aos de antes da crise. “Não vejo isso ocorrendo antes de 2020”, reconhece.

Salários variam entre R$1.855 a R$7.964,50 (Foto:Reprodução/Facebook Sabesp)

Cidade

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) abre concurso público para a contratação de 661 funcionários, que atuarão na Capital, litoral, interior e Grande São Paulo, com salários que variam entre R$ 1.855 a R$ 7.964,50.

As vagas estão distribuídas por 16 cargos diferentes, que exigem o ensino fundamental, médio, técnico ou universitário. Não é necessário ter experiência anterior na função.

As inscrições estão abertas e se encerram às 14h do dia 26. As taxas de inscrição variam de acordo com o grau de instrução desejado para vaga: ensino superior (R$ 70); ensino médio e técnico (R$ 60) e ensino fundamental (R$ 50). Mais informações podem ser obtidas pelo próprio edital, disponível no site da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br).

Os aprovados serão contratados em regime de CLT e receberão também: participação nos lucros, plano de saúde, cesta básica, vale-refeição, previdência suplementar e gratificação de férias.O cargo com o maior número de vagas é o de agente de saneamento ambiental, com 256 oportunidades.

Doria estima quatro mil empregos para moradores da região de Cidade Tiradentes (Foto: Divulgação/PMSP)

Cidade

Para melhorar a qualidade de vida e as oportunidades de emprego para quem mora no bairro Cidade Tiradentes, a Prefeitura de São Paulo vai publicar na terça-feira, 06, o edital para a contratação de um projeto de intervenção urbanística e modelagem de negócio para implantação de um pólo comercial na região. A previsão de investimento no local é de R$ 500 milhões.

Maior complexo de moradia popular da América Latina, onde vivem cerca de 220 mil habitantes, o bairro do extremo leste da cidade mantém uma taxa de desemprego de 11,6%, superior ao índice de 10% da cidade. A expectativa é que o novo empreendimento gere 4 mil empregos.

“Este polo comercial, além de oferecer serviços e lazer para a população de Cidade Tiradentes, vai gerar empregos, através do setor privado, para que as pessoas tenham a oportunidade de trabalhar perto de suas casas e ter mais tempo para ficar com a família, fazer um curso ou praticar um esporte, podendo ter uma vida mais feliz”, disse o prefeito João Doria (PSDB) durante assinatura para liberação do edital, anteontem.

O estudo vai avaliar a viabilidade para instalação de shopping center, centro universitário, equipamentos públicos e parques de lazer em uma área de 685 mil m², pertencente à Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab-SP) e avaliado em R$ 90 milhões.

Grande parte das multas é por excesso de velocidade (Foto: Divulgação/ Detran)

Cidade

UM Citroen C3 com R$ 10,5 milhões em multas foi apreendido por policiais militares do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran), que atuam no Departamento Estadual de Trânsito (Detran), na segunda-feira (19), na Avenida Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo.

Grande parte das 1.390 infrações cometidas refere-se a excesso de velocidade e não indicação de condutor em caso de pessoa jurídica. Fabricado em 2013, o automóvel está registrado em nome de uma empresa. 

De acordo com a legislação federal de trânsito, quando a empresa não indica o motorista que cometeu a infração, o valor da multa é multiplicado pelo número de vezes que aquela mesma infração se repetiu nos 12 meses anteriores.

O automóvel apreendido não estava licenciado e foi removido ao pátio Sul da Prefeitura. O carro poderá ir para leilão como forma de pagar parte dos débitos. O restante da dívida permanece em nome do proprietário.

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.
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Articulistas

Colunistas

Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Decisão do STF preserva direito de trabalho à grávida, mesmo se ela desconhecer a gestação (Foto: André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas)

Opinião

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião