23
Ter, Out

MC Sophia, presente na apresentação da pesquisa, afirmou que é necessário conversar com a juventude na periferia (Foto: Ivo Lindbergh)

Cidade

Para a grande maioria dos paulistanos, o uso de álcool e drogas por crianças ou adolescentes aumentou nos últimos 12 meses na cidade de São Paulo. Segundo pesquisa realizada pela Rede Nossa São Paulo, oito a cada dez (cerca de 82%) das pessoas que vivem na Capital têm a sensação de que houve aumento no consumo de substâncias ilícitas por este público.

A constatação faz parte de levantamento mensal realizado pela entidade, chamado de “Viver em São Paulo”. No caso de outubro, o tema escolhido foi a relação da cidade com as crianças e adolescentes.

De acordo com o secretário-adjunto de Governo da gestão Bruno Covas (PSDB), Alexis Vargas, estes dados vão auxiliar a Prefeitura na elaboração do primeiro Plano Municipal para a Primeira Infância, que deve ser divulgado ao fim do mês. “Os números representados nesta pesquisa, com certeza, vão ajudar a procurarmos soluções para esses problemas”, disse.

Entre o público de pais e responsáveis de crianças e adolescentes na cidade de São Paulo, o principal problema encontrado no município é referente à lotação do transporte público. Dentre os entrevistados, um a cada cinco (cerca de 22%) respondeu que este é o maior incômodo no município. Logo em seguida, os responsáveis citaram a falta de respeito da população, em itens como não ceder espaço e assentos preferenciais para pessoas com crianças.

Soluções a partir da discussão

A diretora executiva da Rede Conhecimento Social, Marisa Villi, explicou que a iniciativa de realizar uma pesquisa voltada ao público infantil é bastante válida para que o município crie soluções para os problemas encontrados. “As crianças se relacionam com o ambiente em que vivem. Tivemos a constatação de que o que elas menos gostam na cidade são os lixos na rua e desorganização do espaço público, como parquinhos quebrados”, disse. Segundo ela, o que este público mais aprecia são lugares coloridos e voltados ao público infantil.

Para a Rede Nossa São Paulo, a cidade é “pouco amistosa e acolhedora para crianças e adolescentes”.

MC Soffia cita falta de cultura na comunidade

O evento de divulgação dos números, realizado no Sesc Consolação, contou com a presença da MC Soffia, de 14 anos. Ela é cantora e suas letras falam sobre feminismo, liberdade de expressão e empoderamento negro na sociedade. “Eu acho que faltam espaços culturais nas periferias, para que os jovens possam se expressar na comunidade e serem ouvidos”, falou.

Questionada sobre o que faria se fosse prefeita por um dia, ela primeiro respondeu que nunca tinha pensado nessa possibilidade, já que seu desejo é, um dia, se tornar presidente da República. Depois de arrancar risadas e aplausos da plateia, ela afirmou que escutaria os jovens para criar coletivos. “Tem lugar que muita gente canta, em outros, muita gente dança. É importante esse manifesto para nossa sociedade”, concluiu.

BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS

Aplicativo ajuda pessoas que são viciadas em álcool (Foto: Reprodução/Site)

Saúde

Foi lançado, terça-feira, 17, o aplicativo “Eu me Importo”, iniciativa inédita voltada a ajudar quem tem problemas de dependência em álcool e drogas. A ferramenta é bem simples e está disponível no sistema Android, podendo ser baixada na loja do Google Play – também pode ser usado diretamente por meio do site.

Com ele, é possível localizar 1,2 mil endereços de organizações que oferecem auxílio, assim como dias e horários das reuniões. Basta inserir o endereço ou CEP do local onde o usuário se encontra. Também existe a opção “Usar local atual”, que faz a pesquisa dos grupos no entorno. É garantido o anonimato.

O “Eu me Importo” foi elaborado pelo ex-usuário de drogas Paulo Leme Filho, com base em sua própria experiência, que, junto com seus pais, participou de muitos grupos de apoio.

Atualmente com 46 anos, graduado em Direito e fundador da ONG Movimento Vale a Pena, o advogado enxergou uma lacuna que precisava ser preenchida. “Quando me perguntavam o que fazer, na prática, até eu ficava confuso”, disse. A opção seria indicar os grupos de autoajuda, mas os diversos sites de entidades não estavam organizados.  

Casa Branca, no entanto, não explicou em quais casos o tráfico de drogas seria passível de tal punição (Foto: Beto Barata/PR)

Mundo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer copiar o modelo de combate às drogas da Indonésia. Ele afirmou, nesta segunda-feira, que a pena de morte é uma solução para combater o tráfico de drogas.

A crise dos opioides tem feito muitas pessoas morrerem de overdose nos EUA. Para Trump, a pena de morte seria uma saída para reduzir os dependentes e, consequentemente, as mortes.

A Casa Branca não explicou em quais casos o tráfico de drogas seria passível de tal punição. Apenas em 2016 foram mais de 64 mil mortes por overdose, a maioria foi vinculada ao consumo de drogas à base de ópio.

A medida, contudo, depende de aprovação no Congresso norte-americano e dificilmente passaria pelo crivo dos parlamentares.
Especialista em saúde pública da Universidade de Chicago, Harold Pollack afirmou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que é preciso a expansão de verbas federais para que viciados tenham acesso a programas de recuperação e terapia.

Militares não tinham permissão para atuar no local, mas exceção foi aberta (Foto: Reprodução/Facebook)

Nacional

O ministro da Justiça, Torquato Jardim, anunciou, quinta-feira, 22, a assinatura de um protocolo de cooperação com o Estado de São Paulo para consentir que a Polícia Rodoviária Estadual, que responde à Polícia Militar, possa abordar veículos em rodovias federais que conectam o Estado ao Rio de Janeiro.

O protocolo permitirá que a polícia, submetida ao Governo de São Paulo, atue na “repressão, fiscalização e multas que forem necessárias em hipóteses legais” nas Rodovias Dutra e Fernão Dias. Ele garantiu que os direitos fundamentais serão respeitados e que não haverá “perturbação do livre fluxo das pessoas” que viajam na região.

A reunião foi feita na capital paulista após o temor de consequências da intervenção no Rio para outros Estados. Torquato Jardim afirmou que as autoridades não sabem “em que extensão a intervenção trará consequência para outros Estados”, mas que os efeitos são “muito prováveis”.

O secretário paulista, Mágino Alves, disse que poderá usar tropas de folga, por meio da operação delegada, para incrementar o número de agentes nas divisas. “Já podemos realizar prisões. O que queremos é montar operações, pontos de bloqueio”, afirmou Alves.

Infância da gaúcha não foi nada glamurosa (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Depois de algum mistério, em um post no Instagram, Gisele Bündchen  revelou mais informações sobre seu livro de memórias. Lessons - My Path to a Meaningful Life (Lições - Meu Caminho Para Uma Vida Cheia de Sentido, em tradução livre) tem lançamento nos EUA marcado para 2 de outubro e já está em pré-venda na Amazon. Sem título em português, Lessons também sai no Brasil em outubro, conforme antecipou o Estadão. 

A sinopse do livro indica o que os leitores devem encontrar em suas 256 páginas: um retrato íntimo da "Gisele real". "Lessons revela a vida intimidade de uma mulher muito pública - uma que vai inspirar mulheres de todas as idades a descobrir seu próprio poder, significado e proposta", promete.

Entre as novidades da narrativa, a infância nada glamurosa da übermodel, desde que "começou sua jornada no sul do Brasil, onde cresceu dividindo um quarto com as cinco irmãs e sofria bullying dos colegas de classe".

O começo da carreira, seu estouro no mundo e a vida familiar de hoje também entram na pauta, claro, tendo como pontos destacados seu primeiro desfile com o estilista inglês Alexander McQueen, que a projetou no mundo, encerrando a era da modelos de looks excessivamente esquálidos e pálidos, além do conhecido sucesso - "mais de 600 campanhas, 2 mil capas de revistas e 800 desfiles"

"Animada para dividir com vocês o meu livro. Resgatar algumas histórias que vivi, o que aprendi nestes meus 37 anos, assim como os valores e as ferramentas que me guiaram para chegar onde cheguei tem sido uma experiência profunda e transformadora. Fico feliz em poder compartilhar um pouco desta jornada de altos e baixos que me trouxeram até aqui", comemora a modelo no Instagram.


Doria acredita que Braços Abertos, de Haddad, era falho (Foto: Marivaldo Oliveira/AE)

Cidade

Na decisão em que acolheu o pedido liminar da Defensoria Pública de São Paulo para reabrir os hotéis do programa Braços Abertos, o juiz Randolfo Ferraz de Campos, da 14ª Vara de Fazenda Pública, criticou a estrutura oferecida aos beneficiários, usuários químicos da Cracolândia. A decisão foi tomada na terça-feira, 3.

De acordo com Campos, os dependentes químicos precisam ir para locais preparados para recebê-los, o que não era o caso dos Centros Temporários de Acolhimento e das “repúblicas” para onde foram encaminhados à revelia. Ele afirma também que a existência dos “hotéis sociais” era um dos “sustentáculos” do Braços Abertos e que o banimento deles torna a política pública “comprometida e até mesmo inócua”. 

O juiz ainda determinou a devolução de todos os pertences dos beneficiários, que não puderam ser levados para onde eles foram encaminhados. A Prefeitura informou que vai recorrer da decisão provisória assim que for notificada. A Prefeitura afirmou que os hotéis possuíam condições desumanas e insalubres.

Apresentadora cita intolerância e diz que há descaso com imóvel em Búzios (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

A atriz Antonia Fontenelle fez post no seu Instagram na segunda-feira, 26, denunciando o descaso dos filhos do ator e diretor Marcos Paulo com a casa que era de sua propriedade em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro. Antonia e Marcos foram casados por seis anos. Ele morreu em 2012.

"Essas imagens comprovam o abandono, o descaso, a lentidão da Justiça, o desamor. Trata se da casa de Búzios, um dos cantinhos prediletos do Marcos Paulo, os vizinhos me relataram que os usuários de drogas invadiram a casa, por um bom tempo faziam moradia. Se vocês repararem bem, colocaram umas tábuas safadas pra tapar os buracos por onde eles passavam, pelas frestas da pra ver latas de cervejas jogadas pelo chão, vidros quebrados", escreveu a atriz.

"Resumindo, o imbróglio parado, os responsáveis não fazem manutenção do patrimônio e uma vida inteira de trabalho jogada no lixo, por intolerância e falta de respeito com um homem que durante toda a vida trabalhou e zelou pelos os seus. Chega de descaso", continuou, criticando o processo sobre a herança do ator.

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Bolsonaro é visto como um candidato "teflon", pois nada gruda nele (Fotos: Tãnia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Especialistas em Ciência Política acreditam que muito dificilmente a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) poderá ser revertida nos próximos dias, que precedem a eleição presidencial. De acordo com o cientista político Eduardo Grin, professor da FGV EAESP, nada “cola” no candidato preferido dos eleitores – segundo pesquisa do BTF/FSB, ele tem 60% dos votos válidos, contra 40% de Fernando Haddad (PT). “Já teve declaração desastrosa de companheiros políticos, aquela denúncia do pacote do Whatsapp, mas nada parece abalar a candidatura do Bolsonaro”, disse. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro, segundo o levantamento. A margem de erro segue sendo de dois pontos percentuais. O mestre em Ciência Política e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP), Philippe Franco Scerb, analisou que a imagem “antissistema” do ex-capitão o favorece muito nesta corrida presidencial. “A denúncia de um possível Caixa 2, por exemplo, se tornou motivo de ironia entre o eleitorado”. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. Na intenção de voto estimulada, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois.Votação expressiva pode gerar capital político maior Segundo Grin, a ideia da campanha de Bolsonaro, agora, é de vencer com maior número de votos do que os últimos presidentes eleitos no Brasil. Luís Inácio Lula da Silva (PT) obteve 52,7 milhões de votos (61,27%) em 2002 e 58,2 (60,83%) em 2006. Já Dilma Rousseff (PT) ganhou com 55,7 milhões (56,05%) em 2010 e 54,5 milhões (51,64%) em 2014. “Se obtiver maior percentagem do que Lula em 2002, por exemplo, ele terá um poder político maior para negociar com o Congresso no início do mandato”, explicou o especialista. “Sem dúvidas, uma votação bastante expressiva pode levar Bolsonaro a aprovar sua pauta junto a partidos que nem o apoiaram formalmente”, disse Scerb. “Candidatos com uma base semelhante entendem que seus eleitores querem que aquela agenda seja aprovada e isso gera mais força ao governo”. Ibope e Datafolha também divulgarão pesquisas Hoje será a vez do Ibope divulgar sua segunda pesquisa deste turno das eleições. Em 15 de outubro, Bolsonaro tinha 59% dos votos válidos, contra 41% de Haddad. O Datafolha vai publicar levantamento na quinta-feira, 25. No último estudo, os candidatos contavam com o mesmo percentual levantado pelo Ibope.

Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

Opinião

No último domingo, apesar de boa parte da mídia ignorar, por questões de interesse, milhões de pessoas foram às ruas, por vontade própria, num admirável gesto de democracia, apoiar o candidato que, de forma extremamente inovadora, com praticamente custo zero perto do que se gastam com campanhas políticas, lidera as pesquisas. Ao que parece, o povo se desprendeu das garras do quarto poder e democraticamente exige mudança. Se esta será boa ou não, o tempo vai dizer, mas uma coisa é fato: a alternância de poder é saudável em qualquer democracia e por aqui já se passou da hora de mudar. A dita esquerda no Brasil tentou a todo custo um projeto criminoso de poder que, graças à Operação Lava Jato, resultou na prisão de diversos políticos poderosos e apresentou ao Brasil os bastidores sujos e asquerosos da política que desviou trilhões da educação, segurança, saúde, etc... A todo custo tentam ainda agarrar-se ao poder com mentiras, ataques e o velho jogo sujo da política sifilítica. Culpar o aplicativo de mensagem WhatsApp pelas atrocidades que o próprio partido cometeu é tão estúpido e absurdo quanto tentar comparar Bolsonaro com Trump. O norte-americano venceu apenas no colégio eleitoral, mas Bolsonaro pode vir a vencer na maioria absoluta de votos, o que numa democracia é literalmente a voz e o desejo do povo. Se você não enxerga isto, precisa urgente sair da bolha, e se não respeita, está muito próximo do palavrão que costuma xingar os colegas que discordam de você. Trump é bilionário e teve total apoio da máquina do Partido Republicano na campanha. Bolsonaro está em um partido anão e possuía oito segundos na TV. Trump tem as nuances e vícios de todo gênio comunicador, pois por anos liderou a audiência na TV americana. Bolsonaro é um sujeito simples com discurso coloquial, por vezes até rasteiro, mas que vai ao encontro das massas, sem esforço para tal.Goste você ou não, é um fenômeno popular maior ainda até do que Lula, que diferentemente do “capitão” foi programado e produzido por esquemas publicitários, a custo de ouro do dinheiro público, para transformá-lo num “mito”. Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução, como comprovou a manifestação gigantesca no domingo. Isto chama-se democracia, senhores. Aprendam com isto e deixem o País seguir. Bolsonaro foi o primeiro brasileiro, em campanha, a sofrer um atentado político; o primeiro a não fazer os velhos acordos; o primeiro a ter um nome (até aqui) limpo, algo que nem sonharíamos existir na política; e pode vir a ser o primeiro presidente a vencer uma eleição com o menor investimento já feito em campanha, comprovando que o tal fundo partidário é desnecessário e deveria ser direcionado para o que importa à população. O sujeito com uma caneta Bic nas mãos, um relógio Cassio e roupas simples, sozinho, sem verba, peitou a maior emissora do País, desafiou a imprensa e toda turma arrogante que se diz intelectual sem nunca ter produzido nada que valha o adjetivo. Amigos, se isto não é, no mínimo, uma expressiva revolução política e total quebra de paradigmas do status quo, você realmente precisa sair do jardim da infância e viver no mundo real.

Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.
or
or

Articulistas

Colunistas

Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

Opinião

Profissionais consagram suas vidas ao serviço da humanidade (Foto: ASCOM SUSIPE/Fotos Públicas)

Opinião

O último bastião do PT ainda é o Nordeste, mas este já não é tão inexpugnável (Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/ Fotos Públicas)

Opinião

Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

Opinião