Acidente aconteceu na manhã desta sexta-feira, 10 (Foto: Reprodução/TV Globo News)

Cidade

Um caminhão invadiu duas casas na região da Vila Matilde, zona leste de São Paulo, na manhã desta sexta-feira, 10.

Segundo o Corpo de Bombeiros, ainda não há informações sobre feridos. Agentes foram acionados por volta das 7h e seis viaturas foram encaminhadas ao local do acidente, na Rua Vieira Pinto, perto da Avenida Aricanduva.

A garagem de uma das residências atingidas ficou totalmente destruída. A Defesa Civil foi acionada e está no local.

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Resquícios do ônibus envolvido em acidente em Goiás (Foto: Divulgação -Corpo de bombeiros)

Nacional

Segundo o delegado Antônio Humberto Soares,  responsável pela investigação do acidente que matou nove pessoas em Formosa (GO), nesta quinta-feira (15), há evidências de que o motorista Édson Lopes Lima, de 47 anos, teria dormido na direção do ônibus que se chocou com duas carretas na BR-020. As informações são do portal de notícias G1.

O ônibus levava passageiros da Paraíba até Goiás, quando perdeu o controle e colidiu com duas carretas. O delegado eliminou a hipótese do veículo ter batido nos caminhões durante uma tentativa de ultrapassagem. O acidente envolveu 43 passageiros, dos quais 23 se feriram. Eles não correm risco de vida.

Até o momento, apenas quatro vítimas fatais foram identificadas: Édson Lopes Lima, de 47 anos, motorista do Expresso Guanabara; Pedro Nobrega de Araújo, de 54 anos, comerciante; Antônio Elton Pereira Rodovalho, de 38 anos; e Terezinha Félix dos Santos, de 58 anos. 

Ação atrai pessoas apaixonadas por moda e tecnologia (Foto: Divulgação)

Cidade

A segunda edição do evento Galeria Pagé Brás Experience, que começou nesta segunda-feira, 5, no Shopping Galeria Pagé Brás, vai reunir grandes lançamentos e nomes famosos das redes sociais e dos blogs para dar dicas de moda.

Neste ano, a ação terá dois espaços diferentes: um showroom focado nas principais novidades do setor de moda, e o espaço tecnologia, onde os clientes e visitantes poderão interagir e conhecer de perto cada lançamento.

Estão confirmados os nomes das influenciadoras digitais Amanda Djehdian, Dai Macedo, Fenny Calipy, entre outras. Todas as blogueiras vão dar sugestões de looks para a próxima estação com as novidades trazidas pelo evento. Os visitantes ainda terão a oportunidade de ganhar uma maquiagem feita pelos convidados. Além disso, os clientes ainda terão acesso a um fashion bar com drinks performáticos.

Já os apaixonados por tecnologia encontrarão um espaço todo dedicado ao tema. Com foco nas novidades do mercado, ilhas serão montadas para demonstração de produtos como multimídia, games, iluminação e muito mais.

Durante os dois dias de evento, das 7h às 15h, todos os consumidores serão recebidos por robôs de led com mais de 2,5 metros de altura.  Sorteios e brindes agitarão os dois dias de evento.

Serviço

Galeria Pagé Brás Experience

Data: 5 e 6 de Março

Horário: das 7h às 15h

Shopping Galeria Pagé Brás

Rua Hannemann, 415 – Brás – São Paulo – SP

Mais informações: www.galeriapagebras.com.br

A frente do carro ficou completamente destruída (Foto: Reprodução/Facebook)

Cidade

Um motorista morreu após colidir o carro na traseira de um ônibus articulado na zona sul de São Paulo na manhã desta quinta-feira, dia 1º. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu por volta das 5h30 na Rua José de Barros Magaldi, altura do número 2.000, no Jardim São Luis.

A frente do veículo ficou completamente destruída. A vítima, que ainda não teve o nome divulgado, foi retirada das ferragens com parada cardiorrespiratória. Os bombeiros realizaram procedimento de massagem cardíaca por alguns minutos, mas o motorista não resistiu e morreu no local.

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a Rua José Barros Magaldi, sentido centro, esta totalmente interditada por volta das 7h. O desvio era feito pela Rua Teodósio de Matos, uma bifurcação com a rua do acidente, e o trânsito fluía normalmente no horário acima.

Ciclista

Um carro e um bicicleta colidiram no Viaduto Miguel Mofarrej, sentido centro, sobre a Avenida Doutor Gastão Vidigal, na zona oeste da capital paulista. Segundo os bombeiros, o ciclista estava consciente, teve ferimentos e foi atendido no local.

Garoto foi pegar a bola nas proximidade do córrego Rincão, na zona leste de SP, quando foi arrastado pelo temporal (Foto:Gero Rodrigues / O Fotográfico / AE)

Cidade

O Corpo de Bombeiros encontrou no fim da tarde desta quarta-feira, 28, o corpo do menino Matheus Henrique da Silva, de 11 anos, no Rio Tietê, próximo a uma mineradora em Pirapora do Bom Jesus, na Grande São Paulo -  cerca 60 quilômetros da queda. O garoto estava desaparecido desde a segunda-feira, 26, quando caiu no Córregodo Rincão, na Vila Matilde, zona leste da capital paulista, durante o forte temporal que atingiu a cidade.

O corpo do menino foi achado no terceiro dia de buscas por equipes do 18º Grupamento de Bombeiros (GB) em uma área de difícil acesso, no quilômetro 49 da Estrada dos Romeiros.

"Já era uma hipótese que estava sendo trabalhada a localização nessa região até mesmo pela velocidade e volume das águas no dia dos fatos", afirmou o capitão Rondelo. "Nós podemos tranquilizar a família desse sofrimento, entregar (o corpo do) o garoto a seus familiares."

O capitão dos bombeiros informou que os parentes da criança serão levados até o local onde o corpo foi encontrado para confirmar que seja Matheus. "Porém, com as características passadas, já podemos trabalhar com a hipótese de 100% de reconhecimento."

Queda

O Corpo de Bombeiros movimentou, nesta quarta, 28, mais de 35 agentes no piscinão da Vila Matilde, em bairro de mesmo nome, para tentar encontrar o menino Matheus. O garoto desapareceu após a tempestade ocorrida na última segunda-feira, 26, perto do córrego Rincão, na Zona Leste.

A procura se concentrou nas regiões do desemboque do Rio Tamanduateí, nas imediações do ocorrido, no reservatório da Penha e, depois, estendeu-se a outros locais. 

Na terça, 27, durante a busca, os bombeiros encontraram o corpo de um homem, de aproximadamente 40 anos, no Rio Tietê, próximo à Penha.  A identidade do rapaz ainda é desconhecida.

Ocorrência foi na imediações do Metrô Vila Matilde (Foto: Reprodução/Facebook)

Cidade

Uma criança foi arrastada pela água e caiu em um córrego na região da Vila Matilde, na zona leste de São Paulo, durante o forte temporal que atinge a cidade na tarde desta segunda-feira, 26.

Segundo o Corpo de Bombeiros, por volta das 15h30, um menino teria se afogado próximo à Rua Leopoldo de Freitas, nas adjacências da Estação Vila Matilde, do Metrô.

Nove viaturas da corporação realizaram buscas. Por volta das 19 horas, os trabalhos foram interrompidos por falta de condições técnicas. Os bombeiros informaram que retomarão as atividades às 5h30 desta terça-feira, 27, em quatro pontos do córrego.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), toda a capital paulista estava em estado de atenção para alagamentos às 18 horas. Na zona sul, o Córrego Morro do S, no Capão Redondo, transbordou às 16h45 na Avenida Carlos Caldeira Filho, na altura da Rua Túlio Mugnaini.

Na cidade, havia seis pontos de alagamento - dois deles intransitáveis: na Avenida Professor Luiz Ignácio de Anhaia Mello, na altura da Avenida Salim Farah Maluf, na zona leste; e na Rua Coronel Marques Ribeiro, próximo à Rua José Bernardo Pinto, na zona norte.

Tempo

As chuvas atuam com forte intensidade no município de Guarulhos e deslocam-se para a zona leste. As próximas horas seguem com tempo instável. As precipitações serão isoladas, em forma de pancadas, e alternadas com períodos de melhoria. Nesta segunda, a temperatura varia de 19ºC a 28Cº. 

Nos próximos dias, o tempo segue com condições típicas do verão. "O fluxo de ar quente e úmido proveniente da Região Centro-Oeste ajuda a formar áreas de instabilidade. As pancadas de chuvaserão mais frequentes, principalmente no fim das tardes", destacou o CGE.

A terça-feira, 27, terá sol, muitas nuvens e chuva de intensidade moderada a forte no período da tarde. Há potencial para alagamentos e rajadas de vento. Os termômetros oscilam entre 20°C e 29°C.

Número de mortes caiu 7% em São Paulo (Foto: Arquivo/ABR)

Cidade

O número de mortes causadas por acidente de trânsito caiu quase 7% na cidade de São Paulo, segundo dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Em 2017, foram registrados 796 óbitos. As informações sobre o total de acidentes na Capital serão divulgadas pela companhia em abril, após conclusão de análise dos Boletins de Ocorrência registrados na Polícia Civil.

Este é o menor número já registrado no município desde o início do levantamento, em 1979. Em 2016, foram 854 mortes no trânsito. No ano passado, ocorreram menos acidentes fatais envolvendo motoristas, motociclistas e pedestres. A maior queda se deu entre os ocupantes de automóveis: 28% (de 164 para 118 óbitos). O número de ciclistas mortos apresentou alta de 23,3% (de 30 para 37).

O índice de fatalidade no ano foi de 6,56 mortes por 100 mil habitantes. Esse número se aproxima da meta estipulada pela cidade de São Paulo em compromisso com a Organização das Nações Unidas (ONU), de 6 mortes por 100 mil habitantes. No Brasil, essa taxa é de 23,4 mortes/100 mil habitantes.

Acidentes de trânsito fatais em 2017 (janeiro a dezembro)

 

Mortes

2016

2017

Variação

Total

854

796

-6,8%

Pedestre

343

331

-3,5%

Motorista/passag.

164

118

-28%

Motociclista

317

310

-2,2%

Ciclistas

30

37

+23,3%

Índice mortes/100 mil habitantes

7,07

6,56

-7,2%

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Bolsonaro atraiu filiações ao PSL (Foto:Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

Apenas partidos pequenos aumentaram o número de candidatos nas eleições deste ano em relação a 2014. Enquanto siglas tradicionais como PT, PSDB, MDB, PDT e PSB reduziram a quantidade total de registrados, houve um aumento expressivo entre as siglas de menor porte. O partido de Jair Bolsonaro, o PSL, é o que mais apresentou candidatos - 1.451, um aumento de 74,4% em relação a 2014. Das 35 siglas existentes, 12 vão ter mais postulantes neste ano do que nas últimas eleições gerais - PSL, PROS, Avante, Podemos, PRB, Solidariedade, PMN, PCO, PSOL, Patriota, PRTB e PPL. Há ainda três partidos que vão estrear nas urnas em âmbito nacional: Rede, Novo e PMB, que, juntos, somam 1.606 candidaturas. Os números têm como base os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É possível que haja pequenas alterações até o dia 20, quando as informações estarão 100% atualizadas. A legenda que registrou a maior variação porcentual no número de candidaturas foi o PCO (142,8%). A sigla, no entanto, é um ponto fora da curva - tinha apresentado somente 49 candidatos em 2014 e, agora, lançou 119. Em seguida, vem o PROS, com 1.018 candidatos, ante 485 em 2014 (aumento de 109,9%, mais que o dobro de um pleito para o outro). Entre os que mais reduziram candidatos, estão PCB (diminuição de 45,2%), PTB (-33,4%) e PSTU (-31,9%). Entre as siglas maiores, PSB (-31,4%), PSDB (-18,3%) e PDT (-16,4%) tiveram os maiores índices de diminuição de candidatos. O PT registrou queda de 6,8% e o DEM, de 5,5%. Segundo o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV-SP, uma das explicações para este cenário pode ser a cláusula de barreira, que, a partir de 2018, impõe aos partidos desempenho mínimo para que sejam autorizados a ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV no horário eleitoral. "Os pequenos estão em busca de capilaridade", disse Teixeira. A nova regra exige, para este ano, que as legendas tenham 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação e com 1% em cada uma dessas unidades. A cláusula aumenta gradativamente até 2030 e busca afunilar o sistema partidário brasileiro, altamente fragmentado. Para a cientista política Luciana Veiga, professora da UNI-Rio, a estratégia faz sentido e pode servir à sobrevivência. "Mesmo que não elejam muitos nomes, os partidos com várias candidaturas têm chance de alcançar a cláusula com uma votação mais pulverizada." Um caso mais específico é o do nanico PSL, que, com a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, atraiu deputados na janela partidária e, agora, busca se consolidar com a ampliação da bancada no próximo pleito. "O PSL não tinha nada, arranjou meia dúzia de deputados e agora precisa crescer (para se manter vivo)", afirmou Teixeira. Conforme o Estado mostrou na quarta-feira, a nova casa de Bolsonaro registrou mais de 13,6 mil filiações em 2018, impulsionadas pela figura do presidenciável. Trata-se de número quatro vezes maior que o dos partidos adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Concentração Quanto aos partidos tradicionais, o motivo da diminuição de candidaturas passa por um uso mais direcionado dos recursos do fundo eleitoral. Com as regras inéditas de financiamento de campanha, as siglas apostam mais em candidaturas viáveis, com pouca abertura à renovação. É o caso do PSB, a legenda tradicional que mais reduziu o número de postulantes. A estratégia, segundo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, é concentrar os recursos em campanhas com grandes chances de vitória. "O novo fundo não facilita a renovação", afirmou ele. O PSB não tem candidatura própria à Presidência da República e não compõe nenhuma coligação, mas conta com nomes fortes em eleições regionais. "O fundo eleitoral concentra muitos recursos nos grandes. O problema dos maiores não é dinheiro, não é sobrevivência. É otimizar os cargos que já têm", afirmou Luciana Veiga. 

Candidatos ao governo fizeram questão de mencionar presidenciáveis (Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO)

Cidade

Os candidatos ao governo de São Paulo presentes no primeiro debate televisionado, na Band, aproveitaram o último bloco do programa para nacionalizar a discussão. Houve menções ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), bem como contra a polarização política no País. O ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT) disse ser, com orgulho, amigo de Lula e candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. No fim do bloco anterior, Marinho havia feito a primeira menção dele a Lula no debate. Em embate com Rodrigo Tavares (PRTB), ele disse que os governos petistas combateram a corrupção e afirmou que o PT "é a grande esperança" do povo brasileiro. Tavares citou a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), cujo vice, general Hamilton Mourão, é do PRTB. Marinho citou ainda acusações de corrupção contra o PSDB. O tucano João Doria o rebateu nas considerações finais e falou que o petista não pode comparar Alckmin a Lula. "Alckmin tem mais de 40 anos de vida pública ilibada. Lula está preso em Curitiba", afirmou. Ele cobrou ainda "respeito" do petista, que no final do bloco anterior havia mencionado o nome da esposa do ex-prefeito paulistano, Bia Doria. "Ela não é ré como o senhor", disse. Na despedida do público, Rodrigo Tavares também atacou Alckmin. "Ele fez bom trabalho sim no Estado de São Paulo, mas como anestesista. Ele anestesiou o Estado de São Paulo", afirmou. Nos apontamentos finais, Márcio França (PSB) levou novamente a discussão para o nível nacional. Ele disse que a população de São Paulo vê os exemplos do PT, do PSDB e do MDB e que só ele representa a mudança. O governador paulista lembrou também a mediação dele na greve dos caminhoneiros. Paulo Skaf (MDB) encerrou o debate exaltando as escola do Sesi, que ele usou para criticar ensino estadual de São Paulo. Antes disso, coube ao empresário a primeira das duas únicas menções a Deus no debate. A segunda foi de Lisete Arelalo (PSOL), que disse que o povo "deu graças a Deus" pela renúncia de alguns candidatos. Ela afirmou ainda que vai seguir com o legado da vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 14 de março. Marcelo Cândido (PDT) ressaltou a experiência como prefeito de Suzano (SP).

Para a maioria dos eleitores, Bolsonaro e Alckmin são os favoritos para avançarem na disputa (Foto: Daniel Teixeira e Adriana Spaca/AE)

Nacional

Uma nova pesquisa sobre as intenções de voto à Presidência da República, divulgada na quarta-feira, 15, pelo Instituto Paraná, mostra que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) devem se enfrentar no 2º turno, caso o ex-presidente Lula (PT) tenha sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. Questionados sobre percepção de quais candidatos vão para a segunda fase das eleições, 43,3% apostam em Bolsonaro e 26,7% no tucano. Neste quesito, Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com a expectativa de 21% dos eleitores. Em seguida aparece Marina Silva, com 20,7%, e Fernando Haddad (PT), provável substituto de Lula, tem 10,1% das apostas.  Mas nas intenções de voto, Lula, mesmo preso, ainda lidera com 30,8%, um crescimento de quase 2% na comparação com a pesquisa anterior feita pelo mesmo instituto. No cenário com Lula, Bolsonaro é o segundo colocado, com 22%, e Alckmin, que na pesquisa anterior tinha uma desvantagem de 3% para Marina Silva (Rede), viu a diferença para ela cair pela metade. Marina tem 8,1% das intenções de voto e ele 6,6%. No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 23,9% das intenções de voto. Com a saída do ex-presidente da disputa, Marina Silva e Ciro Gomes (PDT) parecem receber parte de seu eleitorado, e ficam à frente do tucano. Marina chega a 13,2%, Ciro fica com 10,2% e Alckmin  8,5%. Esta é a primeira pesquisa divulgada após o debate realizado pela Rede Bandeirantes, na semana passada, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o no BR-02891/2018. O levantamento foi feito com 2.002 eleitores, em 168 municípios brasileiros, entre os dias 9 e 13 de agosto de 2018. A margem de erro, para mais ou para menos, é de 2%.  

Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

Opinião

Depois que alguns presidenciáveis apresentaram suas propostas para o País, no debate da semana passada, hoje é a vez de sete candidatos ao Governo do Estado de São Paulo fazerem o mesmo na Band, a partir da 22h. É uma grande chance para alguns deles saírem da obscuridade e mostrarem seus programas de gestão e, principalmente, seus rostos, para um eleitorado que não tem dado tanta atenção a eles. É uma brecha aberta inclusive para o governador Márcio França, que, embora no cargo desde abril –, quando Alckmin deixou o posto para concorrer à Presidência –, ainda luta para se fazer mais conhecido entre os eleitores, que podem dar a ele a chance de continuar ocupando o Palácio dos Bandeirantes, como chefe do Executivo. E o que não falta na história política paulista é a figura de vice que conseguiu alçar voo solo e ganhou o papel de protagonista. O próprio Alckmin é um destes, que, com o agravamento da doença de Mario Covas, em janeiro de 2001, assumiu interinamente o governo e, depois, ratificou nas urnas sua permanência. Há semelhanças entre os dois, como o fato de eles terem iniciado na política longe da Capital, sendo vereador e prefeito de suas respectivas cidades natais, depois deputado federal, até serem convidados para comporem a chapa que venceria o governo paulista. Mas, certamente, o desafio de França é bem maior do que aquele encarado por Alckmin, 16 anos atrás. A começar pelo enfrentamento com dois fortes concorrentes, que até outro dia era também seus aliados: Paulo Skaf e João Doria. O emedebista e o tucano lideram com folga a corrida ao Bandeirantes e, se nada mudar até 7 de outubro, estarão no segundo turno. E o problema do atual governador é justamente se interpor entre seus concorrentes. Terá a primeira chance hoje. Para isso precisa mostrar à audiência que é diferente de ambos, e dos demais, e que tem mais a oferecer. Só que do outro lado estarão dois experientes debatedores, já testados em eleições anteriores. Já França faz sua estreia em um programa deste nível. É mais um obstáculo para o político de São Vicente superar, se quiser seguir adiante na disputa.
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