Eduardo Santos acredita que protestos são válidos no Carnaval: "É uma manifestação popular". (Foto: Reprodução/Facebook)

Cidade

O presidente da Acadêmicos do Tatuapé, Eduardo Santos, não se acomoda com o surpreendente bicampeonato de sua escola no Carnaval de São Paulo. Para o dirigente da agremiação, todos os componentes estão comprometidos com um único objetivo: “Fazer o desfile da vida em 2019”.

“Lá na quadra, quem está acostumado a ir, sabe que a gente pouco fala de ser campeão, bicampeão. O que a gente fala, até porque é o que está na nossa mão, é fazer o melhor desfile da nossa vida. Ser campeão ou não depende de algumas variáveis que não controlamos. A promessa é de se renovar para 2019. Queremos, mais uma vez, fazer o desfile de nossas vidas, como fazemos todos os anos”, disse em entrevista exclusiva ao Metrô News.

“Para ser campeão, não existe mágica. Não existe milagre. O segredo é ter um povo como o nosso. É um povo que ama a escola, a abraça e tem um grande carinho por ela. É um povo que faz de tudo para se superar a cada ano”, ressaltou.

Santos também afirmou que, no último desfile, todos da escola já ficaram empolgados assim que o portão foi fechado no Anhembi. “Quando o nosso desfile foi encerrado, nós já estávamos muito felizes e realizados. Conscientes de que a gente tinha cumprido a nossa missão. Sabia que, ali, tinha feito o nosso melhor desfile em quase 66 anos de história, o que já era um motivo de orgulho e satisfação para todos nós. Pessoas trabalharam o ano inteiro para que aqueles 65 minutos de desfile fossem maravilhosos, os melhores de nossas vidas”, continuou.

Confiante de que a agremiação da Zona Leste havia desempenhado um ótimo papel na avenida, o presidente declarou que o resultado da apuração foi a coroação de um desfile perfeito. “O título só acrescentou mais alegria para um povo que já estava extremamente alegre. Estávamos muito realizados e muito felizes com que havíamos feito. E ficamos ainda mais felizes quando fomos coroados bicampeões do Carnaval de São Paulo”.

Acadêmicos Reprodução Facebook

 

Carro alegórico da Acadêmicos do Tatuapé com o nome do padroeiro do Maranhão, São José de Ribamar (Foto: Reprodução/Facebook)


Enredo sobre o Maranhão

O dirigente comentou que, há pelo menos três anos, ensaiava em colocar o enredo do Maranhão no sambódromo. “Já tinha passado pela nossa mesa algumas vezes, alguns anos antes de 2018. E, na ocasião, acabou sendo preterido por outro tema que ficou mais atual, mais urgente. Em 2018, a gente achou que era a hora, que era o momento”, pontuou.

Para Santos, o diferencial da Acadêmicos do Tatuapé foi levar o enredo com emoção ao Anhembi. “A formação do povo maranhense é de luta, invasões e de religiosidade muito marcante, com a chegada dos primeiros escravos que trabalharam na lavoura. É uma cultura muito rica. Resolvemos contar esta história riquíssima. Acredito que foi de uma maneira legal. Rica em detalhes e luxuosa, mas, acima de tudo, e, talvez, mais importante, nós contamos com muita emoção. Contamos com a energia do povo maranhense. Isto foi decisivo”.


Tuiuti

Vice-campeã no Rio de Janeiro, também de maneira surpreendente, a Paraíso do Tuiuti causou reboliço nas redes sociais com um desfile repleto de mensagens políticas. A agremiação usou fantasias e alegorias para fazer duras críticas ao presidente Michel Temer e às iniciativas de sua gestão – como a Reforma Trabalhista, em vigor desde novembro passado.

O presidente da Acadêmicos do Tatuapé participou do desfile da Paraíso do Tuiuti no carro de som. Ele foi convidado após a escola do Rio levar o intérprete Celsinho Mody, que também é puxador da agremiação paulistana, para a Sapucaí.“Pela primeira vez no Carnaval do Rio de Janeiro, uma escola do Grupo Especial do Rio veio aqui em São Paulo buscar dois intérpretes, um deles, o nosso intérprete, Celsinho Mody. Ele é um cara fantástico. Está na melhor fase da sua carreira, vivendo o seu melhor momento”, destacou.

Eduardo Santos e Mody

Eduardo Santos cumprimenta Celsinho Mody (Foto: Reprodução/Facebook)

“Em função de o Celsinho cantar na Tuiuti, eu fui convidado para participar do carro de som da escola. Então vivi no dia do desfile, a mesma emoção que todo mundo viveu. Foi uma coisa deslumbrante. Poucas coisas vezes na vida vi uma energia, um contágio tão grande entre um samba e o público que estava na Sapucaí. Foi uma coisa linda de se ver”, relembrou.

Santos salientou que o protesto sempre cabe no Carnaval. “O carnaval é uma manifestação popular. É uma manifestação de cultura e entretenimento popular. Evidentemente que cabe qualquer tipo de protesto e qualquer tipo de manifestação. O que vi lá foi fantástico. As pessoas se identificaram muito com o samba da Tuiuti e muito com o desfile da escola”.

O dirigente se surpreendeu com a condução do desfile. “Não imaginava que a saída carnavalesca da Tuiuti fosse esta, ouvindo a música antes de ir para a avenida. Achei muito bonito, pertinente, oportuno e consistente. As manifestações devem ser feitas sempre que houver esta oportunidade. Adorei a manifestação. Adorei a forma de protesto da Tuiuti levou para Sapucaí. Tudo isto deve ser encarado como uma manifestação popular. Fiquei orgulhoso por fazer parte do desfile da Tuiuti, um dos grandes momentos do carnaval brasileiro”, finalizou.

Eduardo Santos Paraíso do Tuiuti

Eduardo Santos durante desfile da Paraíso da Tuiuti (Foto: Reprodução/Facebook)

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Treinador afirmou que todos ficaram indignados com a derrota (Foto: Reprodução/Facebook)

Esporte

O São Paulo foi derrotado por 2 a 1 pelo Ituano, em jogo atrasado da sétima rodada do Campeonato Paulista, na noite desta quarta-feira, 21, no Estádio Novelli Júnior, em Itu. O meia peruano Cueva, autor do gol são-paulino, poderia ter evitado a derrota, mas perdeu um pênalti no último minuto da partida.

Com o resultado, o Tricolor não conseguiu quebrar um tabu de cinco anos. Desde 2013, o time não vence o Ituano. 

O revés colocou mais pressão no técnico Dorival Jr., que já balançava no cargo. Durante a madrugada desta quinta-feira, 22, um grupo de torcedores protestou de forma pacífica na chegada do time ao CT da Barra Funda.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, eles pediram Vanderlei Luxemburgo como treinador da equipe.

Indignação

Antes mesmo de presenciar o protesto dos torcedores na Capital, o técnico Dorival Jr. afirmou que estava indignado com o resultado em Itu. Ele também assumiu a culpa pela derrota.

“O responsável é o treinador e não vou fugir da responsabilidade jamais. Não fizemos uma boa partida, tenho de reconhecer isso, diferente de domingo, mas jamais vou deixar de pontuar que o responsável é o treinador e não os jogadores. Foi uma partida bem abaixo do que poderíamos. Há indignação de todos nós no vestiário, pois sabemos que podemos jogar mais”, afirmou o treinador são-paulino.

Mesmo com o tropeço, o São Paulo ainda lidera o Grupo B do Campeionato Paulista, com 10 pontos. No próximo domingo, a equipe recebe a Ferroviária, no Morumbi, às 17h. 

 

Ação de presidente norte-americano colocará em risco 400 mil vagas, segundo sndicato (Foto: Lucas Dantas)

Economia

Cerca de 50 sindicalistas participaram, nesta segunda-feira, de um protesto contra a taxação da importação de aço prometida pelo presidente norte-americano Donald Trump, em ato realizado em frente à Embaixada Americana, na Chácara Santo Antônio, na Zona Sul da Capital.

“A sobretaxa colocará 400 mil empregos em risco. O governo brasileiro precisa pressionar o governo norte-americano porque esta pancada só vai piorar o desemprego”, afirmou Miguel Torres, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos.

Por conta do protesto, a embaixada suspendeu o atendimento aos cidadãos americanos e também as entrevistas aos brasileiros que buscam o visto para os EUA. 

A medida protecionista do presidente Trump impõe taxa de 25% na importação sobre o aço e 10% sobre o alumínio. O Brasil é o segundo maior exportador deste produto para os EUA, atrás apenas do Canadá. Cerca de 40% de toda a produção brasileira de aço é para exportação, da qual 32,9% é destinada aos Estados Unidos.

Apresentador causou polêmica com artigo na Revista GQ (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

O apresentador global Tiago Leifert causou polêmica com um artigo escrito para a revista GQ. Intitulado “Evento esportivo não é lugar de manifestação política”, o texto teve grande repercussão nas redes sociais nesta segunda-feira, 26.

Leifert começou o texto com o seguinte parágrafo: “Eu não gosto da obrigação de tocar o Hino Nacional antes de eventos esportivos. Na Copa São Paulo de Futebol Júnior, no mês passado, os caras tocavam o hino inteiro antes do jogo. Tipo cinco minutos de música. Não vejo necessidade, não acho que patriotismo funciona enfiando um hino goela abaixo de torcedores [...]”.

Depois, o apresentador ainda afirmou: “Quando política e esporte se misturam dá ruim. Vou poupá-los dos detalhes, mas basta olhar nossos últimos grandes eventos para entender que essas duas substâncias não devem ser consumidas ao mesmo tempo”.

Em determinado momento, o global relembrou o caso do ex-quarterback (principal posição em um time de futebol americano) do San Francisco 49ers, Colin Kaepernick. O atleta começou a se ajoelhar durante a execução do hino dos EUA antes das partidas da NFL (National Football League). O ato era um protesto contra as mortes de negros em ações policiais no país.

Alguns atletas, inclusive de outros esportes, começaram a imitar o gesto de Kaepernick. Atualmente, no entanto, o jogador está sem time – mesmo tendo chegado ao Super Bowl em 2013. Na decisão, sua equipe foi derrotada pelo Baltimore Ravens.


“Nos Estados Unidos, Colin Kaepernick, jogador da NFL, a liga de futebol americano, resolveu se ajoelhar durante o hino americano para protestar contra a forma como a polícia trata os negros. Trump ficou pistola, os torcedores conservadores também, considerando um desrespeito ao hino. Independentemente do que você, leitor, ache, Kaepernick está desempregado. Nenhum time quis esse “troublemaker” no elenco. Como eu estava dizendo, quando esporte e política se misturam…”, escreveu Leifert sobre o caso.


O apresentador continuou sua explanação afirmando que esportistas representam clubes e não partidos. “Ele está para entreter e representar até mesmo os torcedores que votam e pensam diferente”, destacou o global, que acrescentou: “É para isso que existe a rede social: ali, o jogador faz o que quiser”.

Críticas

Não demorou muito para internautas criticarem o texto. Alguns apoiaram o apresentador, mas houve mais pessoas que reprovaram o artigo.

Vale lembrar que ele começou a se destacar na TV Globo apresentando o "Globo Esporte" de São Paulo, hoje comandado por Ivan Moré. Depois, Leifert ganhou projeção nacional com o "Central da Copa", durante o Mundial do Brasil, em 2014. Inclusive, o programa voltará a ser exibido neste ano, por causa da Copa da Rússia, com o próprio apresentador.  

 Além de comandar atrações esportivas, Leifert participou do "É de Casa". Atualmente, ele está no "Big Brother Brasil", "The Voice Braasil" e "Zero1".  Abaixo, veja alguns tweets de usuários que não gostaram da posição do global. Leifert não se posicionou em relação às críticas.

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Atriz global ostenta com vestimenta brilhante (Foto: Reprodução/Instagram)

Fora dos Trilhos

Encerrando as comemorações de carnaval, Bruna Marquezine compareceu ao Desfile das Campeãs, na Sapucaí, no Rio de Janeiro, no último sábado, 17. A atriz curtiu a noite no "Nosso Camarote", a convite da Rosa Chá. Ela apostou em um body transparente da marca para a festa, customizado exclusivamente.

Bruna também optou por uma calça legging de paetês, da grife Gucci, para compor a sua produção. 

A peça custa cerca de R$ 7 mil no Brasil. 

Para finalizar, argolas grandes e o penteado de cabelo meio preso deram um toque divertido no visual. 

Bruna Marquezine calça Insta

Marquezine aparece sorridente no sambódromo carioca (Foto: Reprodução/Instagram)

Acadêmicos do Tatuapé retorna à avenida com enredo que homenageia o Estado do Maranhão (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

A escola de samba campeã do carnaval de São Paulo, Acadêmicos do Tatuapé, desfila novamente no Sambódromo do Anhembi, nesta sexta-feira (16), em apresentação que começa a partir das 21h. Além da primeira colocada, mais quatro escolas do Grupo Especial e três do Grupo de Acesso 2 e Grupo de Acesso voltam ao sambódromo. A campeã, da zona leste, entra na avenida às 4h da madrugada.

Quem abre o desfile das campeãs é a vencedora do Grupo de Acesso 2, Mocidade Unida da Mooca. A segunda a se apresentar é a Colorado do Brás, vice-campeã do Grupo de Acesso, seguida pela campeã da categoria, a Águia de Ouro. Em seguida, vêm as cinco primeiras colocadas do Especial: Dragões da Real, Tom Maior, Mancha Verde, Mocidade Alegre e Acadêmicos do Tatuapé.

Com seu azul e branco, a Acadêmicos do Tatuapé ficou com os mesmos 270 pontos de Mocidade Alegre, Mancha Verde e Tom Maior, mas teve melhor pontuação no quesito de desempate mestre-sala e porta-bandeira. Assinado pelo carnavalesco Wagner Santos, o desfile da Acadêmicos do Tatuapé exaltou as belezas do Maranhão, com o samba enredo Maranhão. Os Tambores vão ecoar na terra da encantaria, entoado por seus 2.761 mil componentes.

A vice-campeã Mocidade Alegre retorna com o samba A voz marrom que não deixa o samba morrer, que homenageou a cantora Alcione. Com 70 anos de vida e 45 de carreira, Alcione deu a introdução para o grito de guerra no começo do desfile e depois subiu no carro em que foi destaque, o último do cinco da noite. O samba e as fantasias da agremiação citaram músicas conhecidas da cantora: Juízo final, O que eu faço amanhã, À flor da pele, Delírios de amor e principalmente Não deixe o samba morrer, que foi a base do refrão.

A terceira colocada, Mancha Verde, volta à passarela com o samba A amizade. A Mancha agradece do Fundo Do Nosso Quintal, que homenageou os 40 anos de história do grupo Fundo de Quintal. A Tom Maior, última a entrar na avenida no primeiro dia dos desfiles, repete a exibição que a colocou em quarto lugar com o enredo O Brasil de duas Imperatrizes: De Viena para o novo mundo, Carolina Josefa Leopoldina; de Ramos, Imperatriz Leopoldinense. Com o samba enredo Minha música, minha raiz! Abram a porteira para essa gente caipira e feliz! também se apresenta a quinta colocada, Dragões da Real, que falou da música caipira e sertaneja.

Ainda desfila a Águias de Ouro, rebaixada para o Grupo de Acesso em 2017, divisão que não disputava desde 2009. A escola volta para o Grupo Especial depois de apresentar um desfile com o tema Mercadores de Sonhos, que falou sobre as influências árabes no Brasil e em São Paulo. A segunda colocada, Colorado do Brás, mostra o samba Axé - Caminhos que levam à Fé, e sobe para o Grupo Especial depois de quase alcançar o posto em 2017, quando ficou em terceiro lugar e perdeu a chance por 0,1 ponto. A vencedora do Grupo de Acesso 2, Mocidade Unida da Mooca, entra com o enredo A Santíssima Trindade de Oyó, que propagou a mensagem de tolerância entre os povos. No ano que vem, a escola disputará o título no Grupo de Acesso.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do Sambódromo e na loja da Liga SP na estação São Bento do Metrô. Os valores variam de acordo com o setor, com preços a partir de R$ 70. O horário de atendimento é das 10h às 20h no Sambódromo e das 10h às 19h na estação São Bento do metrô.

Programação:

21:00 - Mocidade Unida da Mooca (Campeã do Grupo de Acesso 2)

22h00: Colorado do Brás (2ª lugar no Grupo de Acesso)

23h00: Águia de Ouro (Campeã do Grupo de Acesso)

00h00: Dragões da Real (5º lugar no Grupo Especial)

01h00: Tom Maior (4º lugar no Grupo Especial)

02h00: Mancha Verde (3º lugar no Grupo Especial)

03h00: Mocidade Alegre (Vice-campeã do Grupo Especial)

04h00: Acadêmicos do Tatuapé (Campeã do Grupo Especial)

A cantora Daniela Mercury é uma das principais atrações nos blocos de SP (Foto: SECOM Salvador)

Cidade

A programação para o carnaval de rua na capital paulista traz, neste final de semana, 97 blocos oficiais (57 no sábado e 40 no domingo), segundo a prefeitura. Entre as principais atrações estão as cantoras Daniela Mercury, Cláudia Leitte, Gilmelândia e a Banda Falamansa.

No sábado, o ritmo de axé de Cláudia Leitte arrasta uma multidão estimada em 100 mil pessoas na Avenida 23 de Maio, a partir do meio-dia, da altura do Viaduto Santa Generosa até o Viaduto Pedroso. O uso da 23 de Maio para o circuito de carnaval é novidade neste ano, tendo reunido, entre domingo (11) e terça-feira (13), 2,6 milhões de pessoas em sete desfiles apenas nesta via.

No mesmo local, terá o Navio Pirata do Baiana System, trio elétrico que se apresenta pela primeira vez fora de Salvador, às 13h. O grupo usa a guitarra baiana na mistura de ritmos de afro-latinos como frevo, samba-reggae, pagode, groove arrastado, ijexá, kuduro, bass music e cumbia. São esperados até 50 mil foliões.

Em Pinheiros, bairro que concentra grande número de blocos, a Banda Falamansa leva o rastapé para um público estimado em 100 mil pessoas na Avenida Faria Lima, às 14h. O Bloco vai tocar os maiores sucessos do grupo, além de frevo e xote. No Largo da Batata, está programado o Bloco Xuca Feita, que tocará música POP e brasilidades, com blocos do Apego, DRE, Kaia na Gandaia, Se Joga, Desliga e Vem, Medpholia e Te Amo, Mas Só Como Amigo.

Domingo é dia do Bloco Pipoca da Rainha, com a cantora Daniela Mercury, que se apresenta na Rua da Consolação às 15h. A expectativa de público é 100 mil pessoas. Na Faria Lima, a cantora Gilmelândia anima o Bloco Se Te Pego, Não Te Largo às 14h. A Orquestra Voadora levará a fanfarra com mistura de ritmos como rock, funk, pop, jazz, frevo, samba e maracatu para a Praça da Republica, no centro. O coletivo de artistas deve atrair até 50 mil foliões.

Balanço

Desde o pré-carnaval, cerca de 9 milhões de pessoas se divertiram nos 387 blocos de rua de São Paulo. Apenas entre sábado (10) e terça-feira (13), o público foi estimado em 5,1 milhões de pessoas. Segundo pesquisa encomendada pela prefeitura, 35,3% dos foliões participaram, este ano, do carnaval paulistano pela primeira vez.

A organização dos eventos estava melhor do que no ano passado para 70% dos entrevistados. Aproximadamente 34% dos foliões eram de fora da capital paulista, um aumento de 66% em relação ao ano passado. Do total, 88,6% afirmaram que a prefeitura deve continuar apoiando o carnaval de rua da cidade.

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